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Comité de Ética de la Facultad de Ciencias de la Salud

Bermudez García, Vanessa Sofia 29 August 2018 (has links)
Documentos y guía del Comité de Ética de la Facultad de Ciencias de la Salud, Universidad Peruana de Ciencias Aplicadas.
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A punição no sistema moral kantiano

Scariot, Juliane 30 April 2013 (has links)
Este trabalho constitui uma investigação sobre a finalidade que Kant atribui à punição na doutrina dos deveres e, portanto, analisa as questões punitivas relacionadas à doutrina do Direito, à doutrina da Virtude (Ética) e à doutrina dos costumes (Moral), bem como suas relações, afinal a Moral, entendida como um sistema composto por princípios puramente a priori, divide-se em Ética e Direito. A mencionada investigação inicia com a apresentação de noções básicas acerca do tratamento dispensado por Kant à pena, de forma a explicitar o que o filósofo entende por justiça punitiva, infração e punição, bem como apresentar alguns casos polêmicos analisados por ele. Na sequência, expõe-se e analisa-se criticamente algumas possíveis interpretações para os escritos kantianos sobre a punição. Assim, fala-se (i)do retribucionismo puro em sua versão tradicional e em duas versões sofisticadas, uma com a aplicação da noção de negação real e outra defendendo a punição como uma espécie de lei definida pela máxima do criminoso; (ii)do retribucionismo parcial decorrente da percepção de duas faces da punição ou da desaprovação moral social que acompanha a pena; (iii)da retribuição moral e do utilitarismo jurídico, que separa as punições moral e jurídica; (iv)da prevenção especial, entendida como neutralização e ressocialização. A partir da constatação dos problemas existentes nas possibilidades interpretativas postas, propõe-se a construção de uma nova interpretação, calcada na diferenciação de Direito, Ética e Moral e nas implicações da última nas doutrinas do Direito e da Virtude. A nova interpretação, ao contrário da tradicional visão puramente retributiva, defende a existência de um âmbito preventivo da punição, o qual pode ser verificado inclusive na obra A Metafísica dos Costumes, obra tardia de Kant que constituiria a visão madura do filósofo. Dessa forma, (a)a punição moral possui uma finalidade meramente retributiva, (b)não há uma punição ética, apesar da existência de um processo interno de autoavaliação, e (c)a punição jurídica possui finalidade preventiva e retributiva. A dupla finalidade da pena jurídica decorre de sua justificação moral e de sua necessidade hipotética, como meio para prevenir a ocorrência de crimes. As mencionadas finalidades da punição jurídica são alcançadas em três momentos: (i)quando se considera a sanção jurídica em abstrato que, contida na própria lei penal, intimida a coletividade; (ii)na determinação, pelo juiz, da pena aplicável àquele caso concreto, pois o magistrado deve fixar uma sanção retributiva, mas, nos limites da retribuição, deve escolher uma pena que previna novos crimes; (iii)na execução da pena, visto que essa fase possibilita que o condenado reeduque-se e/ou sirva de exemplo aos demais. Por fim, apresenta-se um subcapítulo com esclarecimentos gerais que corroboram a tese de coerência nos escritos de Kant sobre a punição. / Submitted by Marcelo Teixeira (mvteixeira@ucs.br) on 2014-07-09T19:33:35Z No. of bitstreams: 1 Dissertacao Juliane Scariot.pdf: 1336342 bytes, checksum: c7ed3e28387c2764734e74eaff23937c (MD5) / Made available in DSpace on 2014-07-09T19:33:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertacao Juliane Scariot.pdf: 1336342 bytes, checksum: c7ed3e28387c2764734e74eaff23937c (MD5) / Universidade de Caxias do Sul / This work constitutes an investigation about the purpose that Kant assigns to punishment in doctrine of duties and, therefore, analyzes the punitive questions related with doctrine of the Law, with doctrine of the Virtue (Ethic) and with doctrine of the Morals (Moral), well as their relations, at last the Moral, understood like a system composed of principles purely a priori, divides in Ethics and Law. The mentioned investigation begins with presentation of basic notions about the treatment spent for Kant to penalty, so that to explain what the philosopher understands by punitive justice, wrongdoing and punishment, well as present some polemic cases analyzed by him. In sequence, exposes and analyzes, critically, some possible interpretations to the Kantian writers about the punishment. Thereby, talks (i)about pure retributivism in your traditional version e in two sophisticated version, one with application of the notion of real negation and other defending the punishment like a kind of law defined by the criminal’s maxim; (ii)about partial retributivism stems from the perception of two punishment’s faces or of the social moral disapprobation that follows the penalty; (iii)about moral retribution and juridical utilitarism, that separates the punishments moral and juridical; (iv)about special prevention, understood like neutralization and resocialization. As from the verification of problems existents in interpretative possibilities established, proposes a construction of one new interpretation, based on a differentiation of Law, Ethic and Moral and in implications of this last (Moral) in the doctrine of the Law and of the Virtue. A new interpretation, in contrast to the traditional observation purely retributive, defends the existence of a preventive ambit of punishment, whose may be verified even in the book The Metaphysics of Morals, one of the latest works of Kant that would constitute the mature vision of this philosopher. That way, (a)the moral punishment have a merely retributive purpose, (b)there isn’t an ethical punishment, despite the existence of internal self-evaluation process, and (c)the juridical punishment have preventive and retributive finality. The dual purpose of juridical penalty stems from moral justification and its hypothetical necessity, as means to prevent the criminal occurrences. The mentioned purposes of juridical punishment are reached in three moments: (i)when considering the juridical sanction in the abstract that, contained in the criminal law itself intimidates the collectivity; (ii)in the determination, from the judge, of the penalty applicable to that particular case, because the magistrate must sets a retributive sanction, but, within the limits of retribution, must choose a penalty that prevents new crimes; (iii)in the execution of the penalty, since this phase allows that the condemned reeducate themselves and/or serve as an example to others. Finally, presents a subchapter with general clarifications that support the thesis of coherence in Kant writings about punishment.
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A punição no sistema moral kantiano

Scariot, Juliane 30 April 2013 (has links)
Este trabalho constitui uma investigação sobre a finalidade que Kant atribui à punição na doutrina dos deveres e, portanto, analisa as questões punitivas relacionadas à doutrina do Direito, à doutrina da Virtude (Ética) e à doutrina dos costumes (Moral), bem como suas relações, afinal a Moral, entendida como um sistema composto por princípios puramente a priori, divide-se em Ética e Direito. A mencionada investigação inicia com a apresentação de noções básicas acerca do tratamento dispensado por Kant à pena, de forma a explicitar o que o filósofo entende por justiça punitiva, infração e punição, bem como apresentar alguns casos polêmicos analisados por ele. Na sequência, expõe-se e analisa-se criticamente algumas possíveis interpretações para os escritos kantianos sobre a punição. Assim, fala-se (i)do retribucionismo puro em sua versão tradicional e em duas versões sofisticadas, uma com a aplicação da noção de negação real e outra defendendo a punição como uma espécie de lei definida pela máxima do criminoso; (ii)do retribucionismo parcial decorrente da percepção de duas faces da punição ou da desaprovação moral social que acompanha a pena; (iii)da retribuição moral e do utilitarismo jurídico, que separa as punições moral e jurídica; (iv)da prevenção especial, entendida como neutralização e ressocialização. A partir da constatação dos problemas existentes nas possibilidades interpretativas postas, propõe-se a construção de uma nova interpretação, calcada na diferenciação de Direito, Ética e Moral e nas implicações da última nas doutrinas do Direito e da Virtude. A nova interpretação, ao contrário da tradicional visão puramente retributiva, defende a existência de um âmbito preventivo da punição, o qual pode ser verificado inclusive na obra A Metafísica dos Costumes, obra tardia de Kant que constituiria a visão madura do filósofo. Dessa forma, (a)a punição moral possui uma finalidade meramente retributiva, (b)não há uma punição ética, apesar da existência de um processo interno de autoavaliação, e (c)a punição jurídica possui finalidade preventiva e retributiva. A dupla finalidade da pena jurídica decorre de sua justificação moral e de sua necessidade hipotética, como meio para prevenir a ocorrência de crimes. As mencionadas finalidades da punição jurídica são alcançadas em três momentos: (i)quando se considera a sanção jurídica em abstrato que, contida na própria lei penal, intimida a coletividade; (ii)na determinação, pelo juiz, da pena aplicável àquele caso concreto, pois o magistrado deve fixar uma sanção retributiva, mas, nos limites da retribuição, deve escolher uma pena que previna novos crimes; (iii)na execução da pena, visto que essa fase possibilita que o condenado reeduque-se e/ou sirva de exemplo aos demais. Por fim, apresenta-se um subcapítulo com esclarecimentos gerais que corroboram a tese de coerência nos escritos de Kant sobre a punição. / Universidade de Caxias do Sul / This work constitutes an investigation about the purpose that Kant assigns to punishment in doctrine of duties and, therefore, analyzes the punitive questions related with doctrine of the Law, with doctrine of the Virtue (Ethic) and with doctrine of the Morals (Moral), well as their relations, at last the Moral, understood like a system composed of principles purely a priori, divides in Ethics and Law. The mentioned investigation begins with presentation of basic notions about the treatment spent for Kant to penalty, so that to explain what the philosopher understands by punitive justice, wrongdoing and punishment, well as present some polemic cases analyzed by him. In sequence, exposes and analyzes, critically, some possible interpretations to the Kantian writers about the punishment. Thereby, talks (i)about pure retributivism in your traditional version e in two sophisticated version, one with application of the notion of real negation and other defending the punishment like a kind of law defined by the criminal’s maxim; (ii)about partial retributivism stems from the perception of two punishment’s faces or of the social moral disapprobation that follows the penalty; (iii)about moral retribution and juridical utilitarism, that separates the punishments moral and juridical; (iv)about special prevention, understood like neutralization and resocialization. As from the verification of problems existents in interpretative possibilities established, proposes a construction of one new interpretation, based on a differentiation of Law, Ethic and Moral and in implications of this last (Moral) in the doctrine of the Law and of the Virtue. A new interpretation, in contrast to the traditional observation purely retributive, defends the existence of a preventive ambit of punishment, whose may be verified even in the book The Metaphysics of Morals, one of the latest works of Kant that would constitute the mature vision of this philosopher. That way, (a)the moral punishment have a merely retributive purpose, (b)there isn’t an ethical punishment, despite the existence of internal self-evaluation process, and (c)the juridical punishment have preventive and retributive finality. The dual purpose of juridical penalty stems from moral justification and its hypothetical necessity, as means to prevent the criminal occurrences. The mentioned purposes of juridical punishment are reached in three moments: (i)when considering the juridical sanction in the abstract that, contained in the criminal law itself intimidates the collectivity; (ii)in the determination, from the judge, of the penalty applicable to that particular case, because the magistrate must sets a retributive sanction, but, within the limits of retribution, must choose a penalty that prevents new crimes; (iii)in the execution of the penalty, since this phase allows that the condemned reeducate themselves and/or serve as an example to others. Finally, presents a subchapter with general clarifications that support the thesis of coherence in Kant writings about punishment.
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Metaética de la experiencia: de la percepción empírica subjetiva a la construcción social pragmática de la moral

Bruna Ramírez, Rosemary January 2015 (has links)
Tesis para optar al grado de Magíster en Filosofía / Autor no autoriza el acceso a texto completo de su documento. / La presente tesis trata de la construcción de una visión metaética que comprenda la diversidad de valores morales a lo largo de la historia y a lo ancho del espacio, es decir, de carácter relativista, pero que además permita la convergencia de los valores morales dentro de grupos socioculturales. Esto, con el objetivo de que la moral posea una flexibilidad tal que permita la diferencia de opiniones, pero que también permita la generación de normas morales que regulen la conducta de los miembros de los grupos sociales en su interacción con otros. Con vistas a este objetivo, se abordan las teorías metaéticas de los filósofos David Hume y Jesse Prinz, para establecer una forma de moral empirista, es decir, construida a partir de la experiencia y, por lo tanto, relativa a la misma. Además, se analiza la posibilidad de integrar la propuesta moral empirista al espectro de la realidad social pragmática de John Searle, de tal manera que al componente relativista del empirismo se sume la normatividad proveniente de los rasgos de la realidad social, cumpliendo así con el objetivo principal, en que se conjuga lo subjetivo individual y lo intersubjetivo.
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Ética y ateísmo: hacia un esclarecimiento acerca de su relación

Grandón Jáuregui, Nicolás January 2016 (has links)
Informe de Seminario para optar al grado de Licenciado en Filosofía / Uno de los tópicos más recurrentes en el debate sobre ateísmo, religión y la divinidad trata acerca de la moral y la ética: es un mito común en la opinión pública el que la religión es la única portadora de la moral que nos indica cómo actuar, el que la divinidad sea la base ética sobre la que se sustenta la moral, y que el ateísmo es por tanto la puerta de entrada a actuar inmoralmente y en contra del mandato divino. Los objetivos que se propone el desarrollo de esta tesina son el esclarecer de forma breve lo que es el ateísmo; la diferencia entre moral, ética y religión; el esclarecer de forma lo más completa posible la relación que existe en la ética y el ateísmo, y finalmente se verá a modo de ejemplo la relación de un ateo con una ética que no esté fundamentada en alguna divinidad y la forma en que debe ser un aporte a la sociedad. La metodología de trabajo será una exposición de postulados de algunos autores junto a su debido comentario, junto a algunas proposiciones de autoría propia. De esta forma se logra una base sustentable sobre la que fundamentar la forma en la que un ateo puede actuar moralmente.
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Ética, personas y empresas. ¿Es posible desarrollarlas juntas?

Ortíz Elías, José Agustín 06 November 2014 (has links)
El presente artículo presenta un modelo de competencias éticas para explicar porqué algunas personas toman decisiones con más integridad que otras. Las competencias incluidas en el modelo son: autoconocimiento, compromiso y exigencia, resistencia a la presión, interdependencia y trascendencia. A continuación se traslada el modelo al ámbito de la empresa y de las decisiones éticas en los negocios.
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Hegel, la tragedia y la posibilidad de una ética moderna

Alegría Varona, Ciro 09 April 2018 (has links)
El carácter cognitivista de la ética es introducido por Hegel en el procesoreal y universal del espíritu con las figuras del desengaño trágico y de larelación conflictiva entre estado y sociedad. La referencia a las contradicciones de la conciencia ética confiada en lazos naturales y sociales aparece en Hegel cada vez que él quiere precisar el nexo entre ética y saber en el mundo moderno. Las contradicciones de la conciencia ética indican para él puntos de tránsito a la eticidad fundada en el conocimiento de lo universal. La redefinición de lo ético en el medio del saber conceptual se realiza paraHegel sin embargo sólo mediante la superación e integración de las formaséticas correspondientes a la familia y la sociedad civil en el estado.
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Introducción a la ética de Pedro Abelardo

Bacigalupo, Luis Eduardo 09 April 2018 (has links)
La ética de Abelardo puede ser vista como el intento de confeccionar una doctrina de la conciencia moral. Tal intento fue en realidad un proyecto inconcluso en el que Abelardo pretendía demostrar a través de la dialéctica en qué consistía la auténtica moral cristiana sobre la base de su contraste con la tradición filosófica. Este artículo desarrolla las implicancias de ese proyecto desde tres perspectivas (1) situando la postura de Abelardo en el marco de la reflexión ética del siglo XII, (2) caracterizándola como moral de la intención, y (3) señalando su lugar central en la adquisición definitiva del concepto de conciencia en la Edad Media.
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La ética discursiva de Jurgen Habermas

Giusti, Miguel 09 April 2018 (has links)
Este ensayo es una presentación del programade la ética discursiva de Jürgen Habermas,a partir del análisis de los problemas queparecen hacerla necesaria en la actualidad. En una primera parte, se desarrollan los cuatrorasgos principales atribuidos por Habermas adicha ética, en concordané!a con la éticakantiana: la ética discursiva es deontológica,cognitiva, formalista y universa/ista. En lasegunda parte, se presenta este mismo programapartiendo de los análisis fenomenológicosde Strawson y explicando de modo inmanentela necesidad y los limites de una fundamentaciónde las normas morales.
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Heidegger y la areté

Taminiaux, Jacques 09 April 2018 (has links)
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