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Ferramentas tecnológicas de interação em tablets no atendimento fonoaudiológico de crianças com desvios fonológicos / Interactional technology tools in tablets Phonological intervention in children with speech disorders

Mattos, Lygia Rondon de 06 July 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-27T18:12:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Lygia Rondon de Mattos .pdf: 676021 bytes, checksum: 3eeffacdea650231d0c2b145fa50776c (MD5) Previous issue date: 2015-07-06 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / INTRODUCTION: Speech disorder (SD) is characterized by inadequacies in sound production and by the use of phonological rules of a language. In children, the SD is the most common disorder among language disorders. Further more, the use of technological communication tools (computer, tablet, smartphone) is increasing on children s population. In this context, the theme of this research is the use of these technologies in speech therapy interventions in children with SD. OBJECTIVE: To describe the use of interactional technology tools with tablets in speech therapy of children with speech disorders. METHOD: This is a descriptive study with four children of both genders, aged 5.3 to 5.11 years old with SD. Individual assessment was carried out through the ABFW test (ANDRADE et al., 2004) in order to select subjects to the study. Selected participants went to speech therapy weekly for 30 minutes in an adequate space to do so. The tablet was used as an auxiliary device in the sessions and was available for the child to solicit (or not) its use. Subjects were reassessed using the same instrument and the teacher and coordinator who were responsible for the subjects were interviewed to investigate the progress of subjects. Data were analyzed quantitatively and qualitatively from categories defined later. RESULTS: The tablet was used in 92.68% of the sessions, and during 64.55% of the total time. Therapist / patient interaction games (43.57%) were the most used, followed by individual games (33.12%) and games with camera (23.29%). It was observed that the tablet worked as a motivating tool for the therapeutic process, although in different degrees and it was not overriding to the progress of the subjects. CONCLUSION: In subjects of this study the use of interactional technology tools improved the therapeutic process, in that, it intensified the dialogic activity between patient and therapist and was configured as an effective playful resource for patient adherence to the treatment / INTRODUÇÃO: Desvio Fonológico (DF) é caracterizado por inadequações na produção dos sons e no uso das regras fonológicas da língua. Em crianças o DF é a alteração mais comum dentre as alterações de linguagem. Cada vez mais, proliferam-se ferramentas tecnológicas de comunicação (computador, tablet, smartphone). Nesse contexto, o tema desta pesquisa é a utilização dessas tecnologias nas intervenções fonoaudiológicas com crianças DF. OBJETIVO: Descrever a utilização de ferramentas tecnológicas de interação em tablets no atendimento fonoaudiológico de crianças com desvios fonológicos. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa descritiva com quatro crianças de ambos os sexos, na faixa etária de 5,3 a 5,11 anos, com DF. Foi realizada avaliação individual dos sujeitos selecionados por meio do teste de fonologia do ABFW (ANDRADE et al., 2004). Os individuais foram atendidos semanalmente, com duração de 30 minutos em espaço físico adequado para tal. O tablet, foi utilizado como dispositivo auxiliar do processo terapêutico, ficando disponível para que a criança solicitasse (ou não) sua utilização. Os sujeitos foram reavaliados utilizando o mesmo instrumento e foram coletados depoimentos livres (da professora e da coordenadora) sobre a evolução dos casos. Os dados foram analisados quantitativa e qualitativamente a partir de categorias definidas a posteriori. RESULTADOS: O tablet foi usado em 92,68% das sessões, e em média por 64,55% do tempo total das sessões. Prevaleceram os jogos de interação terapeuta/paciente (43,57%), seguidos por aplicativos de jogos individuais (33,12%) e câmera em (23,29%). Analisando o conjunto dos casos estudados, verificou-se a seguinte tendência: o tablet funcionou como recurso motivador para o processo terapêutico, embora em diferentes graus e de maneira não decisiva para evolução dos casos. CONCLUSÃO: Nos sujeitos aqui estudados a utilização de ferramentas tecnológicas de interação favoreceu os processos terapêuticos, na medida em que intensificou a atividade dialógica entre paciente e terapeuta e configurou-se como recurso lúdico efetivo para a adesão dos pacientes ao tratamento
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Eu não sei falar direito, então eu erro a palavra: problematizando os desvios fonológicos no processo de alfabetização escolar

Staudt, Letícia Bello 22 April 2015 (has links)
Submitted by Maicon Juliano Schmidt (maicons) on 2015-07-17T12:23:06Z No. of bitstreams: 1 Letícia Bello Staudt.pdf: 2668691 bytes, checksum: c288a68734098720415d12026bffdf6c (MD5) / Made available in DSpace on 2015-07-17T12:23:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Letícia Bello Staudt.pdf: 2668691 bytes, checksum: c288a68734098720415d12026bffdf6c (MD5) Previous issue date: 2015-04-22 / UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos / A presente pesquisa traz reflexões acerca da incidência de desvios fonológicos na fala de crianças em processo de alfabetização e sua relação com a aquisição da escrita, mostrando a importância do estímulo à consciência fonológica para a superação das dificuldades fonológicas enfrentadas. O estudo foi desenvolvido em duas escolas públicas da região metropolitana de Porto Alegre. Foram acompanhados doze informantes, divididos em dois grupos: de acompanhamento e de intervenção. O grupo de acompanhamento, composto por quatro informantes com idades entre 8 e 11 anos, foi acompanhado durante um ano, porém, sem receber qualquer tipo de intervenção. O Grupo de intervenção, por sua vez, era composto por oito crianças, entre 6 e 8 anos. Para este grupo, foi desenvolvido um jogo de dados, intitulado Fonodado, que promovia o uso de fonemas e estruturas silábicas ausentes no inventário fonético das crianças, através de atividades que estimulavam a consciência fonológica e a escrita. As crianças participaram da atividade semanalmente, com sessões individuais de trinta minutos, por um período aproximado de dois meses Como resultado, observou-se na pós-testagem do grupo de intervenção efeitos positivos com relação ao desenvolvimento do nível de consciência fonológica testada pelo CONFIAS (MOOJEN et al., 2003), além da superação de todos ou parte dos desvios fonológicos observados na fala dos informantes.Da mesma forma, as crianças do grupo de intervenção demonstraram desenvolvimento da escrita, superando dificuldades de cunho fonológico na grafia de palavras. Em contrapartida, os indivíduos pertencentes ao grupo de acompanhamento mantiveram, em sua maioria, os desvios fonológicos observados no início do estudo, além de dificuldades na modalidade escrita da língua.A pesquisa procurou, ainda, refletir sobre o uso do termo desvio fonológico, trazendo considerações sobre as implicações do uso desse termo na identificação de crianças que apresentam tais características de fala, considerando-se aspectos relacionados à inclusão desses alunos no ambiente escolar. Dessa forma, propõem-se uma mudança no olhar frente ao desvio fonológico e sua implicação no desenvolvimento da criança, que depende, além de outros fatores, da atenção dispensada pelo educador às manifestações linguísticas de seus alunos e de uma diversificação na prática pedagógica, em busca de alternativas para a aprendizagem de todos. / This research presents reflections about the incidence of phonological disorders in children’s speech in the literacy process, and its relation to the acquisition of writing, showing the importance of the phonological awareness stimulation for overcoming the phonological difficulties. The study was developed in two public schools in the metropolitan area of Porto Alegre. It was followed twelve informants, divided into two groups: monitoring and intervention. The monitoring group, consisting on four respondents, aged between 8 and 11 years old, were followed for one year, but not receiving any kind of intervention. The intervention group, however, was made up of eight children, between 6 and 8 years old. For this group, it was developed a dice game, entitled Fonodado, which promoted the use of phonemes and missing syllabic structure in the children’s phonetic inventory through activities that encouraged phonological awareness and writing. Children participated in the activity weekly in individual sessions that lasted thirty minutes for about two months. As a result, it was observed positive effects in the post-testing of the intervention group regarding the development of phonological awareness level tested by CONFIAS, beyond overcoming all or part of the phonological disorders observed in the informants’ speech. Similarly, children in the intervention group showed development of writing, overcoming difficulties caused by phonological nature in the spelling of words. In contrast, individuals in the monitoring group remained almost all the phonological disorders observed at baseline, as well as difficulties in the written form of the language. The research also aimed to reflect on the use of the phonological disorder term, bringing considerations about the implications of using this term in the identification of children with such speech characteristics, considering aspects related to the inclusion of these students in the school environment. Thus, it proposes a change in the way the speech disorder is understood and in its implication toward the child’s development, which depends, among other factors, on the attention given by the educator to the students’ linguistic manifestations and on diversifying the teaching practice, searching for alternatives to the learning of all.

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