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Banco de sementes, chuva de sementes e o uso de técnicas de nucleação na restauração ecológica de uma clareira dominada por Melinis minutiflora P. Beauv

Soares, Sílvia Maria Pereira 28 April 2009 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2017-03-30T14:05:23Z No. of bitstreams: 1 silviamariapereirasoares.pdf: 3253476 bytes, checksum: 0c53f505fc28dddea01541702a63051e (MD5) / Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2017-04-03T18:50:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 silviamariapereirasoares.pdf: 3253476 bytes, checksum: 0c53f505fc28dddea01541702a63051e (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-03T18:50:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 silviamariapereirasoares.pdf: 3253476 bytes, checksum: 0c53f505fc28dddea01541702a63051e (MD5) Previous issue date: 2009-04-28 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Melinis minutiflora (Poaceae) é uma espécie de origem africana que tem causado grandes problemas em ambientes naturais no Brasil. Ela é uma espécie exótica invasora muito agressiva e de difícil controle. Em Juiz de Fora, MG, ela domina uma área de clareira antrópica no interior da Reserva Biológica Municipal Santa Cândida. Este trabalho teve como objetivos avaliar o potencial de regeneração dessa clareira, através da caracterização do banco de sementes e da chuva de sementes e avaliar o potencial de diferentes métodos de restauração ecológica baseados na nucleação. O banco de sementes foi quantificado em 12 amostras sob árvores (SP) e 12 em locais abertos, sob capim (SC), com dimensões de 25x25x3cm. A quantificação das sementes foi feita através da germinação, acompanhada por 4 meses em casa de vegetação. No interior da clareira foram capinados 10 transectos de 2,5x15m, onde foram instaladas 10 parcelas com os seguintes tratamentos: controle (sem capina), capina (regeneração autóctone), capina e transposição de solo (regeneração alóctone), monitoramento da chuva de sementes (coletores de 1m²) e plantio de mudas, todos monitorados durante 12 meses. As amostras para a transposição do solo foram coletadas sob a vegetação do entorno da clareira, em 10 parcelas de 1,0x0,5x0,1m aleatoriamente alocadas, essas foram espalhadas em 10 parcelas de 1,0x1,0m. Foram plantadas mudas de Schinus therebinthifolius, Trema micrantha e Virola bicuhyba em 3 diferentes tratamentos, com 5 repetições, compondo parcelas com apenas uma muda (P1); parcelas com 3 mudas da mesma espécie (P2) e parcelas com 3 mudas, sendo uma de cada espécie (P3). O banco de sementes apresentou uma densidade média de 12.646,67 ± 9.428,06 sementes/m2, sendo que 93% eram da família Poaceae. Não houve diferença significativa na densidade do banco de sementes entre amostras oriundas de SP e SC. SP apresentou menor diversidade (H’ = 0,22) que SC (H’ = 0,39). Em ambas as condições houve o predomínio de espécies herbáceas. Na chuva de sementes foram amostrados 140.701 diásporos com predominância de espécies anemocóricas e herbáceas, sendo que 93% dos diásporos pertencem a M. minutiflora. Na regeneração autóctone foi amostrada, no último mês de monitoramento, uma densidade de 57,2 ± 52,4 plantas/m², foram identificadas 39 espécies, com a predominância de herbáceas, sendo que as mais abundantes, depois de M. minutiflora, foram Borreria alata, Sida glaziovii e Crotalaria pterocaula. Na transposição do solo, a densidade média amostrada no último mês de monitoramento foi de 46,7 ± 41,8 plantas/m², sendo reconhecidas 66 espécies, com a predominância de herbáceas, e poucos representantes de espécies arbóreas como Apuleia leiocarpa, Cecropia sp, Croton urucurana, e Trema micrantha. Mudas de S. therebinthifolius e T. micrantha apresentaram um bom crescimento em altura e diâmetro, que não diferiram estatisticamente entre P1, P2 e P3. A taxa de mortalidade foi nula para S. therebinthifolius, de 20% para T. micrantha, em especial no tratamento P2, e de 88% para V. bicuhyba. Todos os tratamentos, com exceção do plantio de mudas, apresentaram a dominância de espécies herbáceas e a forte presença de M. minutiflora, mostrando que o manejo do capim-gordura é necessário para acelerar a regeneração na clareira. / Melinis minutiflora (Poaceae) is an African species that has been a big problem in natural environments in Brazil. It is an invader exotic species that is very aggressive and its control is difficult. In Juiz de Fora, MG, it dominates an anthropic gap area in the Biological Reserve Santa Cândida. The objectives of this work were to evaluate the natural regeneration by characterization of the seed bank and seed rain of this gap and evaluate the potential of different restoration ecology methods based on nucleation. The seed bank was quantified in 12 samples under trees (SP) and 12 ones in opened places, under grass (SC), with dimensions of 25x25x3cm. The seeds quantification was made through germination, monitored during 4 months in green house. Inside of the gap were weeded 10 transects of 2,5x15m, where were installed 10 parcels with the following treatments: control (without weeding), weeding (autochthonous regeneration), seed rain monitoring (traps of 1m²) and the planting, all monitored during 12 months. The soil transposition samples were collected under around vegetation of the gap in 10 parcels of 1,0x0,5x0,1m allocated randomly, these were spread in 10 parcels of 1,0x1,0m. Schinus therebinthifolius, Trema micrantha and Virola bicuhyba plants were planted in 3 different treatments with 5 repetitions compounding parcels with only one plant (P1); parcels with 3 plants of the same species (P2) and parcels with 3 plants with one of each species (P3). The seed bank showed a density of 12.646,67 ± 9.428,06 seeds/m2 that 93% of the plants were of Poaceae family. There was not significant difference in seed bank density of SP and SC samples. SP presented less diversity (H’ = 0,22) than SC (H’ = 0,39). In both conditions there was herbaceous species predominance. In the seed rain were sampled 140.701 seeds with anemochorous and herbaceous predominance, being that 93% of the seeds belong to M. minutiflora. In the autochthonous regeneration was sampled, in the last monitored month, a density of 57,2 ± 52,4 plants/m², were identified 39 species with herbaceous predominance, being that the most abundant, after M. minutiflora, were Borreria alata, Sida glaziovii and Crotalaria pterocaula. In the soil transposition, the last monitored month density was 46,7 ± 41,8 plants/m², being recognized 66 species with herbaceous predominance and a few representative tree species like Apuleia leiocarpa, Cecropia sp, Croton urucurana, and Trema micrantha. S. therebinthifolius and T. micrantha plants showed a good height and diameter growth that had not a statistical difference between P1, P2 and P3. The mortality rate was null to S. therebinthifolius, of 20% to T. micrantha, especially in the P2 treatment, and of 88% to V. bicuhyba. All treatments, except planting, presented the herbaceous species domain and the strong presence of M. minutiflora, showing that the molasses grass management is necessary to accelerate the gap regeneration.
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Influência de borda sobre vegetação e microclima no cerrado paulista

Dodonov, Pavel 04 February 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2016-06-02T19:31:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 3492.pdf: 2323425 bytes, checksum: c5d62a190e73b4125711e80147b1bbfb (MD5) Previous issue date: 2011-02-04 / Universidade Federal de Minas Gerais / There is much variation in patterns of edge influence (EI) within a region due to factors such as vegetation structure, adjacent land use, orientation and edge contrast, and assessment of this variation is important for conservational planning. We studied EI on aspects of microclimate and vegetation in seven cerrado fragments in South-Eastern Brazil, sampling both savanna and forest vegetation. We located transects perpendicular to 14 cerrado edges adjacent to pastures, highways, sugarcane, silviculture, urban area, and forest roads. When significant, distance of EI varied from 15 to 80 m for temperature, 2 to 50 m for air moisture, 2 to 20 m for maximum vegetation height, 2 m for wind speed, 0 to 100 m for canopy cover, 0 to 20 m for exotic grass biomass, and 0 to 10 m for native grass biomass. The largest EI was observed in areas adjacent to pastures, but factors such as orientation, vegetations structure and land use were not sufficient to explain the observed variability. For conservation purposes, we recommend that buffers should be created between cerrado and the adjacent land use, especially in fragments adjacent to pastures and higways, in order to reduce EI. / Existe ampla variação nos padrões de influência de borda (IB) dentro de uma região, devido a fatores como estrutura da vegetação, uso da terra adjacente, orientação e contraste da borda. Entender esta variação é importante para o planejamento direcionado à conservação. Nós estudamos IB sobre aspectos de microclima e vegetação em sete fragmentos de cerrado no Sudeste do Brasil, amostrando áreas tanto de savana quanto de floresta. Nós delimitamos transectos perpendiculares a 14 bordas de cerrado adjacentes a pastagens, estradas, cana-de-açucar, silvicultura, área urbana e aceiros. Quando significativa, a distância de influência de borda variou de 15 a 80 m para temperatura, 2 a 50 m para umidade do ar, 2 m para velocidade do vento, 2 a 20 m para altura máxima de vegetação, 0 a 100 m para cobertura de dossel, 0 a 20 m para biomassa de gramíneas exóticas e 0 a 10 m para biomassa de gramíneas nativas. A maior IB foi observada em áreas adjacentes a pastages, mas fatores como orientação, estrutura da vegetação e uso da terra não foram suficientes para explicar a variabilidade observada. Para propósitos de conservação visando reduzir a IB, nós recomendamos a criação de zonas de amortecimento entre o cerrado e áreas adjacentes com outros usos da terra, especialmente em fragmentos adjacentes a pastagens e estradas.

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