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UMA ABORDAGEM PARA A PERSONALIZAÇÃO AUTOMÁTICA DE INTERFACES DE USUÁRIO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS EM AMBIENTES PERVASIVOS / AN APPROACH FOR AUTOMATIC CUSTOMIZING USER INTERFACE FOR MOBILE DEVICES IN PERVASIVE ENVIRONMENTS

Martini, Ricardo Giuliani 13 April 2012 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The great advance in the semiconductor industry allowed a increase in the development and marketing of mobile electronic devices. With the expansion of this market, the need for new programming methods and a different view for the development of user interfaces increased. Interfaces that were used before only in desktops and relied on keyboard and mouse interaction are now used in a variety of devices, including cell phones, smartphones and tablets. Often making the use of touch screens as well as by voice commands. Taking into account these aspects of cross-platform and different usability, it becomes apparent the importance of interfaces that adapt "to the environment." With the advent of mobile devices, this particular area became of fundamental importance because this kind of devices has specifics characteristics that are essential to the composition of a satisfactory user interface. So, mobile devices are covering a large variety of features, which makes the interfaces development a very complex task. One way to develop and adapt user interfaces in order to facilitate handling and to reduce stress at the time of use of the device is through the use of user profiles and capabilities of devices. Therefore, that interface is adapted to the user needs and preferences, as well be able to fully adapt to the device features. Considering this assumption, this dissertation aims to present the architecture PIDIM. This architecture goal to assist in the customization and adaptation of user interfaces for mobile devices in pervasive environments. The user interfaces adapted for this process plans to facilitate the use of mobile devices. The proposed approach presents an architecture that uses concepts of Pervasive Computing enabling information access anytime, anyplace, and in any computing device. Besides, it represents data on the user s profile, so that adaptation of the interfaces is entirely focused on the end user. The knowledge representation about the user profile needed for PIDIM architecture modeling is done through ontologies due to the possibility of reuse of stored information. In order to validate and demonstrate the flow of operation of the proposed approach is presented a case study in the literature, which has as scenario the adaptation of user interfaces when it is in motion. / O grande avanço na indústria de semicondutores possibilitou um aumento no desenvolvimento e comercialização de dispositivos eletrônicos móveis. Juntamente com este mercado, cresceu a necessidade de novos métodos de programação e uma visão diferente para criação de interfaces. Interfaces que antes só eram utilizadas em desktops com base de interação teclado e mouse, hoje são utilizadas em diferentes tipos de dispositivos, como celulares, smartphones e tablets, seja utilizadas em telas sensíveis ao toque como também por comando de voz. Levando em conta estes aspectos de multiplataforma e diferentes usabilidades, torna-se visível a importância de interfaces que se adaptem "ao meio". Com o aparecimento dos dispositivos móveis, a área em questão passou a ser de fundamental importância, pois estes dispositivos possuem características particulares fundamentais para a composição de uma interface satisfatória ao usuário. Os dispositivos móveis estão abrangendo uma diversidade grande de características, o que torna o desenvolvimento de uma interface um processo complexo. Uma das formas de desenvolver e adaptar interfaces de usuário de forma a facilitar o manuseio e diminuir o estresse no momento da utilização do dispositivo é através do uso de perfis de usuários e capacidades de dispositivos, fazendo com que a interface se adapte às necessidades e preferências do usuário e consiga se adaptar totalmente às funcionalidades do dispositivo. Considerando isto, este trabalho tem como objetivo apresentar a arquitetura PIDIM, a fim de ajudar na personalização e adaptação de interfaces de usuário para dispositivos móveis em ambientes pervasivos. As interfaces de usuários adaptadas por este processo da arquitetura PIDIM visam facilitar a utilização de dispositivos móveis. A abordagem proposta apresenta uma arquitetura que utiliza conceitos de Computação Pervasiva possibilitando acesso à informação a qualquer hora, lugar, e dispositivo computacional, além de representar dados relativos ao perfil de usuários, para que a adaptação das interfaces seja totalmente focada no usuário final. A representação do conhecimento sobre o perfil do usuário necessário para a modelagem da arquitetura PIDIM é feita através de ontologias devido a possibilidade de reuso das informações armazenadas. A fim de validar e demonstrar o fluxo de funcionamento da abordagem proposta, é apresentado um estudo de caso, encontrado na literatura, o qual possui como cenário a adaptação de interfaces de usuários quando o mesmo se encontra em movimento.
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Who Am I? uma arquitetura para a coleta, modelagem e oferta de perfis de usuários para a computação ubíqua

Alencar, Tatiana Silva de 14 August 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-06-02T19:06:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 6466.pdf: 5791696 bytes, checksum: 534072ee44559aaa0654340ab8533177 (MD5) Previous issue date: 2014-08-14 / One of the core requirements of Ubiquitous Computing is to be user context aware for software solutions developed may be adapted to the different skills and capabilities of users, with regard to physical and cognitive characteristics and interaction preferences. However, the focus of research has been in adapting the systems to different devices. The adaptation to different users profiles still demands further investigation, especially on how to understand and model the physical and cognitive characteristics, and users preferences. It is possible to find several studies that present user profiles models in the literature. Some of these models include a large set of features related to the users. However, only a few works provide an indication of how the information about the user is captured and how the profile already mapped in the model is turned available for applications. Moreover, these models do not take into account the user's interaction needs and preferences, since they only focus on personal information, physiological state, demographics etc. Thus, this work aims to support the flexibility of ubiquitous systems, considering different user profiles, facilitating the collection and delivery of these profiles for ubiquitous computing. To achieve this goal we defined the "Who Am I?" architecture to meet the users diversity by considering their interaction needs and preferences as part of the adopted user profile model; enables the collection of user profiles by means of a collector; and allows communication between the collector and the ubiquitous systems of an interoperable manner. To evaluate the feasibility of this architecture and verify that it meets the diversity of users, a case study was conducted with two scenarios of use. In the first scenario, a bus stop system and the second, a simulation for a smart kitchen was developed. The evaluation of the two software solutions developed was performed with real users and included both technical and emotional aspects. The results indicate that the interaction with both solutions through "Who Am I?" architecture gave satisfaction and motivation in users, and that communication and the adaptation of ubiquitous systems are given appropriately. / Um dos principais requisitos da Computação Ubíqua é ser sensível ao contexto do usuário para que as soluções de software desenvolvidas possam ser capazes de se adaptar às diferentes habilidades e capacidades dos usuários, no que diz respeito às características físicas e cognitivas, e preferências de interação. Todavia, o foco das pesquisas tem sido na adaptação dos sistemas aos diferentes dispositivos. No que se refere à adaptação aos diferentes perfis de usuários ainda é preciso investigar mais, principalmente a forma de conhecer e modelar as características físico-cognitivas e as preferências do usuário. Na literatura, são encontrados vários trabalhos que propõem modelos de perfil de usuário, sendo que alguns destes englobam um conjunto grande de características relacionadas aos usuários. Porém, apenas alguns fornecem uma indicação de como as informações sobre o usuário são capturadas e como o perfil já mapeado é disponibilizado para as aplicações. Além do mais, estes modelos não levam em consideração as necessidades e preferências de interação do usuário, visto que apenas focam em informações pessoais, estado fisiológico, dados demográficos, etc. Desta forma, este trabalho tem como objetivo apoiar a flexibilidade de aplicações ubíquas considerando diferentes perfis de usuários, facilitando a coleta e a oferta desses perfis para a computação ubíqua. Para alcançar esse objetivo definiu-se a arquitetura Who Am I? para atender a diversidade de usuários por considerar suas necessidades e preferências de interação como parte do modelo de perfil de usuário adotado; viabilizar a coleta de perfis de usuários por meio de um coletor; e permitir a comunicação entre o coletor e os sistemas ubíquos de uma forma interoperável. Para avaliar a viabilidade dessa arquitetura e verificar se ela atende à diversidade de usuários, foi realizado um estudo de caso com dois cenários de uso. No primeiro cenário foi desenvolvido um sistema de ponto de ônibus e no segundo, uma simulação para uma cozinha inteligente. A avaliação das duas soluções de software desenvolvidas foi realizada com usuários reais e contemplou tanto aspectos técnicos como emocionais. Os resultados indicam que a interação com ambas por meio da arquitetura Who Am I? proporcionou satisfação e motivação nos usuários e que a comunicação e a adaptação dos sistemas ubíquos se deram de forma adequada.
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Linhas telefônicas residenciais: uso em inquéritos epidemiológicos no Brasil / Telephone surveys: its use in epidemiologic investigation in Brazil

Regina Tomie Ivata Bernal 31 October 2006 (has links)
Objetivos: Estudar as possibilidades de uso de cadastros de linhas telefônicas residenciais para implementação de inquéritos por amostragem. Descrever presença de vícios potenciais, associados às taxas de coberturas de LTR, nas principais variáveis que usualmente compõem o núcleo de informações de inquéritos epidemiológicos. Métodos: Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) no período de 1998 a 2003, exceto 2000, foram estimadas por intervalo de confiança de 95%, as médias e proporções. Nas análises dos dados considerou-se o plano de amostragem complexa. Resultados: No Brasil, houve um crescimento de 50% dos domicílios atendidos por LTR, no período. No entanto, essa evolução não ocorreu de forma uniforme no Brasil. Foram identificados diferentes perfis de usuários de LTR, sendo as principais características relacionadas com a escolaridade, a raça, a posse de um plano de saúde e a localização geográfica. Nas regiões com baixa cobertura de LTR podem ocorrer vícios nas estimativas de prevalências de doenças crônicas. Conclusão: O uso das linhas telefônicas residencias para a realização das entrevistas em inquéritos epidemiológicos mostrou-se viável para as unidades de federação com taxas de cobertura de LTR acima de 70%. / Objectives: To study the possibilities to use sampling frame of telephone interview the implementation of survey sampling. To describe the presence of potential biases associated to with coverage rates of telephone surveys in the main variables that usually compose the information core of epidemiological investigations. Methods: From database of the National Household Sample Survey (PNAD) in the period between 1998 and 2003, except for 2000, the averages and proportions were estimated by a 95% confidence interval. In the statistics analysis , the complex sampling plan was considered. Results: In Brazil, it has been there was a 50% increase in the households served by telephone, during the studied period. However, this evolution did not occur in a uniform way. Different profiles of telephone users were identified, and the main characteristics were related to education, race, the health plans and the geographic location. The regions with low telephone coverage may introduce bias on the estimates of prevalence of chronic diseases. Conclusion: The use of telephone survey for the conduction of interviews during epidemiologic investigations could be suitable to be feasible for the federal units with coverage rates above 70%.

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