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Necessidades de famílias com adolescente HIV positivo : indicativos para educação em saúde

Silva, Fabiano Silva da January 2003 (has links)
O HIV tem acometido um número cada vez maior de adolescentes e, conseqüentemente, afetado o convívio familiar, assim gerando necessidades específicas. Este estudo, de carácter descritivo qualitativo, objetiva conhecer as necessidades do grupo familiar a partir do diagnóstico de HIV positivo de seu adolescente. Para tanto, foram entrevistados familiares de adolescentes HIV positivos, com prontuário ativo no Serviço de Atendimento Especializado da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (SAE). Os adolescentes selecionados para indicar os participantes do estudo tinham entre 12 e 18 anos de idade, sendo que 6 (seis) foram contaminados pelo HIV por contágio sexual e 2 (dois) por transmissão vertical. As entrevistas foram realizadas, em sua maioria, nas residências, após, foram transcritas e seus conteúdos analisados conforme sugere Moraes (1998). Apesar das famílias pertencerem a diferentes classes sociais, apresentam semelhanças nas necessidades geradas pela infecção de seus adolescentes. Os resultados apontam o surgimento de necessidades psicobiológicas, psicoespirituais e psicossociais. A descoberta do diagnóstico foi caracterizado pela família como um momento traumático, bem como o prognóstico de “morte prenunciada”, que faz a família procurar tratamentos alternativos, a fim de manter a integridade física do adolescente. As necessidades psicoespirituais são originárias dos sentimentos relacionados à descoberta da infecção e com o futuro do adolescente, o que leva os familiares a procurarem um suporte religioso para o enfrentamento da situação instalada a partir da soropositividade do adolescente. As necessidades psicossociais surgem quando os relacionamentos em âmbito familiar tornam-se difíceis, exacerbando a dificuldade de comunicação entre família e o adolescente; e também com a alteração dos relacionamentos sociais, devido ao preconceito e à exclusão social e, ainda da dificuldade de estabelecimento das relações interpessoais com a família extensa, com profissionais de saúde e com o próprio adolescente.
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Repercussões do cotidiano de famílias com crianças nascidas expostas ao HIV / Repercussions on the routine of families with children exposed to HIV at birth

Vasconcelos, Simone Gonçalves January 2009 (has links)
VASCONCELOS, Simone Gonçalves. Repercussões do cotidiano de famílias com crianças nascidas expostas ao HIV. 2009. 90 f. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2009. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-03-01T16:39:53Z No. of bitstreams: 1 2009_tese_sgvasconcelos.pdf: 1203255 bytes, checksum: c6d4fc08f23c13d9cb8793fb62d8f135 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-03-05T12:57:34Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_tese_sgvasconcelos.pdf: 1203255 bytes, checksum: c6d4fc08f23c13d9cb8793fb62d8f135 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-03-05T12:57:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_tese_sgvasconcelos.pdf: 1203255 bytes, checksum: c6d4fc08f23c13d9cb8793fb62d8f135 (MD5) Previous issue date: 2009 / A convivência com pessoas portadoras do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) proporcionou a oportunidade de conhecer de maneira mais próxima as angústias que famílias portadoras do HIV enfrentam, tendo em vista que a sociedade ainda não consegue aceitar tranqüilamente a convivência com pessoas contaminadas, apresentando atitudes preconceituosas e discriminativas. Surge, então, a família como unidade de cuidado, e como importante fonte de ajuda para o indivíduo infectado pelo HIV, contribuindo para o bom desempenho físico e mental, redistribuindo suas tarefas e papéis no intuito de criar soluções destinadas à melhoria da qualidade de vida do ser doente. Em caso de crianças expostas ao HIV, a família deve ter seu foco voltado para ações educativas, respaldada por profissionais de saúde, buscando-se construir um elo consistente entre família – serviço de saúde – enfermeiro. Diante disto, os objetivos deste trabalho foram construídos com base na seguinte tese: Famílias com crianças nascidas expostas ao HIV sofrem repercussões que alteram o seu cotidiano. Assim teve-se como objetivo geral: Identificar as repercussões da infecção pelo HIV/aids no cotidiano das famílias com crianças infectadas pelo HIV/aids. Trata-se de estudo qualitativo realizado no domicílio de famílias comprometidas pelo HIV e que tinham crianças verticalmente expostas, através de questionário. Foram entrevistadas 21 mães no período de julho a dezembro de 2008. Os dados coletados originaram as seguintes categorias: 1. Descoberta do diagnóstico de soropositividade ao HIV materno; 2. Descoberta do risco da transmissão vertical; 3. Convivência no domicílio, com outros familiares, na comunidade e na escola depois do diagnóstico da criança; 4. Dificuldades enfrentadas pela mãe no cuidado com a criança; 5. Discriminações vivenciadas pela família; 6. Sentimento depois da entrevista. As famílias consideradas severamente disfuncionais de acordo com a classificação do APGAR familiar deram origem a genogramas e ecomapas. Em face do exposto considera-se que este trabalho permitiu além de identificar o contexto pelo qual vivem as famílias comprometidas pelo HIV, uma aproximação real do seu cotidiano. A partir do reconhecimento da vulnerabilidade da família que tem um ou mais de seus membros infectados pelo HIV, pode-se planejar intervenções de enfermagem que ajudem a família no enfrentamento da doença e do preconceito vigente. Assim, se favorecerão mudanças fundamentais centradas no seu fortalecimento, orientando-a para uma nova trajetória em relação ao sentimento de vulnerabilidade então vivenciado. / The experience with people carrying the Human Immunodeficiency Virus (HIV) permitted to know more closely the anguish that families of HIV patients have to cope with because the society does not easily accept living with contaminated people and displays prejudice and discrimination. Consequently, the family emerges as the unit of care and as an important source of support for individuals infected with HIV, contributing to the patients’ good physical and mental performance and redistributing their tasks and roles with a view to improve their quality of life. In case in which children are exposed to the HIV, the family should focus on educational actions supported by healthcare professionals, seeking to construct solid ties between family – health service – nurse. In this perspective, this study’s objectives were based on the following thesis: families of children who were exposed to HIV at birth suffer repercussions that alter their routine. Thus, the general objective was to identify the repercussions of the HIV/AIDS infection on the daily lives of families with infected children. It is a qualitative study carried out in the households of families with children vertically exposed to HIV. Data were collected through a questionnaire applied to 21 mothers between July and December 2008. Collected data originated the following categories: 1. Discovery of the maternal HIV diagnosis; 2. Discovery of the vertical transmission risk; 3. Living in the same house with other family members, in the community and school after the child’s diagnosis; 4. Difficulties mothers face in the child’s care; 5. Discrimination experienced by the family; 6. Feelings after the interview. Genograms and ecomaps were developed for those families considered severely dysfunctional according to the family APGAR. In addition to the identification of the context in which families affected by HIV live, this study permitted a real approximation of their routine. Based on the acknowledgment of the vulnerability of families with one or more members infected by the HIV, nursing interventions can be planned to help them to cope with the disease and prejudice. Hence, essential changes focused on families’ strengthening can be promoted and guide them to a new path to cope with the vulnerability they experience.
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Estudo dos problemas farmacológicos em pacientes HIV+ sob terapia antirretroviral inicial em um Centro de Especialidades Médicas de Fortaleza-Ceará / Pharmacological study of problems in HIV+ patients under antiretroviral therapy early in a Center of Medical Specialties in Fortaleza, Ceará

Magalhães, Karla do Nascimento January 2011 (has links)
MAGALHÃES, Karla do Nascimento. Estudo dos problemas farmacológicos em pacientes HIV+ sob terapia antirretroviral inicial em um Centro de Especialidades Médicas de Fortaleza-Ceará. 2011. 152 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2011. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-04-12T16:14:28Z No. of bitstreams: 1 2011_dis_knmagalhães.pdf: 1059784 bytes, checksum: fd4aa6042a7feabfd0e0bec93aa444d0 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-04-13T16:16:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2011_dis_knmagalhães.pdf: 1059784 bytes, checksum: fd4aa6042a7feabfd0e0bec93aa444d0 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-04-13T16:16:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2011_dis_knmagalhães.pdf: 1059784 bytes, checksum: fd4aa6042a7feabfd0e0bec93aa444d0 (MD5) Previous issue date: 2011 / A síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS) é causada pela infecção pelo HIV e já não é sinônimo de letalidade. Desde que a doença foi descoberta, no início da década de 1980, muitos avanços foram dados em relação à maior compreensão da doença e desenvolvimento terapêutico. Atualmente, uma combinação de medicamentos conhecida como HAART (Highly Active Antiretroviral Therapy) é indiscutivelmente reconhecida por tornar mais lento o curso da doença e prolongar a vida. Este estudo objetivou detectar, em suas dimensões quantitativa e qualitativa, os problemas farmacológicos relacionados à terapia antiretroviral em pacientes HIV+ que estejam iniciando o tratamento com antiretrovirais, no SAE/CEMJA – Serviço de Atendimento Especializado em HIV/AIDS do Centro de Especialidades Médicas José de Alencar em Fortaleza, Ceará. Trata-se de um estudo descritivo, longitudinal e prospectivo, onde cada paciente funcionou como seu próprio controle. A pesquisa foi realizada no período de dezembro de 2008 a agosto de 2010. O acompanhamento farmacoterapêutico (AFT) teve duração de 09 meses e foi desenvolvido de acordo com uma adaptação ao Método Dáder e a classificação dos problemas farmacológicos deu-se por uma adaptação ao o II Consenso de Granada (2002). Na análise dos dados, programas EpiInfo e Sigma Plot foram utilizados. Foram realizadas 47 entrevistas, sendo que 45 pacientes concluíram o AFT. Em todos os estudos, considerou-se o valor de p<0,05 como nível de significância. Foram identificados 643 problemas farmacológicos relativos à TARV. O PF-5 (segurança qualitativa) foi o mais evidenciado seguido pelo PF-4 (relacionado à efetividade quantitativa-adesão irregular) e PF-1 (relativo à necessidade-não-adesão) Os medicamentos antirretrovirais mais prescritos foram os fármacos Zidovudina+lamivudina, Lopinavir+ritonavir e Efavirenz e também foram os mais envolvidos em problemas farmacológicos relacionados à segurança e efetividade. Durante o AFT, uma redução (99,8%) e aumento (104,52%) médio, estatisticamente significante, da carga viral e de linfócitos T CD4+, respectivamente, foram observados. Houve uma melhora na adesão ao tratamento por parte dos pacientes acompanhados e na determinação global do índice de adesão pelo registro de dispensa dos antirretrovirais na farmácia do CEMJA, foi encontrada um taxa de 64% de aderência de todos os pacientes avaliados. Nossos achados nos permitiram compreender melhor que os principais obstáculos e dificuldades vivenciados pelo paciente HIV+ relativos à TARV, concentram-se, sobretudo na toxicidade desses fármacos e que isso tem relação direta com a adesão ao tratamento, principalmente nos indivíduos assintomáticos e/ou com diagnóstico de soropositividade menor que um ano, representando importantes grupos-alvo para estudos da freqüência de RAM com antiretrovirais.
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Avaliação laboratorial e farmacoterapêutica de crianças Infectadas por vírus HIV-1 em um hospital de referência do estado do Ceará / Pharmacotherapeutical and Laboratory Evaluation of Children Infected by Hiv-1 In a Hospital of Reference of the State of Ceará

Araújo, Maria Cristina Andrade de January 2009 (has links)
ARAÚJO, Maria Cristina Andrade de. Avaliação laboratorial e farmacoterapêutica de crianças infectadas por vírus HIV-1 em um hospital de referência do estado do Ceará. 2009. 101 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2009. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-12-19T12:15:18Z No. of bitstreams: 1 2009_dis_mcaaraújo.pdf: 1107573 bytes, checksum: 98a716c9032c04fa70886678946660b6 (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes(erikaleitefernandes@gmail.com) on 2012-12-19T13:40:23Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_dis_mcaaraújo.pdf: 1107573 bytes, checksum: 98a716c9032c04fa70886678946660b6 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-12-19T13:40:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_dis_mcaaraújo.pdf: 1107573 bytes, checksum: 98a716c9032c04fa70886678946660b6 (MD5) Previous issue date: 2009 / A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) infantil foi reportada pela primeira vez ao Centro de Controle de Doenças (CDC – Atlanta) em 1982. A Aids tem sido alvo de muitos estudos científicos em todo o mundo. Em decorrência disto, têm sido desenvolvidos medicamentos que possibilitaram a melhoria da qualidade de vida dos portadores do HIV e/ou doentes de Aids e, a cada ano, são disponibilizados novos medicamentos. A introdução da HAART (Highly Active Antiretroviral Therapy) modificou o prognóstico de crianças infectadas pelo HIV, com drástica redução da mortalidade. Acompanhar a terapia antirretroviral (ARV) e os parâmetros laboratoriais de CD4 e carga viral de crianças infectadas com o vírus HIV-1 atendidas no Hospital São José de Doenças Infecciosas (HSJ) e que deram entrada no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Ceará, LACEN-Ce. No período de 01 de junho a 31 de dezembro de 2006, 88 crianças provenientes do HSJ deram entrada no LACEN-Ce. Durante os anos de 2007 e 2008, as crianças foram acompanhadas quanto às características demográficas, imunológicas, virológicas e farmacoterapêuticas através dos prontuários médicos. As crianças incluídas deveriam ter pelo menos um exame de CD4/ano e um exame de carga viral/ano. Os dados foram analisados segundo o teste de Fisher, teste G (Willams), qui-quadrado de partição e teste ANOVA com pós-teste de tendência. O teste de correlação também foi utilizado para as variáveis: idade, valores de CD4 e carga viral. Foram investigadas 45 crianças portadoras do vírus HIV-1. Em relação ao sexo, 25 (55,6%) crianças eram do sexo feminino e 20 (44,4%) eram do sexo masculino. As crianças que possuíam até 2 anos de idade no momento do diagnóstico confirmatório para HIV foram as mais prevalentes com 44,4%. Em relação à etnia, 77,8 % (n=35) eram pardos. Dos municípios do Ceará, a capital do estado, Fortaleza, é a localidade com maior número de pacientes, 20 (45,5%). As cidades do interior do estado totalizam 24 (54,5%) pacientes. A contagem absoluta de células CD4 variou de 117 a 2.402 células/mm3. A carga viral de HIV variou de indetectável (< 50 cópias RNA-HIV/mL) a 1.300.000 cópias RNA-HIV/mL. Em relação ao uso de terapia ARV, 93,3% (42) usavam medicamentos, enquanto que 6,7% (3) não usavam. O esquema triplo era usado por 75,5% pacientes, a terapia dupla por 11,1 e 6,7 % usavam 4 medicamentos. A manutenção da terapia ARV ocorreu em 24 (57,1%) pacientes, enquanto que em 18 (42,9%) houve a troca dos medicamentos. Os pacientes tratados com terapia tripla apresentaram melhor resposta imunológica e virológica do que os outros tratamentos ARVs (duplo, quádruplo e sem tratamento), justificando sua escolha como regime preferencial de tratamento, mostrando que a terapia seguida pela maioria dos pacientes esta em conformidade com a preconizada pelo Guia de Tratamento Clínico da infecção por HIV em pediatria.
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Achados clínicos laboratoriais como auxiliares no diagnóstico de histoplasmose disseminada em pacientes febris com AIDS de hospital de referência do Ceará / Clinical laboratory findings to support diagnosis of disseminated histoplasmosis of AIDS patients in a reference hospital in Ceará

Ramos, Isadora Cavalcanti January 2008 (has links)
RAMOS, Isadora Cavalcanti. Achados clínicos laboratoriais como auxiliares no diagnóstico de histoplasmose disseminada em pacientes febris com AIDS de hospital de referência do Ceará. 2008. 104 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública)- Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2008. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2011-11-03T16:36:36Z No. of bitstreams: 1 2008_dis_icramos.pdf: 529136 bytes, checksum: 3474fb48fc3a58f142a2333967ff1ad2 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2011-11-03T17:12:22Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_dis_icramos.pdf: 529136 bytes, checksum: 3474fb48fc3a58f142a2333967ff1ad2 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-11-03T17:12:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_dis_icramos.pdf: 529136 bytes, checksum: 3474fb48fc3a58f142a2333967ff1ad2 (MD5) Previous issue date: 2008 / Disseminated histoplasmosis (DH) is a severe disease that delay in diagnosis and specific treatment is associated with a high mortality. Since the AIDS epidemic, cases of DH are frequently diagnosed in patients with HIV from Fortaleza, a city in Northeastern Brazil. A cross sectional study was conducted on AIDS patients with symptoms suggestive of HD at hospital admission to correlate clinics and laboratory findings with the definitive diagnostic of this mycose, in a reference hospital from January 2006 to January 2007. There were identified 48 DH from 136 subjects. Patients with DH had more temperature higher than 38,5°C, splenomegaly, hepatomegaly, multiple papular skin lesions and sibilant respiratory sound (p<0.05). The more frequent manifestations in other diseases were pleuritic pain and arthralgia (p<0.05). High levels of lactate dhydrogenase (LDH), aspartate aminotransferase (AST) and amylase as well as lower levels of hemoglobin (≤10 g/dl) and CD4 (≤ 75 cel/mm3) were more frequent in DH (p<0.05). Multivariate analysis showed that temperature higher than 38,5°C (adjusted OR, 5.9; p=0.007; 95% CI= 1,62-21,77), LDH level ≥ 5 times normal (adjusted OR, 4.3; p=0.007; 95% CI= 1,49-12,55), CD4 ≤ 75 cel/mm3 (adjusted OR, 4.9; p=0.004; 95% CI= 1,64-14,88), hepatomegaly (adjusted OR, 3.4, p=0.01; 95% CI= 1,33-8,55) and multiple papular skin lesions (adjusted OR, 5.8; p=0.01; 95% CI= 1,50-22,68) were independently associated like the diagnosis of HD. Pleuritic pain was associated negatively with HD diagnosis (adjusted OR 0.2, p=0.02; 95% CI= 0,06-0,78). Suspected DH patients without hepatomegaly and temperature < 38,5°C have negative predictive value for DH of 100%. Patients without elevated LDH have negative predictive value for HD of 74,3%. We can eliminate most DH in patients without hepatomegaly, temperature < 38,5°C and normal LDH. This study helped diagnosis of HD among suspected patients. / A histoplasmose disseminada (HD) é uma patologia grave cujo retardo na detecção e no início do tratamento associam-se a elevada mortalidade. Desde o advento da - aids, passou a ser freqüente a observação de casos dessa micose em pacientes atendidos em serviço de assistência a HIV de Fortaleza, Ceará. Esse estudo transversal foi conduzido em pacientes com aids com quadro clínico sugestivo de HD à admissão hospitalar e teve como objetivo identificar achados clínico-laboratoriais associados a essa micose em hospital de referência de Fortaleza, Ceará, de janeiro de 2006 a janeiro de 2007. Foram detectados 48 casos de HD, do total de 136 doentes. Indivíduos com HD apresentaram mais temperatura acima de 38,5°C, esplenomegalia, hepatomegalia, lesões de peles papulares múltiplas e sibilos à ausculta pulmonar (p<0,05). Foram manifestações mais freqüentes em outras doenças dor pleurítica e artralgia (p<0,05). Níveis elevados de desidrogenase lática (LDH), aspartato aminotrasferase (AST) e amilase, assim como baixos níveis de hemoglobina (≤10 g/dl) e CD4 (≤ 75 cel/mm3) foram mais freqüentes em HD (p<0,05). Análise multivariada demonstrou que temperatura acima de 38,5°C (OR ajustada= 5,9; p=0,007; IC 95%= 1,65-21,77), nível de LDH ≥ 5 vezes o normal (OR ajustada= 4,3; p=0,007; IC 95%= 1,49-12,55), CD4 ≤ 75 cel/mm3 (OR ajustada= 4,9; p=0,004; IC 95%= 1,64-14,88), hepatomegalia (OR ajustada= 3,4; p=0,01; IC 95%= 1,33-8,55) e lesões de pele papulares múltiplas (OR ajustada= 5,8; p=0,016; IC 95%= 1,50-22,68) foram fatores independentes associados com diagnóstico de HD. Dor pleurítica mostrou associação negativa com o diagnóstico de HD (OR ajustada= 0,2; p=0,02; IC 95%= 0,06-0,78). Pacientes sem hepatomegalia e temperatura abaixo de 38,5°C tiveram valor preditivo negativo para HD de 100%. Pacientes sem elevação de LDH tiveram valor preditivo negativo para HD de 74,3%. O diagnóstico de HD pode praticamente ser afastado se o paciente não apresentar hepatomegalia e altas temperaturas, assim como níveis de LDH normais.
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Características clínicas e evolução da histoplasmose disseminada em pacientes com AIDS em hospital de referência do Ceará / Clinical features and follow-up of patients with disseminated histoplasmosis and AIDS in a reference hospital in Ceará State

Pontes, Licia Borges January 2008 (has links)
PONTES, Licia Borges. Características clínicas e evolução da histoplasmose disseminada em pacientes com AIDS em hospital de referência do Ceará. 2008. 86 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública)- Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2008. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2011-11-07T16:38:33Z No. of bitstreams: 1 2008_dis_lbpontes.pdf: 607643 bytes, checksum: 5fa8938b7cbdd170094c44a6cd278cec (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2011-12-05T13:10:44Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_dis_lbpontes.pdf: 607643 bytes, checksum: 5fa8938b7cbdd170094c44a6cd278cec (MD5) / Made available in DSpace on 2011-12-05T13:10:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_dis_lbpontes.pdf: 607643 bytes, checksum: 5fa8938b7cbdd170094c44a6cd278cec (MD5) Previous issue date: 2008 / Since the beginning of HIV epidemic in Ceará, disseminated histoplasmosis (DH) has been detected more often among aids patients. In order to know better clinical and laboratorial features, follow up and survival analysis of DH/AIDS co-infection, 134 medical records of inpatients with DH and 119 of patients without DH, from a reference hospital of Ceará, from 1999 to 2005 were analysed. The data was obtained from admission through two years later. Univariate and multivariate analisys of clinical and laboratory data was conduct with SPSS version 10.0 (SPSS Inc., Chicago, IL). Kaplan-Meier and Log-rank tests were used for survival analisys. Most (71,6% with DH and 79,8% without DH) of patients were men. The mean ± SD age of the patients was 35,5 ± 8,9 years and more than 90% of the patients had very low incomes in both groups. Twenty six patients (50%) with DH had a previous hospital admission for non tuberculosis respiratory infection compared to 13 (22.8%) patients without DH (p<0,05). Patients with DH had more fever (94%), daily (92,7%), higher than 38.5°C (78,6%), chills (41,1%), cough (77,1%), weight loss (89,9%), diarrhea (68,9%), vomiting (47%), enlarged liver (43,2%) and spleen (24,2%), skin lesions (14,9%) and jaundice (14,4%) (p<0.05). At hospital admission patients with DH had lower white cell count (4594,5±3873,6 versus 6030±3986cells/mm³), platelet count (121.737±101.054 versus 218.739±130.320cells/mm³) prothrombin time (56,6±17,6 versus 73,8±18,2%) and CD4 cell count (78,3±105,1 versus 112,3±114,5cells/mm³),as well as higher levels of serum creatinin (1,63±1,63 versus 1,16±1,19mg/dL), serum urea (60,9±59,6 versus 39,7±35,8mg/dL), LDH (4249±4248 versus 605±654UI/L), AST (245±289 versus 60±50UI/L), ALT (138±409 versus 43±40UI/L) and alkaline phosphatase (409±475 versus 205±257UI/L) (p<0,05). Hemoglobin8g/L and CD4 cell count100cells/mm³ were more common in DH pactients (p<0,05). Respiratory failure (RF) and sepsis were more common complications in DH patients (p<0,05). The diagnosis was maken mostly through direct microscopy (72,4%) and or through culture (49,3%) of biological material. Death during hospital stay was higher in DH patients (32,8% versus 25,2%) (p=0,213). At hospital admission, DH risk factors for death were: vomiting, dyspnea, respirophasic chest pain, RF, hemoglobin8g/L, serum urea≥40mg/dL and serum creatinine≥1,5mg/dL (p<0,05). Multivariate analysis showed hemoglobin8mg/dL, serum urea≥40 mg/dL at hospital admission as independent risk factors for death, with 10% significance level. DH relapsing was noted in 21.8% of cases during the study period and 64,7% of them died. Survival analysis showed significant higher mortality in DH group during the first month (p<0,05); afterwards the rate of death was similar in both groups. In conclusion, patients with DH had higher fever, more previous hospital admission for non tuberculosis pulmonary infection, more clinical complications compared to patients without DH. And had anemia (hemoglobin<8g/dL) and elevated serum urea (urea≥40mg/dL) as independent risk factors for death. / Desde o início da epidemia de HIV no Ceará, a histoplasmose disseminada (HD) é detectada com freqüência crescente em pacientes com aids. De modo a conhecer as características clínico-laboratoriais, evolução e a sobrevida da coinfecção HD/aids, foram analisados retrospectivamente 134 prontuários de pacientes com HD e 119 prontuários com outras doenças, internados de 1999 a 2005 no hospital-referência para HIV no Ceará. Dados dos pacientes foram colhidos do momento da admissão até dois anos após. O programa SPSS versão 10.0 (SPSS Inc., Chicago, IL, USA) foi utilizado para as análises uni e multivariadas de dados clínicos e laboratoriais. Os testes de Kaplan-Meier e Log-rank foram utilizados para estimar sobrevida. Eram do sexo masculino 71,6% dos pacientes com HD e 79,8% dos pacientes sem HD. A média de idade foi 35,5 ± 8,9 anos e mais de 90% declararam ter renda inferior a três salários mínimos em ambos os grupos. Vinte e seis pacientes (50%) com HD tiveram internamento anterior por infecção respiratória não tuberculosa contra 13 (22,8%) do grupo sem HD (p<0,05). Pacientes com HD apresentaram com maior freqüência febre (94%), diária (92,7%), acima de 38,5°C (78,6%), com calafrios (41,1%), além de tosse (77,1%), perda de peso (89,9%), diarréia (68,9%), vômitos (47%), hepatomegalia (43,2%), esplenomegalia (24,2%), lesões de pele (14,9%) e icterícia (14,4%) (p<0,05). À admissão hospitalar, grupo com HD apresentava médias significativamente mais baixas de leucócitos (4594,5±3873,6 versus 6.030±-3.986céls/mm³), plaquetas (121.737±101.054 versus 218.739±130.320céls/mm³) tempo de ativação de protrombina (56,6±17,6 versus 73,8±18,2%) e CD4 (78,3±105,1 versus 112,3±114,5céls/mm³), assim como médias significativamente mais altas de creatinina (1,63±1,63 versus 1,16±1,19mg/dL), ureia (60,9±59,6 versus 39,7±35,8mg/dL), LDH (4249±4248 versus 605±654UI/L), AST (245±289 versus 60±50UI/L), ALT (138±409 versus 43±40UI/L) e fosfatase alcalina (409±475 versus 205±257UI/L) (p<0,05). Hemoglobina8g/L e CD4100céls/mm³ (p<0,05) também predominaram dentre os pacientes com HD. Insuficiência respiratória e sepse foram complicações mais freqüentes em pacientes com HD (p<0,05). O diagnóstico foi dado por pesquisa direta (72,4%) e/ou cultura (49,3%) de material biológico. O óbito durante o internamento foi maior entre os pacientes com HD (32,8% versus 25,2%), porém sem significância estatística (p=0,213). À admissão, foram fatores de risco relacionados ao óbito de pacientes com HD: vômitos, dispnéia, dor pleurítica, insuficiência respiratória, hemoglobina8g/L, uréia≥40mg/dL e creatinina≥1,5mg/dL (p<0,05). Análise multivariada mostrou hemoglobina8g/L e uréia≥40mg/dL à admissão como fatores de risco independentes para o óbito, com significância de 10%. Foi notada recaída por HD em 21,8% dos casos, durante todo o período do estudo; observou-se também uma mortalidade na recaída de 64,7%. A análise de sobrevida mostrou que, durante o primeiro mês, a mortalidade é significativamente maior para o grupo com HD (p<0,05), equiparando-se aos controles a partir do terceiro mês de acompanhamento. Em conclusão, os pacientes com HD apresentaram, caracteristicamente, febre mais elevada, mais internamentos anteriores por infecção respiratória não tuberculosa, mais complicações clínicas, e tiveram como fatores de risco independente para óbito anemia importante e elevação de uréia.
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Pessoas de 50 anos e mais vivendo com HIV/AIDS no Ceará, Brasil / People 50 years or older living with HIV/AIDS in Ceará, Brazil

Araújo, Vera Lúcia Borges de January 2009 (has links)
ARAÚJO, Vera Lúcia Borges de. Pessoas de 50 anos e mais vivendo com HIV/AIDS no Ceará, Brasil. 2009. 102 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2009. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2011-11-10T13:10:57Z No. of bitstreams: 1 2009_dis_vlbaraújo.pdf: 845710 bytes, checksum: 389d92dbfcbbd29205467f5a740f9805 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2011-12-05T13:18:33Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_dis_vlbaraújo.pdf: 845710 bytes, checksum: 389d92dbfcbbd29205467f5a740f9805 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-12-05T13:18:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_dis_vlbaraújo.pdf: 845710 bytes, checksum: 389d92dbfcbbd29205467f5a740f9805 (MD5) Previous issue date: 2009 / O crescimento dos casos de Aids em pessoas de 50 anos a mais chama a atenção, principalmente na última década. Este estudo teve como objetivo descrever as características epidemiológicas de pessoas com 50 anos a mais vivendo com HIV/Aids no Estado do Ceará. Método Realizou-se um estudo transversal, em um hospital de referência terciária localizado em Fortaleza-CE, no período de setembro a novembro de 2008. Um questionário semiestruturado foi aplicado a 200 pacientes com HIV/Aids, de 50 a 83 anos de idade. Foram comparadas as diferentes proporções, separadamente para homens e mulheres com (IC 95%). Utilizou-se o teste do Qui-quadrado, de Pearson, ou Exato, de Fisher, quando apropriado. Resultados. Do total, 72,5% dos pacientes eram homens com média de idade de 63,5 anos; 53,5% tinham menos de oito anos de estudo; 69,0% residiam em Fortaleza; 51,0% pertenciam ao “Estrato econômico D/E”, revelando as precárias condições de vida materiais desta população. O sexo feminino predominou com as cores parda (74,5%) e preta (7,3%), níveis de instrução mais baixos e maiores proporções de viúvas (51,5). As mulheres foram menos sexualmente ativas (22,0%) e somente uma (0,8%) relatou mais de um parceiro nos últimos 12 meses. A atividade sexual diminuiu com a idade: 60,2% entre 50-59 anos e 42,8% entre aqueles com 70 anos e mais; 48,0% dos pacientes relataram média de seis relações sexuais ao mês. Homens usaram mais preservativo em relações casuais (96,5%), entre as mulheres o menor uso foi nas relações fixas (80,0%). O sexo vaginal predominou com 70,0%; o sexo oral e anal foi pouco frequente entre as mulheres e 33,0% dos pacientes referiu sexo comercial em algum momento na vida. No conjunto da população masculina, 41,0% referiram contato sexual com outro homem; 52,5% descobriram o diagnóstico entre 30 e 49 anos; 31,0% mostraram a média de 17 anos de diagnóstico; 59,0% nunca fizeram o teste anti-HIV antes da infecção; 76,0% referiram aquisição da doença por via sexual, homens com parceiro desconhecido (44,1%) e mulheres com parceiro conhecido (69,1%); 17,0% não têm ideia de como se deu a infecção. O uso de álcool foi prevalente e de drogas injetáveis foi raro. Conclusão. A análise mostrou diferenças entre os sexos, diagnóstico tardio, envelhecimento com a aids, alto uso de preservativo após a infecção por HIV e pouca percepção em estar em situação de risco. Estes achados remetem à necessidade de um programa voltado especificamente para esta população com 50 anos ou mais.
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Análise da sobrevida de pacientes diagnosticados com Aids, atendidos na policlínica de especialidades CPN, no município de Niterói, RJ, 1993-2000 / Analysis of the occurred of patients diagnoseked with Aids, attended in the hospital of specialties CPN, in the city of Niterói, Rio de Janeiro, 1993-2000

Bernardi, Maristela January 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2012-09-06T01:12:14Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) 896.pdf: 698675 bytes, checksum: 037a96bdd00e2e9f55c598c40f8ea0ac (MD5) Previous issue date: 2006 / O objetivo desta dissertação foi estimar o tempo de sobrevida e seus principais preditores em pacientes diagnosticados com AIDS pelo critério CDC, acompanhados na Policlínica de Especialidades CPN, no município de Niterói-RJ, no período de 1993 a 2000. (...) O estudo aponta para o grande impacto da terapia HAART na sobrevida de pacientes diagnosticados com AIDS atendidos na Policlínica de Especialidades CPN, corrobora outros estudos de base hospitalar conduzidos no Brasil e reforça a importância da Política Nacional de acesso gratuito a medicamentos para o tratamento da AIDS. A escolaridade também se mostrou um determinante central da sobrevida. Como a baixa escolaridade está associada à baixa renda, este estudo aponta para diferentes impactos do tratamento nas diferentes classes sociais, em detrimento dos mais pobres e com menor educação formal.
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Necessidades de famílias com adolescente HIV positivo : indicativos para educação em saúde

Silva, Fabiano Silva da January 2003 (has links)
O HIV tem acometido um número cada vez maior de adolescentes e, conseqüentemente, afetado o convívio familiar, assim gerando necessidades específicas. Este estudo, de carácter descritivo qualitativo, objetiva conhecer as necessidades do grupo familiar a partir do diagnóstico de HIV positivo de seu adolescente. Para tanto, foram entrevistados familiares de adolescentes HIV positivos, com prontuário ativo no Serviço de Atendimento Especializado da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (SAE). Os adolescentes selecionados para indicar os participantes do estudo tinham entre 12 e 18 anos de idade, sendo que 6 (seis) foram contaminados pelo HIV por contágio sexual e 2 (dois) por transmissão vertical. As entrevistas foram realizadas, em sua maioria, nas residências, após, foram transcritas e seus conteúdos analisados conforme sugere Moraes (1998). Apesar das famílias pertencerem a diferentes classes sociais, apresentam semelhanças nas necessidades geradas pela infecção de seus adolescentes. Os resultados apontam o surgimento de necessidades psicobiológicas, psicoespirituais e psicossociais. A descoberta do diagnóstico foi caracterizado pela família como um momento traumático, bem como o prognóstico de “morte prenunciada”, que faz a família procurar tratamentos alternativos, a fim de manter a integridade física do adolescente. As necessidades psicoespirituais são originárias dos sentimentos relacionados à descoberta da infecção e com o futuro do adolescente, o que leva os familiares a procurarem um suporte religioso para o enfrentamento da situação instalada a partir da soropositividade do adolescente. As necessidades psicossociais surgem quando os relacionamentos em âmbito familiar tornam-se difíceis, exacerbando a dificuldade de comunicação entre família e o adolescente; e também com a alteração dos relacionamentos sociais, devido ao preconceito e à exclusão social e, ainda da dificuldade de estabelecimento das relações interpessoais com a família extensa, com profissionais de saúde e com o próprio adolescente.
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Necessidades de famílias com adolescente HIV positivo : indicativos para educação em saúde

Silva, Fabiano Silva da January 2003 (has links)
O HIV tem acometido um número cada vez maior de adolescentes e, conseqüentemente, afetado o convívio familiar, assim gerando necessidades específicas. Este estudo, de carácter descritivo qualitativo, objetiva conhecer as necessidades do grupo familiar a partir do diagnóstico de HIV positivo de seu adolescente. Para tanto, foram entrevistados familiares de adolescentes HIV positivos, com prontuário ativo no Serviço de Atendimento Especializado da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (SAE). Os adolescentes selecionados para indicar os participantes do estudo tinham entre 12 e 18 anos de idade, sendo que 6 (seis) foram contaminados pelo HIV por contágio sexual e 2 (dois) por transmissão vertical. As entrevistas foram realizadas, em sua maioria, nas residências, após, foram transcritas e seus conteúdos analisados conforme sugere Moraes (1998). Apesar das famílias pertencerem a diferentes classes sociais, apresentam semelhanças nas necessidades geradas pela infecção de seus adolescentes. Os resultados apontam o surgimento de necessidades psicobiológicas, psicoespirituais e psicossociais. A descoberta do diagnóstico foi caracterizado pela família como um momento traumático, bem como o prognóstico de “morte prenunciada”, que faz a família procurar tratamentos alternativos, a fim de manter a integridade física do adolescente. As necessidades psicoespirituais são originárias dos sentimentos relacionados à descoberta da infecção e com o futuro do adolescente, o que leva os familiares a procurarem um suporte religioso para o enfrentamento da situação instalada a partir da soropositividade do adolescente. As necessidades psicossociais surgem quando os relacionamentos em âmbito familiar tornam-se difíceis, exacerbando a dificuldade de comunicação entre família e o adolescente; e também com a alteração dos relacionamentos sociais, devido ao preconceito e à exclusão social e, ainda da dificuldade de estabelecimento das relações interpessoais com a família extensa, com profissionais de saúde e com o próprio adolescente.

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