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    Our metadata is collected from universities around the world. If you manage a university/consortium/country archive and want to be added, details can be found on the NDLTD website.
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Ejemplo de Sistema de Comisiones

Cremer, Rodolfo 08 November 2007 (has links)
Muestra el ejemplo de un sistema de comisiones que incentiva y premia tanto el trabajo individual como el grupal
412

Virales Marketing : die Macht der sozialen Netzwerke /

Klinger, Michaela. January 2006 (has links)
Hochsch., Diplomarbeit, --Mittweida, 2004.
413

Traditional ads in an interactive environment /

Madansky, Michele. January 1999 (has links)
Thesis (Ph. D.)--University of Chicago Graduate School of Business, June 1999. / Includes bibliographical references. Also available on the Internet.
414

Marketingbudgetierung : konzeptionelle Grundlagen und empirische Befunde /

Fuchs, Dion. January 2008 (has links) (PDF)
Diss. Univ. St. Gallen, 2007. / Literaturverz.
415

Comércio eletrônico e Internet : posicionamento dos maiores varejistas no Brasil

Radziuk, Eduardo January 2003 (has links)
O uso da Internet, de forma comercial, começou no início dos anos 90 do século passado, de tal forma que já se passaram em torno de 10 anos de atividades desta nova forma de comércio. Também é de conhecimento no mundo dos negócios que os varejistas são considerados os principais responsáveis pela distribuição dos produtos e serviços gerados pela economia de um país. Isto decorre, principalmente, de sua alta capilaridade. Como o objetivo principal deste trabalho é apresentar como estão posicionados na Internet os maiores varejistas no Brasil, após uma década de introdução do Comércio Eletrônico via Internet, realizamos uma pesquisa com os varejistas presentes na publicação EXAME MAIORES E MELHORES (2003). Os resultados obtidos através de um estudo de casos múltiplos e exploratórios demonstram claramente que mesmo entre os maiores existe uma diversidade muito grande na forma de utilização da Internet em seus negócios. Encontramos tanto empresas que ainda não estão nem presentes na Internet bem como outras que chegaram a criar uma empresa específica para operar no Comércio Eletrônico. Também é possível verificar que um processo de total desintermediação, que levaria a eliminação dos varejistas, parece estar longe de ser a realidade nas próximas décadas e acreditamos que deveremos assistir nos próximos anos a ascensão de uma categoria de varejistas aos quais denominamos de e-varejistas.
416

Návrh marketingové strategie pro společnost Skysport, s.r.o. pro sezónu 2011

Víchová, Barbora January 2011 (has links)
No description available.
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Právní a etické limity při využívání buzz a ambush marketingu

Zbranek, Lukáš January 2012 (has links)
No description available.
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Comércio eletrônico e Internet : posicionamento dos maiores varejistas no Brasil

Radziuk, Eduardo January 2003 (has links)
O uso da Internet, de forma comercial, começou no início dos anos 90 do século passado, de tal forma que já se passaram em torno de 10 anos de atividades desta nova forma de comércio. Também é de conhecimento no mundo dos negócios que os varejistas são considerados os principais responsáveis pela distribuição dos produtos e serviços gerados pela economia de um país. Isto decorre, principalmente, de sua alta capilaridade. Como o objetivo principal deste trabalho é apresentar como estão posicionados na Internet os maiores varejistas no Brasil, após uma década de introdução do Comércio Eletrônico via Internet, realizamos uma pesquisa com os varejistas presentes na publicação EXAME MAIORES E MELHORES (2003). Os resultados obtidos através de um estudo de casos múltiplos e exploratórios demonstram claramente que mesmo entre os maiores existe uma diversidade muito grande na forma de utilização da Internet em seus negócios. Encontramos tanto empresas que ainda não estão nem presentes na Internet bem como outras que chegaram a criar uma empresa específica para operar no Comércio Eletrônico. Também é possível verificar que um processo de total desintermediação, que levaria a eliminação dos varejistas, parece estar longe de ser a realidade nas próximas décadas e acreditamos que deveremos assistir nos próximos anos a ascensão de uma categoria de varejistas aos quais denominamos de e-varejistas.
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Comércio eletrônico e Internet : posicionamento dos maiores varejistas no Brasil

Radziuk, Eduardo January 2003 (has links)
O uso da Internet, de forma comercial, começou no início dos anos 90 do século passado, de tal forma que já se passaram em torno de 10 anos de atividades desta nova forma de comércio. Também é de conhecimento no mundo dos negócios que os varejistas são considerados os principais responsáveis pela distribuição dos produtos e serviços gerados pela economia de um país. Isto decorre, principalmente, de sua alta capilaridade. Como o objetivo principal deste trabalho é apresentar como estão posicionados na Internet os maiores varejistas no Brasil, após uma década de introdução do Comércio Eletrônico via Internet, realizamos uma pesquisa com os varejistas presentes na publicação EXAME MAIORES E MELHORES (2003). Os resultados obtidos através de um estudo de casos múltiplos e exploratórios demonstram claramente que mesmo entre os maiores existe uma diversidade muito grande na forma de utilização da Internet em seus negócios. Encontramos tanto empresas que ainda não estão nem presentes na Internet bem como outras que chegaram a criar uma empresa específica para operar no Comércio Eletrônico. Também é possível verificar que um processo de total desintermediação, que levaria a eliminação dos varejistas, parece estar longe de ser a realidade nas próximas décadas e acreditamos que deveremos assistir nos próximos anos a ascensão de uma categoria de varejistas aos quais denominamos de e-varejistas.
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The interplay of social semiotics in selected examples of experiential brand marketing

Rennie, Tarryn January 2016 (has links)
As with the traditional form of print advertising, advertisements were, and still are designed in a particular way to attract the viewer’s attention and direct the attention towards a specific area within the framework of the advertisement. However, besides print advertising, today’s markets require further interaction with consumers and the public at large. This has given rise to the use of experiential brand marketing whereby consumers interact with the brand in out-of-context situations. The advancement of technology has enabled user experiences to go beyond the traditional forms of branding such as television, print, radio and even on-line advertising, websites and so forth and users are able to upload experiential brand experiences instantly on social networking sites. This, in turn, has indicated that marketers need to take full advantage of social networking, PR and audience interaction with brands. Theo Van Leeuwen & Gunther Kress (2005:7) investigated the context of ‘framing’ in visual communication where elements either have some kind of ‘connectedness’ or ‘disconnectedness’. This study focuses on the context of Van Leeuwen’s (2005:7) ‘framing’ of traditional print magazine designs to the environments or brandscapes in which experiential brand activations are taking place. According to Lenderman (2006:52), experiential marketing requires person-to-person networking with consumers who use sophisticated networking tools for respectful conversations between the consumer and the brand. Not only is this a cost effective solution to making a relatively unknown brand reach the masses, but it also allows an opportunity of immediate audience participation and instant recording of data that can spread across a global network. The theoretical base of social semiotics, underpinned by Van Leeuwen’s theory of ‘framing’, forms the theoretical basis of this study, with case studies of various experiential brand activations being analysed. An analysis of the environment in which the brand experience takes place, along with consumer reactions and their reactions to the overall brand experience in terms of experiential branding is studied. The aim of this research is to identify how the interplay of social semiotics could be used to interpret the current trend of user brand experiences in terms of experiential, interactive marketing.

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