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Misturas asfálticas mornas

Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Florianópolis, 2009 / Made available in DSpace on 2012-10-24T20:10:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1
268264.pdf: 14665961 bytes, checksum: 20d11ad23616081a5aa2f8cf1e3da976 (MD5) / O trabalho ocupa-se do estudo de misturas asfálticas mornas como alternativa menos agressiva ao meio ambiente. É uma pesquisa sobre o comportamento mecânico das misturas mornas com adição de zeólita para viabilidade de emprego no Brasil, sem comprometer o desempenho do pavimento. A pesquisa realiza-se em laboratório com os seguintes experimentos: dosagem das misturas asfálticas pelo procedimento Marshall; perda de massa por impacto, o ensaio Cântabro; adesividade por ação deletéria da umidade induzida (Lottman); análise da fadiga do material (NF-P-98-261-1); e determinação do Módulo Complexo (NF-P-98-260-1). Dois tipos de misturas são preparadas, uma de controle (agregado mineral mais ligante betuminoso CAP 50/70) e outra com adição de 0,3% de zeólita com 21% de umidade. Com um teor ótimo betume de 4,86%, compactam-se placas de misturas asfálticas com adição de zeólita. Uma placa com período de descanso de uma hora e duas com período de três horas, devido a problemas com a água adsorvida pela zeólita. Extraem-se corpos de prova trapezoidais destas duas últimas placas. Analisa-se um conjunto de 28 corpos de prova quanto à fadiga, por solicitações sinusoidais repetidas a 25Hz e 10°C, e módulo complexo, com variação da freqüência (1, 3, 10 e 30Hz) e variação de temperatura (-10, 0, 10, 15, 20 , 30 e 40°C). No ensaio de Fadiga a mistura asfáltica morna com adição de zeólita demonstra menor suscetibilidade a variações do número de aplicação de solicitações e sua deformação para um milhão de ciclos é menor que a mistura controle. Nos resultados de Módulo Complexo a mistura morna apresenta maior suscetibilidade térmica, porém, maior valor absoluto da norma do módulo. No dimensionamento com em ambas misturas, com a mesma estrutura fictícia, a mistura morna apresenta maior espessura, em torno de 25% superior a controle.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:repositorio.ufsc.br:123456789/93302
Date24 October 2012
CreatorsOtto, Gustavo Garcia
ContributorsUniversidade Federal de Santa Catarina, Momm, Leto
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Format1 v.| il., tabs., grafs., mapas
Sourcereponame:Repositório Institucional da UFSC, instname:Universidade Federal de Santa Catarina, instacron:UFSC
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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