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Do pulso que ainda a mãe que não consegue amar a filha : ensaio sobre o ódio materno

Lima, Adriana de Melo January 2009 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, 2009. / Submitted by Marília Freitas (marilia@bce.unb.br) on 2015-09-24T16:36:50Z No. of bitstreams: 1 2010_AdrianadeMeloLima.pdf: 587281 bytes, checksum: 827d8d630c87abfe2f5a3598b47b96a4 (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2015-09-24T16:37:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_AdrianadeMeloLima.pdf: 587281 bytes, checksum: 827d8d630c87abfe2f5a3598b47b96a4 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-09-24T16:37:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_AdrianadeMeloLima.pdf: 587281 bytes, checksum: 827d8d630c87abfe2f5a3598b47b96a4 (MD5) / Este trabalho visa analisar o ódio materno tendo como recorte a relação mãe-filha, pois antes de ser mãe, toda mulher é filha. No entanto, a construção se dá através da definição do ódio pela psicanálise, mais especificamente a freudiana, para posteriormente desenvolver o vínculo mãe-filha o qual receberá destaque significativo a feminilidade subentendida nesta relação. Freud verifica que a feminilidade de uma filha constitui-se pré-edípica e edipicamente “entre pai e mãe”. Por sua vez, Lacan caracteriza no primeiro tempo o desdobramento das formulações freudianas, a respeito da sexualidade feminina de uma filha que se desenvolve entre os genitores, nas relações diferenciadas que constitui com ambos. É por meio de pesquisa bibliográfica em obras psicanalíticas, assim como clássicos, que este trabalho se baseou e se estruturou a partir de uma teoria já existente e que pudesse contribuir com o caminho proposto da relação de ódio entre mãe e filha. A figura da mãe, para a menina, desdobra-se em uma função materna e feminina na medida em que a mãe é também uma mulher. O masoquismo moral, presente na clínica em forma não apenas de resistência, é destacado como um dos pontos mais notório na qual a culpa inconsciente faz o analisando não nomear o irrealizado visto no ódio e apenas sentir e se angustiar com a negação de uma possível tradução. No diferencial entre culpa, masoquismo moral e sentimento inconsciente de culpa aproxima-se do que Ferenczi denominou bebê-sábio. Este que se sente agredido por um amor imposto além do que almejava ou outra forma de amor, mas ainda assim, a sombra do ódio materno. Para ter uma mãe, muitas crianças são maternais, não conhecendo o que é o amor e os cuidados maternos, elas sofrem no corpo a autopunição, autoflagelo e no psíquico, a dor de não se encontrar. Assim, a clínica atual traz nas análises sentimentos presos, contidos e muitas vezes cheios de dúvidas do amor que faltou não apenas pela ausência, mas também pela presença do ódio. Sendo assim, ao final da presente pesquisa, foi evidenciado que tal sentimento está ligado a questões que a maternidade traz para a mãe que a faz regredir a uma vivência sentida quando a mesma era bebê durante o ato de relacionar-se com sua mãe. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This paper intends to analyze the maternal hate having as clipping the mother-daughter relationship, because before becoming a mother, every woman is daughter. However, the construction is made by the definition of hate by psychoanalysis, more specifically the Freud’s, to further develop the mother-daughter entailment which the femininity will receive significant emphasis implied in this relationship. Freud notes that the femininity of a daughter is to pre-oedipal and oedipal "father and mother". For his part, Lacan characterizes the first time the unfolding of Freud's formulations regarding the sexuality of a female daughther that develops between the parents, which is differentiated in relations with both. It is through works of literature in psychoanalysis, as well as the classics, that this work is based on and it was structured from an existing theory and that could contribute to the proposed path of love-hate relationship between mother and daughter. The figure of the mother, to the girl, unfolds in a maternal and female role at the same time the mother is also a woman. The moral masochism, in the clinic not only of resistance way, is detached as one of the most notorious in which the unconscious guilt does not name the unrealized seen in the hate and just feel and to afflict with the denial of a possible translation. In the differential between guilt, moral masochism and unconscious guilt feelings is closed to that Ferenczi called baby-wise. This feels assaulted by a love that yearned beyond the tax or other form of love but, still, the shadow of maternal hate. To have a mother, many children are maternal, not knowing what is love and care, they suffer in the body the self-punishment, self-chosen and psychic pain is not. So the current clinical features in the analysis feelings arrested, restrained and often full of doubt of the love which has missed not only by the absence, but also by the presence of hate. Thus, in the end of this research, it was evidencied that this feeling is linked to issues that motherhood brings to the mother who does regress to an experience felt when it was a baby during the act of relating to its mother.
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Afetividade e vínculo que embalam e abalam a relação entre mãe e filha vítimas de abuso sexual

Arantes, Mariana de Silvério 28 August 2009 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Clínica, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2009. / Submitted by Luanna Maia (luanna@bce.unb.br) on 2011-06-03T17:48:12Z No. of bitstreams: 1 2009_MarianadeSilverioArantes.pdf: 899313 bytes, checksum: b84a0f1274d6d8e14a1e18dcce77c6eb (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2011-06-03T17:48:55Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_MarianadeSilverioArantes.pdf: 899313 bytes, checksum: b84a0f1274d6d8e14a1e18dcce77c6eb (MD5) / Made available in DSpace on 2011-06-03T17:48:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_MarianadeSilverioArantes.pdf: 899313 bytes, checksum: b84a0f1274d6d8e14a1e18dcce77c6eb (MD5) / Este estudo tem como tema a afetividade e o vínculo entre mães e filhas em que uma ou ambas foram vítimas de abuso sexual. Faz-se um panorama sobre vários estudos relacionados ao tema no que se refere à história da violência intrafamiliar e abordam-se os dispositivos legais que visam proteger crianças e adolescentes. Definem-se também os conceitos de violência, exploração e abuso sexual, elucidando as consequências do abuso para o desenvolvimento afetivo, social e cognitivo das vítimas. Adota-se o aporte teórico socionômico para discutir questões relacionadas ao desenvolvimento da matriz de identidade, desempenho de papéis, vivências afetivas, modalidades vinculares e a transmissão geracional vivida pelo grupo familiar. O objetivo desta pesquisa é investigar a afetividade no vínculo mãe e filha vítimas de abuso sexual, procurando compreender as lógicas afetivas de conduta que permeiam o papel de mãe e filha, averiguando questões relativas à transgeracionalidade no que tange à repetição ou modificação dos modelos aprendidos pelas mães com suas famílias na infância. Inserese no campo de pesquisa qualitativa com base no referencial teórico da socionomia e do sociodrama familiar sistêmico e o utilizou-se do método construtivo-interpretativo de González Rey. Participaram do estudo quatro famílias que tiveram em suas bagagens vivências de abuso sexual, eram clientes de um programa de atendimento a famílias de vítimas violência em uma cidade do sul goiano. Os recursos utilizados para construção das informações foram: visita domiciliar, entrevista semi-estruturada individual com a mãe ou responsável pela criança abusada sexualmente e genograma confeccionado para facilitar a visualização dos estágios do ciclo de vida familiar e seus respectivos acontecimentos significativos. A análise e discussão dos resultados foram feitas a partir da categorização de zonas de sentido, reveladas por indicadores construídos e percebidos com base na relação entre o sujeito observador e os sujeitos observados. Foram delineadas quatro zonas de sentido. A primeira revelou indicadores relacionados às questões transgeracionais do abuso no que tange ao aprendizado sobre proteção, modalidades vinculares afetivas estabelecidas na infância, repetição da desproteção e lógicas afetivas de conduta construídas a partir das vivências nos papéis sociais. A segunda zona abarcou questões relativas à agressividade enquanto padrão vincular em vítimas de violência. A terceira destacou o preço que a vítima paga por ter sido abusada, tanto quando opta por revelar o abuso, quanto quando opta pelo silêncio. A última zona trouxe indicadores referentes às tentativas das mães de não repetir padrões transgeracionais, principalmente relacionados à proteção e vinculação com as filhas. Percebeu-se a importância do acolhimento às dores das famílias por parte dos profissionais que lidam com a temática do abuso sexual, abrindo um espaço seguro de escuta que permite que essas famílias identifiquem e explicitem suas dores e suas tentativas de romper com padrões transgeracionais geradores de desproteção e que evite a revitimização. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / This study aims to discuss the theme of the affection and the link between mothers and daughters victims of sexual abuse. It is an overview on various studies about the issue related to the history of violence within families, explaining the legal provisions to protect children and adolescents. It also defines the concepts of violence, exploration and sexual abuse, elucidating the consequences of abuse to the emotional, social and cognitive development of the victims. The theoretical line used to discuss issues related to the development of the matrix of identity, role-playing, emotional experiences, way of links and generational transmission experienced by the family group was the Socionomy. The objective of this research is to investigate the affective link between mother and daughter victims of sexual abuse, seeking to understand the affective logic of conduct that constitute the role of mother and daughter, exploring the issues related to the transgenerational repetition or modification of the models learned by mothers with their families during their childhood. It is inserted in the field of qualitative research and based on the socionomy theory and the sociodrama of familiar system approach and it was used the constructive-interpretative method of data analysis. The clients were four families who were in their luggage experiences of sexual abuse, participants of a program to assist victims of intra family violence in a city in southern Goiás. The resources used for construction of the information were: home visits, a semistructured individual interview with the mother or guardian of the child that had been sexual abused and the genogram constructed to facilitate the visualization of the stages of the cycle of family life and their significant events. The analysis and discussion of the results were made by the categorization of zones of meaning, revealed by indicators constructed and perceived based on the relationship between the observer subject and observed subject. Four zones of meaning were delineated. The first one showed indicators related to transgeracional issues of abuse in terms of learning about protection, the affective modalities links established in childhood, repetition of unprotection and affective logic of conduct based on experiences in social roles. The second zone cover issues related to aggression as a standard link to the victims of violence. The third one said the price paid by the victim by being abused, when she chooses to reveal the abuse or when she opts for keep in silence. The last zone has indicators related to attempts of not repeat transgenerational patterns by the mothers, mainly related to the protection and linking with their daughters. This study showed the importance of sheltering the pain of the families by the professionals who deal with the issue of sexual abuse, opening a safe space for listening, avoiding revictimization and allowing these families to identify and explain their pain and their attempts to break the transgenerational patterns of unprotection.
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Brincadeira de mamãe

Cordeiro, Zélia Alves January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2016-11-30T14:54:46Z (GMT). No. of bitstreams: 2 107269_Zelia.pdf: 1185585 bytes, checksum: dcbf2ded2ee5230d46700cc09491f0ef (MD5) license.txt: 214 bytes, checksum: a5b8d016460874115603ed481bad9c47 (MD5) Previous issue date: 2013 / A presente dissertação se ocupou em pesquisar a respeito da brincadeira de mamãe (mais comumente conhecida como brincadeira de casinha) e sua contribuição no desenvolvimento da criança no contexto social do Centro Educacional Infantil Cantinho do Amor II em Araranguá/SC. Para tanto estabelecemos o paralelo e o entrelaçamento de algumas teoriasrelacionadas ao tema do brincar na infância, enfatizando a importância da brincadeira de mamãe, vivenciada no dia a dia da criança na faixa etária da Educação Infantil. Algumas observações preliminares originaram o seguinte questionamento: Por que nas brincadeiras rotineiras na faixa etária de três e quatro anos, a brincadeira de mamãe/casinha é tão significativa para as crianças do Centro Educacional Infantil Cantinho do Amor II em Araranguá/SC? O percurso realizado iniciou-se por coleta de dados com instrumentos como questionários e observações realizadas no período de abril a junho de 2012 cujo propósito foi compreender o porquê das crianças com idade entre três e quatro anos em uma turma de vinte e dois alunos do Centro Educacional Infantil Cantinho do Amor II de Araranguá/SC gostavamtanto da brincadeira de mamãe. Os resultados apontam para a possibilidade de que a brincadeira de mamãe reflete, em alguma medida, as subjetividades entrelaçadas oriundas das relações travadas no cotidiano das crianças com seu meio escolar e familiar. Percebe-se o importante diferencial que o mundo da imaginação proporciona, isto é, o fazer de conta como a possibilidade de fazer e refazer, tendo a segurança consciente de que os atos ali vivenciados nada mais são do que possibilidades. / This dissertation research busied about Mom's play (more ommonly known as the outhouse joke) and its contribution to child development in the social context of the Centro Educacional Infantil Cantinho do Amor II em Araranguá/SC. To establish both the parallel and interlacing of theories related to the theme of play in childhood, emphasizing the importance of mother's play, experienced in everyday life of the child in the age group of early childhood education. Some preliminary observations led to the question: Why play in routine aged three and four years, play the mother / house is so significant for children's Centro Educacional InfantilCantinho do Amor II em Araranguá/SC? The route taken was started by collecting data with instruments such as questionnaires and observations made during the period from April to June of 2012 whose purpose was to understand why children aged three and four years in a class of twenty-two students of the Centro Educacional Infantil Cantinho do Amor II emAraranguá/SC were so fond of playing Mom. The results point to the possibility that Mommy's play reflects, to some extent, intertwined subjectivities arising from relationships developed in the daily lives of their children through school and family. Realizes the important difference that the world of imagination provides, ie, pretend like the ability to make and remake, with safety aware that there experienced acts are nothing more than opportunities.
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Um estudo intergeracional sobre autonomia e iniciação sexual de universitárias e suas mães

Donati, Fabiana Augusta [UNESP] 17 March 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-06-17T19:34:16Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-03-17. Added 1 bitstream(s) on 2015-06-18T12:49:10Z : No. of bitstreams: 1 000831981.pdf: 588267 bytes, checksum: db599b505e55269133f16172907f67cf (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A autonomia sobre as próprias decisões e especialmente em relação à sexualidade e à iniciação sexual são temas que preocupam educadores, familiares e a sociedade em geral, especificamente quando é abordado o agrupamento jovens mulheres. Procurando compreender a dinâmica intergeracional, existente entre mães e filhas, nesse contexto, este estudo fez parte de uma pesquisa que investigou a educação intergeracional sobre a autonomia e a iniciação sexual de universitárias e suas mães de uma escola privada do interior de São Paulo. Foi realizado um levantamento inicial com o objetivo de identificar o padrão comportamental das estudantes, e o instrumento utilizado foi um questionário fechado quantitativo, que pesquisou, além do comportamento sexual, também nível sócio-econômico, estado civil, religião e uso do preservativo. Foi aplicado em 218 alunas, de seis cursos nas áreas de humanas e saúde. Com relação às categorizações para a situação afetiva das alunas, 43,5% delas estavam na categoria relacionamento estável - namoro, 29,9% na categoria só ou ficando e 26,6% eram alunas casadas. A maioria das estudantes intituladas jovens, condizentes com a categorização do estatuto da juventude (idade entre 15 e 29 anos), compunha 75,0% das participantes na pesquisa. Do total de alunas que apresentaram vida sexual, 187 participantes, a idade média da iniciação sexual destas universitárias foi 17 anos, e em relação ao uso de preservativo na primeira relação sexual, 66,7% destas mulheres jovens declararam ter usado e na última relação esta porcentagem caiu para 35,3% de uso. Em relação à religião 47,2% se declararam católicas, 13,7% espíritas e 33,5% evangélicas. Os resultados mostraram um grande número de universitárias com vida sexual, independente do nível sócio-econômico e da área de conhecimento. Na dinâmica intergeracional observou-se maior interação mãe-filha nas participantes... / The autonomy over their own decisions and especially in relation to sexuality and sexual initiation are issues of concern to educators, families and society in general, specifically when dealing with young women. Trying to understand the intergenerational dynamics, that exist between mothers and daughters, in this context, this study was part of a larger study that investigated the intergenerational education on autonomy and sexual initiation among university students from a private institution in the interior of São Paulo. We conducted a baseline survey in order to identify the behavioral patterns of students and the instrument used was a quantitative closed questionnaire that surveyed the sexual behavior, socioeconomic status, marital status, religion and condom use. The questionnaire was applied to 218 students from six courses in the humanities and health. Regarding the affective situation of the students, 43.5% were in stable relationships - dating, 29.9% were single or with someone and 26.6% were married students. Most students were classified as young according to the categorization of Statute of Youth (aged 15 to 29 years), comprised 75.0% of the research participants. Of the students who reported sexual life, 187 participants, the average age of sexual initiation of these university students was 17, and in relation to condom use at first sexual intercourse, 66.7% of young women reported using and about last relationship this percentage dropped to 35.3%. With regard to religion 47.2% declared themselves catholic, 13.7% spiritualists and 33.5% evangelical. The results showed a large number of students with active sexual life, regardless of socioeconomic level and area of expertise. A greater mother-daughter interaction was observed in the intergenerational dynamics in more autonomous participants, but this data was not considered unique for autonomy. The assumption that sexual initiation occurred in an autonomous way is...
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Um estudo intergeracional sobre autonomia e iniciação sexual de universitárias e suas mães /

Donati, Fabiana Augusta. January 2015 (has links)
Orientador: Raul Aragão Martins / Banca: Ana Cláudia Bortolozzi Maia / Banca: Tânia Suely Antonelli Marcelino Brabo / Banca: Angela Mara de Barros Lara / Banca: Leonardo Lemos de Souza / Resumo: A autonomia sobre as próprias decisões e especialmente em relação à sexualidade e à iniciação sexual são temas que preocupam educadores, familiares e a sociedade em geral, especificamente quando é abordado o agrupamento "jovens mulheres". Procurando compreender a dinâmica intergeracional, existente entre mães e filhas, nesse contexto, este estudo fez parte de uma pesquisa que investigou a educação intergeracional sobre a autonomia e a iniciação sexual de universitárias e suas mães de uma escola privada do interior de São Paulo. Foi realizado um levantamento inicial com o objetivo de identificar o padrão comportamental das estudantes, e o instrumento utilizado foi um questionário fechado quantitativo, que pesquisou, além do comportamento sexual, também nível sócio-econômico, estado civil, religião e uso do preservativo. Foi aplicado em 218 alunas, de seis cursos nas áreas de humanas e saúde. Com relação às categorizações para a situação afetiva das alunas, 43,5% delas estavam na categoria relacionamento estável - namoro, 29,9% na categoria só ou ficando e 26,6% eram alunas casadas. A maioria das estudantes intituladas jovens, condizentes com a categorização do estatuto da juventude (idade entre 15 e 29 anos), compunha 75,0% das participantes na pesquisa. Do total de alunas que apresentaram vida sexual, 187 participantes, a idade média da iniciação sexual destas universitárias foi 17 anos, e em relação ao uso de preservativo na primeira relação sexual, 66,7% destas mulheres jovens declararam ter usado e na última relação esta porcentagem caiu para 35,3% de uso. Em relação à religião 47,2% se declararam católicas, 13,7% espíritas e 33,5% evangélicas. Os resultados mostraram um grande número de universitárias com vida sexual, independente do nível sócio-econômico e da área de ... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The autonomy over their own decisions and especially in relation to sexuality and sexual initiation are issues of concern to educators, families and society in general, specifically when dealing with young women. Trying to understand the intergenerational dynamics, that exist between mothers and daughters, in this context, this study was part of a larger study that investigated the intergenerational education on autonomy and sexual initiation among university students from a private institution in the interior of São Paulo. We conducted a baseline survey in order to identify the behavioral patterns of students and the instrument used was a quantitative closed questionnaire that surveyed the sexual behavior, socioeconomic status, marital status, religion and condom use. The questionnaire was applied to 218 students from six courses in the humanities and health. Regarding the affective situation of the students, 43.5% were in stable relationships - dating, 29.9% were single or with someone and 26.6% were married students. Most students were classified as young according to the categorization of Statute of Youth (aged 15 to 29 years), comprised 75.0% of the research participants. Of the students who reported sexual life, 187 participants, the average age of sexual initiation of these university students was 17, and in relation to condom use at first sexual intercourse, 66.7% of young women reported using and about last relationship this percentage dropped to 35.3%. With regard to religion 47.2% declared themselves catholic, 13.7% spiritualists and 33.5% evangelical. The results showed a large number of students with active sexual life, regardless of socioeconomic level and area of expertise. A greater mother-daughter interaction was observed in the intergenerational dynamics in more autonomous participants, but ... (Complete abstract click electronic access below) / Doutor
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A criança em acolhimento institucional: os cuidados ambientais como mediadores da reconstrução do vínculo mãe-filho.

Mariana Soares da Paz 08 June 2017 (has links)
O acolhimento institucional para crianças como medida de proteção é uma das previsões fundamentadas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) como um direito a ser garantido à criança, quando for identificada uma situação que coloque sua vida em perigo/risco, ainda que essa situação possa advir do ambiente familiar. Após o acolhimento, a criança vivencia possibilidades de retorno à convivência com a família de origem, de acordo com a Lei Federal n 12.010/09. Diante desse panorama, esta pesquisa apresenta como objetivo geral identificar de que modo as crianças expressam o vínculo com a figura materna, levando em conta a mediação institucional. Como objetivos específicos, pretende-se compreender como o trabalho de mediação institucional contribui nas situações em que há possibilidade de reintegração da criança à família de origem e analisar a vivência da criança com seu cuidador ou profissional de referência à luz dos conceitos de transicionalidade e uso do objeto. Utilizaremos como referência teórica alguns conceitos de Winnicott, como espaço transicional, uso do objeto, ambiente facilitador, holding, assim como a teoria sobre a formação de vínculos de John Bowlby. Entrevistaremos esses profissionais ou cuidadores no intuito de compreender a contribuição da mediação institucional nas situações em que há possibilidade de retorno da criança ao ambiente familiar. A técnica projetiva do H-T-P (House-Tree-Person) foi escolhida por estimular na criança a projeção da experiência de conflitos vivenciados na relação com os outros no ambiente em que vive e, nesse sentido, pretendemos que ela expresse seus afetos, sobretudo em relação à figura materna. Pretende-se, ao fim deste estudo, poder contribuir com formas de intervenção clínica como proposta de mediação institucional para crianças acolhidas institucionalmente por medidas de proteção. / Institutional sheltering for children as a protection measure is one of the predictions based on the Child and Adolescent Statute (ECA) and is a right to be guaranteed to the child, when a life-threatening situation is identified, even though this Situation is coming from their homes and families. After the reception, the child experiences possibilities to return living with the family of origin, in accordance with Federal Law no. 12.010 / 09. Given this panorama, this research intends to identify how children express the bond with the maternal figure even when had passed by the institutional mediation. As specific objectives, it is tried the understanding of how the work of institutional mediation contributes in situations in which there is possibility of reintegration of the child into the original family and to analyze the child's experience with his / her caregiver or reference professional in the light of the concepts of transitionality and use of the object. We will use as theoretical reference some concepts of Winnicott, such as transitional space, object use, facilitator environment, holding, as well as John Bowlby's theory of bonding. We will interview these professionals or caregivers in order to understand the contribution of institutional mediation in situations where there is a possibility of the children return to their family. The projective technique of the HTP (House-Tree-Person) was chosen because it stimulates in the children the projection of the experience of conflicts lived in their relationship with others in the environment in which it lives and, in this sense, we intend that it expresses their affections, especially in Relation to the maternal figure. At the end of this study, we will contribute with forms of clinical intervention - as a proposal for institutional mediation - for children institutionally supported by protective measures.

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