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Eugenia e literatura no Brasil: apropriação da ciência e do pensamento social dos eugenistas pelos escritores brasileiros de ficção científica (1922 a 1949)

Smaniotto, Edgar Indalecio [UNESP] 16 March 2012 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:31:05Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2012-03-16Bitstream added on 2014-06-13T20:21:50Z : No. of bitstreams: 1 smaniotto_ei_dr_mar.pdf: 710146 bytes, checksum: 068a0f1aaf3bce2c3777543efde2b9f0 (MD5) / Este trabalho tem por objetivo contribuir para as pesquisas referentes ao movimento científico e social conhecido como eugenia, a partir da análise de obras brasileiras de ficção científica publicadas na primeira metade do século XX, particularmente entre os anos de 1922 a 1949. A partir de algumas obras representativas, segundo a crítica especializada da época, buscamos verificar a forma com que o pensamento eugênico foi incorporado às narrativas de ficção científica, dando forma à representação ficcional de mundos utópicos eugenistas. Mapearemos e estudaremos a apropriação da ciência e do pensamento social desses intelectuais eugenistas pelos escritores brasileiros de ficção científica, no período de 1922 a 1949, possibilitando compreender as formas com as quais o discurso eugênico foi incorporado à literatura brasileira e, posteriormente, difundido por ela. Para tanto, buscamos entender os limites da eugenia como ciência, as diferentes formas do gênero ficção científica e as formas de interação entre literatura de ficção científica e eugenia no Brasil e nos Estados Unidos. Dessa forma, teremos um amplo aspecto das interações entre o pensamento social eugenista e o campo literário no Brasil. Sendo assim, os textos literários, a serem abordados no decorrer de nossa pesquisa, possibilitarão identificarmos a transposição do discurso científico eugenista para a literatura de ficção científica, na primeira metade do século XX / This work aims to contribute to research concerning the scientific and social movement known as eugenics, from the analysis of Brazilian science fiction works that were published in the first half of the twentieth century, particularly at the years 1922 to 1949. From some representative works, according to specialized critics of the age, we seek to verify the way the eugenic thinking was incorporated into the science-fiction stories, forming the fictional representation of utopian eugenicist worlds. We shal map and study the appropriation of science and social thought of these intellectual eugenicists by Brazilian writers of science fiction at the period 1922 to 1949, making possible to understand the ways which eugenic discourse was incorporated into Brazilian literature and posteriorly spread by it. Therefore we seek to understand the limits of eugenics as a science, the different forms of the science fiction genre and the forms of interaction between science fiction literature and eugenics in Brazil and the United States. Thus we will have an ample aspect of interactions between the eugenicist social thought and literary field in Brazil. In such case, the literary texts, which will be discussed during our research, will enable identifying the transposition of eugenicist scientific discourse to the science fiction literature in the first half of the twentieth century
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Frankenstein: uma releitura do mito de criação

Alegrette, Alessandro Yuri [UNESP] 02 March 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:25:23Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-03-02Bitstream added on 2014-06-13T20:13:43Z : No. of bitstreams: 1 alegrette_ay_me_arafcl.pdf: 573460 bytes, checksum: 4e564e7284dc1d936b52f3ee5ff8275f (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A dissertação de mestrado, “Frankenstein: uma releitura do mito de criação”, tem como principal objetivo demonstrar como a escritora inglesa Mary Wollstonecraft Shelley, por meio de seu romance Frankenstein, ou o moderno Prometeu (1818), conseguiu criar um novo mito, isto é, o mito de Frankenstein, contribuiu para a renovação do romance gótico e para a criação de uma nova modalidade literária - a ficção científica. No primeiro capítulo foi realizado um estudo sobre as origens, características e principais obras do romance gótico. No segundo capítulo é abordada a relação entre mito e literatura e são analisados quais mitos aparecem no enredo do romance de Mary Shelley, enfatizando-se a importância do relato mítico de Prometeu. No terceiro capítulo é estudada a construção do discurso narrativo mítico de Frankenstein e é demonstrada a intertextualidade dessa obra com outros textos, tais como poemas, romances e estudos filosóficos e científicos. No quarto e último capítulo é demonstrado a releitura do mito de criação feita por Mary Shelley, a conseqüente criação do mito de Frankenstein, e as diversas interpretações e releituras que o romance recebeu, terminando com Blade Runner (O caçador de andróides, 1982), filme do cineasta inglês Ridley Scott que, ao promover a atualização do mito de Frankenstein, deu uma contribuição significativa para sua permanência em nossa cultura / The main aim of this Master’s Thesis, “Frankenstein: a rewriting of the myth of creation, is demonstrate how the English writer Mary Shelley in her novel Frankenstein, or The Modern Prometheus (1818), created a new kind of myth, renewed the gothic novel and gave origin to a new literary genre - science fiction. The first chapter discusses – the origins, characteristics and main works of the Gothic literature. The second chapter explores the relationships between myth and literature, and analyses which myths are present in the plot of Mary Shelley’s novel, stressing the importance of the Promethean’s story. The third chapter is concerned with the construction of mythic narrative discourse and with the novel’s intertextuality with different kind texts, such as poems, another novels and philosophical and scientific studies. The fourth and last chapter concentrates on Mary Shelley’s rewriting of the myth of creation, on the different ways her novel was interpreted and read, and it finishes with study of the film by the English director Ridley Scott, Blade Runner (1982), that offered a major contribution to update and foster the permanence of the Frankenstein’s myth in our culture

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