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Fortschritt bei MarxMaeder, Denis January 2010 (has links)
Zugl.leicht veränd. Fassung von: Berlin, Freie Univ., Diss. u.d.T.: Der Fortschrittsbegriff bei Karl Marx
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Marx' emanzipatorische Kritik im Sinne einer Komplementarität von Theorie und PraxisLim, Kyungseok. Unknown Date (has links) (PDF)
Universiẗat, Diss., 2003--Tübingen. / Erscheinungsjahr an der Haupttitelstelle: 2003.
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Wilhelm Marx, 1863-1946 : eine politische Biographie /Hehl, Ulrich von, January 1900 (has links)
Texte remanié de: Habilitationsschrift--Philosophische Fakultät--Universität Bonn, 1987. / Bibliogr. p. XIII-XLV. Index.
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Från Marx till marxism : en studie av Karl Marx och marximens framväxt /Månson, Per. January 1900 (has links)
Doct. diss.--Department of Sociology--Göteborg, 1987. / Bibliogr. 491-508. Résumé en anglais.
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Para uma crítica da religião em Marx (1843-1844)Souza, Paulo Eduardo de January 2017 (has links)
SOUZA, Paulo Eduardo de. Para uma crítica da religião em Marx (1843-1844). 2017. 138 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia)- Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017 / Submitted by sebastiao barroso (jrwizard2209@hotmail.com) on 2017-07-07T13:17:18Z
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Previous issue date: 2017 / There is a deliberate, but not systematized, criticism of Marx (1818-1883) about religion. This dissertation is therefore an attempt to trace, explain and analyze the Marxian theoretical elements that compose this critique, from the immanent analysis of works selected from Marx between the years 1843 and 1844, a period in which this philosopher lived a theoretical reversal In the search for a "radical", materialist, concrete philosophy, aiming at overcoming its philosophical bases linked to idealism. Because it was not a criticism external to religion (of the type that does not seek the essence of religion, but to discuss doctrinal incoherences), "reformist", "anticlerical" or "atheist" vulgar, Marx sought to overcome all these partial types of "critical To religion, "assuming the ultimate foundation of Ludwig Feuerbach's (1804-1872) criticism of religion, that humans subjectively produce religion, the world of religion, contributing to Feuerbach, to whom the essence of religion was in the act of Express "selfconsciousness" and "self-understanding" of humans. Therefore, our dissertation has as its starting point an analysis of Feuerbach's critique of religion. In the second and third moments, we explain the elements of Marx's critique of religion, expressed in some of his writings, namely, On the Jewish Question (1843), Critique of Philosophy of Right of Hegel-Introduction (1843-44) and Glosas Criticism of the article "'The king of Prussia and social reform'. Of a Prussian "(1844), texts in which Marx criticizes the limits of modern politics and state. Marx assumes religion with double and dialectical determination: On the one hand, it is the result of unmet needs in the world and, on the other, a possibility of overcoming these needs, even as illusory liberation. Overcoming religious "illusion" in Marx has as a presupposition to overcome the real human-social conditions that make religion necessary, especially in modernity, when religion has been displaced into the dimension of private life, into the field of abstract law, into And by which the political state "divinized" to everything regulates, makes concessions and class agreements / Existe uma crítica deliberada, mas não sistematizada, de Marx (1818-1883) à religião. Esta dissertação é, pois, um esforço em rastrear, explicitar e analisar os elementos teóricos marxianos que compõem esta crítica, a partir da análise imanente de obras selecionadas de Marx entre os anos de 1843 e 1844, período no qual este filósofo vivia uma reviravolta teórica na busca por uma filosofia “radical”, materialista, concreta, visando a superação de suas bases filosóficas ligadas ao idealismo. Por não se tratar de uma crítica externa à religião (do tipo que não busca pela essência da religião, mas discutir incoerências doutrinárias), “reformista”, “anticlerical” ou “ateia” vulgar, Marx procurou superar todos esses tipos parciais de “crítica à religião”, assumindo o fundamento último da crítica de Ludwig Feuerbach (1804-1872) à religião, o de que os humanos produzem subjetivamente a religião, o mundo da religião, contribuindo com Feuerbach, para quem a essência da religião estava no ato de expressar a “autoconsciência” e o “autossentimento” dos humanos. Por isso, nossa dissertação tem como ponto de partida uma análise da crítica de Feuerbach à religião. Nos segundo e terceiro momentos, explicitamos os elementos da crítica de Marx à religião, expressos em alguns dos seus textos, a saber, Sobre a questão judaica (1843), Crítica da filosofia do direito de Hegel-Introdução (1843-44) e Glosas críticas ao artigo “‘O rei da Prússia e a reforma social’. De um prussiano” (1844), textos em que Marx critica os limites da política e do Estado modernos. Marx assume a religião com dupla e dialética determinação: Por um lado, é resultado das necessidades humanas não supridas no mundo e, por outro, uma possibilidade de superação destas necessidades, mesmo como libertação ilusória. Superar a “ilusão” religiosa, em Marx, tem como pressuposto superar as condições reais, humano-sociais, que tornam a religião necessária, especialmente na modernidade, quando a religião foi deslocada à dimensão da vida privada, ao campo do direito abstrato, no e pelo qual o Estado político “divinizado” a tudo regula, faz concessões e acordos classistas.
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Marx's Theory of IdeologyRaghunath, T.R. 04 1900 (has links)
This thesis is an interpretive exercise aimed at clarifying the structure of Marx's theory of ideology. It is also a critical exploration of issues stemming from Marx's ideas about ideology. The central argument of the thesis is that Marx's theory of ideology is constituted by two concepts of ideology, the early concept, sketched in the German Ideology, according to which ideologies are the ruling ideas of a society corresponding to the economic interests of the ruling class, and the later concept, present in the Capital, according to which ideologies conform to the appearances of the mode of production.
The early concept is applicable to all class societies, but the later concept holds true of societies based on commodity production for exchange-value. The early concept identifies ideologies in terms of three modes of representation of social phenomena: inversion, mystification, and universalisation. The later concept adds two more modes of representation: reflection and fetishism. We argue that, although the early and the later concepts are individually consistent, there are important incompatibilities between them, and that this renders Marx's theory inconsistent.
Chapter One points out the importance of Marx's critique of Hegel's Philosophy of Right in the development of Marx's early concept of ideology. Chapter Two is a critical interpretation of Marx's early concept of ideology as sketched in his German Ideology. Chapter Three is devoted to an analysis of Marx's later concept and of the question of the truth of ideology in terms of the two concepts. We conclude with some unsystematic reflections on the relation between the two concepts. / Thesis / Master of Arts (MA)
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De l'idée de rareté chez MarxPéloquin, Florian January 1999 (has links)
Thèse numérisée par la Direction des bibliothèques de l'Université de Montréal.
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Marx, Marxism, and Human NatureBerkemeier, Caleb 27 April 2012 (has links)
No description available.
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Fondement de l'être et fausse conscience dans la pensée de Karl MarxDumais, Alain January 1991 (has links)
Mémoire numérisé par la Direction des bibliothèques de l'Université de Montréal.
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Totalitarismo, tempo e ação: uma leitura de A condição humana de Hannah Arendt / Totalitarianism, Time and Acrion: An Interpretation of Hannah Arendt\'s The Human ConditionDias, Thiago 30 May 2018 (has links)
Partindo da ideia de que, para Hannah Arendt, Origens do totalitarismo não esgota a questão do totalitarismo, a tese pretende mostrar o primeiro passo dado pela autora no aprofundamento da questão. A argumentação se inicia com a afirmação arendtiana de que os campos de concentração funcionaram como laboratórios onde até mesmo a personalidade e a espontaneidade dos seres humanos foram concebidas como coisas e, portanto, como sujeitas ao conhecimento. Esta constatação colocou o problema do humano no centro do pensamento da autora. Ao confirmar uma antiga suspeita contra a tradição de filosofia política, Arendt se engajou em sua desmontagem servindo-se de certa análise de alguns filósofos pós-hegelianos (sobretudo Marx) e da crítica ao procedimento de differentia specifica para a determinação da essência do ser humano. Em um passo seguinte, lançou-se à formulação de uma nova maneira de pensar o humano e, para evitar o recurso a essências, apoiou-se sobre as diferentes temporalidades das atividades humanas. O resultado deste movimento é A condição humana, livro em que a vita activa é apresentada em termos temporais e o conceito de ação é formulado como uma temporalidade aberta ancorada na pluralidade. Isto faz do conceito de ação um entrave teórico ao totalitarismo, uma vez que insere o indeterminado no centro do pensar político tornando impossível o conhecimento do agir. / Since for Hannah Arendt the question of totalitarianism is not completely solved with The Origins of Totalitarianism, I intend to show her first steps toward a deeper level of this question. I start with her claim that concentration camps were comparable to laboratories in which even men\'s personality and spontaneity were conceived as sheer things, thus being subject to knowledge. This observation leads the problem of human to the center of her thought. After confirming a suspicion harbored against the tradition of political philosophy, Arendt binds herself to dismantle the tradition, a task carried out through an analysis of post-hegelian thinkers (specially Marx) and the critique of differentia specifica as a proceeding to determine human beings\' essence. Her following step was the formulation of a new way to think about human and, in order to avoid the use of essences, she leans on the different temporalities of human activities. The outcome of this movement is The Human Condition, a book in which vita activa is described in temporal terms and the concept of action structured on an open temporality based on plurality. The concept of action became a theoretical blockade against totalitarianism as it places the indeterminate in the center of political thinking thus making it impossible to know a priori human action.
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