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[en] DOES STRUCTURAL CHANGE LEAD TO INEQUALITY CHANGE?: A MACROECONOMIC APPROACH / [pt] TRANSFORMAÇÃO ESTRUTURAL IMPACTA A DESIGUALDADE?: UMA ABORDAGEM MACROECONÔMICA

08 April 2021 (has links)
[pt] À medida que a literatura de transformação estrutural esteve focada em explicar os Kuznets facts - um conjunto de regularidades empíricas apresentado pela dinâmica dos setores de uma economia - questões importantes ficaram à margem. A desigualde foi uma delas: Simon Kuznets, o pai dessa literatura, repetitivamente defendeu que desigualdade e dinâmica setorial eram relacionadas. Nesse sentido, nosso objetivo é extender o modelo canônico de trasformação estrutual de forma a introduzir distribuição de renda e riqueza entre indivíduos. Permitimos que haja risco idiossincrático e mercados incompletos em um ambiente de crescimento com dois setores. Em um exercício quantitativo, é conduzida uma transição secular entre uma economia pobre baseada em bens para uma economia rica intensiva em serviços - ao longo da qual o modelo gera uma curva em U invertido para a trajetória da desigualdade. Nossa contribuição é sugerir como o preço relativo entre consumo e investimento (que varia no tempo e decorre da estrutura multi-setorial do modelo) tem um papel importante no comportamento das medidas distributivas. Também mostramos que o consumo de subsistência, típico de ambientes de transformação estrutural, pode influenciar a desigualdade. Na sequência, o modelo é extendido com uma restrição sobre a capacidade dos trabalhadores de se moverem entre os setores - e mostramos como essa fricção pode amplificar o o formato em U invertido seguido pelo Gini de renda e riqueza. Por fim, nossa economia é calibrada para os Estados Unidos (1950-2000), gerando evidências qualitativas e quantitativas do efeito sobre a desigualdade de ambos os efeitos acima (preço relativo e consumo de subsistência). A evidência quantitativa, porém, é em certos casos limitada. / [en] While the structural change literature has been mainly focused on explaining the Kuznets Facts - a set of regularities concerning sectoral dynamics throughout economic growth - important issues were left apart. Inequality was one of them: Simon Kuznets, the father of this literature, when making some of the first documentation of structural change patterns, repetitively expressed his concern that inequality and sector reallocation were linked. In this regard, we seek to extend the benchmark model of structural change to introduce wealth and income distribution. We allow idiosyncratic risk and incomplete markets in a two-sector environment of growth. In a quantitative exercise, a secular transition from a poor and good s producer economy to a richer and service-based one is conducted. The model can account for an inverse U-shaped path for inequality as growth takes place. Our contribution is to suggest how a time-varying relative price of consumption and investment - yielded by the model s multi-sector structure - plays a role in the inequality behavior. We also show that the subsistence consumption requirement, typical of structural change setups, can influence distributional variables. The model is extended with a restriction over workers capacity to move across sectors - and we show that it amplifies the inverse U-shaped path followed by the income and wealth Gini. Finally, the model is calibrated for the US economy (1950-2000), yielding qualitative and quantitative evidence of the effect on inequality from both mechanisms presented above (relative prices and subsistence consumption). Quantitative strength, however, is in some cases limited.
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[en] THREE ESSAYS ON MACROECONOMICS / [pt] TRÊS ENSAIOS EM MACROECONOMIA

ANDRE DE QUEIROZ BRUNELLI 18 March 2021 (has links)
[pt] Esta tese é composta por três ensaios. Os dois primeiros investigam a relação entre a renda per capita das famílias e as frações dos gastos setoriais, tanto em séries temporais quanto em cross-section nos EUA do pós-guerra. O primeiro usa uma abordagem parcial para estimar o aumento da dispersão do consumo (renda) e os efeitos de renda nos EUA de 1980 a 2010. Mostramos que os efeitos da renda são heterogêneos entre as famílias agrupadas por quintis de renda e, em seguida, a dispersão do consumo é correlacionada com as duas principais forças de transformação estrutural (efeitos de preço e renda) na contabilização da magnitude de transformação estrutural nas partes das despesas de consumo nos EUA durante esse período. O segundo estende um modelo canônico de Bewley-Aiyagari em tempo contínuo incorporado a um ambiente de dois setores para representar quantitativamente três regularidades empíricas nos EUA do pós-guerra (o preço relativo dos bens cai e a parcela de gastos dos produtos cai sistematicamente com a renda per capita, tanto em séries temporais quanto no cross-section) sem se afastar das preferências padrão Stone-Geary. Avaliamos a importância de mudanças na renda e nos preços relativos para mudanças estruturais nas parcelas dos gastos de consumo nos EUA do pós-guerra e concluímos que são forças equivalentes. Reforçamos que a conciliação dessas três principais regularidades empíricas nos EUA do pós-guerra exige uma teoria do crescimento que acomode a demanda de longo prazo e forneça fatores de mudança estrutural. Finalmente, o terceiro ensaio usa um conjunto de dados de painel exclusivo com registros administrativos em nível individual de transações de crédito, benefícios do programa, demografia individual e características de contratos de trabalho para estudar como os consumidores respondem a um choque de liquidez decorrente de liberações de saques de contas inativas do Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) no Brasil em 2017. Usando um design de identificação de diferenças entre diferenças, encontramos um aumento no consumo e uma dívida total diminuída após o anúncio: durante até doze meses subsequentes, para cada USD 1 de benefício do programa, os consumidores a média aumentaram os gastos de consumo em USD 0,53 - 25 porcento dos quais ocorrem durante a janela de anúncio - e a dívida total diminuiu em USD 0,07, especialmente em dívidas de folha de pagamento. A resposta ao consumo ocorreu principalmente por meio de gastos com cartão de crédito, mas também foram encontradas evidências de bens duráveis financiados por dívida. Os consumidores endividados usaram liquidez de curto prazo nas modalidades de dívida (cheque especial e dívida com cartão de crédito), além dos gastos com cartão de crédito para suavizar consumo. Consumidores restritos, medidos como jovens ou idosos, mostraram respostas mais fortes ao consumo. / [en] This thesis is comprised of three essays. The first two investigate the relationship between households per capita income and sectoral expenditure shares both in times series and in cross-section in the postwar US. The first uses a partial approach to estimate the rise of consumption (income) dispersion and income effects in the US from 1980 to 2010. We show that income effects are heterogeneous across households grouped by income quintiles and then consumption dispersion correlates the two main driving forces of structural change (price and income effects) in accounting for the magnitude of structural change in the shares of consumption expenditure in the US over this period. The second extends a canonical Bewley-Aiyagari model in continuous time embedded with a two-sector environment to depict quantitatively three empirical regularities in the postwar US (relative price of goods falls and expenditure shares of goods falls systematically with per capita income, both in times series and in cross-section) without departing from benchmark Stone-Geary preferences. We assess the importance of changes in income and relative prices for structural change in the shares of consumption expenditure in the postwar US and conclude they are nearly equivalent forces. We reinforce that reconciling these three main empirical regularities in the postwar US calls for a growth theory that accommodates long-run demand and supply drivers of structural change. Finally, the third essay uses a unique panel dataset with individual-level administrative records of credit transactions, program benefits, individual demographics and features of labor contracts to study how consumers respond to a liquidity shock arising from withdrawals releases from inactive accounts of the Guarantee Fund for Time of Service (FGTS) in Brazil in 2017. Using a difference-in-differences identification design, we find consumption rose and total debt declined after the announcement: during up to twelve subsequent months, for each USD 1 of program benefit, consumers on average increased consumption spending by USD 0.53 - 25 percent of which occurs during the announcement window - and total debt declined by USD 0.07, specially in payroll debt. Consumption response occurred mostly via credit card spending, but evidence of debt-financed durables was also found. Indebted consumers used short-term liquidity in debt modalities (overdraft debt and credit card debt) in addition to credit card spending to smooth consumption. Constrained consumers, measured as young or old, showed stronger consumption responses.

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