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Construção e validação de hipermídia educacional em exame físico no pré-natal / Construction and validation of educational hypermedia in a physical examination in the prenatal

Freitas, Lydia Vieira January 2010 (has links)
FREITAS, Lydia Vieira. Construção e validação de hipermídia educacional em exame físico no pré-natal. 2010. 116 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2010. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-01-19T13:29:18Z No. of bitstreams: 1 2010_dis_lvfreitas.pdf: 9430545 bytes, checksum: 06b125f497e8027da8ab11901810580b (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-02-03T13:14:32Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_dis_lvfreitas.pdf: 9430545 bytes, checksum: 06b125f497e8027da8ab11901810580b (MD5) / Made available in DSpace on 2012-02-03T13:14:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_dis_lvfreitas.pdf: 9430545 bytes, checksum: 06b125f497e8027da8ab11901810580b (MD5) Previous issue date: 2010 / Este estudo teve como objetivo construir e validar uma hipermídia educacional que favoreça o processo ensino-aprendizagem sobre a enfermagem no exame físico no pré-natal. Para embasar o desenvolvimento deste estudo, adotou-se a Teoria da Interação Social de Vygotsky, que ressalta que o conhecimento surge a partir da interação social entre no mínimo duas pessoas e que isto torna o compartilhamento de conhecimentos possível e facilitado. Foram seguidas seis etapas para a construção desta hipermídia, dentre as quais as cinco primeiras compuseram a fase de construção da hipermídia e a sexta etapa compõe a fase de validação da hipermídia. A primeira etapa trata do levantamento de conteúdo e do planejamento dos módulos, quando se buscou o conteúdo relativo ao exame físico no pré-natal em livros didáticos, manuais do Ministério da Saúde e artigos científicos disponíveis em bases de dados na internet. Este conteúdo foi organizado em módulos segundo a parte do corpo da gestante que está sendo examinada, seguindo o sentido céfalo-caudal de realização do exame físico. Na segunda etapa do estudo, foram desenvolvidas as mídias que compuseram a hipermídia, podendo ser estas fotos, vídeos, textos, áudios, dentre outros. Na terceira etapa do desenvolvimento desta hipermídia, foram disponibilizados espaços de anotações para o aluno, para o tutor, denominado de portfólio, e as ferramentas de comunicação entre eles, tais como fóruns de discussão, chat e mensagens, visando uma maior interação social entre os participantes deste processo de ensino aprendizagem. Terminadas as três etapas anteriores, o conteúdo, as mídias e os espaços de anotações e comunicação, todas estes itens produzidos foram dispostos em conjunto e posteriormente foram disponibilizados no AVA SOLAR. Realizadas as cinco etapas de construção da hipermídia, passou-se para o processo de validação do material produzido. No processo de validação, foram convidados de acordo com critérios pré-estabelecidos sete especialistas de enfermagem e três de informática para avaliar a hipermídia, quando foram identificados os pontos de ajuste necessários para uma melhor utilização da hipermídia. Quanto à construção deste produto, constata-se que as etapas seguidas foram consideradas satisfatórias, de forma que foi possível construir um produto educacional apto a favorecer o processo ensino-aprendizagem com relação ao exame físico no pré-natal. Com relação à validação deste material, encontraram-se pontos de ajustes que foram considerados e corrigidos, e outros pontos que foram satisfatoriamente contemplados e ressaltados pelos especialistas que participaram do estudo. Realizadas as modificações solicitadas, denota-se que esta hipermídia foi validada junto a especialistas, estando apta para a sua utilização junto ao público-alvo para o qual foi construída.
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Conhecimento, atitude e prática dos enfermeiros acerca do controle da sífilis na gestação / Knowledge, attitude and practice of nurses about the control of syphilis in pregnancy

Costa, Camila Chaves da January 2012 (has links)
COSTA, Camila Chaves da. Conhecimento, atitude e prática dos enfermeiros acerca do controle da sífilis na gestação. 2012. 102 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2012. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-03-01T11:46:53Z No. of bitstreams: 1 2012_dis_cccosta.pdf: 952646 bytes, checksum: 86e4396e8d7bf576c9af928a5242d36d (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes(erikaleitefernandes@gmail.com) on 2013-03-01T15:24:55Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_dis_cccosta.pdf: 952646 bytes, checksum: 86e4396e8d7bf576c9af928a5242d36d (MD5) / Made available in DSpace on 2013-03-01T15:24:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_dis_cccosta.pdf: 952646 bytes, checksum: 86e4396e8d7bf576c9af928a5242d36d (MD5) Previous issue date: 2012 / Objetivou-se avaliar o conhecimento, a atitude e a prática dos enfermeiros atuantes na Estratégia Saúde da Família (ESF) acerca do controle da sífilis na gestação; associar as variáveis explanatórias com o conhecimento, a atitude e a prática dos enfermeiros acerca do controle da sífilis na gestação e comparar o conhecimento e a atitude com a prática em relação à sífilis na gestação. Trata-se de um estudo avaliativo do tipo Conhecimento, Atitude e Prática (CAP) e abordagem quantitativa, realizado no período de junho a agosto de 2012, com 171 enfermeiros da ESF, utilizando-se como instrumento um questionário inquérito CAP em relação à sífilis na gestação. Os dados foram organizados em tabelas e gráficos, segundo a estatística descritiva e inferencial utilizando-se os testes Mann-Whitney, Kruskal-Wallis, Qui-quadrado e Fisher. O estudo foi aprovado pelo COMEPE/UFC com o protocolo de nº 81/12. Quanto ao perfil dos enfermeiros, verificou-se uma idade média de 37,5 anos, com 90,1% do sexo feminino, 64,3% com ensino superior em instituições públicas e 77,8% são especialistas, formados há cerca de 12 anos, atuando na ESF há uma média de 9 anos e 53,8% tinha alguma capacitação sobre a temática. Em relação ao conhecimento dos enfermeiros, a maioria (67,3%) foi classificada como adequado, mas ainda 32,7% de enfermeiros teve conhecimento inadequado e regular. Quanto à atitude e prática, observou-se 97,1% dos participantes tinham crenças e opiniões adequadas e 94,2% as colocavam em prática adequadamente. Houve uma associação estatisticamente significativa entre a instituição de graduação e a atitude dos enfermeiros; a autoclassificação positiva em relação ao conhecimento acerca da sífilis na gestação com a prática adequada; o conhecimento e a prática, bem como entre a atitude e a prática. As principais dificuldades percebidas pelos enfermeiros no controle da sífilis congênita foram: a demora dos resultados dos exames de VDRL (45,6%); a dificuldade de convocar o(s) parceiro(s) e a sua adesão ao tratamento (28,1%), assim como o início tardio do pré-natal (19,9%). Frente ao exposto, destaca-se a importância do reconhecimento da sífilis congênita como um importante problema de saúde pública pelo enfermeiro, visto que a partir de suas ações adequadas e baseadas no conhecimento técnico-científico podem interferir diretamente no controle da sífilis congênita, ofertando-se uma assistência pré-natal de qualidade, integral e humanizada.
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Protocolo para consulta de enfermagem no pré-natal : construção e validação / Protocol for inspection of nursing in prenatal : construction and validation

Moraes, Jamile Lopes de January 2013 (has links)
MORAES, Jamile Lopes de. Protocolo para consulta de enfermagem no pré-natal : construção e validação . 2013. 104 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2013. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2014-07-17T11:33:28Z No. of bitstreams: 1 2013_dis_jlmoraes.pdf: 2813324 bytes, checksum: 609359647c28247cad2e72e7389cdc11 (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2014-07-17T11:34:21Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_dis_jlmoraes.pdf: 2813324 bytes, checksum: 609359647c28247cad2e72e7389cdc11 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-07-17T11:34:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_dis_jlmoraes.pdf: 2813324 bytes, checksum: 609359647c28247cad2e72e7389cdc11 (MD5) Previous issue date: 2013 / A presente pesquisa teve por objetivo construir e validar um protocolo direcionado a consulta de Enfermagem no pré-natal a ser utilizado na Casa de Parto Natural Lígia Barros Costa. Pesquisa tecnológica desenvolvida de janeiro de 2012 a novembro de 2013 em quatro fases com 10 etapas. A primeira fase correspondeu à construção do protocolo onde foi realizada uma adaptação as etapas propostas pela Gerência de Ensino e Pesquisa do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) para Diretrizes Clínicas/ Protocolos Assistenciais de Porto Alegre e foi composta por sete etapas. A primeira etapa correspondeu à escolha do tema, onde o protocolo foi dividido em capítulos em uma sequência lógica para melhor direcionar o atendimento pré-natal. A etapa 2 foi referente a justificativa do tema escolhido. Na etapa 3 foram disponibilizadas as fontes bibliográficas utilizadas no protocolo. A etapa 4 correspondeu as evidências encontradas ao longo da elaboração do protocolo. Na etapa 5 foi realizada a organização do protocolo em algoritmos visando ordenar e estabelecer os fluxos das ações. A etapa 6 foi caracterizada pela enumeração das referências utilizadas as quais foram disponibilizadas em formato Vancouver. Na etapa 7 ocorreu a diagramação do protocolo desenvolvida através do programa CorelDraw x6. A fase 2 correspondeu a elaboração textual do protocolo o qual foi escrito em fonte Times New Roman, tamanho 12 sendo composto por 94 páginas com 12 capítulos. A fase 3 foi referente a validação de conteúdo e aparência do protocolo. Na etapa 8 foram escolhidos, através de critérios de inclusão pré-estabelecidos, 22 especialistas com experiência na área de interesse (Obstetrícia, saúde da mulher, pré-natal, saúde da família, validação de instrumentos), os quais avaliaram objetivos, estrutura, aparência e relevância do protocolo. Um item era considerado validado quando apresentasse Índice de Validade de Conteúdo (IVC) ≥0,78. Ressalta-se que todos os itens apresentaram IVC superior a esse valor. Em relação aos objetivos do protocolo houve variação do IVC de 0.86 a 1.0. Na avaliação alusiva a estrutura e aparência o IVC também variou de 0.86 a 1.0. No tocante a avaliação da relevância do protocolo, houve variação do IVC de 0.90 a 0.95. O protocolo foi validado de forma global com IVC=0.92. Na etapa 9 foi realizada adequação do protocolo às sugestões dos especialistas referente a reelaboração de frases, acréscimo ou modificações de informações e ilustrações. A fase 4 foi equivalente a disponibilização do protocolo e foi composta pela etapa 10 que correspondeu ao encaminhamento do protocolo para impressão. Considerou-se o protocolo validado em conteúdo e aparência por especialistas, sendo importante a realização de estudo posterior para verificar o seu impacto na unidade de saúde na qual será utilizado.
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THE MOTHER GENERATED ÍNDEX : avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde de gestantes de baixo risco / The Mother Genrated Index : assessment of quality of life related to health in low-risk pregnant women

Calou, Cinthia Gondim Pereira January 2015 (has links)
CALOU, Cinthia Gondim Pereira. The Mother Generated Índex : avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde de gestantes de baixo risco. 2015. 138 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2015. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2015-02-09T15:48:08Z No. of bitstreams: 1 2015_dis_cgpcalou.pdf: 2089688 bytes, checksum: 767abe7a95336e77bdbffe6cffe8cd6d (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2015-02-09T15:52:14Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_dis_cgpcalou.pdf: 2089688 bytes, checksum: 767abe7a95336e77bdbffe6cffe8cd6d (MD5) / Made available in DSpace on 2015-02-09T15:52:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_dis_cgpcalou.pdf: 2089688 bytes, checksum: 767abe7a95336e77bdbffe6cffe8cd6d (MD5) Previous issue date: 2015 / Como parte integrante do processo saúde-doença a gestação é um período em que a inserção social da mulher pode influenciar, de maneira positiva ou negativa, o decorrer do ciclo gravídico-puerperal. Assim, avaliar a qualidade de vida dessa população, pode redirecionar a implementação de práticas inovadoras na busca de torná-las mais eficazes e reais para a promoção de um cuidado mais humanizado. Dentre os objetivos do estudo, destacam-se: avaliar a Qualidade de Vida Relacionada à Saúde das gestantes acompanhadas em pré-natal de baixo risco, descrever as principais áreas afetadas na qualidade de vida das gestantes; avaliar as principais áreas afetadas na qualidade de vida das gestantes; correlacionar as áreas afetadas da qualidade de vida relacionada à saúde com as variáveis sócio demográficas e obstétricas das gestantes e comparar a QVRS em gestantes acompanhadas nos sistemas público e privado. Trata-se de um estudo correlacional, quantitativo e de corte transversal, realizado em três unidades públicas que oferecem serviço de assistência ao pré-natal, e uma privada, na cidade de Fortaleza – Ceará. A amostra foi composta por 261 gestantes que realizavam pré-natal de baixo risco e que foram entrevistadas no período de setembro a novembro de 2014. Os instrumentos de coleta foram um questionário contendo variáveis sócio demográficas, obstétricas e relacionadas a qualidade de vida, além da versão brasileira da escala the Mother Generated Index. A análise do perfil sócio demográfico das gestantes estudadas, apontou para uma maioria de jovens, com companheiro fixo, com ensino superior completo, renda familiar elevada e trabalho fora de casa. Quanto aos dados obstétricos das participantes, a maioria iniciou o pré-natal no primeiro trimestre de gestação, eram nulíparas e tinham IMC adequado para a semana gestacional. Quanto aos dados relacionados a qualidade de vida, a maioria das gestantes planejaram e desejaram a gravidez, contaram com o apoio do parceiro, porém não receberam orientação educativa durante as consultas. Dentre as oito áreas que interferiram positivamente a qualidade de vida das gestantes, têm-se: relacionamento com o parceiro, relacionamento com a família, feliz por ser mãe, alimentação, ansiosa pelo nascimento do bebê, auto estima, imagem corporal e sono. Em contraponto, as dimensões negativas influenciadoras na qualidade de vida foram: sono, cansaço, polaciúria, náusea e vômito, trabalho, imagem corporal, estresse e labilidade emocional. Dentre as gestantes que foram atendidas no serviço privado, observou-se que as áreas feliz por ser mãe e imagem corporal interferiram positivamente na qualidade de vida; enquanto o trabalho interferiu de forma negativa. Conclui-se que as mudanças ocorridas durante a gestação influenciam de maneira positiva e negativa na qualidade de vida, cabendo ao enfermeiro oferecer uma assistência individualizada, holística e compartilhada com a gestante e seus familiares.
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Oficinas de reflexão para o casal grávido: uma experiência da enfermagem

Barbosa, Nirliane Ribeiro 21 May 2013 (has links)
Submitted by Hiolanda Rêgo (hiolandar@gmail.com) on 2013-05-10T17:01:59Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Enf_Nirliane Barbosa.pdf: 5940377 bytes, checksum: 84d87f53e253bbb1f1ce0f3124540013 (MD5) / Approved for entry into archive by Flávia Ferreira(flaviaccf@yahoo.com.br) on 2013-05-21T03:00:18Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_Enf_Nirliane Barbosa.pdf: 5940377 bytes, checksum: 84d87f53e253bbb1f1ce0f3124540013 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-05-21T03:00:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_Enf_Nirliane Barbosa.pdf: 5940377 bytes, checksum: 84d87f53e253bbb1f1ce0f3124540013 (MD5) / FAPESB / Este estudo tem como objeto a participação do casal grávido em oficinas reflexivas para o cuidado de si e do(a) RN, motivado pela lacuna na atuação do(a)s profissionais de saúde e, notadamente, da enfermagem, em relação à necessidade da educação em saúde para o casal e/ou acompanhante que vivencia o ciclo gravídico-puerperal. Diante dessa problemática surge o questionamento: Qual a influência das oficinas de reflexão desenvolvidas com o casal grávido para as ações de cuidado de si e do(a) RN? Para respondê-lo, traçamos como objetivo geral: Analisar a influência das oficinas de reflexão desenvolvidas com o casal grávido para o cuidado de si do(a) recém-nascido(a). Partimos do pressuposto de que o desenvolvimento de práticas educativas dialógicas e participativas oferece à mulher grávida e a seu parceiro elementos para o cuidado de si e do(a) outro(a), dando-lhe suporte para lidar com as mudanças que os acompanham no ciclo gravídico-puerperal. Trata-se de uma pesquisa de intervenção, de natureza qualitativa, descritiva, de caráter exploratório, desenvolvida em uma unidade de saúde da família no município de Arapiraca-AL, tendo como participantes quatro casais grávidos. Os aspectos éticos e legais para pesquisa foram respeitados. O material empírico foi produzido em duas fases, sendo a primeira por meio de três oficinas educativas realizadas no lócus do estudo com o grupo de casais grávidos, discutindo as temáticas: gravidez, trabalho de parto, parto/nascimento, pós-parto e cuidados com o(a) recémnascido( a); a segunda fase, no domicílio, por meio de uma entrevista com os casais participantes no período pós-parto, abordando suas características sociodemográficas, em específico as gineco-obstétricas, e os significados relacionados à experiência dos casais sobre a participação nas oficinas. A análise do material produzido, mediante a Análise de Conteúdo de Bardin, sob o enfoque teórico da integralidade, apresentou como resultados três categorias temáticas: “Significados do processo gravídico-puerperal para a mulher grávida e seu parceiro”; “Necessidades de cuidado sob a ótica do casal grávido”; “Oficinas de reflexão: contribuições para o cuidado de enfermagem ao casal grávido”. A prática de educação em saúde possibilitou um diálogo transversal, construtivo e de respeito mútuo entre as mulheres grávidas, seus parceiros e profissionais de saúde. O modo como se deu essa relação foi fundamental para o alcance dos objetivos propostos, permitindo a abertura para a reflexão da(o)s participantes sobre o cuidado, durante o processo gestatório. Os depoimentos mostraram que as oficinas de reflexão influenciaram os casais em relação ao enfrentamento da gravidez, parto e pós-parto, no que se refere ao cuidado de si, do(a) parceiro (a), do(a) recémnascido( a), e no modo de lidar com os serviços e profissionais de saúde de maior envolvimento nesse período. Inseridas na dimensão prática da integralidade, acreditamos que a participação dos parceiros junto às suas mulheres nas ações para o cuidado no período gravídico-puerperal precisa ser estimulada e passa a ser almejada à medida que as(os) mesmas(os) notam a sua valorização pelo(a)s profissionais. / Salvador
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Dinâmica de oferecimento e realização da citologia em gestante de Fortaleza / Dynamics of offering and realization the cytology for cervical cancer in pregnant women in Fortaleza Ceara Brasil

Monteiro, Paula Bruno 24 February 2016 (has links)
MONTEIRO, P. B. Dinâmica de oferecimento e realização da citologia em gestante de Fortaleza. 2016. 55 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Faculdade de Medicina,Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2016-08-05T13:35:09Z No. of bitstreams: 1 2016_dis_pbmonteiro.pdf: 707730 bytes, checksum: c5813c720342d9db6cb326564df971ca (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2016-08-05T13:35:19Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_dis_pbmonteiro.pdf: 707730 bytes, checksum: c5813c720342d9db6cb326564df971ca (MD5) / Made available in DSpace on 2016-08-05T13:35:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_dis_pbmonteiro.pdf: 707730 bytes, checksum: c5813c720342d9db6cb326564df971ca (MD5) Previous issue date: 2016-02-24 / Cervical cancer was responsible for the death of 265,000 women in the world in 2012. With the exception of skin cancer, this tumor is the one with the greatest potential for prevention and cure when diagnosed early. The conventional Pap test (Papanicolaou) is the main strategy of screening programs for cervical cancer in Brazil and worldwide. It is known that, in developing countries, many women only seek health services when they show symptoms of disease or during pregnancy. Therefore, pregnancy can be a good opportunity to conduct a Pap smear with the aim of preventing cervical cancer. This study had the objective of assess the dynamics of offering and performing cytology collection for screening cervical cancer in pregnant women in Fortaleza-CE. This is a descriptive cross-sectional study with a quantitative approach. The research was conducted at the Maternity School Assis Chateaubriand (MEAC), with a sample of 318 patients. Univariate and multivariate analysis was performed using SPSS statistical software. Only 11% of all patients and 10.8% of patients over 25 years took advantage of the prenatal consultations to make the Pap smear. Among the 283 (89%) patients who did not realize cervical cancer prevention in pregnancy, the majority, 80.9%, did not do it because the health professional had not offered. In the analysis of demographic and socioeconomic variables, the group of patients who were employed at the time showed the highest prevalence of taking the exam during pregnancy compared to women who did not work (PR: 2.19; 95% CI 1.00 to 4.87; p: 0.043). Patients that had the pregnancy considered high risk pregnancy (PR: 3.15; 95% CI 1.52 to 6.54; p <0.001), that had prenatal care at MEAC (PR: 2.77; 95% CI 1.48 -5.19; p 0.001), that made all consultations with a physician (PR: 2.95; 95% CI 1.53 to 5.69; p: 0.003), that did not have a health center close to home (PR: 3.22; 95% CI 1.44 to 7.21; p: 0.026) and that knew that the exam could be done during pregnancy (PR: 5.05; 95% CI 2.16 to 11.83; p <0.001) had significantly higher prevalence of having their Pap smear performed during prenatal care. It can be concluded that the frequency of offering and the realization of cervical cytological collection was very low and that it is necessary to conduct awareness programs for health professionals on the importance and safety of performing the prevention of cervical cancer during prenatal visits. / O câncer de colo uterino foi responsável pelo óbito de 265 mil mulheres no mundo em 2012. Com exceção do câncer de pele, esse tumor é o que apresenta maior potencial de prevenção e cura, quando diagnosticado precocemente. O teste citopatológico convencional (Papanicolaou) é a principal estratégia de programas de rastreamento do câncer do colo do útero no Brasil e no mundo. Sabe-se que, em países em desenvolvimento, muitas mulheres só procuram os Serviços de Saúde quando apresentam sintomas de doenças ou durante a gravidez. Portanto, a gravidez pode ser uma boa oportunidade de realizar uma colpocitologia com o objetivo de prevenção do câncer do colo uterino. O presente estudo teve o objetivo de avaliar a dinâmica de oferecimento e realização de coleta de citologia oncótica para rastreamento de câncer de colo uterino em gestantes em Fortaleza-CE. Trata-se de um estudo descritivo de abordagem quantitativa do tipo transversal. A pesquisa foi desenvolvida na Maternidade Escola Assis Chateaubriand, com amostra de 318 pacientes. Para análise univariada e bivariada foi utilizado o programa estatístico SPSS. Apenas 11% das pacientes aproveitaram as consultas pré-natais para realizar o exame citopatológico do colo do útero. Entre as 283 (89%) pacientes que não realizaram sua prevenção de câncer de colo uterino na gestação, a grande maioria, 80,9% não o fez devido o profissional de saúde não ter oferecido. Na análise das variáveis demográficas e socioeconômicas, o grupo de pacientes que exerciam atividade remunerada apresentou prevalência maior, estatisticamente significante, de realizar o exame durante a gravidez quando comparadas às mulheres que não trabalhavam (RP: 2,19; IC95%1,00-4,87; p: 0,043). Pacientes cuja gravidez foi considerada de alto risco (RP: 3,15; IC95%1,52-6,54; p<0,001), que fizeram o pré-natal na MEAC (RP: 2,77; IC95% 1,48-5,19; p0,001), que realizaram todas as consultas com médico (RP: 2,95; IC95% 1,53-5,69; p: 0,003), não ter posto de saúde perto de casa (RP: 3,22; IC95% 1,44-7,21; p: 0,026) e consciência do não risco da coleta durante a gestação (RP: 5,05; IC95% 2,16-11,83; p < 0,001) apresentaram prevalência significativamente maior de terem seu exame citopatológico realizado durante o pré-natal. Pode-se concluir que a frequência de oferecimento e realização da coleta colpocitológica é muito baixa e que é necessário realizar programas de conscientização dos profissionais de saúde da importância e segurança da realização da prevenção do câncer de colo uterino durante as consultas pré-natais.
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O parto na maternidade vinculada : um direito ainda não alcançado na região Nordeste

Barreto, Marta Oliveira January 2013 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2013. / Submitted by Alaíde Gonçalves dos Santos (alaide@unb.br) on 2014-02-21T14:04:28Z No. of bitstreams: 1 2013_MartaOliveiraBarreto.pdf: 1140240 bytes, checksum: 567d800bd568cff5ac7f19a92dc365d0 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2014-02-21T15:02:48Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_MartaOliveiraBarreto.pdf: 1140240 bytes, checksum: 567d800bd568cff5ac7f19a92dc365d0 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-02-21T15:02:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_MartaOliveiraBarreto.pdf: 1140240 bytes, checksum: 567d800bd568cff5ac7f19a92dc365d0 (MD5) / Um dos eixos das políticas de atenção à saúde da mulher é a garantia de acesso das gestantes à maternidade na hora do parto. Essas políticas resultaram no compromisso de gestores da esfera federal, estadual e municipal relativo à sua implantação, incluindo as estratégias de superação de barreiras que dificultam o acesso da gestante à maternidade. A Lei n° 11.634/2007 delega ao SUS a responsabilidade da vinculação da gestante à maternidade na qual será feito o parto, desde o início do pré-natal. Assim, este trabalho tem como objetivo analisar a realização do parto na maternidade vinculada e a peregrinação das gestantes na hora do parto, nos municípios signatários do Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil no Nordeste, bem como verificar as diferenças entre os nove Estados em relação aos desfechos do estudo. O método utilizado foi o estudo descritivo, transversal, junto às mães de criança menores de um ano de idade que compareceram à primeira etapa da campanha da vacinação em 12 de junho de 2010, em 186 dos 189 municípios signatários do Pacto de Redução da Mortalidade Infantil na Região Nordeste. Os dados indicam que, das 8.164 mulheres estudadas na pesquisa, 56,1% não foram orientadas durante o pré-natal sobre o local que deveria fazer o parto, 31,2% não tiveram realizado o parto no local indicado por causa da distância (não adesão) e apenas 9,4% o tiveram na maternidade vinculada (adesão ao local do parto). A maior proporção de indicação do local de parto durante o pré-natal ocorreu na Paraíba, com 67,1% [IC95% 64,5 – 69,7] e a menor no Rio Grande do Norte, 41,2% [IC95% 37,4 – 45,1]. Os dados também mostraram que 19,2% das gestantes procuraram dois ou mais serviços de saúde até serem atendidas para (fazer) o parto (peregrinação) e, que 17,3% das mães pariram em hospitais públicos de outro município (peregrinação intermunicipal). Em Pernambuco, 36,4% [IC95% 33,1 – 39,9] e, em Sergipe, 28,4% [IC95% 25,6 – 31,5] dos partos foram realizados fora do município de residência, proporção significativamente maior do que a de outros estados do Nordeste. No Brasil, na região Nordeste, verificou-se que mais de 50% das mulheres, ao realizarem o pré-natal, não foram informadas sobre onde deveriam realizar o parto, apesar da Lei n° 11.634/2007 que garante a vinculação da gestante desde o início do pré-natal. O descumprimento dessa lei faz com que as mulheres peregrinem na hora do parto. Essa peregrinação contribui para aumentar a mortalidade materna e a mortalidade infantil no período Peri e Neonatal. Finalmente, conclui-se que a vinculação da mulher, durante o pré-natal, ao serviço de saúde onde será realizado o parto ainda não foi alcançada. É urgente fazer cumprir a Lei n° 11.634, de 27 de dezembro de 2007, que dispõe sobre o direito de vinculação da gestante desde o início do pré-natal. ________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Women’s Health Policies aim to assure prompt access of the pregnant woman to a maternity ward at the for time of childbirth. These policies have resulted in a compromise of the State to implement strategies that would allow the pregnant women to overcome barriers that hinder their access to the maternity hospitals. The Law n° 11.634/2007 delegates to SUS (Sistema Único de Saúde) the responsibility to indicate the maternity ward for delivery to the pregnant women at the start of her pre-natal care. This study intends to analyze delivery at the indicated maternity ward and the antenatal peregrination in Counties signataries of the Pact for the Reduction of Infant Mortality in the Northeast, as well as to examine the differences in study outcomes between the nine states. A cross sectional descriptive study was carried out among mothers with children under one-year-old who attended the first phase of the vaccination campaign which took place in June 12, 2010, in 186 of the 189 counties signatories of the Pact for the Reduction of Infant Mortality in Northeast Brazil. The data indicated that from 8,164 women studied, 56,1% were not oriented as to where they should go to deliver their babies during prenatal care, 31,2% did not have their children where it was indicated to them - because of the distance (non compliance), and only 9,4% gave birth in the maternity ward indicated (adherence to the indicated place of birth). The highest proportion of indications given during prenatal care occurred in Paraíba, with 67,1% [CI95% 64,5 to 69,7] and the lowest was in Rio Grande do Norte: 41,2% [CI95% 37,4 to 45,1]. The data also showed that 19.2% of pregnant women sought two or more hospitals before they were attended for delivery (peregrination), and 17,3% of the mothers gave birth in public hospitals in another municipality (municipal pilgrimage). In Pernambuco, 36,4% [CI95% 33,1 to 39,9] and Sergipe 28,4% [CI95% 25,6 to 31,5] of the deliveries happened outside the county where women resided a proportion significantly higher than the one encountered in the other Northeastern states. In Northeast Brazil it was found that over 50% of the women, were not told where they should perform labor in spite of Law n° 11.634/2007 that ensures that this indication must occur early in her prenatal care. The violation of this law causes antenatal peregrination, which increases maternal and infant mortality in the Neonatal and Perinatal periods. The indication of the maternity ward for delivery during the prenatal period, has not yet been reached. It is urgent to enforce Law n° 11.634, of December 27, 2007, which assures the right of all pregnant women to deliver their babies at the hospital indicated during prenatal care.
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Ocorrência de transmissão vertical de toxoplasmose conforme a realização de tratamento materno e características sorológicas da gestante

Oliveira, Juliana de January 2013 (has links)
A toxoplasmose congênita é causa de importante morbidade nos pacientes acometidos, sendo transmitida pela mãe agudamente infectada durante a gestação ao seu feto. A transmissão vertical é mais frequente quanto mais tardiamente durante a gestação a mãe houver sido contaminada. De maneira inversa, a gravidade da doença para o concepto infectado é pior quando a infecção materna ocorre no início da gestação. A efetividade do tratamento da gestante é controversa, assim como a do rastreamento universal da infecção durante o pré-natal. Não há evidências inequívocas de que o tratamento da gestante previna a infecção fetal e por este motivo, recomendamse cuidadosos estudos em regiões onde o rastreamento pré-natal ainda não seja aplicado. A detecção de IgM para toxoplasmose por método de captura e o teste de avidez de IgG tem importante papel, respectivamente, no aumento da especificidade diagnóstica e na determinação do momento em que ocorre a infecção materna quando não é possível detectar a soroconversão. Algumas cidades brasileiras sistematizaram o rastreamento pré-natal da toxoplasmose, como é o caso de Porto Alegre. Entretanto, há carência de dados sobre a efetividade deste rastreamento, considerando as peculiaridades do protocolo aplicado, da prevalência local da doença e pela ausência de monitoramento como agravo de notificação compulsória. O presente trabalho apresenta os resultados de uma coorte resultante de dez anos de rastreamento para toxoplasmose aguda na gestação. Verificou-se que entre as gestantes com suspeita de toxoplasmose aguda na gestação atendidas nas maternidades de dois grandes hospitais públicos de Porto Alegre, 90,4% foram rastreadas para toxoplasmose na gestação. O momento em que as gestantes chegaram ao pré-natal de alto risco foi medido através do momento em que realizaram IgM captura no serviço de referência, o que ocorreu em 57,1% dos casos, no terceiro trimestre. Entre as gestantes rastreadas no pré-natal, 60,1% realizaram tratamento. A taxa de transmissão vertical global de toxoplasmose foi de 17,1% (IC 95%=12-23%). Gestantes não tratadas apresentaram quase três vezes o risco de transmissão da infecção ao feto em relação às gestantes tratadas (RR = 2,82; IC95%=1,38–5,79; P = 0,005). A duração do tratamento foi significativamente maior entre as mães que tiveram bebês não infectados (P=0,009). Nenhum caso de transmissão vertical foi observado entre as mães que tinham alta avidez de IgG, independente da idade gestacional no momento do exame. Este trabalho fornece dados locais sobre taxas de transmissão vertical entre gestantes tratadas e não tratadas para futuras avaliações de custo-efetividade. Além disso, os dados sugerem que o tratamento materno tem efeito protetor para o feto. / Congenital toxoplasmosis is an important cause of morbidity to the affected patients, being transmitted by the acutely infected mother to her fetus. Mother-to-child transmission is more frequent the later during the course of pregnancy the mother has been infected. Inversely, the disease is worse in severity to the infected child when maternal infection occurs early in pregnancy. The effectiveness of maternal treatment is controversial, as is the effectiveness of universal prenatal screening for toxoplasmosis. Countries with high prevalence of the disease carry out prenatal screening. However, because there are no unequivocal evidences that the treatment of the pregnant women prevents fetal infection, in countries where screening or treatment is not routine, these technologies should not be introduced outside the context of a carefully controlled trial. Detection of specific IgM antibodies by capture methodology and the avidity test for IgG have an important role, respectively, on increasing diagnosis specificity and on determining the moment of maternal infection when it is not possible to detect maternal seroconversion, since avidity test is performed until 16 weeks of pregnancy. Some Brazilian cities have systematized prenatal screening for toxoplasmosis, as it happens in Porto Alegre. However, there is lack of information on the effectiveness of this screening, considering the peculiarities of the applied protocol, the local prevalence of the disease and the absence of compulsory notification of the infection. This paper presents the findings of a cohort, which resulted from ten years of screening for acute toxoplasmosis in pregnancy. Among pregnant women with suspected acute toxoplasmosis attended in the maternity facilities of two large public hospitals in Porto Alegre, 90,4% had been tested for this infection during prenatal assistance. The arrival timing of the patients to the reference service was measured by the moment they had IgM-capture performed in this service, what happened in 57,1% of cases in the third trimester of pregnancy. Among the pregnant women that were screened during prenatal assistance, 60,1% were treated for toxoplasmosis during pregnancy. The global mother-to-child transmission rate was 17,1%. Untreated mothers presented nearly three times the risk of mother-to-child transmission when compared to treated mothers (RR = 2,82; CI 95%=1,38–5,79; P = 0,005). The length of maternal treatment was significantly higher among mothers who gave birth to uninfected children (P=0,009). No mother-to-child transmission was reported among mothers with high IgG avidity, regardless of gestational age at performing the test. This paper provides local data on mother-to-child transmission rates among treated and untreated pregnant women, which are helpful for further cost-effectiveness evaluations. Furthermore, data suggest a protective effect of maternal treatment to the fetus.
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Conhecimento das mães e dos pais sobre aleitamento materno antes e após orientação pós-natal e sua relação com a prevalência de amamentação nos primeiros seis meses

Susin, Lulie Rosane Odeh January 1997 (has links)
Resumo não disponível
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A dor do parto normal na perspectiva e vivência de um grupo de mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde

Almeida, Nilza Alves Marques 31 March 2009 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2009. / Submitted by wiliam de oliveira aguiar (wiliam@bce.unb.br) on 2011-07-07T20:54:26Z No. of bitstreams: 1 2009_NilzaAlvesMarquesAlmeida.pdf: 2643304 bytes, checksum: ede3180185788d2d36db27f20611655f (MD5) / Approved for entry into archive by Elna Araújo(elna@bce.unb.br) on 2011-07-09T00:35:25Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_NilzaAlvesMarquesAlmeida.pdf: 2643304 bytes, checksum: ede3180185788d2d36db27f20611655f (MD5) / Made available in DSpace on 2011-07-09T00:35:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_NilzaAlvesMarquesAlmeida.pdf: 2643304 bytes, checksum: ede3180185788d2d36db27f20611655f (MD5) / O objetivo deste trabalho foi compreender os sentidos da dor do parto normal, construídos por um grupo de mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde – SUS, atendidas em uma maternidade pública de Goiânia–GO, a partir de suas perspectivas durante a primeira gestação e de suas vivências de dor no primeiro parto. O estudo fundamentou-se nos princípios metodológicos da pesquisa social estratégica em saúde, com abordagem qualitativa, tendo como referencial teórico para a discussão dos dados a dimensão sociocultural, político-assistencial e biológica da dor do parto normal. Entre março e outubro de 2007, primigestas voluntárias foram entrevistadas, antes e após o parto normal, com perguntas norteadoras sobre a temática da dor do parto normal. As falas foram analisadas pelo Método de Interpretação de Sentidos. As dez participantes apresentaram-se com faixa etária entre 18 e 31 anos e escolaridade média de 11,6 anos de estudo formal. Pertenciam à população de baixa renda e a maioria vivia com o companheiro. Todas realizaram o pré-natal completo, apresentaram evolução normal da gravidez e tiveram parto normal. Da análise das falas, emergiram as categorias temáticas “construindo os sentidos da dor do parto normal a partir das perspectivas de dor no período pré-natal” e “construindo os sentidos da dor do parto normal a partir da vivência parturitiva institucionalizada” que orientaram a organização dos resultados. No período pré-natal, as perspectivas foram de uma vivência saudável e satisfatória da dor e do parto normal. As trajetórias de construção dos sentidos da dor foram mediadas pelas informações veiculadas no meio sociocultural e de assistência pré-natal. Foram construídos sentidos ambíguos da dor, ora como fenômeno natural inerente ao parto, ora como fenômeno de sofrimento para a mulher, conforme retratado no meio sociocultural e na assistência pré-natal. Após o parto, a maioria das participantes referiu satisfação em relação à vivência parturitiva de dor e à assistência obstétrica hospitalar recebida. A partir de suas vivências parturitivas, como protagonistas do parto, a maioria construiu sentidos de dor como fenômeno inerente ao parto natural e de domínio feminino. A experiência de dor favoreceu a revelação de características femininas e o empoderamento das mulheres pela mudança de status social propiciada pela maternidade. Estes resultados configuram relevante instrumento para os profissionais da saúde, no sentido de planejar ações educativas para a assistência pré-natal e implementar estratégias de acompanhamento e manejo da dor que promovam conforto e satisfação para as parturientes, na perspectiva de assistência obstétrica humanizada, preconizada pela Organização Mundial de Saúde. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This study aimed to understand the normal delivery pain meanings for patients, at a public health maternity hospital in Goiânia, Goiás, Brazil, considering their perspectives during the first pregnancy and their experiences of pain in the first childbirth. It was based on the methodological principles of the strategic social research in health, in a qualitative approach, having as theoretical framework for the data discussion the sociocultural, political care, and biological dimension of the vaginal delivery pain. In the period between March and October 2007, pregnant primigravid volunteers were interviewed before and after their normal delivery, with guiding questions on normal delivery subject. The women speeches were analyzed by the meanings interpretation method. Ten participants were from 18 to 31 years old and about 11.6 years of formal study. They belonged to the low income population and the majority lived with their partners. All women performed the complete prenatal and have had normal pregnancy and delivery. From their discourses analysis, it emerged the thematic categories “building the meanings for the normal delivery pain from the perspectives of pain in pre-natal time” and “building the meanings for normal delivery pain from the lived experience at the maternity hospital”, that guided the organization of the results. In prenatal time the women’s perspectives were of a healthy and satisfactory experience of the pain and the normal delivery. The trajectories of the pain meanings construction were mediated by reports in the sociocultural environment and prenatal care. They were built ambiguous meanings of pain, either as a natural phenomenon inherent in the birth, sometimes as a suffering phenomenon for women, as portrayed in the sociocultural environment and prenatal care. After delivery, most participants indicated satisfaction on parturitive experience of pain and on the obstetric hospital care received. From their experiences as delivery protagonists the majority has constructed pain meanings as a phenomenon inherent to the natural delivery and of women property. The experience of pain favored the disclosure of female characteristics and women's empowerment by the change of social status afforded by motherhood. These results constitute important tool for health professionals, to plan educational activities for prenatal care and implement strategies for monitoring and management of pain that promote comfort and satisfaction for pregnant women, at a perspective of humanized obstetric care, recommended by the World Health Organization.

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