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[en] WHO BUILDS AND MANAGES THE HISTORY AND MEMORY OF ORGANIZATIONS?: A STUDY OF THE PRODUCTION COMPANIES OF ORGANIZATIONAL HISTORIES / [pt] QUEM CONSTRÓI E GERENCIA A HISTÓRIA E MEMÓRIA DAS ORGANIZAÇÕES?: UM ESTUDO SOBRE AS EMPRESAS PRODUTORAS DE HISTÓRIAS ORGANIZACIONAIS

JULIANA MOLINA BINHOTE 26 February 2018 (has links)
[pt] A literatura predominante em Administração preconiza que a vantagem competitiva das organizações depende da capacidade da organização aprender a aprender e dinamizar seus processos e rotinas organizacionais de forma a internalizar o conhecimento gerado pela interação de seus atores organizacionais e o ambiente externo. Essa preocupação tem gerado diversos estudos voltados para a forma pela qual esse conhecimento é gerado, organizado e armazenado e, voltando-se cada vez mais para o papel da história na estratégia da empresa e na construção de sentido organizacional interno e externo através da construção de centros de memória e gestão de documentos históricos organizacionais. No campo prático, cientes desse valor estratégico externo e interno do papel da memória, vinculando-o até mesmo a um dever de memória, ocorreram processos de memorialização de diversas organizações, com o surgimento de vários Centros de Documentação e Memória (CDM) e com a gestão de documentos históricos organizacionais. Contudo, poucos estudos discutem a importância da forma pela qual essas informações são colhidas, selecionadas e incorporadas ao sistema de conhecimento da organização e por quem são construídas. A contribuição deste estudo é aumentar a compreensão das políticas de gestão de memória organizacional, seja para fins de recuperação e disseminação de histórias e memórias, bem como sua utilização estratégica para fins de legitimação social e diferenciação do mercado através da identificação do que chamamos de organizações produtoras de história empresarial. Neste estudo foram identificadas as seguintes empresas consideradas como produtoras de história e memória: Grifo, Tempo e Memória, Expomus, Memória e Identidade e Museu da Pessoa. Em relação aos procedimentos metodológicos, os dados foram coletados a partir de (a) entrevistas com as empresas identificadas como as principais construtoras de história e memória organizacional; (b) pesquisa documental através dos sites e livros institucionais das organizações analisadas; (c) entrevistas e visitas técnicas com clientes/empresas contratantes desses serviços de construção de história e memória; e (d) entrevistas com representantes da associação brasileira de comunicação empresarial. A análise dos dados se deu a partir dos procedimentos da análise de conteúdo e gerou categorias identificadas a priori (histórico e equipe, portfólio de produtos, portfólio de clientes, relação com o mercado e dificuldades encontradas) e a posteriori (perspectiva do cliente/empresa contratante de algum produto/serviço realizado por cada empresa examinada). Por fim, a análise evidenciou uma homogeneidade das políticas de gestão de memória, de acordo com o pretendido pela organização contratante a forma pela qual essas políticas de memória serão difundidas dentro e fora da empresa, a utilização de narrativas construídas para o fim pretendido pela organização; e uma preconização de um dever de memória e de responsabilidade social histórica. Contudo, identificamos que o uso estratégico dos CDM ainda não alcançou todo o seu potencial, o que permitiu elencar algumas implicações gerenciais e sugestões de pesquisa futura. / [en] The mainstream literature of Administration recommends that the competitive advantage of organizations depend on the ability of the organization to learn how to learn and stimulate their processes and organizational routines in order to internalize the knowledge generated by the interaction of their organizational actors and the external environment. This concern has generated several studies focused on the way this knowledge is generated, organized and stored and, turning increasingly to the role of history in the company s strategy and in the construction of internal and external organizational sense through the construction of memory centers and management of historical organizational documents. In the practical field, aware that the external and internal strategic value of the role of memory, linking it even a duty of memory, there memorialization processes of different organizations, with the emergence of various Memory and Documentation Centers (MDC) and the management of organizational historical documents. However, few studies discuss the importance of the way in which this information is collected, selected and incorporated into the organization s knowledge system and by whom they are built. The contribution of this study is to increase understanding of organizational memory management policies, both for the purpose of retrieving and disseminating stories and memories, as well as their strategic use for social legitimation and market differentiation by identifying what we call organizations producers of business history. In this study, the following companies were considered as producers of history and memory: Grifo, Tempo e Memória, Expomus, Memória e Identidade and Museu da Pessoa. Regarding the methodological procedures, the data were collected from (a) interviews with the companies identified as the main builders of history and organizational memory; (b) documentary research through the websites and institutional books of the organizations analyzed; (c) interviews and technical visits with clients / contractors of these history and memory building services; and (d) interviews with representatives of the Brazilian business communication association. The analysis of the data was based on the procedures of the content analysis and generated categories identified a priori (history and team, portfolio of products, portfolio of clients, relationship with the market and difficulties encountered) and a posteriori (perspective of the client / contractor of any product / service offered by each company examined). Finally, the analysis revealed a homogeneity of memory management policies, according to the intention of the contracting organization how these memory policies will be disseminated inside and outside the company, the use of narratives built for the purpose intended by the organization; and a recommendation of a duty of memory and of historical social responsibility. However, we have identified that the strategic use of MDCs has not yet reached its full potential, which allowed us to list some managerial implications and suggestions for future research.
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[en] DISCOURSE, MEMORY AND IDENTITY: CONSTRUCTION AND REPRESENTATION OF ORGANIZATIONAL IDENTITY IN THE MEMORY SPACE OF THE CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO / [pt] DISCURSO, MEMÓRIA E IDENTIDADE: CONSTRUÇÃO E REPRESENTAÇÃO DA IDENTIDADE ORGANIZACIONAL NO ESPAÇO DE MEMÓRIA DO CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO

RAFAEL CUBA MANCEBO 30 December 2020 (has links)
[pt] Com a crescente valorização do passado pela sociedade, as organizações passaram a se preocupar em contar suas histórias, a preservar suas memórias e a construir uma identidade coletiva e plural com base em seus feitos, seus heróis, suas tradições e – principalmente – compartilhando significados. Considerando o caráter discursivo, temporal e fluido da Identidade Organizacional, propostas por Mary Jo Hatch, Majken Schultz e outros teóricos da área de estudos organizacionais, partiu-se da abordagem que apresenta a relação entre indivíduos e organizações como sendo mediada por identidades. Estas são, por essência, múltiplas e conflituosas e, a todo tempo, constituídas e reconstituídas nas relações entre as organizações e os agentes sociais a elas relacionados. Essa abordagem complementa-se aos trabalhos de pesquisadores como Bárbara Misztal e pavimenta um caminho que concilia a relação entre as identidades individuais com a formação de identidades coletivas a partir da memória, ou do que os grupos sociais têm a lembrar. Uma das formas de se fazer isso é a criação de espaços de memória organizacional, constituídos a partir dos interesses e demandas do presente com os usos e atualizações estratégicas feitas de suas histórias. Nesse contexto, esta pesquisa tem como objetivo analisar o papel do espaço de memória do Clube de Regatas do Flamengo (Fla Memória) no processo de construção e representação de sua Identidade Organizacional. Os dados foram coletados a partir de entrevistas, de observação não participante, com registros fotográficos e em um diário de campo. Os dados foram analisados assumindo o caráter relacional e discursivo dos fenômenos organizacionais, à luz da abordagem teórico-metodológica da Análise do Discurso, proposta por Teun Van Dijk, que considera a realidade como subjetiva e plural. A partir dos resultados alcançados, a tese propõe um quadro teórico-analítico original, baseado no conceito proposto por Eviatar Zerubavel de comunidades mnemônicas, para analisar a partir de três dimensões as relações entre agentes sociais e os espaços de memória das organizações. São elas: 1) eu fiz a história – com o uso e representação da memória de quem viveu os acontecimentos retratados; 2) eu vi a história – representado por aqueles que assistiram aos acontecimentos representados; e 3) eu ouvi a história – representado por aqueles a quem as histórias da organização são contadas. / [en] With the growing appreciation of the past by society, organizations began to concern themselves with telling their stories. Thus they are able to preserve their memories and create a collective and plural identity based on their deeds, their heroes, their traditions and especially - sharing meanings. Considering the discursive, temporal and fluid character of Organizational Identity, proposed by Mary Jo Hatch, Majken Schultz and other theorists in the field of organizational studies, we begin from the approach that presents the relationship between individuals and organizations as being mediated by identities that are, in essence, multiple and conflicting, and that, at all times, are constituted and reconstituted in the relationships between organizations and the social agents related to them. This approach complements the work of researchers like Bárbara Misztal, and paves the way for reconciling the relationship between individual identities with the formation of collective identities based on memory, or what social groups have to remember. One of the ways to implement this approach is creating spaces for organizational memory, built from the interests and demands of the present with the uses and strategic updates made of their stories. In this context, this research aims to analyze the role of the memory space of Clube de Regatas do Flamengo (Fla Memória) in the process of building and representing its Organizational Identity. Data was collected from interviews, from non-participant observation of photographic records and from a field diary. The data was analyzed in the light of the theoretical-methodological approach of Discourse Analysis, proposed by Teun Van Dijk, which considers reality as subjective and plural, and the relational and discursive character of organizational phenomena. Based on the results achieved, the thesis proposes an original theoretical-analytical framework, based on the concept proposed by Eviatar Zerubavel of mnemonic communities, to analyze from three dimensions the relationships between social agents and the memory spaces of organizations, as follows: I made the story - using and representing the memory of those who lived the events portrayed; 2) I saw the story - represented by those who watched the events represented; and 3) I heard the story - represented by those to whom the organization s stories are told.

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