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Penetração de cloretos em concretos compostos com cimento Portland branco e escória de alto forno, ativados quimicamente / Chloride ion penetration in concretes with white Portland cement and blast furnace slag, chemically activatedSiqueira, Henrique Carvalho 12 February 2008 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The consumption of white Portland cement (WPC), in structural concretes, has been growing lately. Thus, targeting diffuse its use, and confirm its quality and durability as structural cement, this work has the aimed to investigate the effect of concretes compounds with WPC, slag and chemical activator (Na2SO4), on its behavior against chloride ion penetration. Besides reference mixture (100% WPC), were analyzed blends containing slag replacements of 50% and 70%. A content of activator was 4% of the binder, in which, 50% were slag. The water/binder (w/b) ratios were 0.30, 0.42 and 0.55, and submitted at ages of cure 3, 7, 28 and
91 days. For analysis of chloride penetration, were evaluated the penetration coefficient (by the immersion test, in chloride solution) and the total charge passed (according ASTM
C1202/05). Essays of Compressive strength, mercury intrusion porosimetry and composition of pore solution, also been made. Results showed that replacements of WPC by slag provide
excellent performance in chloride penetration tests, in all ages tested, manly, in higher w/b ratios. In spite of, the compressive strength of slag concretes not have been greater than reference mixture, this type of concrete attained good results, excepted for essay with three days. Chemical activator efficiency, to accelerate the improvement of slag concrete properties, at initial ages, were verified. Its efficacy was greater as higher w/b ratio and visible until cure of 28 days. The slag addition was beneficial also for de cost, present best results in uniformity of compressive strength and penetration coefficient. Correlations between immersion test and ASTM s essay, analyzed together other tests, show that results of test described by ASTM C1202/05 aren t trustful for practical in concretes with slag additions. / O consumo do cimento Portland branco (CPB), para uso em concretos estruturais, vem aumentando consideravelmente nos últimos anos. Em vista disso, buscando difundir cada vez
mais o seu uso e comprovar sua qualidade e durabilidade como cimento estrutural, este trabalho tem por objetivo investigar o comportamento, frente à ação dos íons cloreto, de concretos compostos por CPB e escória de alto forno, com e sem o uso de ativador químico (Na2SO4). Foram analisadas, além da mistura de referência (100% CPB), misturas contendo
substituições parciais de CPB por teores de 50% e 70% de escória. A utilização do ativador foi realizada num teor de 4% do total de aglomerante, e este, com teor de 50% de escória.
Cada mistura foi composta por relações água/aglomerante (a/ag) de 0,30; 0,42 e 0,55; e submetidas à prazos de cura de 3, 7, 28 e 91 dias. Para analisar a penetração de íons cloretos, foram avaliados os coeficientes de penetração (pelo ensaio de imersão em solução salina), e as cargas passantes (segundo a ASTM C1202/05). Além destes, foram realizados os ensaios de resistência à compressão axial, porosimetria por intrusão de mercúrio e composição da solução dos poros. Os resultados indicaram que a utilização parcial da escória proporciona desempenhos excelentes quanto à penetração dos íons cloretos em todos os prazos de cura estudados e, principalmente, nas misturas de maiores relações a/ag. Quanto a resistência à compressão, apesar de não propiciar resistências equivalentes aos concretos de referência, as
misturas com escória apresentaram, exceto aos três dias, bons resultados. Foi comprovada a eficiência do ativador químico para a finalidade de acelerar o aprimoramento das resistências à compressão e penetração de cloretos, nas idades iniciais. Sua utilização mostrou ser mais eficiente, nas misturas com maiores relações a/ag e até prazos de cura de 28 dias. Em relação ao custo, a escória foi altamente benéfica, apresentando os melhores resultados em igualdade
de resistência e coeficiente de penetração de cloretos. As correlações entre os ensaios de cloretos, acelerado e de imersão, analisados em conjunto com os demais ensaios realizados, permitem afirmar que os resultados do ensaio descrito pela ASTM C1202/05 não são confiáveis para concretos com adição de escória.
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DESEMPENHO DO CIMENTO PORTLAND BRANCO COM ESCÓRIA DE ALTO-FORNO E ATIVADOR QUÍMICO FRENTE AO ATAQUE POR SULFATO DE SÓDIO / PERFORMANCE OF A WHITE PORTLAND CEMENT WITH SLAG AND CHEMICAL ACTIVATOR AGAINST SODIUM SULFATE ATTACKVeiga, Karina Kozoroski 31 August 2011 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Sulfate ions found in seawater, groundwater and wastewater are aggressive agents that can
result in severe concrete degradation. They react with cement hydration products and
depending on the associated cations present (magnesium, calcium, potassium, sodium,
ammonium), their concentrations and the conditions of the environment, this can result in the
formation of ettringite, gypsum or thaumasite, decalcification of C-S-H, processes which may
cause expansion, cracking and loss of mass and strength.When high sulfate resistance is
required, national and international standards prescribe the use of cement with high
concentrations of granulated blast furnace slag (GBFS). By substituting GBFS for cement,
lower amounts of clinker are required. In addition, the pozzolanic activity of GBFS takes up
the CH released by the hydration of silicates (C3S e C2S), which then is not available to react
with sulfate ions to form gypsum, resulting in a more dense paste with lower penetrability.
GBFS is one of the few mineral admixtures that can be added to white Portland cement
(WPC), a material with widespread usage in civil construction, particularly in cases where
concrete is used as a finished surface for architectural impact. The substitution of GBFS for
WPC offers technical and environmental gains as well as economic advantages due to the
higher cost of WPC. This study investigated the sulfate resistance of WPC with 0%, 50% and
70% GBFS as a substitution for cement. A mix with 50% GBFS that was chemically activated
with Na2SO4 (4% b/w of binder) was also studied. The performance of the blended cements
was monitored by exposing the prepared mortar specimens to a solution of Na2SO4 (5%) for 2
years according to ASTM C1012/04 and using TG/DTA, DRX and SEM/EDX analyses of the
paste samples. For comparison, the same blends prepared with high early strength Portland
cement (PC) were also used. The results showed the benefits of the use of GBFS in both types
of cement, with higher concentrations of slag resulting in improved sulfate resistance. The use
of chemical activation reduced expansion when compared with mixtures without activation.
For long-term exposure, all WPC blends showed lower expansion than the corresponding
blends with PC. Microstructural analysis identified ettringite and gypsum as the main
degradation products of the sulfate attack. / Os íons sulfato, encontrados na água do mar, em águas subterrâneas e em águas residuárias
são agentes agressivos que podem levar a uma severa degradação do concreto. Ao reagirem
com os produtos de hidratação do cimento, dependendo do tipo de cátion a que estão
associados (magnésio, cálcio, potássio, sódio, amônio, etc.), da concentração e das condições
do meio, podem levar à formação de etringita secundária, sulfato de cálcio, taumasita,
descalcificação do C-S-H, podendo ocorrer expansão, fissuração, perda de massa e de
resistência. Quando se faz necessário assegurar uma elevada resistência ao sulfato, a
normalização nacional e internacional, dentre outras recomendações, especifica o uso de
cimento com elevados teores de escória de alto-forno. Além da redução da quantidade de
clínquer ocasionada pela substituição do cimento por escória, a atividade pozolânica da
mesma consome o CH liberado pela hidratação dos silicatos (C3S e C2S), que não fica
disponível para reagir com os sulfatos e formar sulfato de cálcio, e promove a densificação da
matriz, reduzindo a penetrabilidade do meio. A escória é também uma das poucas adições que
podem ser incorporadas no cimento Portand branco (CPB), que vem se tornando uma nova
tendência dentro do contexto da construção civil, quando se opta por concreto aparente em
obras com forte apelo arquitetônico. Além das vantagens técnicas e ambientais, a substituição
do cimento branco por escória possibilita a redução do custo bastante elevado do CPB. Neste
estudo, investigou-se a resistência ao sulfato de sódio do CPB com teores de substituição de
escória de alto-forno de 0%, 50% e 70%. Também foi investigada uma mistura com 50% de
escória ativada quimicamente por Na2SO4 (em teor de 4% em massa do material
aglomerante). O desempenho dos cimentos foi avaliado pela exposição de argamassas em
solução de 5% de Na2SO4 por dois anos, de acordo com a ASTM C1012/04 e através de
análise de DRX, TG/DTA e MEV/EDS em pastas. Para comparação foram investigadas as
mesmas misturas compostas com cimento Portland de alta resistência inicial, CPV-ARI. Os
resultados mostraram os benefícios do uso da escória em ambos os cimentos, sendo que o
acréscimo do seu teor aumentou a resistência ao ataque por sulfatos. A ativação química
reduziu a expansão comparativamente às misturas sem ativador. A longo prazo, todas as
misturas com o CPB apresentaram menor expansão do que aquelas com CPV-ARI. A análise
da microestrutura identificou a etringita e o sulfato de cálcio como os principais produtos de
degradação por sulfato de sódio.
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