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Relação entre fosfomonoesterases e a sintese de colageno e mucopolissacarideos acidos no tecido de granulação

Vizioli, Mario Roberto, 1937- 20 July 2018 (has links)
Tese (livre-docencia) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba / Made available in DSpace on 2018-07-20T12:38:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Vizioli_MarioRoberto_LD.pdf: 5360351 bytes, checksum: ef7729bcfa7cc434aac68a7fda20e79e (MD5) Previous issue date: 1975 / Resumo: O presente trabalho teve a finalidade de se pesquisar a presença e o possível papel do grupo enzimático das fosfomo noesterases no tecido de granulação induzido por implantação de esponjas de policlorovinil (PVC) no tecido subcutâneo do rato. 0 tecido de granulação foi estudado aos 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35 e 40 dias de evolução. Foram realizados, com este material, os seguintes estudos: coloração com hematoxilina-eosina, para a investigação da morfologia do tecido de granulação; -radioautografia, para a pesquisa da síntese de colageno, por meio da incorporação, pelos fibroblastos, de prolina- 3H; técnica histofotometrica para investigar-se a síntese de mucopolissacarídeos ácidos por meio da coloração metacromática com azul de toluidina , pH 4; e, finalmente, histoquimica das seguintes fosfomonoesterases: fosfatase alcalina, fosfatase ácida, adenosin-trifosfatase -(ATPase), 5 '-nucleotidase e glucose-6-fosfatase. Os resultados mostraram que a síntese de colageno e de mucopolissacarídeos ácidos no tecido de granulação inicia-se logo aos primeiros dias de desenvolvimento e atinge o ponto máximo entre 15 e 20 dias, decaindo visivelmente após esse tempo. A pesquisa histoquimica das fosfomonoesterases demonstrou que a fosfatase alcalina tem atividade progressivamente crescente a partir dos 10 dias de evolução do tecido, atingindo o máximo de atividade aos 15 dias, mantendo-se ate 20 dias, quando cai bruscamente. Essa atividade, coincidente com o período máximo de síntese de colageno e de mucopolissacarídeos ácidos, demonstra que a fosfatase alcalina tem um papel importante na agregação do complexo colágeno - mucopolissacarídeos ácidos, agindo em algum ponto da formação das cadeias de carboidratos e, consequentemente, da formação dos mucopolissacarídeos ácidos. A ATPase e a 51-nucleotidase também tem a sua atividade máxima no período entre 15 e 20 dias, sendo portanto -relacionadas com os processos energéticos de alta intensidade , exigidos pelo tecido cujo metabolismo é muito ativo. A fosfatase ácida foi detectada somente nos ma -crófagos do tecido, a partir de 15 dias de evolução, estando a sua atividade ligada aos 1-isossomas dessas células. A glucose-6-fosfatase também reage unicamente nos macrÓfagos, sendo que a sua atividade se deve provavelmente ao fato que uma atividade -relativamente ligeira da glucose-6-fosfatase pode acompanhar o processo de glicolise, com a finalidade de aliviar o acúmulo de glicose-6-fosfato, liberando glicose para a circulação / Abstract: Not informed / Tese (livre-docencia) - Univer / Patologia / Livre-Docente em Odontologia
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Efeito do álcool em osteoblastos de recém-nascidos de ratas submetidas ao consumo crônico de etanol /

Carvalho, Isabel Chaves Silva. January 2011 (has links)
Resumo: O álcool atua no organismo podendo trazer várias doenças, entretanto sua ação no tecido ósseo ainda apresenta resultados controversos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do consumo crônico de álcool a 20% em osteoblastos obtidos da calvária de ratos recém-nascidos. Foram utilizadas 18 ratas prenhas, tratadas durante a gestação e divididas em grupos conforme a dieta: álcool a 20%, grupo isocalórico, e controle. Aos três dias de vida, os recém-nascidos foram eutanasiados para remoção da calvária e isolamento das células por meio de digestão enzimática sequencial, sendo estas cultivadas por períodos de até 14 dias. Foram realizados testes para avaliar o efeito do álcool na adesão, proliferação e viabilidade celular, no conteúdo de proteína total, na atividade da fosfatase alcalina e nas formações nodulares de matriz mineralizada. Os resultados mostraram que em geral, a adesão celular não foi influenciada pelo consumo crônico de álcool, já que não foi demonstrada diferença estatística entre os grupos. Contudo, o grupo álcool apresentou aumento significativo na proliferação, exceto no período de 1 dia, e nas formações nodulares. Com relação a viabilidade celular, apenas no período de 3 dias houve aumento significativo de células no grupo álcool. Os valores representativos de proteína total variaram dependendo do período estudado, sendo maior no grupo controle com 7 dias, porém aos 14 dias houve maior média nos grupos isocalórico e álcool. Quanto à fosfatase alcalina observamos aumento de sua atividade nos grupos álcool e isocalórico em todos os períodos. Concluímos que nesta metodologia, o álcool não apresentou efeito deletério para os osteoblastos, talvez pelo curto tempo de administração / Abstract: The alcohol affects the organism and may cause various diseases, even though its effects on bone metabolism are still controversial. The purpose of this paper was to evaluate the effects of alcohol 20% chronic consumption in osteoblasts obtained from the calvaria of newborn mice. The alcohol was administrated to pregnant mice throughout the entire pregnancy. For that purpose, 18 mice were used, divided in groups according to the diet: 6 receiving alcohol 20%, 6 belonging to the isocaloric group and 6 receiving water and ration at will. At three days of life, the newborns were euthanized so as to remove the calvaria and start the cell culture procedures. The osteoblastic lineage cells were isolated by sequential enzymatic digestion and the osteoblasts were cultivated for periods of 14 days or less. Tests were performed on the culture slides to evaluate the effect of alcohol based on adhesion, proliferation and cellular viability on total protein content, alkaline phosphatase activity and nodule formation of mineralized matrix. The results have shown that the alcohol group presented significant increase in proliferation, except for the period of one day, and in nodule formation. A significant increase in the alcohol group concerning cellular viability was only observed in the period of 3 days and there was no statistic difference in adhesion. The total protein content was higher in the control group in 7 days, and the average higher in the isocaloric and alcohol groups in 14 days, according to the periods of time studied. An increase in the activity of the alkaline phosphatase was observed in the isocaloric and alcohol groups in all periods of evaluation. By this methodology, we have concluded that the alcohol has not presented any deleterious effect on osteoblasts, possibly due to the short period of administration / Orientador: Rosilene Fernandes da Rocha / Coorientador: Luana Marotta Reis de Vasconcellos / Banca: Cristina Pacheco Soares / Banca: Luciane Dias de Oliveira / Mestre
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Influencia de uma membrana de colageno associada a extrato etanolico de propolis na consolidação de fraturas com perda ossea : estudo experimental em fibulas de ratos

Rossi Junior, Wagner Costa 07 June 2002 (has links)
Orientador: Fausto Berzin / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba / Made available in DSpace on 2018-08-02T09:48:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 RossiJunior_WagnerCosta_D.pdf: 5110887 bytes, checksum: 61eb355b8576960602f94721f4556e23 (MD5) Previous issue date: 2002 / Resumo: Este traballio verificou a capacidade de uma membrana de colágeno, associada ao extrato etanólico de própolis (EEP) a 10 %, em impedir a entrada de tecidos moles em falhas ósseas criados nas fibulas de ratos albinos Wistar, com idade média de 50 dias e peso médio de 175 gramas. As falhas ósseas foram criadas na diáfise das fibulas esquerdas e direitas através da retirada ,de um fragmento de 3,0 a 3,5 mm de comprimento, na região de transição entre os terços proximal e médio. A membrana embebida em 15 'mu' l de EEP a 10 % foi adaptada no local do defeito das fibulas esquerdas de 20 animais, enquanto que as fibulas direitas permaneciam sem membrana, servindo portanto, para observar a taxa de regeneração espontânea do osso. Ainda como controle, em 20 animais adaptou-se no defeito ósseo, a membrana embebida em 15 'mu' l de etanol a 80 % e nos outros 20 animais, a membrana embebida 15 'mu' l de solução fisiológica. Fez-se a dosagem da fosfatase alcalina no soro dos animais, uma vez que esta enzima encontra-se relacionada com o processo de consolidação de fraturas. Os animais foram sacrificados 14 e 28 dias após a cirurgia; seus membros posteriores esquerdo e direito removidos; radiografados; e as fibulas dissecadas e processadas para a análise histológica. Os cortes foram feitos em sentido longitudinal e corados em H.E. O sangue para se dosar a fosfatase alcalina foi coletado no momento do sacrificio. Os resultados mostraram que a taxa de regeneração do osso foi pequena, não havendo diferenças significativas entre as fibulas direitas (controle) e as esquerdas (implante de membrana). A membrana mostrou-se bastante eficiente em evitar a entrada de tecidos moles, especialmente tecido muscular, no interior do defeito ósseo, quando embebida em EEP a 10% e em solução fisiológica. Porém, embebida em álcool a 80 %, não foi eficiente em impedir a invasão do defeito osseo pelos tecidos circunjacentes. Observou-se pouca formação de cartilagem na área da fratura, contrariamente ao que geralmente ocorre na consolidação de fraturas de osso longos. A fosfatase alcalina mostrou-se elevada nas fases iniciais, decrescendo à medida que o processo de regeneração se processa. Pôde ser constatado que a membrana de colágeno, quando associada ao EEP a 10 %, foi eficiente em impedir que tecidos moles circunjacentes invadissem o defeito ósseo. Entretanto, a utilização desta membrana parece retardar o processo de consolidação / Abstract: A collagen membrane associated to 10% propolis ethanolic extract (PEE) was evaIuated in its ability to prevent the penetration of soft tissues into bone defects made in aIbino Wistar rats with an average age of 50 days and weigbing around 175 grams. The osseous defects were made in the diaphysis of the left and right fibulae by removing a 3.0 by 3.5 mm long fragment from the transitional region between the proximal and medium thirds. Soaked in 15 'mu' l of 10% PEE, the membrane was applied to the defect of the left fibulae of 20 animals, while the right fibulae remained without a membrane in order to provide a site for the observation of the rate ofbone spontaneous repair. Still as control, 20 animaIs had the osseous defects covered by a collagen membrane soaked in 15 'mu' l of 80% ethanol, while a collagen membrane soaked in 15 'mu' l of saline was used in the fibula defects of other 20 animaIs. The serum alkaline phosphatase was titrated in the animaIs, once that enzyme is related to the process of bone repair. The animals were sacrificed in 14 and 28 days after the surgery; their left and right hind limbs were removed and x-rayed, and the fibulas were dissected and histologically processed. Cut longitudinally, the sections were stained by H.E. Blood was collected at the time of sacrifice for the titration of al.kalinephosphatase. The results showed a low rate of bone repair without any signillcant differences between the right (control) and left (membrane implant) fibulae. When soaked in 10% PEE, the membrane was very efficient in preventing the penetration of soft tissues, especially muscular tissue, into the osseous defect; however, when soaked in 80% ethanol it was not efficient in preventing the invasion of the defect by the surrounding tissues. Cartilage formation was small in the fracture area, in opposition to what generally occurs in the repair of long bones. Alkaline phosphatase was high in the initiaI stages, decreasing as the regeneration process continued. When associated to 10% PEE, the collagen membrane was efficient in preventing the surrounding soft tissues to invade the osseous defect. However, the use of such a membrane seems to slow the repair process / Doutorado / Anatomia / Doutor em Biologia Buco-Dental
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Papel da proteina tirosina fosfatase de celulas V79 na resposta ao estresse causado pelo peroxido de hidrogenio

Pinheiro, Karina Cristina Seregatte 26 September 2002 (has links)
Orientadores : Carmen Verissima Ferreira, Hiroshi Aoyama / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-03T11:58:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Pinheiro_KarinaCristinaSeregatte_M.pdf: 2536223 bytes, checksum: 84daa316e88c5a44bbbb304adbae7323 (MD5) Previous issue date: 2002 / Resumo: Neste trabalho foi avaliada a citotoxicidade do peróxido de hidrogênio sobre as células V79, bem como o efeito deste oxidante sobre a fosfatase total isolada destas células. A viabilidade celular foi avaliada através de 4 parâmetros: incorporação do vermelho neutro (NRU) - (integridade lisossomal); conteúdo de ácidos nucléicos (NAC) - (número de células); redução do MTT (integridade mitocondrial) e atividade fosfatásica (metabolismo celular), tendo sido obtidos os seguintes valores de ICso 970, 1470, 840 e 870 IJM para NRU, NAC, MTT e fosfatase, respectivamente. Para os parâmetros NRU e NAC observou-se efeito diferente do peróxido, dependendo da concentração, como aumento da incorporação do corante pelos lisossomos e do número de células até as concentrações de 500 e 750 IJM respectivamente. O efeito de potenciais inibidores de fosfatases sobre a fosfatase total das células V79 revelou que a principal hidrolase presente no extrato corresponde a uma proteína tirosina fosfatase. Estes resultados foram reforçados pela sensibilidade desta enzima ao peróxido (ICso = 10mM). A presença de antioxidantes reverteu a ação inibitória do peróxido de hidrogênio. Do mesmo modo, a atividade fosfatásica também foi inibida, em maior grau, pelo pervanadato (ICso = 1001JM) o qual também atua como oxidante. O efeito inibitório do H202 e o pervanadato sobre a fosfatase foi aumentado após diálise do extrato celular. As células V79 apresentam alta concentração de glutationa reduzida, sugerindo que a maior resistência destas células frente ao peróxido de hidrogênio pode ser devido à presença deste antioxidante. Tanto o peróxido quanto o pervanadato apresentaram maior efeito inibitório após diálise, reforçando a importância da glutationa reduzida / Abstract: In this work was evaluated the hydrogen peroxide cytotoxicity on V79 cells, and the effect of this oxidant on the total phosphatase trom these cells. The cell viability was analyzed through 4 parameters: neutral red uptake (NRU) (Iisossome integrity); nucleic acid content (NAC) - (cell number); MTT reduction (mitochondria function) and phosphatase activity (cell metabolism). The following ICso values were obtained: 970, 1470, 840 and 870 J.lM for NRU, NAC, MTT and phosphatase, respectively. Hydrogen peroxide presented different effect on the NRU and NAC depending on its concentration. In concentrations up to 500 and 750 J.lM, was observed increase of dye uptake and cell number, respectively. The inhibiton studies using phosphatase inhibitors showed that the major phosphatase present on the V79 cells extract is a protein tyrosine phosphatase. This result was reinforced by the high sensibility of this phosphatase when hydrogen peroxide (ICso = 10 mM) and pervanadate (ICso = 100J.lM) were addictioned in the reaction medium. In the presence of antioxidant this effect was prevented. Finally, the concentration of reduced glutathione was determined, V79 cells presented high content of this compound then, our results suggest that the low toxicity of this compound on these cells could be due to the action of this antioxidant. Other result reinforce this hypothese, both oxidant (hydrogen peroxide and pervanadate) presented higher inhibitory effect of the phosphatase activity after dialyse / Mestrado / Bioquimica / Mestre em Biologia Funcional e Molecular
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Co-purificação e caracterização das fosfatase e fitase alcalinas de Rhizopus microsporus var. microsporus produzidas em fermentação submersa /

Ornela, Pedro Henrique de Oliveira. January 2017 (has links)
Orientador: Luis Henrique Souza Guimarães / Banca: Ariela Veloso de Paula / Banca: Hamilton Cabral / Resumo: A investigação biotecnológica, acompanhada da aplicação das enzimas, tem sido realizada em microrganismos para a produção de enzimas para fins industriais. Entre estas enzimas, as fosfatases, responsáveis por hidrolisar ésteres e anidridos de ácido fosfórico, e as fitases microbianas, que catalisam a hidrólise do fitato (mio-inositol hexaquisfosfato) em mio-inositol e fosfato inorgânico, têm sido amplamente utilizadas em diferentes setores como, por exemplo, em experimentos de biologia molecular e na alimentação animal. De acordo com o pH ótimo de reação, as fosfatases são divididas em alcalinas (EC 3.1.3.1) e ácidas (EC 3.1.3.2). As fitases são enzimas que também pertencem à classe das fosfatases, hidrolisando, no entanto, de forma específica, o ácido fítico. Em recentes trabalhos, o fungo filamentoso Rhizopus microsporus var. microsporus apresentou potencialidade na produção de fosfatases e fitases. Diante disto, este estudo visou a produção, a purificação e caracterização da fosfatase e da fitase alcalina produzidas por R. microsporus var. microsporus. No processo de otimização em Fermentação Submersa (FSbm), a maior produção enzimática foi em meio Khanna com 0,4 mM de KH2PO3 e adicionado de 0,5% de farinha de centeio por 76 h, 32ºC, pH 6,3, a 100 rpm. Em colunas cromatográficas, a fosfatase alcalina foi purificada 10 vezes e com recuperação de 13%, e a fitase alcalina foi purificada 86 vezes com recuperação de 167%. A massa molecular nativa da fosfatase e da fitase alcali... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Biotechnological research, accompanied by the application of enzymes, has been carried out in microorganisms for production of enzymes for industrial purposes. Among these enzymes, microbial phosphatases, responsible for hydrolyzing phosphoric acid esters and anhydrides, and phytases, which catalyzes the hydrolysis of phytate (myo-inositol hexaquisphosphate) in myo-inositol and inorganic phosphate, have been widely used in different sectors as, for example, in molecular biology experiments and in animal feed. According to the optimum reaction pH, phosphatases are divided into alkaline (EC 3.1.3.1) and acidic (EC 3.1.3.2). Phytases are enzymes that also belong to the class of phosphatases, however, hydrolyzing phytic acid. In recent works, the filamentous fungus Rhizopus microsporus var. microsporus presented potential for production of phosphatases and phytases. In view of this, this study aimed at the production, purification and characterization of phosphatase and alkaline phytase produced by R. microsporus var. microsporus. In the optimization of Submerged Fermentation (FSbm), the highest enzymatic production was in Khanna medium with 0.4 mM KH2PO3 and added with 0.5% rye flour for 76 h, 32ºC, pH 6.3, at 100 rpm. In chromatographic columns, alkaline phosphatase was purified 10 folds and recovered at 13%, and alkaline phytase was purified 86 folds with recovery of 167%. The native molecular mass of alkaline phosphatase and phytase produced by R. microsporus var. microsporus... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Avaliação da fosfatase alcalina no diagnóstico das metástases hepáticas sincrônicas do adenocarcinoma colorretal

Rosito, Mario Antonello January 1992 (has links)
Resumo não disponível
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Avaliação da fosfatase alcalina no diagnóstico das metástases hepáticas sincrônicas do adenocarcinoma colorretal

Rosito, Mario Antonello January 1992 (has links)
Resumo não disponível
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Síntese, caracterização e reatividade de novos complexos de ferro e de cobre com ligantes imidazólicos de relevância bioinorgânica

Scarpellini, Marciela January 2001 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Programa de Pós-Graduação em Química. / Made available in DSpace on 2012-10-18T05:22:46Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / A presença dos resíduos de aminoácidos histidina e tirosina em uma variedade de metaloidrolases tem levado os químicos bioinorgânicos a projetar e sintetizar novos complexos modelo para esses sistemas contendo grupos que mimetizam tais resíduos. Nesse trabalho foram sintetizados ligantes inéditos contendo resíduos imidazólicos, fenólicos, amínicos e piridinicos. A partir desses ligantes foram sintetizados complexos inéditos, sendo: um complexo binuclear Fe2III (Complexo 1), dois complexos binucleares de Cu2II (Complexos 3 e 5) e cinco complexos mononucleares (Complexos 2, 4, 6, 7 e 8). Estes foram caracterizados por várias técnicas incluindo análise elementar, condutivimetria, eletroquímica, espectroscopias de RPE, infravermelho e eletrônica, titulação potenciométrica e medidas magnéticas. Os complexos 1, 2, 4, 6, 7, 8 e 9 foram caracterizados estruturalmente por difração de raios X. As propriedades estruturais, magnéticas e espectroscópicas do Complexo 1 sugerem que este pode ser considerado um modelo estrutural para o sítio ativo da forma Fe2III (oxidada) das fosfatases ácidas púrpuras. A caracterização dos complexos 2, 4, 6, 7 e 8 conduziram aos testes de reatividade desses complexos frente a hidrólise do 2,4-BDNPP. Os estudos de hidrólise do 2,4-BDNPP promovidos pelos complexos 2, 4 e 6 elegeram esses complexos como modelos funcionais para as fosfatases alcalinas. Testes preliminares de clivagem de DNA na presença dos complexos 2, 4, 6, 7 e 8 levaram a considerá-los como novas nucleases químicas. Testes de mutagenicidade e citotoxicidade realizados para o Complexo 2 com a bacteria Salmonella typhimurium (teste de Ames) e com células de tumor pequeno de pulmão revelaram um possível agente quimioterápico. A presença dos resíduos de aminoácidos histidina e tirosina em uma variedade de metaloidrolases tem levado os químicos bioinorgânicos a projetar e sintetizar novos complexos modelo para esses sistemas contendo grupos que mimetizam tais resíduos. Nesse trabalho foram sintetizados ligantes inéditos contendo resíduos imidazólicos, fenólicos, amínicos e piridinicos. A partir desses ligantes foram sintetizados complexos inéditos, sendo: um complexo binuclear Fe2III (Complexo 1), dois complexos binucleares de Cu2II (Complexos 3 e 5) e cinco complexos mononucleares (Complexos 2, 4, 6, 7 e 8). Estes foram caracterizados por várias técnicas incluindo análise elementar, condutivimetria, eletroquímica, espectroscopias de RPE, infravermelho e eletrônica, titulação potenciométrica e medidas magnéticas. Os complexos 1, 2, 4, 6, 7, 8 e 9 foram caracterizados estruturalmente por difração de raios X. As propriedades estruturais, magnéticas e espectroscópicas do Complexo 1 sugerem que este pode ser considerado um modelo estrutural para o sítio ativo da forma Fe2III (oxidada) das fosfatases ácidas púrpuras. A caracterização dos complexos 2, 4, 6, 7 e 8 conduziram aos testes de reatividade desses complexos frente a hidrólise do 2,4-BDNPP. Os estudos de hidrólise do 2,4-BDNPP promovidos pelos complexos 2, 4 e 6 elegeram esses complexos como modelos funcionais para as fosfatases alcalinas. Testes preliminares de clivagem de DNA na presença dos complexos 2, 4, 6, 7 e 8 levaram a considerá-los como novas nucleases químicas. Testes de mutagenicidade e citotoxicidade realizados para o Complexo 2 com a bacteria Salmonella typhimurium (teste de Ames) e com células de tumor pequeno de pulmão revelaram um possível agente quimioterápico.
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Avaliação da fosfatase alcalina no diagnóstico das metástases hepáticas sincrônicas do adenocarcinoma colorretal

Rosito, Mario Antonello January 1992 (has links)
Resumo não disponível
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Estudo da atividade das enzimas envolvidas na ossificação de frangos de corte normais e acometidos por discondroplasia tibial

Santos, Luiz Flávio José dos [UNESP] 31 March 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-13T12:10:29Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-03-31. Added 1 bitstream(s) on 2015-07-13T12:24:13Z : No. of bitstreams: 1 000837181_20170224.pdf: 91864 bytes, checksum: 0cabb65b5f7a595dc23ad9b64072ddc1 (MD5) Bitstreams deleted on 2017-02-24T13:00:35Z: 000837181_20170224.pdf,. Added 1 bitstream(s) on 2017-02-24T13:01:25Z : No. of bitstreams: 1 000837181.pdf: 650266 bytes, checksum: 180e6b31b7b339d7e10fa10e9bfd8b92 (MD5) / The tibial dyschondroplasia is attributed to an asynchrony in the endochondral ossification process, leading to an accumulation of non-calcified and non-vascularized cartilage in the place where the trabecular bone should be formed. A synchronized action of ectoenzyme nucleotide phosphodiesterase pyrophosphatase (PC-1), alkaline phosphatase and acid phosphatase is required in the biological calcification process, because they act in the regulation of pyrophosphate concentrations, which in high concentrations is an inhibitor of calcification and may lead to the development of tibial dyschondroplasia. The birds were divided into normal and dyschondroplasic, sacrificed, then the tibiae were removed, frozen in liquid nitrogen and stored at -70 °C. Afterwards, the growth plates were homogenized, submitted to different treatments to make each enzyme extract and then were aliquoted, frozen and stored at -70 °C for posterior enzyme assays and protein dosage. There was no difference between the specific activity of PC-1 extracted from normal birds compared to that obtained from dyschondroplasic birds, on the other hand the specific activity of alkaline phosphatase was lower in birds with tibial dyschondroplasia, when compared with healthy birds, suggesting that dyschondroplasia may be attributed to an increase in the concentration of pyrophosphate, which may cause prejudice to mineralization by binding directly to the hydroxyapatite crystals and preventing their growth and also because there is no production of inorganic phosphate. The acid phosphatase activity decreased in dyschondroplasic birds when compared to the normal ones, suggesting that the growth plate has its remodeling functions affected. Our results suggest that the tibial dyschondroplasia can be attributed to the decrease in alkaline phosphatase activity, which leads to an increase in inorganic pyrophosphate concentration, inhibiting...

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