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Perfurações traumáticas do esôfago : fatores preditivos de morbidade e mortalidade / Traumatic esophageal perforations : predictive factors of morbidity and mortality

Mantovani, Mario Eduardo de Faria, 1979- 24 August 2018 (has links)
Orientadores: Nelson Adami Andreollo, Gustavo Pereira Fraga / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-08-24T11:46:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Mantovani_MarioEduardodeFaria_M.pdf: 2190658 bytes, checksum: 28ff02547b7c53885ee4d4bbd2ae71fa (MD5) Previous issue date: 2014 / Resumo: Lesões traumáticas do esôfago têm ocorrência rara, seu diagnóstico é difícil, e estão associadas a significativos níveis de morbidade e mortalidade. O objetivo deste estudo foi analisar epidemiologicamente essas lesões, os métodos diagnósticos, e identificar fatores preditivos relacionados a maior morbidade e mortalidade nos pacientes acometidos por este tipo de lesão. Foi realizado estudo retrospectivo, entre 1994 e 2012, com 25 pacientes operados por perfuração esofágica traumática nesse período. Mecanismo de trauma, parâmetros fisiológicos, localização, grau da lesão esofágica, presença de lesões associadas e índices de trauma foram analisados. O sexo masculino foi o mais acometido (88%), com faixa etária entre 15 e 65 anos (média de 29,2 anos), tendo FPAF como principal etiologia (68%) e acometendo principalmente o esôfago cervical (68%). Em 17 pacientes, a confirmação diagnóstica ocorreu por meio de exames subsidiários, sendo que os mais realizados foram Endoscopia Digestiva Alta e Tomografia Computadorizada. Nos demais 8 casos o diagnóstico foi intra-operatório. O intervalo de tempo entre o trauma e a cirurgia foi inferior a 6 horas em 40% dos traumas penetrantes e inferior a 24 horas em 80% dos casos, independente do mecanismo. A sutura acompanhada da drenagem foi o tratamento cirúrgico mais frequente (92% dos casos). A morbidade global foi 72%, sendo a pneumonia a complicação mais prevalente, e 48% decorrentes de complicações relacionadas diretamente à lesão esofágica, sendo a infecção de ferida operatória e a fístula as mais comuns. A mortalidade foi 16%, e ocorreu por choque hipovolêmico (2 casos) ou por sepse (2 casos). Valores de ISS maiores que 25 e grau da lesão OIS > 3 foram preditores para a ocorrência de fístula (24% dos casos). Não foi observado nenhum fator que isolado concorreu para o aparecimento de complicações em geral. Pacientes com idade superior a 54 anos, PAS na admissão inferior a 90 mmHg e TRISS menor que 0,5, foram identificados com maior mortalidade. Conclui-se que os fatores descritos estão associados a maior ocorrência de fístula e mortalidade, porém, por se tratar de casuística retrospectiva e pequena, novos estudos serão necessários para validação dessas informações / Abstract: Injuries to the esophagus are rare, with difficult diagnosis, and are commonly associated with significant morbidity and mortality. The aim of this study was to analyze the epidemiology of these lesions, diagnostic methods, trying to identify predictive factors related to increased morbidity and mortality in this specific population. A retrospective study of 25 patients submitted to surgery with traumatic penetrating esophageal injuries from 1994 to 2012 was performed. Mechanism of injury, physiologic measures, injury location, esophageal injury grade, presence of associated injuries and trauma scores were evaluated. Male patients were the most affected accounting for 88% of the cases, with ages between 15 and 65 years (mean 29.2 years). Gunshot injuries were the main etiology (68%) and happened more often in the cervical topography of the esophagus (68%). In 17 patients ancillary tests were performed to confirm the diagnosis, among these, the most performed tests were Upper Digestive Endoscopy and CT scan. In 8 cases, esophageal injuries were diagnosed intraoperatively. The length of time between trauma and surgery was less than 6 hours in 40% of the penetrating injuries and less than 24 hours in 80% overall, despite the mechanism of injury. The suture followed by drainage was the most frequent surgical method performed (92% of cases). The overall morbidity was 72%, with pneumonia as the most prevalent. 48% of the complications were directly related to the esophageal injury, and operative wound infection and fistula were the most common. Mortality was 16% and occurred in patients with hypovolemic shock (2 cases) or sepsis (2 cases). ISS values greater than 25 and the injury AAST-OIS grade > 3 were predictors for the occurrence of fistula (24% of cases). No other isolated factors were observed to contribute to the surge of general complications. Patients over 54 years old, SBP lower than 90 mmHg and TRISS lower than 0.5 on admission were identified with higher mortality. In conclusion, the factors described herein are associated with higher incidence of fistula and mortality, but due to a small and retrospective case series, further studies are required to validate this information / Mestrado / Fisiopatologia Cirúrgica / Mestre em Ciências
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Probabilidade de sobrevida: comparação dos resultados do trauma and injury severity score (TRISS) com sua nova versão (NTRISS) / Survival probability: comparison of the results of trauma and injury severity score (TRISS) and its new version (NTRISS)

Domingues, Cristiane de Alencar 30 April 2008 (has links)
Trauma and Injury Severity Score (TRISS) é um índice que permite calcular probabilidade de sobrevida de pacientes traumatizados. Para seu cálculo são necessárias as informações: idade; tipo de trauma - penetrante ou contuso; valor do Revised Trauma Score (RTS); e pontuação do Injury Severity Score (ISS). Em 1997 foi realizada uma revisão do ISS com o intuito de melhorar sua acurácia na determinação da gravidade do trauma. Essa revisão resultou em mudança no cálculo desse índice e, consequentemente, em uma nova versão, o New Injury Severity Score (NISS). Resultados de estudos têm indicado que o NISS se iguala ou supera o ISS na previsão de mortalidade. Procurou-se neste estudo verificar se a substituição do ISS pelo NISS, na fórmula original do TRISS, melhora sua estimação de sobrevida. Trata-se de pesquisa retrospectiva realizada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A população foi constituída por 533 pacientes traumatizados atendidos e internados no Pronto-Socorro deste hospital pelo período de um ano. Foi realizada análise descritiva das características das vítimas e calculadas as medidas de posição para as variáveis contínuas. Para verificar qual o melhor indicador (TRISS ou NTRISS) para probabilidade de sobrevida e o melhor ponto de corte, foi utilizada a curva ROC. Os resultados foram confrontados com as mortes e sobrevidas observadas com o intuito de se identificar a fórmula mais acurada para cálculo da probabilidade de sobrevida. Fizeram parte do estudo pacientes traumatizados entre 18 e 95 anos, sendo a maioria jovens (61,9%), do sexo masculino (80,5%). Os acidentes de transporte foram as causas externas mais frequentes (61,9%), e, consequentemente, houve predomínio de trauma contuso (87,1%). Do total de pacientes, 82,9% foram atendidos por unidades sistematizadas de atendimento pré-hospitalar. A região mais freqüentemente traumatizada foi a superfície externa (63,0%), seguida por cabeça e pescoço (55,5%). Os pacientes estiveram internados por uma média de 11,0 dias (+ 18,0). Dos 533 pacientes, 42,2% necessitaram de internação em Unidade de Terapia Intensiva. A taxa de sobrevida foi de 76,9%. A maioria dos indivíduos (54,5%) apresentou valor de RTS de 7 a 7,84. O escore do ISS e do NISS variou de 0 a 75, com predomínio do escore de 9 a 15 (40,0%) para o ISS e de 16 a 24 (25,5%) para o NISS. O valor do TRISS e do NTRISS variou de 0 a 100,0%; probabilidade de sobrevida maior ou igual a 75,0% foi apresentada por 83,4% dos pacientes segundo o TRISS e por 78,4% dos pacientes de acordo com o NTRISS. O TRISS superestimou a probabilidade de sobrevida dos pacientes traumatizados. Houve diferença estatisticamente significativa entre a previsão de sobrevida dada pelo TRISS e NTRISS, e o NTRISS foi mais assertivo que o TRISS para prever sobrevida dos pacientes atendidos neste centro de trauma / The Trauma and Injury Severity Score (TRISS) is an index that permits the calculation of survival probability in trauma victims. The following information is necessary to perform this calculation: age, trauma type -penetrating or contusion; value from the Revised Trauma Score (RTS); and the scores from the Injury Severity Score (ISS). In 1997, a revision was done to the ISS to improve its accuracy for determining the severity of traumas, thus resulting in a new version called the New Injury Severity Score (NISS). Studies have shown that this NISS is equal to or greater than the ISS in the prediction of mortality. The objective of this study was to verify if substituting the ISS with the NISS, in the original TRISS form, improved the survival rate estimate. This retrospective study included 533 trauma victims who were attended and interned in the emergency room during a period of 1 year, in \"Hospital das Clínicas\" of the Medical School of the University of Sao Paulo. A descriptive analysis of the characteristics of the victims was performed and the position measurements for the continuous variables were calculated. An ROC curve was used to verify which would be the best indicator (TRISS or NTRISS) for calculating the survival probability. The results were compared with the deaths and survivors in order to indentify the most accurate formula for calculating survival probability. Included in this study were trauma victims, between the ages of 18 to 95, with the majority being youths (61.9%) and of the male gender (80.5%). Contributing causes were predominantly from motor vehicle accidents (61.9%), and predominantly with contusions (87.1%). Of the total victims, 82.9% were treated in first aid clinics. The most frequent trauma regions were superficial (63%) followed by the head and neck (55.5%) The victims were interned on an average of 11 days. ( +18.0). Of the 533 victims 42.2% were interned in the Intensive Care Unit (ICU) and the survival rate was 76.9%. The majority of individuals (54.5%) had RTS scores between 7 and 7.84. The ISS and NISS score varied from 0 to 75, with the average ISS score ranging from 9-15 (40.0%) and the NISS score from 16-24 (25.5%). The TRISS and NTRISS scores varied between 0 and 100 %; probability of survival equal to or greater than 75.0% was presented for 83.4% of the victims according to TRISS and 78.4% according to NTRISS thus, the TRISS overestimated the probability of survival in trauma victims. There was a statistically significant difference in the estimate of survivability data between the TRISS and NTRISS with the latter being the more accurate scale for predicting survivability among the victims treated in this trauma center
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Probabilidade de sobrevida: comparação dos resultados do trauma and injury severity score (TRISS) com sua nova versão (NTRISS) / Survival probability: comparison of the results of trauma and injury severity score (TRISS) and its new version (NTRISS)

Cristiane de Alencar Domingues 30 April 2008 (has links)
Trauma and Injury Severity Score (TRISS) é um índice que permite calcular probabilidade de sobrevida de pacientes traumatizados. Para seu cálculo são necessárias as informações: idade; tipo de trauma - penetrante ou contuso; valor do Revised Trauma Score (RTS); e pontuação do Injury Severity Score (ISS). Em 1997 foi realizada uma revisão do ISS com o intuito de melhorar sua acurácia na determinação da gravidade do trauma. Essa revisão resultou em mudança no cálculo desse índice e, consequentemente, em uma nova versão, o New Injury Severity Score (NISS). Resultados de estudos têm indicado que o NISS se iguala ou supera o ISS na previsão de mortalidade. Procurou-se neste estudo verificar se a substituição do ISS pelo NISS, na fórmula original do TRISS, melhora sua estimação de sobrevida. Trata-se de pesquisa retrospectiva realizada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A população foi constituída por 533 pacientes traumatizados atendidos e internados no Pronto-Socorro deste hospital pelo período de um ano. Foi realizada análise descritiva das características das vítimas e calculadas as medidas de posição para as variáveis contínuas. Para verificar qual o melhor indicador (TRISS ou NTRISS) para probabilidade de sobrevida e o melhor ponto de corte, foi utilizada a curva ROC. Os resultados foram confrontados com as mortes e sobrevidas observadas com o intuito de se identificar a fórmula mais acurada para cálculo da probabilidade de sobrevida. Fizeram parte do estudo pacientes traumatizados entre 18 e 95 anos, sendo a maioria jovens (61,9%), do sexo masculino (80,5%). Os acidentes de transporte foram as causas externas mais frequentes (61,9%), e, consequentemente, houve predomínio de trauma contuso (87,1%). Do total de pacientes, 82,9% foram atendidos por unidades sistematizadas de atendimento pré-hospitalar. A região mais freqüentemente traumatizada foi a superfície externa (63,0%), seguida por cabeça e pescoço (55,5%). Os pacientes estiveram internados por uma média de 11,0 dias (+ 18,0). Dos 533 pacientes, 42,2% necessitaram de internação em Unidade de Terapia Intensiva. A taxa de sobrevida foi de 76,9%. A maioria dos indivíduos (54,5%) apresentou valor de RTS de 7 a 7,84. O escore do ISS e do NISS variou de 0 a 75, com predomínio do escore de 9 a 15 (40,0%) para o ISS e de 16 a 24 (25,5%) para o NISS. O valor do TRISS e do NTRISS variou de 0 a 100,0%; probabilidade de sobrevida maior ou igual a 75,0% foi apresentada por 83,4% dos pacientes segundo o TRISS e por 78,4% dos pacientes de acordo com o NTRISS. O TRISS superestimou a probabilidade de sobrevida dos pacientes traumatizados. Houve diferença estatisticamente significativa entre a previsão de sobrevida dada pelo TRISS e NTRISS, e o NTRISS foi mais assertivo que o TRISS para prever sobrevida dos pacientes atendidos neste centro de trauma / The Trauma and Injury Severity Score (TRISS) is an index that permits the calculation of survival probability in trauma victims. The following information is necessary to perform this calculation: age, trauma type -penetrating or contusion; value from the Revised Trauma Score (RTS); and the scores from the Injury Severity Score (ISS). In 1997, a revision was done to the ISS to improve its accuracy for determining the severity of traumas, thus resulting in a new version called the New Injury Severity Score (NISS). Studies have shown that this NISS is equal to or greater than the ISS in the prediction of mortality. The objective of this study was to verify if substituting the ISS with the NISS, in the original TRISS form, improved the survival rate estimate. This retrospective study included 533 trauma victims who were attended and interned in the emergency room during a period of 1 year, in \"Hospital das Clínicas\" of the Medical School of the University of Sao Paulo. A descriptive analysis of the characteristics of the victims was performed and the position measurements for the continuous variables were calculated. An ROC curve was used to verify which would be the best indicator (TRISS or NTRISS) for calculating the survival probability. The results were compared with the deaths and survivors in order to indentify the most accurate formula for calculating survival probability. Included in this study were trauma victims, between the ages of 18 to 95, with the majority being youths (61.9%) and of the male gender (80.5%). Contributing causes were predominantly from motor vehicle accidents (61.9%), and predominantly with contusions (87.1%). Of the total victims, 82.9% were treated in first aid clinics. The most frequent trauma regions were superficial (63%) followed by the head and neck (55.5%) The victims were interned on an average of 11 days. ( +18.0). Of the 533 victims 42.2% were interned in the Intensive Care Unit (ICU) and the survival rate was 76.9%. The majority of individuals (54.5%) had RTS scores between 7 and 7.84. The ISS and NISS score varied from 0 to 75, with the average ISS score ranging from 9-15 (40.0%) and the NISS score from 16-24 (25.5%). The TRISS and NTRISS scores varied between 0 and 100 %; probability of survival equal to or greater than 75.0% was presented for 83.4% of the victims according to TRISS and 78.4% according to NTRISS thus, the TRISS overestimated the probability of survival in trauma victims. There was a statistically significant difference in the estimate of survivability data between the TRISS and NTRISS with the latter being the more accurate scale for predicting survivability among the victims treated in this trauma center

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