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A resignação como processo libertador da vontade na filosofia de Arthur Schopenhauer

Petrich, Lademir Renato 07 March 2008 (has links)
Submitted by isabela.moljf@hotmail.com (isabela.moljf@hotmail.com) on 2017-02-14T14:33:50Z No. of bitstreams: 1 lademirrenatopetrich.pdf: 656586 bytes, checksum: e0b366e2a8fcab968346707f26e21baf (MD5) / Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2017-02-15T13:54:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1 lademirrenatopetrich.pdf: 656586 bytes, checksum: e0b366e2a8fcab968346707f26e21baf (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-15T13:54:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 lademirrenatopetrich.pdf: 656586 bytes, checksum: e0b366e2a8fcab968346707f26e21baf (MD5) Previous issue date: 2008-03-07 / O filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788 – 1860) é conhecido por seu acentuado pessimismo. O mundo não é o melhor dos mundos possíveis e a sua não existência é preferível a sua existência. O mundo carrega em sua existência um caráter de culpabilidade. O pessimismo schopenhaueriano não é decorrente da somatória de eventos tristes e dolorosos ou da verificação da ausência de eventos felizes. Ele está alicerçado sobre a sua metafísica. Schopenhauer identifica a essência íntima do mundo – a Vontade – como a raiz de toda dor e sofrimento. A Vontade é a fonte de dores porque ela é querer. O querer da Vontade está lançado ao infinito. Schopenhauer propõe a fuga destes sofrimentos através da libertação proporcionada pelo conhecimento melhor. É esse excedente de conhecimento que capacita o reconhecimento de que toda a natureza partilha da mesma essência. É esse conhecimento que origina a compaixão pela mesma essência sofredora e que capacita a liberdade. O ser humano não mais quer. Ele deliberadamente – partilhando com a Vontade do atributo da liberdade – nega em si mesmo aquilo que a Vontade quer. Ele se resigna. Nesta resignação, ele busca o ascetismo da castidade, da pobreza voluntária e de condições mínimas de existência. É mediante a resignação que ele alcança a bemaventurada paz do nada. / The German philosopher Arthur Schopenhauer (1788 - 1860) is known by his accentuated pessimism. The world is not the best of the possible worlds and his no existence is preferable his existence. The world carries in it existence a guilt character. Schopenhauer's pessimism is not due to the sum of sad and painful events or of the verification of the absence of happy events. It is found on his metaphysics. Schopenhauer identifies the intimate essence of the world – the Will – as a root of every pain and suffering. The Will is the source of pains because it is to want. The want of the Will is thrown to the infinite. Schopenhauer proposes the escape of these sufferings through the suitable liberation by the better knowledge. It is this surplus of knowledge that qualifies the recognition that the whole nature shares of the same essence. It is this knowledge that originates the compassion for the same suffered essence and that qualifies the freedom. The human being no more wants. He deliberately - sharing with the Will of the attribute of freedom - denies in himself that the Will wants. He is resigned. In this resignation, he looks for the asceticism of chastity, the voluntary poverty and of minimum conditions of existence. It is by the resignation that he reaches the blessed peace of anything.

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