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A influência dos estímulos azedo e frio sobre o tempo da trânsito faríngeo da deglutição no acidente vascular encefálico isquêmico

Cola, Paula Cristina [UNESP] 24 February 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:30:23Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-02-24Bitstream added on 2014-06-13T19:39:57Z : No. of bitstreams: 1 cola_pc_dr_botfm.pdf: 322566 bytes, checksum: c4c7e27623dcf612ce68a6ccd1200fec (MD5) / Universidade Estadual Paulista (UNESP) / Na literatura discute-se a influência dos estímulos, sabor e temperatura, sobre a biomecânica da deglutição, tanto em indivíduos saudáveis como em indivíduos após comprometimentos neurológicos. Entretanto, existem algumas questões que merecem ser esclarecidas, assim como a ordem da oferta dos estímulos e se as mesmas influenciam a resposta faríngea de forma diferente. O presente estudo teve como objetivo geral verificar a influência da oferta dos estímulos, sabor azedo e temperatura fria, sobre o tempo de trânsito faríngeo (TTF) da deglutição em indivíduos pós-AVE. E objetivos específicos foram, correlacionar a influência da oferta dos estímulos, sobre o (TTF) da deglutição, com o lado da lesão cortical e com o grau da disfagia orofaríngea. Participaram desta pesquisa 60 indivíduos após acidente vascular encefálico isquêmico (AVEi), unilateral, 29 eram do gênero masculino e 31 do gênero feminino, com idades entre 41 e 88 anos (com média de 66,2 anos), o ictus variou de 0 a 50 dias (com mediana de 6 dias) e a disfagia orofaríngea de grau leve a moderado. Esses 60 indivíduos foram divididos em dois grupos (G1 e G2) com 30 indivíduos cada (15 indivíduos com lesão cortical a direita e 15 a esquerda). O grupo 1 (G1) recebeu a oferta dos estímulos de maneira não aleatória e o grupo 2 (G2) recebeu a ordem da oferta dos estímulos de maneira aleatória. Para analisar o tempo de trânsito faríngeo (TTF) da deglutição foi realizado o exame de videofluoroscopia da deglutição. Foram oferecidos quatro estímulos diferentes, os indivíduos do G1 receberam na ordem não aleatória (natural, gelado, azedo e azedo gelado) e os indivíduos do G2 de maneira aleatória. Posteriormente as imagens foram digitalizadas e foi realizada através de software a medição do TTF. Os indivíduos do G1 apresentaram TTF menor com estímulo azedo gelado e com diferença... / The influence of stimuli, taste and temperature, on the swallowing biomechanics has been investigated in the scientific community, in both health individuals and in after neurological disease individuals. However, there are some questions that could be better explained, as well as, the sequence of offered stimuli and if they influence the pharyngeal response in different way. The present study had as general proposes to verify the influence of the sequence of stimuli, sour taste and cold temperature, on deglutition pharyngeal transit time in individuals after stroke. And specific objectives, were correlate the influence of stimuli sequence, on swallowing pharyngeal transit time, with the cortical lesion side and with the oropharyngeal dysphagia degree. Participated this research 60 individuals after isquemic stroke, unilateral, 29 males and 31 females, aged from 41 to 88 years (mean age of 66,2 years), ictus from 0 to 50 days (median of 6 days) and oropharyngeal dysphagia from mild to moderate. These 60 individuals were divided in two groups (G1 and G2) with 30 individuals each (15 individuals with right cortical lesion and 15 left). The Group 1 (G1) received nonrandomized sequences of stimuli and Group 2 (G2) received randomized sequence of stimuli. To analyze the deglutition pharyngeal transit time it was realized the videofluoroscopic deglutition exam. It was offered four different stimuli, the G1 received nonrandomized sequences of stimuli (natural, cold, sour and sour cold) and the G2 randomized sequence. Afterward the images were digitalized and specific software was used to measure the pharyngeal transit time. The G1 individuals presented shorter pharyngeal transit time with sour cold stimulus and with statistical difference than other stimuli. The G2 individuals do not presented statistical difference in pharyngeal transit time among stimuli. There was statistical... (Complete abstract click electronic access below)
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Angioplastia com implante de stent em pacientes com estenose de carótida cervical em uma série monocêntrica

Fernandes, Fabio Simões 22 November 2016 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, 2016. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2017-03-03T17:03:27Z No. of bitstreams: 1 2016_FabioSimoesFernandes.pdf: 1667086 bytes, checksum: b2f1bbba2c0089b19fd9634ddbd12025 (MD5) / Approved for entry into archive by Ruthléa Nascimento(ruthleanascimento@bce.unb.br) on 2017-03-28T12:38:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_FabioSimoesFernandes.pdf: 1667086 bytes, checksum: b2f1bbba2c0089b19fd9634ddbd12025 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-28T12:38:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_FabioSimoesFernandes.pdf: 1667086 bytes, checksum: b2f1bbba2c0089b19fd9634ddbd12025 (MD5) / Introdução: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é a principal causa de doença incapacitante no Brasil. A Estenose Carotídea (EC) é uma das causas mais prevalentes de AVE isquêmico. Seu tratamento com Angioplastia de Carótida com Stent (ACS) é o tratamento menos invasivo, embora a eficácia de seus resultados ainda seja, em alguns artigos, inferiores a Endarterectomia. O presente estudo levantou uma série de casos de ACS em um hospital de referência do Distrito Federal – DF, Brasil (Instituto do Coração do Distrito Federal – IC-DF). Objetivo: Conhecer perfil demográfico e epidemiológico da população-alvo, identificando aspectos clínicos resultando em melhora na gestão de protocolos. Metodologia: 96 casos consecutivos submetidos a ACS entre janeiro de 2009 e dezembro de 2014. Desfecho primário: AVE isquêmico e morte. Desfecho secundário: complicações em sítio de punção, isquemia do miocárdio e outros eventos clínicos. Os dados clínicos, resultados e complicações foram avaliados durante a internação e após 30 dias. Resultados: 2,1% (2 em 96) AVE’s incapacitantes. Não houve óbito na amostra. Observou-se risco aumentado de complicações neurológicas nos pacientes acima de 80 anos (p=0,015), assim como naqueles portadores de Insuficiência Renal Crônica (p=0,039). O Filtro de proteção cerebral foi utilizado em 100% dos casos. Em 98,9% dos casos houve êxito no posicionamento do stent. Stents de malha fechada e aberta foram implantados em 89 (92,7%) e 6 procedimentos (6,3%), respectivamente. Conclusão: ACS em pacientes com EC se mostrou viável e segura, com baixos níveis de morbidade. A indicação de ACS em pacientes acima de 80 anos e em portadores de Insuficiência Renal Crônica com EC, deve ser criteriosa. / Introduction: Stroke is the main cause of incapacitating disease in Brazil. Carotid stenosis (CS) is an important cause of ischemic stroke. The treatment of CS with Carotid Stent Angioplasty (ACS) is the least invasive treatment, although the efficacy of its results is still, in some articles, inferior to Endarterectomy. The present study reported a series ACS cases in a hospital of reference in the Federal District - DF, Brazil (Instituto do Coração do Distrito Federal – IC-DF). Objective: To know the demographic and epidemiological profile of the target population, identifying clinical aspects resulting in improved protocol management. Methodology: 96 consecutive cases submitted to ACS between January 2009 and December 2014. Primary outcome: Ischemic stroke and death. Secondary outcome: complications at puncture site, myocardial ischemia and other clinical events. Clinical data, outcomes and complications were assessed during hospitalization and after 30 days. Results: 2.1% (2 out of 96) incapacitating stroke. There was no death in the sample. An increased risk of neurological complications in patients older than 80 years (p=0.015) was observed, as well as in those with chronic renal insufficiency (p=0.039). Cerebral protection filter was used in 100% of the cases Stent placement was successful in 98.9% of the cases. Closed and open mesh stents were implanted in 89 (92.7%) and 6 procedures (6.3%), respectively. Conclusion: ACS in patients with CS was shown to be viable and safe, with low levels of morbidity. The indication of ACS in patients older than 80 years and in patients with Chronic Renal Insufficiency with CS should be judicious.
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Desempenho motor do membro superior parético pós-treino de relaxamento do membro superior não-parético com biofeedback eletromiográfico / Motor performance of the paretic upper limb after relaxation training electromyographic biofeedback of the non-paretic upper limb

Guimarães, Cláudia Mendes January 2008 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2008. / Submitted by Kathryn Cardim Araujo (kathryn.cardim@gmail.com) on 2009-10-06T17:33:35Z No. of bitstreams: 1 2008_ClaudiaMendesGuimaraes.pdf: 1219592 bytes, checksum: 7417a5ef24e4d8aea08e41e1786680b9 (MD5) / Approved for entry into archive by Gomes Neide(nagomes2005@gmail.com) on 2010-07-08T12:11:35Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_ClaudiaMendesGuimaraes.pdf: 1219592 bytes, checksum: 7417a5ef24e4d8aea08e41e1786680b9 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-07-08T12:11:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_ClaudiaMendesGuimaraes.pdf: 1219592 bytes, checksum: 7417a5ef24e4d8aea08e41e1786680b9 (MD5) Previous issue date: 2008 / Introdução: Pesquisas recentes têm demonstrado que após lesão da área motora de um hemisfério cerebral, uma excessiva inibição transcalosa a partir do hemisfério cerebral não-lesado contribui para os déficits motores do paciente. Outros trabalhos têm demonstrado déficits motores sutis também no membro “sadio” desses pacientes. Este estudo propõe o uso do biofeedback EMG para treino de relaxamento do membro superior não-parético (MSNP) como uma ferramenta de inibição do input sensorial e, por conseguinte, modulação da hiperexcitabilidade do hemisfério intacto. Acreditamos que isso resultaria em melhora do desempenho motor do membro superior parético (MSP) de pacientes acometidos por acidente vascular encefálico (AVE). Amostra: Participaram do estudo nove pacientes ( 7 homens e 2 mulheres), com idades entre 33 e 66 anos (55,3 ± 10,9), com hemiparesia espástica secundária a AVE. O tempo pós-AVE foi de 6 a 36 meses. Nenhum paciente estava deprimido ou possuía déficit cognitivo. Método: A avaliação incluiu os seguintes testes: Escala de avaliação motora funcional de Fugl-Meyer, Mini-Exame do Estado Mental (Folstein), Escala de Destreza Manual de Edinburgh, Escala Modificada de Ashworth e Escala Geriátrica de Depressão. Para a avaliação do desempenho motor do MSP foram realizados os Testes da Prancha de Pegboard e da Caixa e Blocos associados ao Eletromiograma de Superfície (EMGS) nos seguintes músculos do MSNP: deltóide (fibras médias), bíceps braquial, flexor superficial do carpo e extensor comum dos dedos. Quando a atividade elétrica era maior que 100μV em qualquer um desses músculos, o paciente era incluído no treino de relaxamento com biofeedback EMG, durante o qual atividades manuais grosseiras e finas eram realizadas com o MSP. Por fim, os testes de desempenho motor foram repetidos, simultaneamente aos registros EMGS, em duas condições: Final Sem Solicitação de Relaxamento (Final SSR) e Final com Solicitação de Relaxamento (Final CSR). O MSNP realizou os mesmos testes, todavia sem registro EMGs. Resultados: O desempenho do MSP foi avaliado pelo modelo ANOVA de medidas repetidas, que não apresentou significância estatística para as condições Inicial X Final SSR e Inicial X Final CSR, tanto no teste de Pegboard (p=0,079) quanto no da Caixa e Blocos (p=0,068), embora houvesse uma tendência à melhora do desempenho após o treinamento de biofeedback. Para o MSNP foi usado o teste t-pareado que apresentou significância importante para as condições INICIAL X FINAL SSR no teste de Pegboard (p<0,001), enquanto que para o teste da Caixa e blocos não houve diferença significativa (p=0,105). Conclusão: O Biofeedback EMG se apresenta como uma ferramenta potencial para a redução do input somatossensorial do MSNP e melhora de performance do MSP; a falta de significância estatística pode ser atribuída ao pequeno número de pacientes nesta amostra. Em contrapartida, a mesma abordagem apresentou-se como uma alternativa promissora em aprimorar o desempenho do MSNP ao equilibrar a hiperexcitabilidade do hemisfério não-lesado ou mesmo ao evidenciar que esse hemisfério retém importante capacidade de aprendizado motor. ______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: There has been recent evidence that, after lesion of the motor area of a cerebral hemisphere, an excessive transcalosal inhibition from the intact hemisphere contributes to the motor deficits experienced by patients. Other studies have been able to disclose subtle motor deficits also in the so-called “healthy” limbs of stroke patients. The present study suggests the use of EMG biofeedback for relaxation training of the non-paretic upper limb (NPUL) as a tool for inhibiting sensory inputs, which might result in modulation of excitability of the intact hemisphere. We hypothesized that this might result in improvements in motor performance of the paretic upper limb (PUL) of stroke patients. Sample: Nine patients participated in the study (7 men and 2 women), with ages from 33 to 66 years (55.3 + 10.9), with spastic hemiparesis secondary to stroke. Time after stroke ranged from 6 to 36 months. No patient was depressed or had cognitive deficits. Methods: The evaluation included the following: Fugl-Meyer Motor Function Scale, Folstein's Mini Mental State Examination, Edinburgh Handedness Inventory, Ashworth modified scale and Geriatric Depression Scale. For the evaluation of the PUL we have used the Purdue Pegboard Test and the Box and Blocks test in association with surface EMG in the following muscles in the NPUL: medial deltoid, biceps, flexor carpi superficialis, and extensor digitorum communis. Whenever electrical activity was above 100 μV in any of these muscles, the patient was enrolled in biofeedback relaxation training, during which gross and fine manual tasks were performed with the PUL. Lastly, motor performance tests were repeated, simultaneously with surface EMG (sEMG) records, under two different conditions: final with no relaxation command (Final NRC) and final with relaxation command (Final RC). The NPUL performed the same tasks, but without sEMG monitoring. Results: Performance of the PUL was evaluated by a repeated measures ANOVA, and there was no statistical significance for the comparisons baseline X Final NRC and baseline X Final RC, both in the Purdue Pegboard Test (p=0.079) and in the Box and Blocks Test (p=0.068); however, there was a trend for better performance after biofeedback relaxation training. For the NPUL we used a paired T-Test, which showed a significant difference for the condition baseline X Final NRC in the Pegboard Test (p< 0.001), whereas for the Box and Blocks Test there was no statistical significance (p=0.105). Conclusion: EMG biofeedback training emerges as a potential tool for reducing somatosensory input to the NPUL, resulting in better performance of the PUL; the lack of statistical significance may be due to the small number of patients in this sample. At the same time, the same procedure proved to be a promising alternative for improving the performance of the NPUL, either by balancing excitability in the intact hemisphere or by tapping into a substantial capacity for motor learning, that may well be still present in the contralesional cerebral hemisphere.
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Avaliação do atendimento inicial ao paciente submetido à trombólise endovenosa por AVC isquêmico em um hospital terciário

Montenegro, Juliana Pinto 19 December 2017 (has links)
Made available in DSpace on 2019-03-30T00:18:12Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2017-12-19 / INTRODUCTION: Stroke is a third cause of death and disability in developed countries, being one of the major health problems worldwide. Intravenous thrombolysis with alteplase, alone or later endovascular thrombectomy, is an effective treatment for acute ischemic stroke, and should be administered within up to 4.5 hours and takes into account a number of factors, including the ¿weekend effect¿. OBJECTIVE: To evaluate the parameters of initial care for patients undergoing intravenous thrombolytic therapy treated at a tertiary center. METHODS: Retrospective cohort study, conducted at the General Hospital of Fortaleza (HGF), Ceará, Brazil. We analyzed all records of Emergency Nursing and the medical records of patients who underwent thrombolytic therapy from May 2015 to April 2016. Initially, all available data were cataloged on the form and, based on this initial strategy A review of all medical records of those who possibly underwent thrombolysis was performed. RESULTS: A total of 1361 files of patients with suspected stroke were analyzed, and it was designed to analyze 201 patients who underwent thrombolysis. The mean age was 66 years, the majority of males (58%), as major comorbidities such as hypertension (73%) and diabetes (29%), regarding the classification of BAMFORD, more common for a syndrome of total circulation above (48%). The time of onset of the clinical picture in turn with an average of 143 minutes, the time of installation to the computed tomography in the media of 15 minutes and the time of the needle had an average of 51 minutes. (P <0.04) and the time of the needle-holder was shorter without daytime (49 ± 18 minutes, p <0.04). The time of onset of the clinical condition was new at night time (133 ± 52 minutes, p <0.04). CONCLUSION: The times related to thrombolysis are within the international prayers, with influence of the period of the day on them. The "weekend effect" was not found. Key words: stroke; thrombolytic therapy; weekend effect. / INTRODUÇÃO: O acidente vascular cerebral é a terceira causa de morte e incapacidade nos países desenvolvidos, sendo um dos principais problemas de saúde em todo o mundo. A trombólise intravenosa com alteplase, sozinha ou seguida de trombectomia endovascular, é um tratamento eficaz para o acidente vascular encefálico isquêmico agudo, devendo ser administrada dentro de até 4,5 horas e leva em conta uma série de fatores, dentre eles o ¿efeito de final de semana¿. OBJETIVO: Avaliar os parâmetros do atendimento inicial a pacientes submetidos à terapia trombolítica endovenosa atendidos em um centro terciário. METODOLOGIA: Estudo do tipo coorte retrospectiva, realizado no Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Ceará, Brasil. Foram analisadas todas as fichas de acolhimento da Enfermagem da Emergência e os prontuários dos pacientes que realizaram a terapia trombolítica no período de maio de 2015 a abril de 2016. Inicialmente, foram catalogados todos os dados presentes na ficha e, a partir dessa triagem inicial, foi realizado uma revisão de todos os prontuários daqueles que possivelmente realizaram a trombólise. RESULTADOS: Foram analisadas 1361 fichas de pacientes com suspeita de acidente vascular cerebral, sendo considerados para análise os 201 pacientes que realizaram trombólise. A média de idade foi de 66 anos, a maioria do sexo masculino (58%), as principais comorbidades foram hipertensão arterial (73%) e diabetes (29%), quanto à classificação do BAMFORD, a mais comum foi a Síndrome da circulação anterior total (48%). O tempo do início do quadro clinico à chegada teve média de 143 minutos, o tempo de chegada à tomografia computadorizada foi, em média, de 15 minutos e o tempo porta-agulha apresentou média de 51 minutos. O tempo do início do quadro clinico à chegada foi menor no período noturno (133±52 minutos, p<0,04) e o tempo porta-agulha foi menor no período diurno (49±18 minutos, p<0,04). CONCLUSÃO: Os tempos relacionados à trombólise estão dentro das recomendações internacionais, havendo influência do período do dia sobre os mesmos. Não foi encontrado o ¿efeito de final de semana¿. Palavras-chaves: acidente vascular cerebral; terapia trombolítica; efeito de final de semana.
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Avaliação das principais infecções ocorridas em pacientes com acidente vascular cerebral

Sá, Flavia Mendes de January 2016 (has links)
Orientador: Alessandro Lia Mondelli / Resumo: Foi realizado estudo de coorte prospectivo para avaliar as principais infecções ocorridas em pacientes com acidente vascular cerebral (AVC), internados na unidade de AVC do Hospital das Clínicas de Botucatu. Demonstrou-se que as principais infecções são do trato respiratório e urinário, respectivamente, 8,4% e 7,7%. Prevalece na população idosa, com hipertensão arterial sistêmica e com ictus isquêmico, em uso de dispositivos invasivos, os quais prevalecem o acesso venoso periférico (95,1%) e sonda nasoenteral (31,25%). A maior incidência dos microorganismos foi de gram negativos, dentre eles, Escherichia Coli e Microorganismos Multiresistentes (MRSA). Pacientes não etilistas e não portadores do vírus HIV foram protegidos da ocorrência de infecção do trato respiratório e urinário (p >0,05). O não uso dos dispositivos, sonda vesical de demora e cateter venoso central, demonstrou proteção à ocorrência da infecção do trato urinário (p >0,05). Já em relação ao tipo de AVC, o ictus hemorrágico sugere uma predisposição à ocorrência da infecção do trato urinário (p >0,05). Novos estudos podem ser elaborados sob a perspectiva do prognóstico do paciente com AVC; sob o olhar do profissional de saúde em relação à infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS) e o paciente de AVC; além da investigação acerca das infecções comunitárias relacionadas a períodos de sazonalidade no ambiente hospitalar. / Abstract: A prospective cohort study was realized, to assess the main infections in patients with cerebrovascular accident (CVA), admitted to the Stroke unit of Hospital das Clínicas de Botucatu. It was demonstrated that the main infections refer to the respiratory and urinary tract 8.4% and 7.7% respectively. They are prevalent in the elderly people, with hypertension and ischemic stroke in use of invasive devices, which prevail peripheral venous access (95.1%) and nasoenteral tube (31.25%). The highest incidence of microorganisms consisted of gram-negative, among them: Escherichia Coli and multi-resistant microorganisms (MRSA). Non-alcoholic patients and non HIV carriers were protected from infection occurrence of the respiratory and urinary tract (p> 0.05). The non-use of the devices, like indwelling urinary catheter and central venous catheter, demonstrated protection to the occurrence of urinary tract infection (p> 0.05). In relation to the type of stroke, hemorrhagic stroke suggests predisposition to the occurrence of urinary tract infection (p> 0.05). Further studies may be developed under the perspective of the patient's prognosis with stroke; from the perspective of health professionals concerning health care-associated infections (HAI)) and patients with stroke; in addition to researches on community infections related to seasonality periods in the hospital environment. / Mestre
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Avaliação da sarcopenia e déficits motores no lado ipsilateral em pacientes com infartos cerebrais unilaterais implicações prognósticas na reabilitação /

Lima, Fabrício Diniz de January 2017 (has links)
Orientador: Arthur Oscar Schelp / Resumo: Introdução: O acidente vascular cerebral (AVC) é uma grave condição neurológica, que acomete pessoas do mundo inteiro, com elevada morbimortalidade e incapacidade funcional, tendo como principal manifestação o déficit motor, tornando a reabilitação imperativa. No entanto, alguns fatores comuns podem dificultar o sucesso da reabilitação, como a sarcopenia, que pode provocar prejuízo trófico e metabólico no hemicorpo denominado não afetado, correlacionando-se ao comprometimento funcional. Este trabalho busca avaliar alterações tróficas, metabólicas e funcionais no lado ipsilateral, em pacientes com AVC isquêmico, a fim de averiguar a correlação entre a sarcopenia e déficit funcional. Pacientes e métodos: Foram avaliados parâmetros antropométricos e morfológicos, realizados estudos de bioimpedância e executada a dinamometria em 21 pacientes com AVC isquêmico de circulação anterior em 2 momentos distintos: fases aguda (até 48 h após o ictus) e crônica (90 dias após o ictus). Resultados: 21 pacientes foram incluídos (57% do sexo masculino; média de idade de 67,09 anos, variando de 26 a 84 anos). Todos receberam avaliação contínua da equipe multiprofissional durante o estudo. Não houve redução estatisticamente significativa da massa muscular, quantidade de proteína, água, minerais, gordura e metabolismo basal e nem melhora da força muscular ipsilateral dos pacientes após 90 dias do ictus (p < 0,05). Conclusão: Não houve redução trófico-metabólica e nem piora funcional estatisticame... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Mestre
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Validade de conteúdo e processos de respostas de um instrumento de rastreio para disfagia orofaríngea no Acidente Vascular Encefálico /

Almeida, Tatiana Magalhães de. January 2015 (has links)
Orientadora: Roberta Gonçalves da Silva / Co-orientador: Paula Cristina Cola / Banca: Roberto Oliveira Dantas / Banca: Célia Maria Giacheti / Resumo: A incidência e a prevalência de disfagia orofaríngea, bem como as complicações, são frequentes após o Acidente Vascular Encefálico (AVE) e esse sintoma pode ser considerado um preditor independente do mau prognóstico nessa população. É de fundamental relevância que a identificação precoce desse sintoma seja realizada por um instrumento válido nessa população. Portanto, devido à ausência de consenso, em âmbito internacional e nacional, sobre qual deve ser o instrumento adequado, este estudo teve por objetivo verificar a evidência de validade baseada no conteúdo e processos de resposta de um instrumento de rastreio para disfagia orofaríngea no AVE. A primeira versão do instrumento foi elaborada baseada na revisão de literatura, sendo dividido em duas partes. A Etapa I incluiu 18 questões relacionadas a fatores preditivos de risco para disfagia no AVE e a Etapa II com 11 questões relacionadas a sinais indicativos de disfagia associados à observação da alimentação com uma dieta pastosa homogênea. Um grupo de 19 juízes, fonoaudiólogos e de outras áreas da saúde, com expertise na área de disfagia orofaríngea aceitaram participar da pesquisa e foram convidados a avaliar o conteúdo do instrumento verificando sua clareza e pertinência.Para determinar a aceitação das questões pelos juízes foi calculado o índice de validade de conteúdo individual (IVC-I) para cada item do instrumento e o índice de validade de conteúdo total (IVC-T) para o conjunto de itens, sendo aceitos valores acima de 0,78.Na avaliação dos juízes verificou-se que na Etapa I do instrumento oito itens não atingiram o IVC mínimo e na etapa II quatro itens. Os autores revisaram os itens e a segunda versão foi elaborada com 12 itens na etapa I e 5 itens na etapa II.Para a investigação das evidências de validade baseada nos processos de ... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The incidence and prevalence of oropharyngeal dysphagia and complications are common after cerebralvascular accidents (stroke) and this symptom can be considered an independent predictor of poor prognosis in this population. It is key to the early identification of this symptom be performed by a valid tool in this population. Therefore, due to the lack of consensus on the international and national level on what should be the appropriate tool, this study aimed to verify the validity evidence based on the content and response processes of the screening tool for oropharyngeal dysphagia in stroke. The first version was developed based on the literature review, divided into two parts. The Phase I with 18 questions related to predictive risk factors for oropharyngeal dysphagia and Step II with 11 questions related to indicative signs of oropharyngeal dysphagia associated with the observation of a meal with a homogeneous pasty diet. A group of 19 judges, speech language pathologists and other from other healthcare areas with expertise in the area of oropharyngeal dysphagia agreed to participate in the study and were asked to assess the content of the tool by checking its clarity and relevance. To determine the acceptance of the questions by the judges, the content validity index (CVI-I) for each item of the tool and the total set of items (CVI-T) was calculated, with accepted values above 0.78. In the assessment from judges eight items of the Step I and four items of the Step II have not reached the CVI baseline. The authors reviewed the items and a second version was produced with 12 items in Step I and 5 items in Step II. To research of validity evidence based response process, 23 professional health administered the tool and answered questions based on a structured scale and a cognitive interview about their ... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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A influência dos estímulos azedo e frio sobre o tempo da trânsito faríngeo da deglutição no acidente vascular encefálico isquêmico /

Cola, Paula Cristina. January 2011 (has links)
Resumo: Na literatura discute-se a influência dos estímulos, sabor e temperatura, sobre a biomecânica da deglutição, tanto em indivíduos saudáveis como em indivíduos após comprometimentos neurológicos. Entretanto, existem algumas questões que merecem ser esclarecidas, assim como a ordem da oferta dos estímulos e se as mesmas influenciam a resposta faríngea de forma diferente. O presente estudo teve como objetivo geral verificar a influência da oferta dos estímulos, sabor azedo e temperatura fria, sobre o tempo de trânsito faríngeo (TTF) da deglutição em indivíduos pós-AVE. E objetivos específicos foram, correlacionar a influência da oferta dos estímulos, sobre o (TTF) da deglutição, com o lado da lesão cortical e com o grau da disfagia orofaríngea. Participaram desta pesquisa 60 indivíduos após acidente vascular encefálico isquêmico (AVEi), unilateral, 29 eram do gênero masculino e 31 do gênero feminino, com idades entre 41 e 88 anos (com média de 66,2 anos), o ictus variou de 0 a 50 dias (com mediana de 6 dias) e a disfagia orofaríngea de grau leve a moderado. Esses 60 indivíduos foram divididos em dois grupos (G1 e G2) com 30 indivíduos cada (15 indivíduos com lesão cortical a direita e 15 a esquerda). O grupo 1 (G1) recebeu a oferta dos estímulos de maneira não aleatória e o grupo 2 (G2) recebeu a ordem da oferta dos estímulos de maneira aleatória. Para analisar o tempo de trânsito faríngeo (TTF) da deglutição foi realizado o exame de videofluoroscopia da deglutição. Foram oferecidos quatro estímulos diferentes, os indivíduos do G1 receberam na ordem não aleatória (natural, gelado, azedo e azedo gelado) e os indivíduos do G2 de maneira aleatória. Posteriormente as imagens foram digitalizadas e foi realizada através de software a medição do TTF. Os indivíduos do G1 apresentaram TTF menor com estímulo azedo gelado e com diferença... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The influence of stimuli, taste and temperature, on the swallowing biomechanics has been investigated in the scientific community, in both health individuals and in after neurological disease individuals. However, there are some questions that could be better explained, as well as, the sequence of offered stimuli and if they influence the pharyngeal response in different way. The present study had as general proposes to verify the influence of the sequence of stimuli, sour taste and cold temperature, on deglutition pharyngeal transit time in individuals after stroke. And specific objectives, were correlate the influence of stimuli sequence, on swallowing pharyngeal transit time, with the cortical lesion side and with the oropharyngeal dysphagia degree. Participated this research 60 individuals after isquemic stroke, unilateral, 29 males and 31 females, aged from 41 to 88 years (mean age of 66,2 years), ictus from 0 to 50 days (median of 6 days) and oropharyngeal dysphagia from mild to moderate. These 60 individuals were divided in two groups (G1 and G2) with 30 individuals each (15 individuals with right cortical lesion and 15 left). The Group 1 (G1) received nonrandomized sequences of stimuli and Group 2 (G2) received randomized sequence of stimuli. To analyze the deglutition pharyngeal transit time it was realized the videofluoroscopic deglutition exam. It was offered four different stimuli, the G1 received nonrandomized sequences of stimuli (natural, cold, sour and sour cold) and the G2 randomized sequence. Afterward the images were digitalized and specific software was used to measure the pharyngeal transit time. The G1 individuals presented shorter pharyngeal transit time with sour cold stimulus and with statistical difference than other stimuli. The G2 individuals do not presented statistical difference in pharyngeal transit time among stimuli. There was statistical... (Complete abstract click electronic access below) / Orientador: Maria Aparecida Coelho de Arruda Henry / Coorientador: Arthur Oscar Schelp / Coorientador: Roberta Gonçalves da Silva / Banca: Celia Maria Giacheti / Banca: Jair Cortez Montovani / Banca: Giedre Berretin Felix / Banca: Roberto Oliveira Dantas / Doutor
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Concordância interobservador dos achados do eletroencefalograma em pacientes na fase aguda e subaguda do acidente cerebrovascular isquêmico

Paz Junior, Pierre da Silva 31 October 2016 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, 2016. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2017-02-22T12:27:31Z No. of bitstreams: 1 2016_PierredaSilvaPazJunior.pdf: 2998515 bytes, checksum: 940cfa3fa963e9ab8c04344833856236 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2017-03-21T15:11:18Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_PierredaSilvaPazJunior.pdf: 2998515 bytes, checksum: 940cfa3fa963e9ab8c04344833856236 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-21T15:11:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_PierredaSilvaPazJunior.pdf: 2998515 bytes, checksum: 940cfa3fa963e9ab8c04344833856236 (MD5) / OBJETIVO: Determinar os achados eletroencefalográficos e avaliar a taxa de concordância interobservador de pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico durante a fase aguda atendidos em um hospital terciário do Distrito Federal. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram realizados eletroencefalogramas (EEG) em pacientes com diagnóstico clínico e radiológico de acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) avaliados entre 2014 a 2015 e realizada análise estatística pelo teste kappa para avaliação da taxa de concordância interobservador. RESULTADOS: Foram avaliados 18 pacientes com diagnóstico de AVC de ambos os sexos, com 21 a 77 anos, com média de 50 anos, tendo sido realizada trombólise endovenosa com alteplase em cerca de um terço destes. Todos os apresentaram confirmação radiológica das lesões. O EEG foi laudado como anormal em 78% dos pacientes. A atividade lenta focal (delta ou teta) foi o achado anormal mais frequente, sendo intermitente em cerca de 33% da amostra e contínua em 28% destes. Achados lateralizatórios e atividade epileptiforme foram encontrados em 61% e 11% dos casos, respectivamente. As taxas de concordância interexaminador encontradas foram substanciais em relação à simetria da atividade elétrica cerebral, à presença de atividade lenta anormal, à presença de atividade epileptiforme e à conclusão do EEG (normal versus anormal). A avaliação da organização da atividade de base e da lateralização dos achados anormais pelo EEG apresentaram concordância apenas moderada. CONCLUSÃO: A neuroimagem por tomografia e ressonância magnética de crânio continuam a ser os métodos diagnósticos mais empregados no atendimento do paciente com AVC em fase aguda a subaguda. O EEG pode trazer informações sobre o gravidade e prognóstico clínico, embora apresente um grau de concordância interexaminador moderado a substancial. É necessária a implementação de medidas para melhorar o grau de concordância interexaminador dos exames de EEG, sobretudo através da publicação de terminologia simples, padronizada internacionalmente e do treinamento interativo dos eletroencefalografistas. / OBJECTIVES: To determine the electroencephalographic findings and assess interrater concordance rate of patients with ischemic stroke during the acute phase attending a tertiary hospital in the Federal District. MATERIALS AND METHODS: Electroencephalogram (EEG) were performed in patients with clinical and radiological diagnosis of ischemic stroke (IS) evaluated between 2014-2015 and performed statistical analysis using the kappa test to evaluate the interobserver agreement rate. RESULTS: We evaluated 18 patients with stroke of both genders, 21-77 years, mean 50 years, having been held intravenous thrombolysis with alteplase in about a third of these. All presented radiologic confirmation of the lesions. The EEG was reported as abnormal in 78% of patients. The focal slow activity (delta and theta) was the most common abnormal finding, being intermittent about 33% of the sample and continuous in 28% thereof. Unilateral and epileptiform findings were found in 61% and 11% of cases, respectively. The interrater agreement rates were substantial in relation to the symmetry of brain electrical activity, the presence of abnormally slow activity, the presence of epileptiform activity and the conclusion of the EEG (normal versus abnormal). The evaluation of the organization's basic activity and lateralization of abnormal findings by EEG showed only moderate agreement. CONCLUSION: Neuroimaging by CT and skull MRI remains the diagnostic methods most used in patient care with stroke in acute or subacute phases. The EEG can provide information on the severity and clinical prognosis, but with a level of interrater agreement moderate to substantial. the implementation of measures is needed to improve the degree of interrater agreement of EEG tests, especially through the simple terminology of publication, internationally standardized and interactive training EEG readers.
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Uso de trombolíticos e associações farmacológicas no tratamento do acidente vascular cerebral isquêmico agudo : revisão sistemática e meta-análise em rede

Brito, Gabriela Vilela de 23 February 2017 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2017. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2017-04-17T17:23:46Z No. of bitstreams: 1 2017_GabrielaVileladeBrito_Parcial.pdf: 1896141 bytes, checksum: 2c9378a0e0d01dbc3901b39667f9b227 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2017-04-18T21:19:32Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_GabrielaVileladeBrito_Parcial.pdf: 1896141 bytes, checksum: 2c9378a0e0d01dbc3901b39667f9b227 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-18T21:19:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_GabrielaVileladeBrito_Parcial.pdf: 1896141 bytes, checksum: 2c9378a0e0d01dbc3901b39667f9b227 (MD5) / Introdução: O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi) é uma das principais causas de mortalidade e incapacidade grave no mundo. O tratamento farmacológico aprovado para a condição é a alteplase. Entretanto, diversos trombolíticos e associações desses com outros medicamentos têm sido estudados, muitos comparados com placebo. Assim, foi conduzida uma meta-análise em rede para comparar as opções terapêuticas farmacológicas, desde que incluíssem o uso de trombolíticos para o AVCi. Métodos: Uma revisão sistemática da literatura foi conduzida no MEDLINE, Embase, Scopus, CENTRAL, LILACS, SciELO e Clinical Trials a fim de identificar ensaios clínicos randomizados sobre o tema. Não houve restrição com relação ao período de publicação ou idioma. Foram feitas comparações de múltiplos tratamentos por meio de modelos bayesianos para combinar evidências provenientes de estudos controlados por placebo e de comparações diretas. Os desfechos analisados foram mortalidade, hemorragia intracraniana sintomática e recuperação funcional mensurada pela escala de Rankin modificada (mRS) e Índice de Barthel (BI) como mRS=1 e BI≥95. Resultados: Foram incluídos 21 estudos na meta-análise em rede com os seguintes tratamentos: alteplase, desmoteplase, tenecteplase e associações da alteplase a antiagregantes, imunomoduladores e neuroprotetores. Tanto a alteplase quanto a alteplase associada a neuroprotetor aumentaram o risco de hemorragia intracraniana quando comparadas a placebo (OR: 9,04; ICr95%: 3,44 a 47,23 e OR: 7,43; ICr95%: 1,34 a 53,36; respectivamente), o que reflete que este é o melhor tratamento para o desfecho. Placebo também parece ser a opção mais segura com relação à mortalidade em até 3 meses após o AVC. No que concerne à recuperação funcional, para ambos os desfechos, o tratamento combinado foi a melhor opção. Para mRS≤1, o imunomodulador associado à alteplase parece ser o tratamento mais eficaz (OR: 7,86; ICr95%: 1,81 a 40,70 comparado à desmoteplase; e OR: 6,04; ICr95%: 1,61 a 25,21 comparado à monoterapia com alteplase). Conclusão: Nesse estudo, a alteplase foi uma das piores opções dentre as intervenções comparadas. O tratamento trombolítico associado a outras classes de medicamentos, em regra, parece ser melhor que a monoterapia com alteplase, embora o impacto sobre os desfechos de segurança não tenha sido expressivo. / Introduction: Acute ischemic stroke is one of the main causes of mortality and severe disability worldwide. The primary pharmacological treatment approved for this condition is alteplase. However, other thrombolytics and their associations with other classes of drugs are being studied, many of them compared to placebo. Therefore, we conducted a network meta-analysis to compare pharmacological treatment options that involve thrombolytics for acute ischemic stroke. Methods: A systematic literature review was performed in MEDLINE, Embase, Scopus, CENTRAL, LILACS, SciELO and Clinical Trials to identify randomized controlled trials (RCT) on the subject. There was no restriction regarding the publication period or language. Bayesian Multiple Treatment Comparison (MTC) models were conducted to combine evidence from placebo-controlled and direct comparisons trials. The outcomes evaluated were mortality, symptomatic intracranial hemorrhage and functional recovery measured by a modified Rankin scale (mRS) or Barthel Index (BI) as mRS=1 and BI≥95. Results: Twenty one trials were included in the MTC with the following treatments: alteplase, desmoteplase, tenecteplase and alteplase associated to either antiplatelet, immunomodulator or neuroprotective use. Both alteplase monotherapy and alteplase combined with a neuroprotective agent increased the risk of intracranial hemorrhage compared to placebo (OR: 9,04; ICr95: 3,44 to 47,23 and OR: 7,43; ICr95%: 1,34 to 53,36, respectively), which reflects that placebo is the best treatment for the outcome. Placebo also appeared to be the safest option concerning mortality in up 3 months after a stroke. Regarding functional recovery, for both outcomes, the combined treatment was the best option. For mRS≤1, the immunomodulator associated to alteplase appeared to be the most efficacy treatment (OR: 7,86; ICr95%: 1,81 to 40,70 compared to desmoteplase and OR: 6,04; ICr95%: 1,61 to 25,21 compared to monotherapy with alteplase). Conclusion: In this study, alteplase was one of the worst options among the compared interventions. The thrombolytic treatment associated to other classes of drugs appeared to be better than alteplase monotherapy, although the impact on safety outcomes was lower.

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