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A concepção do campo organizacional sustentável sob a ótica da complexidade : uma análise do módulo I do Programa Pró-Guaíba

Assis, Artur Neves de January 2004 (has links)
O presente estudo visa, a partir de uma noção dos componentes da sustentabilidade, aliada ao paradigma moriniano da complexidade e dos pressupostos da teoria neoinstitucional, analisar o papel do Programa Pró-Guaíba na estruturação de um campo organizacional sustentável. Para isso, buscou-se na análise do conteúdo de evidências empíricas, obtidas em fontes de dados primárias (entrevistas em profundidade) e secundárias (pesquisa documental), elementos que propiciassem uma melhor compreensão dos principais aspectos subjacentes a essa questão. Assim, o conceito de sustentabilidade proposto pelo Programa pôde ser melhor evidenciado possibilitando a sua avaliação, tanto no âmbito dos Subprogramas, como na análise do Programa como um todo. Da mesma forma, o arcabouço teórico adequado à compreensão do papel do Programa Pró-Guaíba na estruturação do campo organizacional foi desenvolvido propiciando, uma perspectiva complexificada dos processos institucionais, assim como, uma solução alternativa aos paradoxos da abordagem neoinstitucionalista. Assim, os aspectos que confirmam a estruturação do campo organizacional em decorrência das ações do Programa são evidenciados, contudo, não como um “fato dado como certo” como pressupõe alguns autores da análise neoinstitucional, mas como elementos que compõem um “campo organizacional ativo”, concebido dialogicamente a partir de interações que integram a unidade complexa Programa/campo/sustentabilidade a qual, por sua vez, institucionaliza/desinstitucionaliza recursiva e retroativamente os componentes do sistema por intermédio de processos complexos e dialógicos de adaptação e seleção, de forma a aumentar suas perspectivas de permanência e sobrevivência na ecoorganização mais ampla da qual faz parte.
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O processo de institucionalização de micro-práticas de transformação urbana

Turcato, Carolina Prestes January 2017 (has links)
Considerando questões comuns aos países em desenvolvimento, como a escassez de recursos, desigualdades sociais, problemas em infraestrutura e instituições vigentes, entre outros, percebe-se uma vasta área a ser explorada, sendo ainda um lócus de pesquisa com alto potencial de transformação social. Para compreender estas problemáticas e as possibilidades de transformação, novas abordagens são necessárias, novas formas organizacionais e novos mecanismos devem ser engendrados para endereçar tal contexto em busca de mudanças, através do desenvolvimento de novas práticas, diferentes dos modelos tradicionais já existentes e previamente criados e adotados em países desenvolvidos. Considerando o contexto de países em desenvolvimento, são grandes as diferenças e necessidade de foco em estudos e iniciativas para a situação específica dos mesmos. Não se pode considerar com as mesmas lentes, teorias e ferramentas utilizadas para compreender o contexto institucional de países desenvolvidos, os problemas no contexto institucional de países em desenvolvimento. Isto quer dizer que ambos os contextos apresentam problemas, porém, de natureza e características muito diversas. Desta forma, podemos compreender que é no cenário urbano de países em desenvolvimento que surgem novas formas de transformá-lo, sendo elas alternativas às tradicionais públicas e privadas (majoritariamente esforços de responsabilidade social corporativa). O objetivo da presente pesquisa refere-se à compreensão de novas práticas de transformação do espaço urbano de países em desenvolvimento como um processo complexo e não linear de institucionalização. Duas vertentes teóricas foram exploradas. A primeira delas é a teoria neoinstitucional, mais especificamente as abordagens que exploram o processo de institucionalização. E a segunda é a teoria da atividade, uma abordagem do espectro das teorias de prática que foi utilizada como ferramenta teórico-analítica para captar a maior complexidade de processos de institucionalização como os de transformação do espaço urbano através de micro-práticas urbanas. Buscando ir além dos frameworks mais tradicionais que consideram o processo de institucionalização como lineares e determinísticos, considera-se que ainda não existe um framework geral que ajude os acadêmicos a englobar, mapear e compreender os diferentes elementos e atores que influenciam um processo complexo de institucionalização, como explorado ao longo da presente pesquisa. Neste contexto, compreende-se que uma abordagem teórica baseada na prática poderia ser útil para construir um framework mais estruturado que possa englobar a coletividade do processo de institucionalização e considerar os diferentes elementos que influenciam tal processo. Define-se então o conceito de “micro-práticas urbanas”, para especificar o escopo empírico desenvolvido, que significa atividades desenvolvidas com poucos recursos e baixo custo realizadas por agentes da sociedade civil de forma colaborativa e que buscam transformar um determinado espaço ou mesmo percepção do espaço pelos habitantes da cidade em questão, endereçando os dois estudos de caso que constituem a presente pesquisa. Por fim, delineiam-se algumas contribuições dos avanços teóricos e empíricos da presente pesquisa. A teoria da atividade foi apresentada como uma ferramenta teórico-analítica para uma maior compreensão da complexidade inerente aos processos de institucionalização, que ainda não havia sido explorada na literatura. Outra contribuição diz respeito ao caráter inovador das organizações estudadas, por serem a priori, inéditas em sua forma de atuação. Os dois estudos de caso apresentam organizações da sociedade civil, bottom up e focadas em resolver problemas estruturais urbanos no Brasil através do desenvolvimento de micro-práticas. / Considering issues regarding developing countries as the resource scarcity or social inequalities, infrastructural problems, and in vogue institutions, among others, it is recognizes that there is a wide open field to be explored and it is also a big locus of research with high social transformation potential. Thus in order to understand such problematics and the possibilities of transformation, new approaches are needed, as well as new organizational forms and new mechanisms to be engendered to address such changes, through the development of new practices, different from the traditional ones already practiced in developed countries. Thus considering the developing country scenario, there are huge differences and needs to focus initiatives and practices, according to the specific characteristics of such environment. It is not possible to consider with the same analytical lens, theories and tools used to understand the institutional context in developed countries. Although it is important to regard that both contexts present problems, but the nature and type of problems are very diverse. In this way it is possible to understand that it is in the urban scenario in developing countries that new practices are being developed to transform it somehow, being alternative forms to public and private initiatives (major social responsibility actions). The main aim of this research is thus to understand new transformation practices of the urban space in developing countries as a complex and non linear institutionalization process. In order to achieve this aim, two theoretical streams were explored that are neoinstitutional theory and more specifically institutionalization approaches. And the second theoretical approach is the activity theory, inside the spectrum of practice approaches, it is used in this research as a theoretical and analytical tool to embrace the growing complexity of the institutionalization processes as this of the urban space transformation through the development of micro practices. In order to surpass traditional institutionalization frameworks that considers the process as linear and deterministic, it is also possible to consider that there is no existing general framework in literature that guides researchers to a deep understanding of all the complexity intrinsic in institutionalization processes and its different elements. In this context, the aim of this research is to develop a more structured theoretic and analytic framework able to encompass all the elements, selectivity, non linearity and complexity of the institutionalization process with the presentation of the activity system. Moreover, the concept of micro urban practices is developed in this research in order to achieve and specify the empiric field. This concept specifies activities developed with little resources and low cost, and deployed by civil society agents in a collaborative way in search for transformation of a specific urban space or even for the transformation of people’s engagement with the city and the space they live in. Finally, a few contributions could be developed in this research. The first one considers the deployment of the activity theory as a theoretical and analytical tool to encompass the inherent complexity of the institutionalization process that were not yet explored in the literature (until the moment). Another contribution concerns the innovative character of the studied organizations. This research is composed of two case studies of civil society and bottom up organizations that are focused in solving structural problems in Brazil through the development of micro practices.
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O processo de institucionalização de micro-práticas de transformação urbana

Turcato, Carolina Prestes January 2017 (has links)
Considerando questões comuns aos países em desenvolvimento, como a escassez de recursos, desigualdades sociais, problemas em infraestrutura e instituições vigentes, entre outros, percebe-se uma vasta área a ser explorada, sendo ainda um lócus de pesquisa com alto potencial de transformação social. Para compreender estas problemáticas e as possibilidades de transformação, novas abordagens são necessárias, novas formas organizacionais e novos mecanismos devem ser engendrados para endereçar tal contexto em busca de mudanças, através do desenvolvimento de novas práticas, diferentes dos modelos tradicionais já existentes e previamente criados e adotados em países desenvolvidos. Considerando o contexto de países em desenvolvimento, são grandes as diferenças e necessidade de foco em estudos e iniciativas para a situação específica dos mesmos. Não se pode considerar com as mesmas lentes, teorias e ferramentas utilizadas para compreender o contexto institucional de países desenvolvidos, os problemas no contexto institucional de países em desenvolvimento. Isto quer dizer que ambos os contextos apresentam problemas, porém, de natureza e características muito diversas. Desta forma, podemos compreender que é no cenário urbano de países em desenvolvimento que surgem novas formas de transformá-lo, sendo elas alternativas às tradicionais públicas e privadas (majoritariamente esforços de responsabilidade social corporativa). O objetivo da presente pesquisa refere-se à compreensão de novas práticas de transformação do espaço urbano de países em desenvolvimento como um processo complexo e não linear de institucionalização. Duas vertentes teóricas foram exploradas. A primeira delas é a teoria neoinstitucional, mais especificamente as abordagens que exploram o processo de institucionalização. E a segunda é a teoria da atividade, uma abordagem do espectro das teorias de prática que foi utilizada como ferramenta teórico-analítica para captar a maior complexidade de processos de institucionalização como os de transformação do espaço urbano através de micro-práticas urbanas. Buscando ir além dos frameworks mais tradicionais que consideram o processo de institucionalização como lineares e determinísticos, considera-se que ainda não existe um framework geral que ajude os acadêmicos a englobar, mapear e compreender os diferentes elementos e atores que influenciam um processo complexo de institucionalização, como explorado ao longo da presente pesquisa. Neste contexto, compreende-se que uma abordagem teórica baseada na prática poderia ser útil para construir um framework mais estruturado que possa englobar a coletividade do processo de institucionalização e considerar os diferentes elementos que influenciam tal processo. Define-se então o conceito de “micro-práticas urbanas”, para especificar o escopo empírico desenvolvido, que significa atividades desenvolvidas com poucos recursos e baixo custo realizadas por agentes da sociedade civil de forma colaborativa e que buscam transformar um determinado espaço ou mesmo percepção do espaço pelos habitantes da cidade em questão, endereçando os dois estudos de caso que constituem a presente pesquisa. Por fim, delineiam-se algumas contribuições dos avanços teóricos e empíricos da presente pesquisa. A teoria da atividade foi apresentada como uma ferramenta teórico-analítica para uma maior compreensão da complexidade inerente aos processos de institucionalização, que ainda não havia sido explorada na literatura. Outra contribuição diz respeito ao caráter inovador das organizações estudadas, por serem a priori, inéditas em sua forma de atuação. Os dois estudos de caso apresentam organizações da sociedade civil, bottom up e focadas em resolver problemas estruturais urbanos no Brasil através do desenvolvimento de micro-práticas. / Considering issues regarding developing countries as the resource scarcity or social inequalities, infrastructural problems, and in vogue institutions, among others, it is recognizes that there is a wide open field to be explored and it is also a big locus of research with high social transformation potential. Thus in order to understand such problematics and the possibilities of transformation, new approaches are needed, as well as new organizational forms and new mechanisms to be engendered to address such changes, through the development of new practices, different from the traditional ones already practiced in developed countries. Thus considering the developing country scenario, there are huge differences and needs to focus initiatives and practices, according to the specific characteristics of such environment. It is not possible to consider with the same analytical lens, theories and tools used to understand the institutional context in developed countries. Although it is important to regard that both contexts present problems, but the nature and type of problems are very diverse. In this way it is possible to understand that it is in the urban scenario in developing countries that new practices are being developed to transform it somehow, being alternative forms to public and private initiatives (major social responsibility actions). The main aim of this research is thus to understand new transformation practices of the urban space in developing countries as a complex and non linear institutionalization process. In order to achieve this aim, two theoretical streams were explored that are neoinstitutional theory and more specifically institutionalization approaches. And the second theoretical approach is the activity theory, inside the spectrum of practice approaches, it is used in this research as a theoretical and analytical tool to embrace the growing complexity of the institutionalization processes as this of the urban space transformation through the development of micro practices. In order to surpass traditional institutionalization frameworks that considers the process as linear and deterministic, it is also possible to consider that there is no existing general framework in literature that guides researchers to a deep understanding of all the complexity intrinsic in institutionalization processes and its different elements. In this context, the aim of this research is to develop a more structured theoretic and analytic framework able to encompass all the elements, selectivity, non linearity and complexity of the institutionalization process with the presentation of the activity system. Moreover, the concept of micro urban practices is developed in this research in order to achieve and specify the empiric field. This concept specifies activities developed with little resources and low cost, and deployed by civil society agents in a collaborative way in search for transformation of a specific urban space or even for the transformation of people’s engagement with the city and the space they live in. Finally, a few contributions could be developed in this research. The first one considers the deployment of the activity theory as a theoretical and analytical tool to encompass the inherent complexity of the institutionalization process that were not yet explored in the literature (until the moment). Another contribution concerns the innovative character of the studied organizations. This research is composed of two case studies of civil society and bottom up organizations that are focused in solving structural problems in Brazil through the development of micro practices.
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A concepção do campo organizacional sustentável sob a ótica da complexidade : uma análise do módulo I do Programa Pró-Guaíba

Assis, Artur Neves de January 2004 (has links)
O presente estudo visa, a partir de uma noção dos componentes da sustentabilidade, aliada ao paradigma moriniano da complexidade e dos pressupostos da teoria neoinstitucional, analisar o papel do Programa Pró-Guaíba na estruturação de um campo organizacional sustentável. Para isso, buscou-se na análise do conteúdo de evidências empíricas, obtidas em fontes de dados primárias (entrevistas em profundidade) e secundárias (pesquisa documental), elementos que propiciassem uma melhor compreensão dos principais aspectos subjacentes a essa questão. Assim, o conceito de sustentabilidade proposto pelo Programa pôde ser melhor evidenciado possibilitando a sua avaliação, tanto no âmbito dos Subprogramas, como na análise do Programa como um todo. Da mesma forma, o arcabouço teórico adequado à compreensão do papel do Programa Pró-Guaíba na estruturação do campo organizacional foi desenvolvido propiciando, uma perspectiva complexificada dos processos institucionais, assim como, uma solução alternativa aos paradoxos da abordagem neoinstitucionalista. Assim, os aspectos que confirmam a estruturação do campo organizacional em decorrência das ações do Programa são evidenciados, contudo, não como um “fato dado como certo” como pressupõe alguns autores da análise neoinstitucional, mas como elementos que compõem um “campo organizacional ativo”, concebido dialogicamente a partir de interações que integram a unidade complexa Programa/campo/sustentabilidade a qual, por sua vez, institucionaliza/desinstitucionaliza recursiva e retroativamente os componentes do sistema por intermédio de processos complexos e dialógicos de adaptação e seleção, de forma a aumentar suas perspectivas de permanência e sobrevivência na ecoorganização mais ampla da qual faz parte.
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Capacidade funcional de idosos acometidos por doenças crônicas residentes em instituições de longa permanência

Maria de Holanda Lira Dantas, Cibele 31 January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:51:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2010 / O envelhecimento populacional no Brasil é acompanhado pela presença significativa de doenças crônicas e agravos que podem comprometer a capacidade funcional para as atividades de vida diária (AVD) e atividades instrumentais de vida diária (AIVD). As Instituições de Longa Permanência (ILPI) apresentam-se como alternativa de cuidado e acolhida para idosos com necessidade de assistência social ou de saúde. Esta dissertação contempla dois capítulos, o primeiro refere-se a um artigo de revisão com o objetivo de relatar os estudos sobre o perfil dos idosos institucionalizados no Brasil, e o segundo com o objetivo de descrever a capacidade funcional dos idosos institucionalizados em Recife. Não foi encontrado nenhum estudo referente ao perfil nacional da população institucionalizada, mas de localidades ou cidades. Os artigos encontrados possuíam semelhanças quanto ao perfil sociodemográfico e de saúde, o que pode levantar hipótese quanto ao perfil nacional. No segundo estudo, os resultados apresentaram uma amostra em que a maioria era do sexo feminino e sem suporte familiar. O principal motivo para institucionalização foi a situação de abandono ou ausência de familiar para cuidados (31,1%). A maior parte apresentou dependência para realização das AVD, das AIVD e baixo desempenho cognitivo. A presença de doenças crônicas ou agravo foi alta, 91,5% dos idosos apresentavam uma ou mais morbidades, a hipertensão foi a mais freqüente (48,8%). Os idosos com demência apresentaram o maior comprometimento da capacidade funcional, seguidos dos idosos com seqüela de AVE e com transtorno mental. As atividades mais comprometidas foram o uso de escada, banho, controle de diurese, interação social e resolução de problemas. Os resultados apontam que são poucos os estudos sobre a população institucionalizada no Brasil, o que impede a generalização dos resultados e maiores comparações. A população atendida pelas ILPIs é fragilizada e busca a instituição como suporte social e de saúde. A demência provocou significativas limitações para a capacidade funcional nesta amostra. Os resultados obtidos apontam à necessidade de reforço da política assistencial do idoso, para que tenham cuidados adequados e sejam acompanhados por programas de reabilitação que enfatizem as necessidades individuais, deixando o modelo assistencialista para a promoção e prevenção do desempenho funcional e da cidadania
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Fatores Que Inibem a Institucionalização do Orçamento Como Ferramenta de Controle Gerencial em uma Ifes

CALIMAN, D. R. 29 August 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T23:40:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_8160_Dissertação Douglas Roriz Caliman.pdf: 1350427 bytes, checksum: 4cecc041e0a09e3ff79aa45cb0991e9e (MD5) Previous issue date: 2014-08-29 / Este estudo aborda o tema orçamento como ferramenta de controle gerencial em uma Instituição Federal de Ensino Superior (IFES), cujo objetivo da pesquisa foi investigar, descrever e analisar os fatores que inibem a institucionalização do orçamento como ferramenta de controle gerencial em uma IFES. A questão de pesquisa é quais os fatores que inibem a institucionalização do orçamento como ferramenta de controle gerencial em uma IFES? Desta forma, a compreensão do problema norteou a opção por um estudo de caso, com uma abordagem qualitativa, com objetivos descritivo e exploratório, utilizando como procedimentos técnicos de coleta de dados a observação não participante, entrevista semi estruturada e analise documental. O levantamento dos dados deu-se nos meses de dezembro de 2013 a março de 2014. Como técnica de análise de dados foi utilizada a técnica de Análise de Conteúdo de Bardin (1977, 2004) desenvolvida nos meses abril a junho de 2014. A pesquisa teve como referenciais teóricos, a literatura de Orçamento com trabalhos de Frezatti et al., (2008) e Covaleski et al., (2003) e a Teoria Institucional com a contribuição de trabalhos de autores como Burns e Scapens (2000) e Dimaggio e Powell, (1983, 2007). Entretanto, cabe destacar que a literatura principal utilizada foi a de Frezatti et al., (2011) onde foram analisadas oito categorias impactantes ao processo orçamentário. Na análise dos dados, foi analisado o processo orçamentário nos planos teórico e real, foi verificado os estágios de institucionalização das etapas e funções do processo orçamentário e foi observado oito categorias de análise com 27 fatores impactantes a institucionalização do orçamento. Como conclusão, foi verificado 16 fatores inibidores, tais como: Comunicação Top Down, Dados Históricos, Impessoalidade e que o orçamento na IFES ainda não foi institucionalizado como ferramenta de controle gerencial. É apenas um critério cerimonial de valor que estabiliza e legitima a gestão da universidade frente à comunidade acadêmica e aos órgãos de controle externo.
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O processo de institucionalização de micro-práticas de transformação urbana

Turcato, Carolina Prestes January 2017 (has links)
Considerando questões comuns aos países em desenvolvimento, como a escassez de recursos, desigualdades sociais, problemas em infraestrutura e instituições vigentes, entre outros, percebe-se uma vasta área a ser explorada, sendo ainda um lócus de pesquisa com alto potencial de transformação social. Para compreender estas problemáticas e as possibilidades de transformação, novas abordagens são necessárias, novas formas organizacionais e novos mecanismos devem ser engendrados para endereçar tal contexto em busca de mudanças, através do desenvolvimento de novas práticas, diferentes dos modelos tradicionais já existentes e previamente criados e adotados em países desenvolvidos. Considerando o contexto de países em desenvolvimento, são grandes as diferenças e necessidade de foco em estudos e iniciativas para a situação específica dos mesmos. Não se pode considerar com as mesmas lentes, teorias e ferramentas utilizadas para compreender o contexto institucional de países desenvolvidos, os problemas no contexto institucional de países em desenvolvimento. Isto quer dizer que ambos os contextos apresentam problemas, porém, de natureza e características muito diversas. Desta forma, podemos compreender que é no cenário urbano de países em desenvolvimento que surgem novas formas de transformá-lo, sendo elas alternativas às tradicionais públicas e privadas (majoritariamente esforços de responsabilidade social corporativa). O objetivo da presente pesquisa refere-se à compreensão de novas práticas de transformação do espaço urbano de países em desenvolvimento como um processo complexo e não linear de institucionalização. Duas vertentes teóricas foram exploradas. A primeira delas é a teoria neoinstitucional, mais especificamente as abordagens que exploram o processo de institucionalização. E a segunda é a teoria da atividade, uma abordagem do espectro das teorias de prática que foi utilizada como ferramenta teórico-analítica para captar a maior complexidade de processos de institucionalização como os de transformação do espaço urbano através de micro-práticas urbanas. Buscando ir além dos frameworks mais tradicionais que consideram o processo de institucionalização como lineares e determinísticos, considera-se que ainda não existe um framework geral que ajude os acadêmicos a englobar, mapear e compreender os diferentes elementos e atores que influenciam um processo complexo de institucionalização, como explorado ao longo da presente pesquisa. Neste contexto, compreende-se que uma abordagem teórica baseada na prática poderia ser útil para construir um framework mais estruturado que possa englobar a coletividade do processo de institucionalização e considerar os diferentes elementos que influenciam tal processo. Define-se então o conceito de “micro-práticas urbanas”, para especificar o escopo empírico desenvolvido, que significa atividades desenvolvidas com poucos recursos e baixo custo realizadas por agentes da sociedade civil de forma colaborativa e que buscam transformar um determinado espaço ou mesmo percepção do espaço pelos habitantes da cidade em questão, endereçando os dois estudos de caso que constituem a presente pesquisa. Por fim, delineiam-se algumas contribuições dos avanços teóricos e empíricos da presente pesquisa. A teoria da atividade foi apresentada como uma ferramenta teórico-analítica para uma maior compreensão da complexidade inerente aos processos de institucionalização, que ainda não havia sido explorada na literatura. Outra contribuição diz respeito ao caráter inovador das organizações estudadas, por serem a priori, inéditas em sua forma de atuação. Os dois estudos de caso apresentam organizações da sociedade civil, bottom up e focadas em resolver problemas estruturais urbanos no Brasil através do desenvolvimento de micro-práticas. / Considering issues regarding developing countries as the resource scarcity or social inequalities, infrastructural problems, and in vogue institutions, among others, it is recognizes that there is a wide open field to be explored and it is also a big locus of research with high social transformation potential. Thus in order to understand such problematics and the possibilities of transformation, new approaches are needed, as well as new organizational forms and new mechanisms to be engendered to address such changes, through the development of new practices, different from the traditional ones already practiced in developed countries. Thus considering the developing country scenario, there are huge differences and needs to focus initiatives and practices, according to the specific characteristics of such environment. It is not possible to consider with the same analytical lens, theories and tools used to understand the institutional context in developed countries. Although it is important to regard that both contexts present problems, but the nature and type of problems are very diverse. In this way it is possible to understand that it is in the urban scenario in developing countries that new practices are being developed to transform it somehow, being alternative forms to public and private initiatives (major social responsibility actions). The main aim of this research is thus to understand new transformation practices of the urban space in developing countries as a complex and non linear institutionalization process. In order to achieve this aim, two theoretical streams were explored that are neoinstitutional theory and more specifically institutionalization approaches. And the second theoretical approach is the activity theory, inside the spectrum of practice approaches, it is used in this research as a theoretical and analytical tool to embrace the growing complexity of the institutionalization processes as this of the urban space transformation through the development of micro practices. In order to surpass traditional institutionalization frameworks that considers the process as linear and deterministic, it is also possible to consider that there is no existing general framework in literature that guides researchers to a deep understanding of all the complexity intrinsic in institutionalization processes and its different elements. In this context, the aim of this research is to develop a more structured theoretic and analytic framework able to encompass all the elements, selectivity, non linearity and complexity of the institutionalization process with the presentation of the activity system. Moreover, the concept of micro urban practices is developed in this research in order to achieve and specify the empiric field. This concept specifies activities developed with little resources and low cost, and deployed by civil society agents in a collaborative way in search for transformation of a specific urban space or even for the transformation of people’s engagement with the city and the space they live in. Finally, a few contributions could be developed in this research. The first one considers the deployment of the activity theory as a theoretical and analytical tool to encompass the inherent complexity of the institutionalization process that were not yet explored in the literature (until the moment). Another contribution concerns the innovative character of the studied organizations. This research is composed of two case studies of civil society and bottom up organizations that are focused in solving structural problems in Brazil through the development of micro practices.
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A concepção do campo organizacional sustentável sob a ótica da complexidade : uma análise do módulo I do Programa Pró-Guaíba

Assis, Artur Neves de January 2004 (has links)
O presente estudo visa, a partir de uma noção dos componentes da sustentabilidade, aliada ao paradigma moriniano da complexidade e dos pressupostos da teoria neoinstitucional, analisar o papel do Programa Pró-Guaíba na estruturação de um campo organizacional sustentável. Para isso, buscou-se na análise do conteúdo de evidências empíricas, obtidas em fontes de dados primárias (entrevistas em profundidade) e secundárias (pesquisa documental), elementos que propiciassem uma melhor compreensão dos principais aspectos subjacentes a essa questão. Assim, o conceito de sustentabilidade proposto pelo Programa pôde ser melhor evidenciado possibilitando a sua avaliação, tanto no âmbito dos Subprogramas, como na análise do Programa como um todo. Da mesma forma, o arcabouço teórico adequado à compreensão do papel do Programa Pró-Guaíba na estruturação do campo organizacional foi desenvolvido propiciando, uma perspectiva complexificada dos processos institucionais, assim como, uma solução alternativa aos paradoxos da abordagem neoinstitucionalista. Assim, os aspectos que confirmam a estruturação do campo organizacional em decorrência das ações do Programa são evidenciados, contudo, não como um “fato dado como certo” como pressupõe alguns autores da análise neoinstitucional, mas como elementos que compõem um “campo organizacional ativo”, concebido dialogicamente a partir de interações que integram a unidade complexa Programa/campo/sustentabilidade a qual, por sua vez, institucionaliza/desinstitucionaliza recursiva e retroativamente os componentes do sistema por intermédio de processos complexos e dialógicos de adaptação e seleção, de forma a aumentar suas perspectivas de permanência e sobrevivência na ecoorganização mais ampla da qual faz parte.
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Identificação de fatores de risco envolvidos no processo de institucionalização do portador de demência / Identification of risk factors for institutionalization of dementia patients

Ferretti, Ceres Eloah de Lucena [UNIFESP] January 2004 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:03:06Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2004 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Objetivos: Identificar entre pacientes e cuidadores familiares, fatores de risco para institucionalizacao do portador de demencia. Verificar o impacto das intervencoes de enfermagem no comportamento e estresse dos cuidadores. Metodos: Estudo longitudinal que acompanhou por cerca de um ano e meio, 362 sujeitos, pacientes e cuidadores familiares em tres diferentes campos: ambulatorio, domicilio, e instituicao de longa permanencia (ILP). Os familiares cuidadores do ambulatorio foram avaliados quanto a intencao e risco para institucionalizacao, e os familiares dos pacientes institucionalizados para verificacao das causas. Foram utilizados, no ambulatorio e domicilio, sete instrumentos validados para avaliacoes cognitiva, funcional, comportamental e ambiental. Um protocolo de enfermagem e dois questionarios para avaliacao do perfil da familia e presenca de conflitos em sua estrutura. Para os pacientes da instituicao, foram utilizados cinco instrumentos de avaliacao cognitiva, funcional e comportamental. Exceto o Mini Exame do Estado Mental (MEEM), todos os instrumentos foram aplicados ao familiar cuidador. Resultados: Na primeira avaliacao, o risco para institucionalizacao estava associado ao declinio cognitivo (p< 0,001), e estresse do cuidador (p< 0,001). Na segunda avaliacao, o risco se manteve presente no declinio cognitivo e no estresse do cuidador.0 impacto das intervencoes de enfermagem no acompanhamento dos pacientes do ambulatorio e domicilio, na segunda avaliacao, resultou em melhora no estresse do cuidador, no Inventario Neuropsiquiatrico (INP) do paciente e em seu estado geral (p<0,001). Esta melhora, pos-intervencao de enfermagem, foi notada tambem na instituicao, pelos resultados do INP e do estresse do familiar (p< 0,001). Os resultados pos-intervencao, nos pacientes visitados em domicilio apresentaram significancia estatistica no estresse do cuidador (p= 0,030), no INP geral (p= 0,002) e em alguns subitens da escala INP, como agressividade (p=< 0,001), ansiedade (p= 0,023), apetite (p= 0,050) e disforia (p= 0,02fi). Houve melhora significante tambem nas atividades diaria (AVD) (p= 0,014). Conclusao: Os fatores de risco para institucionalizacao, identificados neste estudo, foram o declinio cognitivo e o stress dos familiares cuidadores. Houve impacto positivo das intervencoes de enfermagem na reducao do estresse, no comportamento e na funcao / Objectives: Identify among demented patients and their family caregivers, risk factors for the patient’s institutionalization. Verify the impact of the nursing intervention on the caregiver’s behavior and burden. Method: A longitudinal study was conducted and followed, for a period of one year and a half, 362 subjects (patients and their caregivers) in three different settings: ambulatory, home and long – term institutions. The family caregivers from the ambulatory were assessed aiming to determine the risk factors for institutionalization and whether they had the intention to institutionalize their patient. The caregivers who had their relative in institution were assessed in order to determine the causes who lead them to do so. For both ambulatory and home assessment, seven different instruments have been used in covering the cognitive, functional, behavioral e environmental aspects. A Nursing Protocol and two other scales, has also been used to gather informations concerning the family profile and the presence of conflicts on its structure. For the institutionalized patients, five instruments have been used to collect data related to cognition, functional and behavior status. All the instruments have been applied on the caregiver, nothing but the Mini Mental State Examination (MMES) – applied on the patient. Results: The first assessment pointed that the risk for institutionalization was related to the cognitive decline (p<0,001) and to the caregiver’s burden (p<0,001). The cognitive and caregiver’s burden factors were still present on the second assessment. The nursing intervention showed a positive impact on the ambulatory patients follow-up and on the home patients as well. These interventions resulted in improvement on the caregiver’s burden, on the patient’s behavior – assessed by the Neuropsychiatric Inventory (NPI) – and on the patient’s general heath status (p<0,001). This improvement, after the nursing intervention, was also observed among the institutionalized patients, as shown on the NPI and on the caregiver’s burden results (p<0,001). The results obtained after the nursing intervention among the patients who remained at home presented to be statistically significant concerning the caregiver’s burden (p=0,003), the general NPI (p=0,002) and also its sub-items: aggressivity (p=0,001), anxiety (p=0,023), appetite (p=0,005) and disforia (p=0,026). The activities of daily living was also improved (p=0,014). Conclusion: The risk factors for institutionalization identified on this study was the cognitive decline and the family caregiver’s burden. There has been a positive impact of the Nursing Interventions on the stress reduction and on the behavioral and functional status. / CNPq: 140580/00-0 / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Dilemas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra na relação com o Estado e a sociedade: entre a autonomia e a institucionalização - o caso de Sergipe.

Nobre, Gismário Ferreira January 2008 (has links)
240f. / Submitted by Suelen Reis (suziy.ellen@gmail.com) on 2013-04-11T17:32:15Z No. of bitstreams: 1 Tese Gismario Nobreseg.pdf: 3937433 bytes, checksum: d545e7cbe85944b62fadf4d958d1ecde (MD5) / Approved for entry into archive by Rodrigo Meirelles(rodrigomei@ufba.br) on 2013-05-11T17:14:54Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese Gismario Nobreseg.pdf: 3937433 bytes, checksum: d545e7cbe85944b62fadf4d958d1ecde (MD5) / Made available in DSpace on 2013-05-11T17:14:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Tese Gismario Nobreseg.pdf: 3937433 bytes, checksum: d545e7cbe85944b62fadf4d958d1ecde (MD5) Previous issue date: 2008 / Essa tese analisa as relações entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Estado (conflito, diálogo e parcerias), explorando a relação contraditória entre a autonomia do sujeito social e a institucionalidade democrática. Objetiva essa investigação compreender a formação desse movimento social como sujeito coletivo em meio às suas complexas relações com o Estado, ou seja, em que medida sua participação em distintos contextos de confrontos institucionalizados alterou o seu sentido de liberdade e autonomia condicionado pela vivência institucional; identificar elementos da democratização da relação base/direção, em oposição à cultura predominante na sociedade na qual prevalecem relações autoritárias hierárquicas, o clientelismo e mecanismos abertos e/ou velados de cooptação que se reatualizam. Portanto, com base em estudos e pesquisas, dividiu-se essa tese em quatro capítulos, além das considerações finais. O primeiro capítulo enfoca as origens das concepções do MST. Procurou-se identificar as matrizes ideológicas nas quais se referencia o MST. Também recupera o processo de discussão e redefinição da natureza do Estado pari passu à afirmação da sociedade civil. O segundo capítulo versa sobre o duro caminho do MST em Sergipe na busca da autonomia. Nesse processo procurou-se compreender sua relação com setores da igreja, da CUT e do PT bem como os mecanismos tradicionais de institucionalização dos movimentos sociais no campo adotado, tanto pela igreja católica quanto pelo estado. O terceiro capítulo refere-se à caminhada ascendente do MST na busca da afirmação da sua identidade, procurando identificar sua participação nos novos canais de mediação institucional. O último capítulo objetiva contextualizar a luta dos sem-terra no complexo quadro de polarização ideológica entre o PT e o PFL e de cooptação dos movimentos sociais. E por fim as considerações finais onde procuramos estabelecer o grau de correspondência entre a hipótese e os resultados da pesquisa. / Salvador

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