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ECOLOGIA DE TRÊS ESPÉCIES SIMPÁTRICAS DE VIPERÍDEOS (SERPENTES: VIPERIDAE) NO PARQUE ESTADUAL DO TURVO, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL / ECOLOGY OF THREE SYMPATRIC PITVIPER (SNAKES: VIPERIDAE) IN PARQUE ESTADUAL DO TURVO, RIO GRANDE DO SUL, BRAZILRocha, Marcelo Carvalho da 30 August 2010 (has links)
At Parque Estadual do Turvo, an area of atlantic forest in the northwest of Rio
Grande do Sul, Brazil, was recorded in sympatry by different sampling methods three
viperids species. Bothropoides diporus the snake was more common, and also the
best adapted to dry and degraded areas (64.95% of total), Bothropoides jararaca
(21.65%), was sampled in degraded areas and inside forest, was the only one be
sampled perched and Bothrops jararacussu (13.40%) was restricted to forested
areas, particularly near water bodies. The offspring of B. jararaca and B. jararacussu
inhabit the streams. Compared by a multiple linear regression the number of monthly
meetings of snakes with the following variables: average monthly minimum
temperature, monthly rainfall and monthly insolation during the study
period. Significant difference between the number of snakes caught between the
stations of the largest and lowest temperatures. There was no significant difference
in the daily activity of snakes. The diet of B. diporus and B. jararaca is composed of
mammals, amphibians and reptiles, and mammals the item most used by both
species was not observed differences in diet between males and females of
B. diporus, showed had specialized diet in mammalian, was not observed shift
ontogenetic diet B. jararaca. The method provided the best results was local
collectors (65.99%) followed by occasional encounters (17.53%), time constrained
search (12.37%), search in roads (4.12%). Pitfall traps with drift fences were not
successful in viperids in this study / No Parque Estadual do Turvo, uma área de mata atlântica no Noroeste do
Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, foram registrados em simpatria por diferentes
métodos de amostragem três espécies de viperídeos. Bothropoides diporus foi a
serpente mais comum, sendo também a melhor adaptada em áreas degradadas e
secas (64,95% do total), Bothropoides jararaca (21,65%), foi amostrada em áreas
degradadas e interior de floresta, foi a única a ser amostrada empoleirada e
Bothrops jararacussu (13,40%) ficou restrita às áreas florestadas, sobretudo próxima
a corpos d água. Os filhotes de B. jararaca e B. jararacussu habitam os riachos.
Comparamos por uma regressão múltipla linear o número mensal de encontros de
serpentes com as seguintes variáveis ambientais: temperatura média mínima
mensal, pluviosidade mensal e insolação mensal durante período do estudo. Houve
diferença significativa entre o número de serpentes capturadas entre as estações de
maiores e menores temperaturas. Não houve diferença significativa na atividade
diária das serpentes. A dieta de B. diporus e B. jararaca é composta de mamíferos,
anfíbios anuros e répteis, sendo mamíferos o item mais utilizado por ambas as
espécies, não foi evidenciado diferenças na dieta de machos e fêmeas de B.
diporus, que mostrou-se especialista em mamíferos nem variação ontogenética na
dieta de B. jararaca. O método que proporcionou os maiores resultados foi auxílio de
terceiros (65,99%) seguido de encontros ocasionais (17,53%), procura visual
limitada por tempo (12,37%), procura em estradas (4,12%). Armadilhas de
interceptação e queda não foram eficientes para viperídeos neste estudo.
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Clonagem molecular de um subgrupo de Metaloproteases das glândulas de venenos de viperídeos e análise dos níveis dos transcritos por PCR em tempo realTAVARES, Nathália de Alencar Cunha 31 January 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Constituindo fontes ricas de compostos farmacologicamente ativos, com um amplo espectro
de atividades biológicas, as toxinas e enzimas presentes nos venenos das famílias Crotalidae
e Viperidae estão associadas a diversas atividades biológicas, como hemorrágica,
fibrinolítica, inibidora da agregação plaquetária, proteolítica, neurotóxica e miotóxica. Dentre
os constituintes de venenos de serpentes, merece destaque o grupo formado pelas
metaloproteases, que compreende uma grande família de toxinas, com aproximadamente 200
membros catalogados, envolvendo uma marcante diversidade de estruturas e funções
biológicas.
Em meio a essa diversidade estrutural e funcional, um subgrupo de metaloproteses do tipo
PIII, que apresenta atividade indutora de apoptose, vêm sendo alvo de inúmeras pesquisas.
Ainda assim, muito pouco se conhece a respeito dessas proteínas. Em torno de doze
exemplares dessas metaloproteases, como VAP1 e 2 de venenos de Crotalus atrox, foram
identificadas. Desde o isolamento e purificação dessas proteínas, toxinas com alta
similaridade às VAPs têm sido caracterizadas e purificadas do veneno de outras espécies de
Viperídeos, que habitam diferentes lugares na Terra. Baseado no importante papel que essas
metaloproteases indutoras de apoptose vascular podem desempenhar na angiogênese, através
da inibição do crescimento de células neoplásicas, devido à indução da apoptose das células
vasculares que nutrem o tumor, impedindo o crescimento acelerado e descontrolado das
células tumorais, nós investigamos a expressão de metaloproteases VAP-like da glândula de
venenos de três viperídeos, representantes do território brasileiro.
Por clonagem molecular e reação em cadeia da polimerase em tempo real quantitativa, um
gene calibrador de Crotalus durissus terrificus, homólogo a VAP1, nomeado crotastatin, e
demais genes homólogos VAP1/crotastatin-like da glândula de veneno de Bothrops atrox,
Crotalus durissus cascavella e Lachesis muta rhombeata foram expressos em diferentes
níveis. O batroxstatin, o precursor crotastatin-like, de B. atrox, é expresso 87 vezes mais que
crotastatin-1, de C. d. cascavella, e 7.5 vezes mais que lachestatins, de L. m. rhombeata.
Além do mais, análises estruturais, in silico, das sequências de aminoácidos indicam que
batroxstatin-2, crotastatin e lachestatin-1 e -2 apresentam domínios estruturais e sítio de
ligação ao metal, iguais aos de VAP1, sendo dessa forma inclusos em um ramo filogenético
que compreende as toxinas indutoras de apoptose
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