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Expressão psicossomática da infertilidade conjugal: investigação dos processos de enfrentamento durante diagnósticoSouza, Solange Lopes de 07 December 2005 (has links)
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Dissertacao Solange Lopes de Souza.pdf: 1466736 bytes, checksum: 797e05a9eb1db203bfa59e1d4154d4e7 (MD5)
Previous issue date: 2005-12-07 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / This study examined the process of coping with conjugal infertility during diagnostic
investigation offered to 30 couples. Instruments addressed to investigation of life
events, such as SF-36 General Life Quality Instrument, instrument about coping
strategies, questionnaire about the couples clinical history, questionnaire about
diagnostic medical evaluation and a rule for semi structured interview concerning the
process of coping with infertility, have been used. The interviews have been
recorded, transcribed, and analyzed by using SPAD T program. Afterwards, the
meanings attached by the couples to the experience they were living in the search for
having a biological child, so as personal meanings and senses of motherhood,
fatherhood and the importance of a child in their lives, have been verified.
As showed by the analyses of the instrument about coping strategies, there was low
use of the eight factors under investigation; the more frequently used among them
were: the ones which require self control, search for social support, problem solving,
and positive revaluation. No differences have been verified between men and
women. Analyses of SF-36 General Life Quality Instrument showed that couples life
quality lay between good and excellent conditions. Significance level of functional
aptitude, vital force, social issues, mental health, and pain has been observed in the
female group; the male group showed significance levels of general health state,
physical limitation, functional aptitude, pain, vital force, and mental health. Analyses
about occurrence of life events showed low reports or absence of significant changes
in the couples life, such absence being an indicator to risk factor and a sign of alert
to possibilities of distress development.
An important factor has been identified at the moment of the semi structured
interview concerning identification of available forms and resources of coping.
Analyze of the speech produced by the couples showed that they presented a lack of
syntony in the quality of their relationship, what produced interferences on mutual
support during the search for a solution to problems to be faced, specifically when it
concerned infertility. Suggestions of programmed sexual intercourse showed
themselves as a factor that interferes on stability of personal relationship. It brings
difficulties to the couple.
To think about the meanings of a child has become a shocking exercise. This fact is
probably associated to the function that is still attributed to a biological child as
someone who would legitimate affective relationships, the possibility of which being
questioned when a child is adopted.
Semi structured interview has showed itself as an essential instrument to investigate
and fathom coping factors. This resource promoted a different hearing of anxiety,
making possible a better reflection to the couples about coping with their difficulties
when facing investigation and treatment of infertility / Este estudo examinou o processo de enfrentamento da infertilidade conjugal durante
investigação diagnóstica junto a 30 casais. Trabalhou-se com instrumentos voltados
à investigação de eventos vitais: Instrumento Genérico de Qualidade de Vida SF-36,
instrumento sobre estratégias de enfrentamento, questionário sobre história clínica
do casal, questionário sobre avaliação médica diagnóstica e roteiro de entrevista
semidirigida para investigar o processo de enfrentamento da infertilidade pelo casal.
As entrevistas foram gravadas, transcritas e analisadas utilizando-se o programa
SPAD T. Posteriormente, verificaram-se os significados atribuídos pelos casais à
experiência pela qual estavam passando diante da busca de um filho biológico,
assim como as significações e sentidos pessoais de maternidade, paternidade e
importância do filho em suas vidas.
As análises do instrumento sobre estratégias de enfrentamento mostraram que
houve pouca utilização dos oito fatores investigados, sendo que os mais utilizados
pelos casais foram: aqueles que exigem autocontrole, busca de suporte social,
resolução de problema e reavaliação positiva. Não houve diferenças entre homens e
mulheres. As análises do Instrumento Genérico de Qualidade de Vida SF-36
identificaram que a qualidade de vida dos casais situou-se entre condição boa e
excelente. Observou-se nível de significância no grupo feminino em capacidade
funcional, vitalidade, aspectos sociais, saúde mental e dor; o grupo masculino
mostrou níveis de significância para estado geral de saúde, limitação física,
capacidade funcional, dor, vitalidade e saúde mental. As análises sobre ocorrência
de eventos vitais mostraram baixos índices ou ausência de mudanças significativas
na vida dos casais, sendo a ausência indicadora de fator de risco e sinal de alerta
para possibilidade de desenvolvimento de estresse.
Importante fator foi identificado ao se trabalhar com entrevista semidirigida voltada à
identificação de formas e recursos de enfretamento disponíveis. A análise do
discurso produzido pelos casais mostrou que estes apresentaram descompasso na
qualidade do relacionamento, surgindo interferências quanto ao apoio mútuo na
busca de solução dos problemas a serem enfrentados, especificamente, em relação
à infertilidade. As propostas de relações sexuais programadas mostraram ser fator
que interfere na estabilidade do relacionamento pessoal ocasionando dificuldades
para marido e esposa.
Pensar sobre o significado de um filho mostrou ser um exercício impactante. Este
fato pode estar associado à função ainda atribuída a um filho biológico, como aquele
que irá legitimar as relações afetivas, cuja possibilidade é posta em dúvida quando
se adota uma criança.
A entrevista semidirigida constituiu instrumento indispensável para investigação e
aprofundamento dos fatores de enfrentamento. Esse recurso promoveu uma escuta
diferenciada da ansiedade, permitindo maior reflexão aos casais sobre o
enfrentamento das suas dificuldades diante do processo de investigação e
tratamento da infertilidade
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Função sexual de mulheres com infertilidade / Sexual function of women with infertilitySalomão, Priscilla Bianchini 01 August 2016 (has links)
Introdução: A infertilidade é uma condição que afeta, universalmente, um percentual expressivo (8-15%) dos casais da população, sendo esta, uma condição associada frequentemente, a um incremento nas taxas de disfunção sexual e desajuste conjugal. Objetivos: Avaliar a função sexual de mulheres com infertilidade conjugal e avaliar o risco para ansiedade e depressão em mulheres com infertilidade conjugal. Métodos: Estudo controlado com 280 mulheres em idade reprodutiva, sendo 140 atendidas no Setor de Reprodução Humana do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e 140 controles recrutadas na população geral de Ribeirão Preto - SP. A função sexual foi avaliada pelo Índice de Função Sexual Feminina (IFSF), e o risco para ansiedade e depressão foi aferido pela Escala de Ansiedade e Depressão (HAD-A, HAD-D). Resultados: Participaram do estudo 280 mulheres, sendo 140 do Grupo Infértil (GI) e 140 do Grupo Controle (GC). Do GI, 104(74,29%) apresentavam infertilidade primária, e 36(25,71%) infertilidade secundária, por fator feminino em 64(45,71%), fator masculino em 38(27,73%) e, em ambos 35(25,54%) dos casos. Do GI, 64(45,71%) foram submetidas a FIV/ICSI. Houve diferença significativa entre os grupos em relação a mediana de idade (GI 36 [32-38]; GC 34 [31-37]), (p=0,02). Não houve diferença entre os grupos em relação ao número de mulheres com menos de 40 anos e com idade maior ou igual a 40 anos (p=0,40). E também não houve diferença significativa entre os dois grupos em relação a idade dos parceiros, número de relações sexuais/semana, IMC, peso e estado civil. Houve diferença entre os grupos em relação ao tempo de relacionamento (GI, 11,80 ± 4,84 anos (1,50-24) vs. GC, 10,40 ± 5,73 (0,50-26), p=0,03). Estratificando por tempo de relacionamento no GI 10(7,14%) tinham < 5 anos de relacionamento contra 27(19,29%) no GC e, no GI 130(92,86%) tinham > 5 anos de relacionamento contra 113(80,71%) do GC, (p<0,01). A análise do IFSF evidenciou risco para disfunção sexual em 47(33,57%) do GI, e em 49(35%) do GC (p=0,90) e não houve diferença significativa entre os domínios do IFSF, a não ser pela diferença encontrada no domínio excitação, que foi maior no GC (p=0,04). Não houve diferença entre os grupos em relação ao risco para ansiedade e depressão. Os fatores de risco para disfunção sexual (DS), ansiedade e depressão, nos dois grupos, ajustado para as variáveis: faixa etária, IMC, estado civil, tempo de relacionamento, escolaridade, gestação, anticoncepção, partos, psicoterapia, cigarro, álcool, faixa etária do parceiro, risco para DS, ansiedade e risco para depressão evidenciou que mulheres que apresentam risco para ansiedade tem maior risco para DS. Mulheres com risco para depressão evidenciaram risco aumentado para DS. A DS foi fator de risco para ansiedade e depressão. As mulheres casadas apresentaram menos risco para depressão do que mulheres amasiadas. Conclusão: As mulheres não apresentaram risco para disfunção sexual em relação aos controles. A ansiedade e depressão constituem risco para disfunção sexual nessa amostra. / Introduction: Infertility is a condition that affects, universally, a significant percentage (8- 15%) of couples. Infertility is often linked to an increase in sexual dysfunction rates and marital conflict. Objectives: To assess sexual function of infertile women and to assess the risk for anxiety and depression in infertile women. Methods: This is a controlled study with 280 women in reproductive age, being 140 women attended in Human Reproduction Sector of the Department of Gynecology and Obstetrics of the Ribeirão Preto Medical School, University of São Paulo (FMRP-USP), and 140 controls recruited from the general population in Ribeirão Preto - SP. Sexual function was assessed by the Female Sexual Function Index (FSFI), and the risk for anxiety and depression was measured by the Anxiety and Depression Scale (HAD-A, HAD-D). Results: Twenty eight women participated in this study, being 140 women in infertile group (IG) and 140 controls (CG). In the IG, 104 (74.29%) had primary infertility, and 36 (25.71%) secondary infertility. In the entire sample female factor was evident in 64 (45.71%) and male factor in 38 (27.73%), and both 35 (25.54%) cases. In the IG, 64 (45.71%) underwent FIV / ICSI. There was a significant difference between groups in relation to median age (IG 36 [32-38]; CG 34 [31-37]) (p = 0.02). There was no significant difference between groups in the number of women = 40 years (p = 0.40). There was no significant difference between groups regarding the age of partners, number of sexual intercourse/week, BMI, weight and marital status. There was difference between groups regarding the time of relationship (IG, 11.80 ± 4.84 years (1.50 to 24) vs. CG, 10.40 ± 5.73 (0.50 to 26), p = 0.03). Stratifying for relationship time in IG 10 (7.14%) were < 5 years of relationship vs. 27 (19.29%) in the CG, and IG 130 (92.86%) had > 5 year relationship vs. 113 (80.71%) CG (p <0.01). The risk for sexual dysfunction was observed in 47 (33.57%) of the IG, and in 49 (35%) of the control group (p = 0.90). There was no significant difference between the majority scores of FSFI, but there was significant difference between groups regarding arousal domain, which was higher in CG (p = 0.04). There was no difference between groups regarding the risk for anxiety and depression. Risk factors for sexual dysfunction (SD), anxiety and depression in both groups, adjusted for the variables: age, BMI, marital status, length of relationship, education, pregnancy, contraception, birth, psychotherapy, cigarettes, alcohol, partner\'s age, risk for SD, anxiety and risk for depression showed that women who are at risk for anxiety have a higher risk for SD. Women at risk for depression, showed increased risk for SD. The SD was a risk factor for anxiety and depression. Married women showed less risk for depression than women who only live together with a partner. Conclusion: Infertile women showed no risk for sexual dysfunction compared to controls. Anxiety and depression are risk for sexual dysfunction in this sample.
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Abordagem dos aspectos psicol?gicos da mulher inf?rtil :um estudo quali-quantitativoMoreira, Simone da N?brega Tom?z 15 September 2004 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T14:14:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1
SimoneNB.pdf: 1450571 bytes, checksum: 491d3f4e3cfc42edec5aafb00ea04f6a (MD5)
Previous issue date: 2004-09-15 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior / Purpose: assess the frequency of stress and anxiety levels in infertile women, correlate these aspects with risk factors and qualitatively analyze feelings resultant from the inability to conceive, in order to obtain data for specific psychological guidance. Methods: the case-control study included a total of 302 women, 152 being infertile (case group: 30.3 ? 5.4 years), and 150 non-fertile (control group: 25.7 ? 7.9 years). The quantitative approach involved the application of Lipp s Stress Symptoms Inventory (LSSI) and State-Trait Anxiety Inventory (STAI), whereas the qualitative approach consisted of a semi-structured interview. Response variables considered were: stress frequency and anxiety scores (State and Trait). Statistical analysis compared frequencies and medians between groups, by means of qui-squared and Mann-Whitney tests, respectively, and constructed logistical regression models to test associations between response variables and risk factors considered. Qualitative data were analyzed descriptively and categorized in order to perform correspondence analysis. The level of significance was 5%. Results: in the study sample, stress frequency was higher in the case group than in the control(61.8 and 36.0%, respectively), however, significant differences were not observed between groups in relation to stress phases and predominant symptomology type. With respect to anxiety, there were no significant differences between case and control groups as to median state scores [39.5 (35.0 46.0) and 41.0 (35.7 47.0 ); respectively) and anxiety trait scores [44.0 (34.0 51.0) and 42.0 (36.0 49.2); respectively). Risk factors significantly associated with greater risk for high anxiety scores in the case group were: primary infertility, unawareness of the causal factor, diagnostic phase investigation, religion, lack of children from other marriages and the fact that the woman was previously married. The qualitative approach demonstrated that infertility provokes emotional responses, such as sadness, anxiety, anger, fear and guilt. Conclusions: it can be concluded that infertile women are more vulnerable to stress; however, they are capable of adapting to stressful events without serious physical or psychological compromising / Objetivo: avaliar a freq??ncia de estresse e n?veis de ansiedade em mulheres inf?rteis, correlacionar esses aspectos com fatores de risco e analisar, qualitativamente, os sentimentos advindos da incapacidade de conceber, de forma a obter subs?dios para uma orienta??o psicol?gica espec?fica. M?todos: o estudo incluiu um total de 302 mulheres, sendo 152 inf?rteis (grupo caso: 30,3 ? 5,4anos), e 150 n?o-inf?rteis (grupo controle: 25,7 ? 7,9 anos). A abordagem quantitativa envolveu a aplica??o do Invent?rio de Sintomas de Estresse de Lipp (ISSL) e Invent?rio de Ansiedade Tra?o-Estado (IDATE), ao passo que a abordagem qualitativa consistiu de uma entrevista semi-estruturada. As vari?veis resposta consideradas foram: freq??ncia de estresse e escores de ansiedade (Estado e Tra?o). A an?lise estat?stica compreendeu a compara??o de freq??ncias e medianas entre os grupos, por meio dos testes qui-quadrado e Mann-Whitney, respectivamente, assim como a constru??o de modelos de regress?o log?stica para testar associa??es entre as vari?veis resposta e os fatores de risco considerados. Os dados qualitativos foram analisados de forma descritiva e categorizados para realiza??o de an?lise de correspond?ncia. O n?vel de signific?ncia adotado foi de 5%. Resultados: na amostra estudada, a freq??ncia de estresse foi maior no grupo caso do que no controle (61,8 e 36,0%; respectivamente), no entanto, n?o foram observadas diferen?as significativas entre os grupos com rela??o ?s fases do estresse e tipo de sintomatologia predominante. Em rela??o ? ansiedade, n?o houve diferen?as significativas entre os grupos caso e controle quanto ?s medianas dos escores de estado (39,5 e 41,0; respectivamente) e tra?o (44,0 e 42,0; respectivamente) de ansiedade. No grupo caso, os fatores de risco associados significativamente com estresse ou ansiedade foram: infertilidade prim?ria, desconhecimento do fator causal, fase de investiga??o diagn?stica, religi?o e aus?ncia de filhos advindos de outros casamentos. Na abordagem qualitativa, as mulheres inf?rteis expressaram as seguintes respostas emocionais predominantes: tristeza, ansiedade, raiva, medo e culpa. Conclus?es: os resultados permitem concluir que as mulheres inf?rteis est?o mais vulner?veis ao estresse, no entanto, s?o capazes de responder aos eventos estressores de forma adaptativa, sem comprometimentos mais s?rios nas ?reas f?sica e psicol?gica
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Função sexual de mulheres com infertilidade / Sexual function of women with infertilityPriscilla Bianchini Salomão 01 August 2016 (has links)
Introdução: A infertilidade é uma condição que afeta, universalmente, um percentual expressivo (8-15%) dos casais da população, sendo esta, uma condição associada frequentemente, a um incremento nas taxas de disfunção sexual e desajuste conjugal. Objetivos: Avaliar a função sexual de mulheres com infertilidade conjugal e avaliar o risco para ansiedade e depressão em mulheres com infertilidade conjugal. Métodos: Estudo controlado com 280 mulheres em idade reprodutiva, sendo 140 atendidas no Setor de Reprodução Humana do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e 140 controles recrutadas na população geral de Ribeirão Preto - SP. A função sexual foi avaliada pelo Índice de Função Sexual Feminina (IFSF), e o risco para ansiedade e depressão foi aferido pela Escala de Ansiedade e Depressão (HAD-A, HAD-D). Resultados: Participaram do estudo 280 mulheres, sendo 140 do Grupo Infértil (GI) e 140 do Grupo Controle (GC). Do GI, 104(74,29%) apresentavam infertilidade primária, e 36(25,71%) infertilidade secundária, por fator feminino em 64(45,71%), fator masculino em 38(27,73%) e, em ambos 35(25,54%) dos casos. Do GI, 64(45,71%) foram submetidas a FIV/ICSI. Houve diferença significativa entre os grupos em relação a mediana de idade (GI 36 [32-38]; GC 34 [31-37]), (p=0,02). Não houve diferença entre os grupos em relação ao número de mulheres com menos de 40 anos e com idade maior ou igual a 40 anos (p=0,40). E também não houve diferença significativa entre os dois grupos em relação a idade dos parceiros, número de relações sexuais/semana, IMC, peso e estado civil. Houve diferença entre os grupos em relação ao tempo de relacionamento (GI, 11,80 ± 4,84 anos (1,50-24) vs. GC, 10,40 ± 5,73 (0,50-26), p=0,03). Estratificando por tempo de relacionamento no GI 10(7,14%) tinham < 5 anos de relacionamento contra 27(19,29%) no GC e, no GI 130(92,86%) tinham > 5 anos de relacionamento contra 113(80,71%) do GC, (p<0,01). A análise do IFSF evidenciou risco para disfunção sexual em 47(33,57%) do GI, e em 49(35%) do GC (p=0,90) e não houve diferença significativa entre os domínios do IFSF, a não ser pela diferença encontrada no domínio excitação, que foi maior no GC (p=0,04). Não houve diferença entre os grupos em relação ao risco para ansiedade e depressão. Os fatores de risco para disfunção sexual (DS), ansiedade e depressão, nos dois grupos, ajustado para as variáveis: faixa etária, IMC, estado civil, tempo de relacionamento, escolaridade, gestação, anticoncepção, partos, psicoterapia, cigarro, álcool, faixa etária do parceiro, risco para DS, ansiedade e risco para depressão evidenciou que mulheres que apresentam risco para ansiedade tem maior risco para DS. Mulheres com risco para depressão evidenciaram risco aumentado para DS. A DS foi fator de risco para ansiedade e depressão. As mulheres casadas apresentaram menos risco para depressão do que mulheres amasiadas. Conclusão: As mulheres não apresentaram risco para disfunção sexual em relação aos controles. A ansiedade e depressão constituem risco para disfunção sexual nessa amostra. / Introduction: Infertility is a condition that affects, universally, a significant percentage (8- 15%) of couples. Infertility is often linked to an increase in sexual dysfunction rates and marital conflict. Objectives: To assess sexual function of infertile women and to assess the risk for anxiety and depression in infertile women. Methods: This is a controlled study with 280 women in reproductive age, being 140 women attended in Human Reproduction Sector of the Department of Gynecology and Obstetrics of the Ribeirão Preto Medical School, University of São Paulo (FMRP-USP), and 140 controls recruited from the general population in Ribeirão Preto - SP. Sexual function was assessed by the Female Sexual Function Index (FSFI), and the risk for anxiety and depression was measured by the Anxiety and Depression Scale (HAD-A, HAD-D). Results: Twenty eight women participated in this study, being 140 women in infertile group (IG) and 140 controls (CG). In the IG, 104 (74.29%) had primary infertility, and 36 (25.71%) secondary infertility. In the entire sample female factor was evident in 64 (45.71%) and male factor in 38 (27.73%), and both 35 (25.54%) cases. In the IG, 64 (45.71%) underwent FIV / ICSI. There was a significant difference between groups in relation to median age (IG 36 [32-38]; CG 34 [31-37]) (p = 0.02). There was no significant difference between groups in the number of women = 40 years (p = 0.40). There was no significant difference between groups regarding the age of partners, number of sexual intercourse/week, BMI, weight and marital status. There was difference between groups regarding the time of relationship (IG, 11.80 ± 4.84 years (1.50 to 24) vs. CG, 10.40 ± 5.73 (0.50 to 26), p = 0.03). Stratifying for relationship time in IG 10 (7.14%) were < 5 years of relationship vs. 27 (19.29%) in the CG, and IG 130 (92.86%) had > 5 year relationship vs. 113 (80.71%) CG (p <0.01). The risk for sexual dysfunction was observed in 47 (33.57%) of the IG, and in 49 (35%) of the control group (p = 0.90). There was no significant difference between the majority scores of FSFI, but there was significant difference between groups regarding arousal domain, which was higher in CG (p = 0.04). There was no difference between groups regarding the risk for anxiety and depression. Risk factors for sexual dysfunction (SD), anxiety and depression in both groups, adjusted for the variables: age, BMI, marital status, length of relationship, education, pregnancy, contraception, birth, psychotherapy, cigarettes, alcohol, partner\'s age, risk for SD, anxiety and risk for depression showed that women who are at risk for anxiety have a higher risk for SD. Women at risk for depression, showed increased risk for SD. The SD was a risk factor for anxiety and depression. Married women showed less risk for depression than women who only live together with a partner. Conclusion: Infertile women showed no risk for sexual dysfunction compared to controls. Anxiety and depression are risk for sexual dysfunction in this sample.
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