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Limiares de extinção em comunidades de hepáticas (Marchantiophyta) epífitas na Mata Atlântica da Bahia, Brasil.

Reis, Luciana Carvalho January 2012 (has links)
Submitted by Mendes Eduardo (dasilva@ufba.br) on 2013-07-15T17:22:41Z No. of bitstreams: 1 _dissertação_luciana_reis.pdf: 402504 bytes, checksum: f36d1018f35e72c9ab8af6b4166b02d0 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Valéria de Jesus Moura (anavaleria_131@hotmail.com) on 2016-06-21T17:59:20Z (GMT) No. of bitstreams: 1 _dissertação_luciana_reis.pdf: 402504 bytes, checksum: f36d1018f35e72c9ab8af6b4166b02d0 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-06-21T17:59:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 _dissertação_luciana_reis.pdf: 402504 bytes, checksum: f36d1018f35e72c9ab8af6b4166b02d0 (MD5) / Cnpq, Capes, Fapesb / Fragmentação e perda de hábitat (cobertura florestal nativa) representam grandes ameaças à manutenção da biodiversidade. Apesar de correlacionados são processos distintos, com a perda de hábitat podendo ocorrer independente da fragmentação. A redução da cobertura florestal promove um efeito não linear nos padrões de perda da biodiversidade através de um aumento acentuado das taxas de extinção de espécies, em especial quando os valores de cobertura florestal atingem os limiares de extinção. Briófitas são organismos cuja fisiologia depende diretamente da umidade do ar sendo, portanto, exigentes quanto às condições do hábitat e fortemente afetadas por modificações microclimáticas. Dessa forma, tamanho, isolamento, altitude e grau de conservação dos remanescentes podem influenciar essas comunidades. O objetivo deste estudo é investigar a existência e o valor de um limiar de extinção para comunidades de hepáticas (Marchantiophyta) epífitas em um gradiente de cobertura florestal (de 5% a 60%). Ao longo do Domínio de Mata Atlântica do estado da Bahia foram analisadas 10 paisagens de 6x6km, onde foram estabelecidas oito parcelas de 10x10m (por paisagem) para coleta das hepáticas epífitas. As coletas foram feitas na base (0- 2m) de cinco árvores com DAP ≥ 7,5 cm. As espécies de hepáticas foram identificadas e, posteriormente, classificadas em dependentes de hábitat florestal e não dependentes de hábitat florestal. Apenas as espécies dependentes foram utilizadas nas análises. Foram identificadas 322 populações, compostas de 74 espécies. Para avaliar a ocorrência de um limiar de extinção, a riqueza e a abundância foram analisadas através de dois modelos com diferentes abordagens estatísticas: Regressão Piecewise e Regressão Linear Simples. Esses modelos foram comparados através do critério de informação de Akaike (AIC). A similaridade florística entre as paisagens foi calculada e as paisagens foram agrupadas em uma análise de cluster. As paisagens com 40% e 30 % apresentaram os maiores valores de riqueza (38 e 34 espécies, respectivamente) e abundância (96 e 82 populações, respectivamente), onde a altitude foi um fator importante. Estudos demonstram que áreas de maiores altitudes apresentam menores temperaturas e maiores níveis de umidade, culminando em alta riqueza e abundância. A Regressão Linear Simples para análise da altitude foi significativa para riqueza e para abundância. Houve baixo compartilhamento de espécies entre as paisagens, com maior compartilhamento entre 30% e 40% e formação de quatro grupos distintos. Não foi encontrada uma relação significativa entre cobertura florestal e a riqueza e a abundância das comunidades de hepáticas epífitas. Contudo, paisagens com cobertura florestal inferior a 30% apresentaram os menores valores de riqueza e abundância, podendo ser indício de um efeito negativo da redução da cobertura florestal. O estado de conservação do remanescente florestal também é considerado importante para manutenção das condições microclimáticas, pois remanescentes mais conservados são mais bem estruturados fisionomicamente, apresentando árvores mais altas, com diâmetros maiores e dossel mais homogêneo, que são fatores importantes para manutenção de uma rica brioflora. Briófitas epífitas são exigentes quanto às condições microclimáticas do hábitat e embora as espécies analisadas neste estudo tenham sido consideradas dependentes de hábitat florestal não foi identificado um limiar de extinção para as comunidades. Contudo não podemos afirmar que ele não existe, pois, observando os resultados é possível notar que todas as paisagens com valores de cobertura florestal abaixo de 30% apresentaram baixos valores de riqueza e abundância, indicando um provável efeito negativo redução da cobertura florestal na paisagem reforçando a importância de medidas conservacionistas em paisagens com quantidade de cobertura florestal acima desse valor. Os resultados encontrados mostram que apesar da redução da quantidade de hábitat ser reconhecidamente um fator direcionador de mudanças ecológicas, apenas este fator não é suficiente para predizer a persistência das comunidades de hepáticas em paisagens fragmentadas. / (Extinction threshold in communities of liverworts (Marchantiophyta) epiphytes in the Atlantic Forest of Bahia, Brazil): Studies have shown a non-linear relationship between the amount of forest and population size, caused by the sharp increase in extinction rates (extinction thresholds). The extinction threshold in liverworts communities was evaluated in a gradient of forest cover (5% to 60%) in the Atlantic Forest of Bahia, Brazil. The richness and abundance of species were analyzed using Piecewise regression and Linear regression, compared by Akaike criterion (AIC). Altitude, average size and number of fragments in landscape were assessed too. Not found a extinction threshold, however, landscapes below 30% had lower levels of richness and abundance, suggesting a negative effect the amount of habitat. Altitude was significantly correlated with richness and abundance, but may not be only determining variable for communities. A combination of factors may have most important in determining the communities through synergistic effect, suggesting that threshold may not be related only with amount of habitat in the landscape. / Salvador
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Estrutura da comunidade de plantas do refúgio de vida silvestre mata de miritiba : componente arbóreo e epitífico

LIRA, Cristiane Salazar de 31 August 2017 (has links)
Submitted by Mario BC (mario@bc.ufrpe.br) on 2018-08-02T14:42:13Z No. of bitstreams: 1 Cristiane Salazar de Lira.pdf: 2279757 bytes, checksum: 94ba51992a6fdda417fcf6d370abf53f (MD5) / Made available in DSpace on 2018-08-02T14:42:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Cristiane Salazar de Lira.pdf: 2279757 bytes, checksum: 94ba51992a6fdda417fcf6d370abf53f (MD5) Previous issue date: 2017-08-31 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / Biodiversity conservation represents one of the greatest challenges of the end of the century. The creation and implementation of Conservation Units is one of the best strategies to protect natural attributes and patrimony. Thus, the objective of this work was to analyze the composition and structure of the forest by means of the phytosociological parameters, to classify the species according to the ecological group, dispersion syndrome, to identify the forophytes and to quantify the epiphytes; to relate the structure of the forophytes with the presence of epiphytes of the Mata de Miritiba Wildlife Refuge in Abreu e Lima, Pernambuco. To this study 60 plots (10 m x 25 m) were distributed in 15 transects (100.0 m) through of four Environments (I, II, III and IV), obeying the distance edge of the dam, where: AI (0-10 m), AII (30-40 m), AIII (60-70 m) and AIV (90-100 m) away from the reservoir. Height and height were estimated for individuals with CAP greater than or equal to 15 cm (CAP1.30 m ≥ 15 cm). There were 760 individuals, 29 families and 53 species in the AI; 849 individuals, 29 families and 53 species in AII; 789 individuals, 31 families and 55 species in AIII; and 824 individuals, 29 families and 59 species in AIV. As for the ecological groups, in the four Environments, most species belong to the group of the initial secondary ones. As for the syndrome of dispersion, most are zoocorical. Eight forophytes and 14 epiphytes were found in the AI; in AII there were 14 forophytes and 14 epiphytes; in the AIII three forophytes and three epiphytes; and in AIV seven forophytes and 66 epiphytes. The diversity index was in AI, AII, AIII and AIV, respectively, 3.16; 3.09; 3.04 and 3.25 ind-1. The Density in AI, AII, AIII and AIV, respectively, were 2026.67; 2264.00; 2098.67 and 2200.00 ind.ha-1. The species Tapirira guianensis presented the highest values of density in the AI; higher frequency and dominance in the Environments I, II and III; and greater value of importance (VI) in the four Environments. Eschweilera ovata was the one with the highest density in the Environments II, III and IV; Brosimum aff lactensces more frequent in the AIV, and Parkia pendula had greater dominance in the AIV. Regarding the diametrical distribution and vertical structure, most environments were found in the first class of diameter and medium stratum of height. The species Tapirira guianensis and Eschweilera ovata were the most representative in the four environments because they presented themselves as anthropogenic pioneer in secondary forest. The species in the environments are well distributed in the area, presenting similar Environments, possibly without influence of the dam in the natural regeneration of the area. According to the successional classification, distribution of epiphytes, horizontal and vertical structure, the area is in the middle stage of succession. / A conservação da biodiversidade representa um dos maiores desafios deste final de século. A criação e implementação de Unidades de Conservação é uma das melhores estratégias de proteção aos atributos e patrimônio naturais. Assim, o objetivo deste trabalho foi analisar a composição e estrutura da floresta por meio dos parâmetros fitossociológicos, classificar as espécies de acordo com o grupo ecológico, síndrome de dispersão, identificar os forófitos e quantificar as epífitas; relacionar a estrutura dos forófitos com a presença de epífitas do Refúgio de Vida Silvestre Mata de Miritiba em Abreu e Lima, Pernambuco. Para o estudo, foram lançadas 60 parcelas (10 m x 25 m) distribuídas em 15 transectos de 100,0 m ao longo de quatro Ambientes (I, II, III e IV), obedecendo a distância da borda do açude, onde: AI (entre 0 - 10 m) do açude, AII (30 - 40 m), AIII (60 - 70 m) e AIV (90 - 100 m). Foram estimadas alturas e mensurados os indivíduos com CAP maior ou igual a 15 cm (CAP 1,30 m ≥ 15 cm). Foram encontrados 760 indivíduos, pertencentes a 29 famílias e 53 espécies no AI; 849 indivíduos, 29 famílias e 53 espécies no AII; 789 indivíduos, 31 famílias e 55 espécies (AIII); e 824 indivíduos, 29 famílias e 59 espécies (AIV). Quanto aos grupos ecológicos, nos quatro Ambientes, a maioria das espécies pertence ao grupo das secundárias iniciais. Quanto à síndrome de dispersão, a maioria é zoocórica. Foram encontradas no AI oito espécies de forófitos e 14 epífitas; no AII, 14 forófitos e 14 epífitas; no AIII, três forófitos e três epífitas; e no AIV, sete forófitos e 66 epífitas. O índice de diversidade para os ambientes AI, AII, AIII e AIV foram, respectivamente, 3,16; 3,09; 3,04 e 3,25 ind-1. Os valores de densidade para AI, AII, AIII e AIV, respectivamente, foram 2026,67; 2264,00; 2098,67 e 2200,00 ind.ha-1. A espécie Tapirira guianensis foi a que apresentou maiores valores de densidade no AI; maior freqüência e dominância nos Ambientes (I, II e III); e maior Valor de Importância nos quatro Ambientes. Eschweilera ovata foi a espécie de maior densidade nos Ambientes II, III e IV, Brosimum aff lactensces foi a mais freqüente no AIV; e Parkia pendula teve maior dominância no AIV. Quanto à distribuição diamétrica e estrutura vertical, na maioria dos Ambientes os indivíduos arbóreos se encontravam na primeira classe de diâmetro e estrato médio de altura. As espécies Tapirira guianensis e Eschweilera ovata foram as mais representativas nos quatro ambientes por apresentar-se como pioneira antrópica em mata secundária. As espécies nos ambientes se encontram bem distribuídas nos ambientes considerados na área de estudo, de modo que os ambientes são similares, possivelmente sem influência do açude na regeneração natural da área. De acordo com a classificação sucessional, presença de epífitas, estrutura horizontal e vertical a área se encontra em estágio médio de sucessão.
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Respostas à deficiência hí­drica relacionadas à  ontogenia foliar em Guzmania monostachia (Bromeliaceae): variações do potencial hídrico e expressão de diferentes padrões do Metabolismo Ácido das Crassuláceas (CAM). / Responses to water deficiency related to foliar ontogeny in Guzmania monostachia (Bromeliaceae): water potencial variations and different patterns in the Crassulacean Acid Metabolism (CAM) expression

Mancilha, Dioceni 05 December 2017 (has links)
O metabolismo ácido das crassuláceas (CAM) representa uma importante via de assimilação de carbono fotossintético, caracterizado pela fixação do CO2 atmosférico durante o período da noite, por meio da enzima fosfoenolpiruvato carboxilase (PEPC) e pelo acúmulo noturno de ácidos orgânicos. Nesse tipo de fotossíntese, os estômatos permanecem fechados durante a maior parte do dia e, consequentemente, propicia uma maior eficiência no uso da água quando comparado com plantas C3. Essa adaptação ecofisiológica permite às espécies CAM suportar alterações frequentes na disponibilidade de água no meio ambiente. Guzmania monostachia é uma bromélia epífita com tanque que apresenta a capacidade de alterar seu metabolismo fotossintético, passando de C3 a CAM, em resposta a condições ambientais estressantes, constituindo-se, portanto, num interessante modelo de estudo sobre plasticidade fisiológica. Algumas pesquisas anteriores do nosso laboratório mostraram que diferentes regiões foliares de G. monostachia podem desempenhar funções distintas em resposta à escassez hídrica. Foi visto que a expressão do CAM ocorreu com intensidades diferentes ao longo do comprimento foliar, sendo mais pronunciada na região apical. Um possível direcionamento da água da região basal para apical foi hipotetizado ocorrer, de forma que mesmo em situações de curta restrição hídrica (7 dias), a quantidade de água nos tecidos da porção apical permaneceu praticamente constante. Levando em consideração esses resultados prévios, a presente pesquisa teve como objetivo principal caracterizar o padrão de expressão do CAM nas folhas de diferentes estágios ontogenéticos (folhas jovens, intermediárias e maduras), bem como em suas porções, relacionando com as possíveis variações no estado hídrico durante a imposição da restrição no fornecimento de água por um período de até oito dias. E investigar se as variações do potencial hídrico foliar seriam decorrentes de alterações no acúmulo de ácidos orgânicos e/ou açúcares solúveis nas diferentes porções foliares e nas folhas em diferentes estágios do desenvolvimento. Para tanto, plantas de G. monostachia tiveram a rega suspensa durante oito dias e, posteriormente, elas foram reidratadas por dois dias consecutivos. As coletas foram realizadas nas seguintes condições experimentais: 1) sem suspensão de rega, ou seja, as plantas foram mantidas bem hidratadas (controle), 2) com suspenção de rega por 1, 4 e 8 dias e 3) com retorno à rega após o período de seca (2 dias de reidratação). Amostras de folhas em diferentes fases de desenvolvimento (jovens, intermediárias e adultas) foram divididas em três porções ápice, mediana e base para determinação do potencial hídrico, conteúdo relativo de água e abertura do poro estomático, além dos ensaios da atividade enzimática da PEPC, quantificação de açúcares solúveis e do acúmulo noturno de ácido málico. Os resultados demonstraram que as regiões apical e mediana de todas as folhas pertencentes aos diferentes estágios de desenvolvimento da roseta expressaram o CAM, quando submetidas a uma situação de restrição hídrica por no mínimo quatro dias. A porção apical foi a que apresentou os parâmetros indicativos desse metabolismo de forma mais intensa. Além disso, com a imposição à seca, a transição entre o metabolismo C3 para o CAM clássico parece ocorrer até o quarto dia de suspenção de rega, com abertura dos estômatos predominantemente no período da noite e, ao estender o período de escassez hídrica para oito dias, foi possível observar a transição para o CAM do tipo idling, isto é, com fechamento estomático diuturnamente. Observou-se também, uma redução gradual do potencial hídrico ao longo do período de exposição à seca, principalmente no ápice de folhas de diferentes estágios ontogenéticos. Além disso, o ápice das folhas de todos os grupos ontogenéticos e, em especial, as folhas jovens (incluindo as porções mediana e basal) foram os que não apresentaram redução do conteúdo hídrico durante o tratamento de seca por oito dias. Entretanto, a partição de açúcares solúveis foi alterada, de forma que a porção da basal, a qual inicialmente mantinha as maiores quantidades de carboidratos, apresentou reduções significativas no conteúdo de frutose e glicose com o prolongamento da seca para 8 dias. Já a porção apical, teve um comportamento inverso. Esses resultados sugerem que o tratamento de déficit hídrico pode desencadear um ajuste osmótico tanto nos diferentes grupos foliares da roseta quanto no limbo foliar, direcionando, preferencialmente, o transporte da água às folhas jovens e ao ápice das folhas de diferentes idades. Com a retomada da rega, após um período de déficit hídrico de oito dias, notou-se que apenas dois dias de rega normalizada foram suficientes para que o conteúdo hídrico fosse totalmente recuperado. No entanto, a partição de açúcares solúveis entre as folhas da roseta, não apresentou um padrão semelhante ao controle (plantas bem hidratadas). O metabolismo fotossintético também não foi revertido de CAM para C3, sugerindo ser necessário um período maior de reabastecimento de água no tanque / Crassulacean acid metabolism (CAM) is a photosynthetic CO2 fixation pathway that evolved in some plants. It is characterized by the fixation of atmospheric CO2 during the night, by the enzyme phosphoenolpyruvate carboxylase (PEPC) and nocturnal organic acid accumulation. In a plant using CAM, the water use efficiency is maximized because the stomata remain closed during daytime and open at night when the relative humidity of the air is higher. Guzmania monostachia, an epiphytic bromeliad, is an interesting plant model because it presents the ability to change its photosynthetic metabolism, from C3 to CAM, in response to stressful environmental conditions. Previously studies demonstrated that different leaf regions of G. monostachia performed distinct functions in response to water stress. In addition, CAM expression was more pronounced in the apical region. Even in situations of water restriction for 7 days, the amount of water in the tissues of the apical portion remained almost constant. Then, the present study hypothesized that the water may be transported from the base to the apex. The present study aimed at characterize the CAM expression pattern in leaf blade and among different foliar groups (younger, intermediate and older leaves), relating them to variations in water status during suspension irrigation for a period of up to eight days. In addition, the present study investigated if the possible variations of the water leaf potential would be due to changes in the accumulation of organic acids and/or soluble sugars in different leaf portions at different foliar ontogenetic groups. Three experimental conditions were carried out: 1) well-watered condition (control), 2) under suspension irrigation (for 1, 4 and 8 days) and 3) rewatered treatment, after drought period (watered daily for two days). Leaf samples of different foliar groups (younger, intermediate and older) were divided into three portions (apex, middle and base) for determination of water potential, relative water content, stomatal aperture, PEPC activity, quantification of soluble sugars and nocturnal malate accumulation. Results indicated that apical and middle portions of all the leaves belonging to different foliar groups of the rosette expressed CAM when watering was suspended for at least four days. The apical portion displayed the most intense parameters indicative of CAM expression. In addition, with drought imposition, the transition from C3 metabolism to classic CAM appears to occur up to the fourth day of irrigation suspension, with stomatal aperture during nighttime. When extending the period of water shortage for eight days, the establishment of a typical CAM-idling pathway, with stomatal closure during day and night, was verified It was also observed a gradual reduction of water potential, during the period of exposure to drought, mainly at the apical of leaves of different foliar groups. At the apex of all foliar ontogenetic groups, and especially the younger leaves (including the middle and basal portions) were those that did not present reduction of water content during the drought treatment for eight days. However, the partition of soluble sugars was altered, so that the basal portion, which initially maintained the highest carbohydrate levels, showed significant reductions in the fructose and glucose content with prolongation of the drought for 8 days. The apical portion had the opposite behavior. These results suggest that drought treatment can trigger an osmotic adjustment both in the different leaf ontogenetic groups of the rosette and of the leaf blade. In this way, the water transport preferably favors the younger leaves and the apical of the different leaf developmental stages. After a period of water deficit, the plants were rehydrated (for two days) and the water content was fully recovered. However, the partition of soluble sugars along the rosette leaves did not present a pattern similar to that observed before of the beginning of the hydration interruption. The photosynthetic metabolism was also not reversed from the CAM to C3, suggesting that a longer tank replenishment period is necessary
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Macrofauna edáfica, regeneração natural de espécies arbóreas, lianas e epífitas em florestas em processo de restauração com diferentes idades no Pontal do Paranapanema / Soil macrofauna, regeneration of tree species, lianas and epiphytes in different aged restoration areas at Pontal do Paranapanema

Damasceno, Andréia Caroline Furtado 27 January 2006 (has links)
O presente trabalho teve como objetivo a caracterização da macrofauna edáfica, da regeneração natural de espécies arbóreas, lianas e epífitas em três áreas em processo de restauração com plantio misto de espécies arbóreas nativas na região do Pontal do Paranapanema com idades de 6, 11 e 16 anos, com plantios nos anos de 1998, 1993 e 1988, respectivamente. A avaliação desses plantios através dos vários grupos de organismos formadores do ecossistema é de suma importância na tentativa de caracterizar a retomada da biodiversidade dessas áreas. Em cada área alocaram-se 3 parcelas amostrais de 900m2 de área, nas quais a estrutura da floresta foi caracterizada a partir do CAP (circunferência a altura do peito) e altura de todas as árvores com CAP ≥ 15 cm. Nestas árvores foi constatada a presença ou ausência de lianas e epífitas. A regeneração de espécies arbóreas foi levantada em três sub-parcelas circulares de 1,5 m de raio por área e a macrofauna do solo foi coletada através de monolitos de solo com dimensões de 25x25x25cm. Em cada parcela foram amostrados 5 monolitos distanciados 5 m um do outro. Foram realizadas duas coletas, uma na época chuvosa e outra na época seca. Os resultados mostram que as florestas em processo de restauração apresentaram incremento da diversidade em todos os elementos avaliados, exceto das epífitas, demonstrando uma tendência ao aumento na sua complexidade estrutural e retomando os processos ecológicos aliados a estes elementos. Foram registradas um máximo de 22 espécies arbóreas decorrente da regeneração natural. As espécies encontradas na regeneração natural não se diferenciaram das espécies plantadas, isto devido provavelmente à distância de fontes colonizadoras, baixa dispersão de propágulos, ausência de banco de sementes e histórico do uso da terra. A macrofauna edáfica e as lianas foram os grupos mais eficazes na recolonização destas áreas avaliadas, principalmente a macrofauna pela estruturação de sua comunidade. Nas áreas avaliadas foram registrados no máximo 18 grupos taxonômicos para macrofauna e 13 espécies de lianas. As epífitas foram praticamente ausentes em todas as áreas avaliadas. Apesar da retomada de certos grupos ainda a diversidade dessas áreas representa parte da diversidade original. Alguns grupos, como as epífitas, carecem de outras pesquisas sobre sua dinâmica, pois provavelmente necessitariam ser reintroduzidas e/ou manejadas. / This study aimed to describe the soil macrofauna community, the natural tree species regeneration, lianas and epiphytes in three different restoration areas at Pontal do Paranapanema. These areas were planted with a mix of regional native tree species, aging 6 years (planted in 1998), 11 years (1993 plantation) and 16 years (1988 plantation). The evaluation of these plantations through distinct groups of organisms that structure the ecosystem represent great importance when it comes to describe the biodiversity reestablishment of these areas. For each restored area, three sampling plots of 900m2 were located and its forest structure analyzed by CBH (circumference at breast height) measurement. Every CBH ≥ 15cm tree was observed for presence or absence of lianas and epiphytes. Natural regeneration assessment was taken by three 1.5m radius sub-plots located within each area. Five soil samplings of 25x25x25cm were taken from each area, allowing soil macrofauna community evaluation. Samples within the same area were at least 5m apart from each other. Soil macrofauna community was observed in two different moments: dry and rainy season. The forests showed a diversity enhancement in every evaluated component, except by the epiphytes. This fact emphasizes a disposition towards a higher structural complexity leading to an increase in ecological processes related to the components studied here. A maximum of 22 tree species were found for natural regeneration and they didn't differ from the planted ones. This may be explained by the distance among these areas and forest remnants, lower seed dispersion, lack of seed bank and land use history. Soil macrofauna and lianas were the most effective on recolonization of these areas, presenting a maximum of 18 taxonomic groups for macrofauna and 13 for lianas. Epiphytes were almost absent in every evaluated area. The demand for another intervention after the introduction of tree species and the necessity of other life forms organisms is a question that arises from these facts, once the aimed objective is the Forest Restoration. Despite of the reestablishment of some groups, the diversity in these areas still represents part of the original diversity. Some groups, e.g. epiphytes, lack more researches about dynamics, because probably they should be reintroduced and/or managed.
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Ecologia de Cattleya coccinea (Lindl.) RCHB. F. e Coppensia ranifera (Lindl.) F. Barros & V.T. Rodrigues (Orchidaceae) em fragmentos de floresta ombrófila mista e propagação in vitro de Coppensia ranifera / Ecology of Cattleya coccinea (Lindl.) RCHB. F and Coppensia ranifera (Lindl.) F. Barros & V.T. Rodrigues (Orchidaceae) in mixed ombrophilos forest fragments and propagation in vitro Coppensia ranifera

Dill, Leandro 26 July 2016 (has links)
Submitted by Claudia Rocha (claudia.rocha@udesc.br) on 2018-02-27T16:48:15Z No. of bitstreams: 1 PGPV16MA210.pdf: 1614873 bytes, checksum: 236bab6cf01b676397429dd551089261 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-02-27T16:48:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 PGPV16MA210.pdf: 1614873 bytes, checksum: 236bab6cf01b676397429dd551089261 (MD5) Previous issue date: 2016-07-26 / Capes / Cattleya coccinea and Coppensia ranifera are epiphytic orchids, which have ornamental potential. Understanding how is the behavior of those species on their performance environments, along with in vitro culture of research is fundamental to building solid plans for the use and conservation of natural resources. We evaluated the occurrence of C. coccinea in three installments in the conservation unit complex Serra da Farofa in Urupema, SC; and C. ranifera in a forest fragment of a particular property in Brunópolis, SC. the frequencies of orchids were analyzed in vertical strata, the points chains (north, south, east and west) and correlation with height and diameter. In micropropagation C. ranifera protocorms we were used germinated in vitro longitudinally sectioned (2 mm) in medium Knudson C stationary and gelled liquid, supplemented with thidiazuron (TDZ) (0, 1, 2, 4 and 8 uM) to induce protocorm-like structures (ESP). For regeneration of plantlets was used in medium lacking growth regulators culture. For C. coccinea were recorded in 1398 orchids distributed in 258 phorophytes. Drimys angustifolia corresponded to 65.1% of phorophytes and held 72.2% of orchids. The Middle Fuste of phorophytes concentrated 68.7%, and the North face took 40.0% of orchids. The positive correlation to the height of phorophyte (r = 0.93) and diameter classes (r = 0.95) depending on the frequency of orchids, where 7.6 m center class obtained 32% of orchids and phorophytes; and 13,4cm class center obtained 30% of orchids and phorophytes. C. To ranifera frequencies of orchids were analyzed in vertical layers, positions in the chains, and correlation with height and diameter. They sampled 473 individuals of C. ranifera distributed in 72 phorophytes. Lamanonia ternata recorded 34.7% of phorophytes and took 42.5% of orchids. The Middle Fuste of phorophytes concentrated 54.8% and 40.6% north face orchids. Positive correlation was found to the height of phorophyte (r = 0.25) and negative for diametric classes (r = -0.88) depending on the frequency of orchids, where 14.4m center class obtained 17% of orchids and of phorophytes; the 17.5cm class center obtained 20% of orchids and phorophytes. The ESP formation occurs by direct route, without callus. The use of the liquid culture medium is more efficient than the medium gelled with respect to the number of ESP formed per explant. In liquid culture medium the highest percentage of formation and more ESP per explant occurs with the addition of 4 uM TDZ. It was established an efficient method for in vitro propagation C. ranifera, using thin layer technique cell (TCL), the efficiency (conversion percentage) in plantlet regeneration gelled media is higher than in the liquid medium. The data indicate colonization capacity and the importance of conservation actions of orchid species / Cattleya coccinea e Coppensia ranifera são orquídeas epífitas, que possuem potencial ornamental. Entender como se dá o comportamento dessas espécies em ambientes de sua ocorrência, juntamente com pesquisa de cultivo in vitro é fundamental para construção de planos sólidos para o uso e conservação dos recursos naturais. Avaliou-se a ocorrência de C. coccinea em três parcelas na unidade de conservação Complexo Serra da Farofa, em Urupema, SC; e de C. ranifera em um fragmento de floresta de uma propriedade particular, em Brunópolis, SC. Foram analisadas as frequências de orquídeas em estratos verticais, aos pontos cadeias (norte, sul, leste e oeste) e correlação com a altura e diâmetro. Na micropropagação de C. ranifera foram utilizados protocormos germinados in vitro seccionados longitudinalmente (2 mm) em meio Knudson C líquido estacionário e gelificado, suplementado com thidiazuron (TDZ) (0, 1, 2, 4 e 8 M) para a indução de estruturas semelhantes a protocormos (ESP). Para a regeneração de plântulas foi utilizado meio de cultura isento de fitorreguladores. Para C. coccinea foram registradas 1398 orquídeas, distribuídas em 258 forófitos. Drimys angustifolia correspondeu a 65,1% dos forófitos e sustentou 72,2% das orquídeas. O Fuste Médio dos forófitos concentrou 68,7%, e a face Norte abrigou 40,0% das orquídeas. A correlação positiva para a altura do forófito (r=0,93) e classes Diamétricas (r=0,95) em função da frequência de orquídeas, onde centro de classe 7,6m obteve 32% das orquídeas e forófitos; e o centro de classe 13,4cm obteve 30% das orquídeas e forófitos. Para C. ranifera foram analisadas as frequências de orquídeas em estratos verticais, nas posições cadeias, e correlação com a altura e diâmetro. Foram amostrados 473 indivíduos de C. ranifera, distribuídas em 72 forófitos. Lamanonia ternata registrou 34,7% dos forófitos e abrigou 42,5% das orquídeas. O Fuste Médio dos forófitos concentraram 54,8% e a face Norte 40,6% orquídeas. Foi verificado a correlação positiva para a altura do forófito (r=0,25) e negativa para classes Diamétricas (r= - 0,88) em função da frequência de orquídeas, onde centro de classe 14,4m obteve 17% das orquídeas e dos forófitos; o centro de classe 17,5cm obteve 20% das orquídeas e forófitos. A formação de ESP ocorre por via direta, sem calo. A utilização de meio de cultura líquido é mais eficiente do que o meio gelificado com relação ao número de ESP formado por explante. Em meio líquido de cultura o maior percentual de formação e o maior número de ESP por explante ocorre com a adição de 4 M de TDZ. Estabeleceu-se um método eficiente de propagação in vitro para C. ranifera, utilizando a técnica de camada fina celular (TCL), a eficiência (percentual de conversão) na regeneração de plântula em meio gelificado é maior do que em meio líquido. Os dados indicam a capacidade de colonização e a importância de ações de conservação das espécies de orquídeas
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Macrofauna edáfica, regeneração natural de espécies arbóreas, lianas e epífitas em florestas em processo de restauração com diferentes idades no Pontal do Paranapanema / Soil macrofauna, regeneration of tree species, lianas and epiphytes in different aged restoration areas at Pontal do Paranapanema

Andréia Caroline Furtado Damasceno 27 January 2006 (has links)
O presente trabalho teve como objetivo a caracterização da macrofauna edáfica, da regeneração natural de espécies arbóreas, lianas e epífitas em três áreas em processo de restauração com plantio misto de espécies arbóreas nativas na região do Pontal do Paranapanema com idades de 6, 11 e 16 anos, com plantios nos anos de 1998, 1993 e 1988, respectivamente. A avaliação desses plantios através dos vários grupos de organismos formadores do ecossistema é de suma importância na tentativa de caracterizar a retomada da biodiversidade dessas áreas. Em cada área alocaram-se 3 parcelas amostrais de 900m2 de área, nas quais a estrutura da floresta foi caracterizada a partir do CAP (circunferência a altura do peito) e altura de todas as árvores com CAP ≥ 15 cm. Nestas árvores foi constatada a presença ou ausência de lianas e epífitas. A regeneração de espécies arbóreas foi levantada em três sub-parcelas circulares de 1,5 m de raio por área e a macrofauna do solo foi coletada através de monolitos de solo com dimensões de 25x25x25cm. Em cada parcela foram amostrados 5 monolitos distanciados 5 m um do outro. Foram realizadas duas coletas, uma na época chuvosa e outra na época seca. Os resultados mostram que as florestas em processo de restauração apresentaram incremento da diversidade em todos os elementos avaliados, exceto das epífitas, demonstrando uma tendência ao aumento na sua complexidade estrutural e retomando os processos ecológicos aliados a estes elementos. Foram registradas um máximo de 22 espécies arbóreas decorrente da regeneração natural. As espécies encontradas na regeneração natural não se diferenciaram das espécies plantadas, isto devido provavelmente à distância de fontes colonizadoras, baixa dispersão de propágulos, ausência de banco de sementes e histórico do uso da terra. A macrofauna edáfica e as lianas foram os grupos mais eficazes na recolonização destas áreas avaliadas, principalmente a macrofauna pela estruturação de sua comunidade. Nas áreas avaliadas foram registrados no máximo 18 grupos taxonômicos para macrofauna e 13 espécies de lianas. As epífitas foram praticamente ausentes em todas as áreas avaliadas. Apesar da retomada de certos grupos ainda a diversidade dessas áreas representa parte da diversidade original. Alguns grupos, como as epífitas, carecem de outras pesquisas sobre sua dinâmica, pois provavelmente necessitariam ser reintroduzidas e/ou manejadas. / This study aimed to describe the soil macrofauna community, the natural tree species regeneration, lianas and epiphytes in three different restoration areas at Pontal do Paranapanema. These areas were planted with a mix of regional native tree species, aging 6 years (planted in 1998), 11 years (1993 plantation) and 16 years (1988 plantation). The evaluation of these plantations through distinct groups of organisms that structure the ecosystem represent great importance when it comes to describe the biodiversity reestablishment of these areas. For each restored area, three sampling plots of 900m2 were located and its forest structure analyzed by CBH (circumference at breast height) measurement. Every CBH ≥ 15cm tree was observed for presence or absence of lianas and epiphytes. Natural regeneration assessment was taken by three 1.5m radius sub-plots located within each area. Five soil samplings of 25x25x25cm were taken from each area, allowing soil macrofauna community evaluation. Samples within the same area were at least 5m apart from each other. Soil macrofauna community was observed in two different moments: dry and rainy season. The forests showed a diversity enhancement in every evaluated component, except by the epiphytes. This fact emphasizes a disposition towards a higher structural complexity leading to an increase in ecological processes related to the components studied here. A maximum of 22 tree species were found for natural regeneration and they didn't differ from the planted ones. This may be explained by the distance among these areas and forest remnants, lower seed dispersion, lack of seed bank and land use history. Soil macrofauna and lianas were the most effective on recolonization of these areas, presenting a maximum of 18 taxonomic groups for macrofauna and 13 for lianas. Epiphytes were almost absent in every evaluated area. The demand for another intervention after the introduction of tree species and the necessity of other life forms organisms is a question that arises from these facts, once the aimed objective is the Forest Restoration. Despite of the reestablishment of some groups, the diversity in these areas still represents part of the original diversity. Some groups, e.g. epiphytes, lack more researches about dynamics, because probably they should be reintroduced and/or managed.
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