Spelling suggestions: "subject:"marcadores dde visão"" "subject:"marcadores dee visão""
1 |
Efeito da terapia de fotobiomodulação sobre a recuperação muscular após sessões de treinamento intervalado de sprints / Effect of photobiomodulation therapy on the muscular re-covery after sprints interval training sessionsMalta, Elvis Souza [UNESP] 07 March 2017 (has links)
Submitted by ELVIS DE SOUZA MALTA null (elvismalta@hotmail.com) on 2017-05-12T15:00:58Z
No. of bitstreams: 1
Dissertação de mestrado final.pdf: 3697452 bytes, checksum: 701ccda556692371c77c81e3154b2b0e (MD5) / Approved for entry into archive by Luiz Galeffi (luizgaleffi@gmail.com) on 2017-05-12T16:47:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1
malta_es_me_rcla.pdf: 3697452 bytes, checksum: 701ccda556692371c77c81e3154b2b0e (MD5) / Made available in DSpace on 2017-05-12T16:47:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1
malta_es_me_rcla.pdf: 3697452 bytes, checksum: 701ccda556692371c77c81e3154b2b0e (MD5)
Previous issue date: 2017-03-07 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / O objetivo geral do presente projeto foi investigar a efetividade da terapia de fotobiomodula-ção (TFBM) sobre a recuperação muscular após sessões de treinamento intervalado de sprint (SIT) em ciclo ergômetro. Para isso, foram realizados 2 estudos independentes: o estudo 1 teve como objetivo avaliar o efeito agudo da TFBM aplicada imediatamente após sessão de SIT sobre as respostas inflamatórias (IL-10 e TNFα), marcadores de lesão muscular (CK e LDH), percepção de dor muscular e no desempenho em salto vertical. O estudo 2 teve como objetivo comparar a efetividade da TFBM nas mesmas variáveis do estudo 1, mas comparando esse método com outros métodos de recuperação já clássicos na literatura, como a como a re-cuperação ativa (RA), imersão em água fria (IAF). Participaram do projeto 36 voluntários não treinados (12 participantes no estudo 1 e todos os 36 no estudo 2). No estudo 1 o desenho experimental foi designado como duplo-cego, randomizado e controlado por placebo e no estudo 2 foram utilizados grupos independentes para cada intervenção. Os voluntários foram submetidos a um teste incremental máximo, seguido (5 dia depois) de duas sessões de SIT (4 x teste de Wingate, com recuperação de 4 min entre os esforços) em um intervalo de 24 h. Imediatamente após a segunda sessão de SIT foram aplicadas a TFBM (músculos quadríceps e bíceps femoral em ambas as pernas), ou Placebo (PLA) (estudo 1) e TFBM, RA (15 min a 50% da menor intensidade associada ao consumo máximo de oxigênio) ou IAF (10 min à 10 °C) (estudo 2). Amostras de sangue venoso foram coletadas antes (Pré), 30 min, 1, 24, 48 e 72 h após a segunda sessão de SIT, além disso, nos momentos 24, 48 e 72 h foram realizadas avali-ações da percepção de dor e salto vertical contra movimento. Não foram verificadas interações entre os grupos no estudo 1 e no estudo 2 para nenhuma das variáveis investigadas. No entan-to, por meio da análise da magnitude do tamanho do efeito foram verificados efeitos benéfi-cos sobre alguns parâmetros analisados e diferenças entre as intervenções. Com base nos resul-tados dos estudos 1 e 2, de modo geral, a TFBM teve um efeito ligeiramente benéfico sobre a recuperação muscular após sessões de SIT em ciclo ergômetro. No entanto, os efeitos da TFBM não foram predominantemente melhores sobre os parâmetros de recuperação muscular quando comparados com os efeitos da RA e a IAF. / The general objective of the present project was to investigate the effectiveness of photobiomodulation therapy (FBMT) on muscle recovery after sprint interval training (SIT) sessions on cycle ergometer. Two independent studies were performed: study 1 aimed to evaluate the acute effect of FBMT applied immediately after SIT session on inflammatory responses (IL-10 and TNFα), markers of muscle injury (CK and LDH), CMJ performance and pain perception. Study 2 aims to compare the effectiveness of FBMT using the same variables of study 1, but comparing this method with other classical recovery methods in the literature, such as active recovery (AR) and cold water immersion (CWI). Thirty-six untrained volunteers participated in the studies (12 participants in study 1 and all 36 in study 2). In study 1 the experimental design was designated as double-blind, randomized and placebo-controlled and in the study two independent groups were used for each intervention. The subjects performed a maximal incremental test, followed (5 days later) by two sessions of SIT (4 x Wingate test, with recovery of 4min between the efforts) in a period of 24 hours. Immediately following the second SIT session, the FBMT (quadriceps and femoral biceps muscles in both legs) or Placebo (study 1) and FBMT, AR (15 min at 50% of the lowest intensity associated with peak oxygen uptake) or CWI (10 min at 10 ° C) (study 2). Venous blood samples were collected before, 30 min, 1, 24, 48 and 72 h after the second SIT session; in addition, at 24, 48 and 72 h was performed evaluations of CMJ performance and pain perception. There were no interactions between groups in study and study 2 for any variables. However, using the qualitative analysis of the magnitude of differences was found beneficial effects on some parameters analyzed and differences between interventions. In summary, based on these results, FBMT had a slightly beneficial effect on muscle recovery after SIT sessions in cycle ergometer. However, the effects of TFBM on muscle recovery parameters were not predominantly better when compared to AR and CWI effects. / FAPESP: 2015/05012-2
|
2 |
Avaliação dos marcadores de estresse oxidativo em pacientes com endometriose pélvica / Evaluation of oxidative stress markers in patients with pelvic endometriosisCarvalho, Luiz Fernando Pina de 15 January 2013 (has links)
Objetivo:Existemevidências crescentes na literatura da participação do estresseoxidativonaprogressão e agressividade da endometriose. Nesse estudoprospectivo e controlado, foram medidos seis marcadores de estresse oxidativo com a finalidade de relacioná-los com a severidade e progressão da endometriose além debuscarum marcador diagnóstico para a doença. Pacientes e Métodos:Entre Julho de 2010 e Agosto de 2011, 62 pacientes consecutivas com diagnóstico histológico de endometriose foram identificadas como elegíveis para esse estudo. Após os critérios de exclusão, 44 pacientes foram alocadas em três grupos: Grupo A (estádios I/II da ASRM/1996), (n=14), grupo B (estádios III/IV da ASRM/1996),(n=16) e grupo controle (n=14). Os seguintes marcadores foram avaliados no fluido peritoneal e no tecido com endometriose: 8-hidroxi-2- deoxiguanosina (8-OHdG), 8-oxo-guaninaglicosilase (OGG1),proteínacarbonil (PC), oxidação lipídica (LPO), espécies reativas de oxigênio (ROS); capacidade totalantioxidante (TAC). Resultados: Observou-se elevação estatisticamente significante do 8 OhdG e da PC. Notou-se diminuição significativa na expressão do reparo de DNA (OGG1) em estádios avançados de endometriose. (p<0.001, p=0.001, p=0.033 respectivamente). Não notamos significância estatística entre os três grupos estudados nos marcadores ROS,CAT e LPO. Utilizando-se um modelo estatístico multivariável e as curvas ReceiverOperatingCharacteristics(ROC) construiu-se um modelo preditivo de severidade de doença. A habilidade do modelo de distinguir 16 entre os grupos A, B e o grupo controlefoi alta. O modelo foi capaz de diferenciar aproximadamente 9 em cada 10 pacientes incluídas (acerto/corrido foi de 87%). Conclusão:O aumento da lesão no DNA e a diminuição da atividade enzimática de reparo de DNA podem estar relacionados com a progressão da endometriose. Nossos resultados indicam que marcadores oxidativos de agressão celular podem se tornar testes valiosospara se verificar a severidade da endometriose / Objective: There is increasing evidence that oxidative stress is one of the key factors for endometriosis progression. In this prospective controlled trial, we measured six different biomarkers of oxidative stress targeting protein, lipid and DNA to quantify the severity and progression of endometriosis and establish a diagnostic marker for the disease. Methods: 62 consecutive patients were identified to be enrolled in this study. After exclusion criteria, 44 patients were allocated in three groups: Group A (Stage I/II - ASRM/1996), (n=14), Group B(Stage III/IV ASRM/1996), (n=16), and control group (n=14). Levels of 8 hydroxy- deoxyguanosine (8 OHdG), 8- oxoguanine DNA glycosylase (OGG1), protein carbonyl (PC), lipid peroxidation (LPO), reactive oxygen species (ROS); total antioxidant capacity (TAC) were accessed in peritoneal fluid and tissue. Results: 8-OhdG and PC levels were found to be significantly higher in patients with endometriosis, in addition OGG1 expression was found to be significantly lower in patients with endometriosis (p<0.001, p=0.001, p=0.033 respectively); however, stages I/II, stages III/IV, and control group showed comparable levels of ROS, TAC and LPO. A predictive model was built using multivariable analyses and receiver operating characteristics curves. The ability to predict and distinguish between groups A, B and control patients washigh. The model was corrected in proximally 9 out of 10 patients included (Model/Corrected ratio was 87%). Conclusion: Higher level of DNA damage and 19 lower expression of DNA repair activity may be related with endometriosis progression. Our results indicate that oxidative stress as a biomarker of cell injury might be a useful and reliable quantitative test of endometriosis severity
|
3 |
Avaliação dos marcadores de estresse oxidativo em pacientes com endometriose pélvica / Evaluation of oxidative stress markers in patients with pelvic endometriosisLuiz Fernando Pina de Carvalho 15 January 2013 (has links)
Objetivo:Existemevidências crescentes na literatura da participação do estresseoxidativonaprogressão e agressividade da endometriose. Nesse estudoprospectivo e controlado, foram medidos seis marcadores de estresse oxidativo com a finalidade de relacioná-los com a severidade e progressão da endometriose além debuscarum marcador diagnóstico para a doença. Pacientes e Métodos:Entre Julho de 2010 e Agosto de 2011, 62 pacientes consecutivas com diagnóstico histológico de endometriose foram identificadas como elegíveis para esse estudo. Após os critérios de exclusão, 44 pacientes foram alocadas em três grupos: Grupo A (estádios I/II da ASRM/1996), (n=14), grupo B (estádios III/IV da ASRM/1996),(n=16) e grupo controle (n=14). Os seguintes marcadores foram avaliados no fluido peritoneal e no tecido com endometriose: 8-hidroxi-2- deoxiguanosina (8-OHdG), 8-oxo-guaninaglicosilase (OGG1),proteínacarbonil (PC), oxidação lipídica (LPO), espécies reativas de oxigênio (ROS); capacidade totalantioxidante (TAC). Resultados: Observou-se elevação estatisticamente significante do 8 OhdG e da PC. Notou-se diminuição significativa na expressão do reparo de DNA (OGG1) em estádios avançados de endometriose. (p<0.001, p=0.001, p=0.033 respectivamente). Não notamos significância estatística entre os três grupos estudados nos marcadores ROS,CAT e LPO. Utilizando-se um modelo estatístico multivariável e as curvas ReceiverOperatingCharacteristics(ROC) construiu-se um modelo preditivo de severidade de doença. A habilidade do modelo de distinguir 16 entre os grupos A, B e o grupo controlefoi alta. O modelo foi capaz de diferenciar aproximadamente 9 em cada 10 pacientes incluídas (acerto/corrido foi de 87%). Conclusão:O aumento da lesão no DNA e a diminuição da atividade enzimática de reparo de DNA podem estar relacionados com a progressão da endometriose. Nossos resultados indicam que marcadores oxidativos de agressão celular podem se tornar testes valiosospara se verificar a severidade da endometriose / Objective: There is increasing evidence that oxidative stress is one of the key factors for endometriosis progression. In this prospective controlled trial, we measured six different biomarkers of oxidative stress targeting protein, lipid and DNA to quantify the severity and progression of endometriosis and establish a diagnostic marker for the disease. Methods: 62 consecutive patients were identified to be enrolled in this study. After exclusion criteria, 44 patients were allocated in three groups: Group A (Stage I/II - ASRM/1996), (n=14), Group B(Stage III/IV ASRM/1996), (n=16), and control group (n=14). Levels of 8 hydroxy- deoxyguanosine (8 OHdG), 8- oxoguanine DNA glycosylase (OGG1), protein carbonyl (PC), lipid peroxidation (LPO), reactive oxygen species (ROS); total antioxidant capacity (TAC) were accessed in peritoneal fluid and tissue. Results: 8-OhdG and PC levels were found to be significantly higher in patients with endometriosis, in addition OGG1 expression was found to be significantly lower in patients with endometriosis (p<0.001, p=0.001, p=0.033 respectively); however, stages I/II, stages III/IV, and control group showed comparable levels of ROS, TAC and LPO. A predictive model was built using multivariable analyses and receiver operating characteristics curves. The ability to predict and distinguish between groups A, B and control patients washigh. The model was corrected in proximally 9 out of 10 patients included (Model/Corrected ratio was 87%). Conclusion: Higher level of DNA damage and 19 lower expression of DNA repair activity may be related with endometriosis progression. Our results indicate that oxidative stress as a biomarker of cell injury might be a useful and reliable quantitative test of endometriosis severity
|
Page generated in 0.093 seconds