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Clínica psicanalítica: a debilidade mental em questão / Psychoanalytic clinic: the mental debility in focusSanches, Daniele Rosa 06 August 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008-08-06 / The mental debility is a clinical category which is distinctly defined by two actuations fields: the medicine and the psychoanalysis. From the medical point of view the mental debility concerns to the lowest mental retard level. Mentals retardations are classified in according with results obtained in IQ tests. The differents measures classify the degrees of retardation with variations from light to serious level. The light retardation (mental debility) refers to IQ level between 50 and 70. From the medical point of view the retardation is understood as a pathology of intelligence. On the other hand for psychoanalysis, the mental debility is understood as a psychic position adopted by the subject of the unconscious. On the psychoanalysis concept the mental debility is not a pathology of the intelligence, but a psychopathology explicitated by the subject that doesn t appropriate what says neither what desires. On the psychoanalytic field, the mental debility refers to a subject completely under someone else s requires. This paper emphasizes on the importance for the psychoanalysis to make a mental debility diagnosis through the clinical listening / A debilidade mental é uma categoria clínica definida diferentemente por dois campos de atuação: a medicina e a psicanálise. Para a medicina a debilidade mental refere-se ao nível mais leve de retardo mental. Os retardos mentais, por sua vez, são classificados de acordo com as medidas obtidas nos testes de QI. As diferentes medidas oferecem níveis de retardo que variam do leve ao grave. O retardo leve (debilidade mental) corresponde ao nível de QI situado entre 50 e 70. O retardo é entendido, pela medicina, como uma patologia da inteligência. Já para a psicanálise, a debilidade mental é entendida como uma posição psíquica adotada pelo sujeito do inconsciente. Na concepção psicanalítica a debilidade mental não é uma patologia da inteligência, mas sim uma psicopatologia expressa por um sujeito que não se apropria do que diz nem do que deseja. No campo psicanalítico a debilidade mental refere-se a um sujeito completamente submetido à demanda alheia. Este trabalho enfatizará a importância, para a Psicanálise, em fazer um diagnóstico da debilidade mental por meio da escuta clínica
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A clínica fonoaudiológica e a fala holofrásica de uma adolescente com debilidade mental / The speech and language clinic and the holophrastic speech of an adolescent with mental debilityPereira, Maria Rosirene Lima 23 February 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011-02-23 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Introduction: This work focuses on theoretical and clinical issues involving
holophrase from the perspective of the subject constituted in and through language,
to direct our attention to the mentally handicapped in its alienation to the Other. Aim:
To investigate the holophrastic speech of a teenager with mental debility. Method:
The speech data of this adolescent were extracted from clinical material of therapy
sessions, supplemented by their clinical and symbolic history. The data analysis was
supported by the Language Symptoms Organization Model. In particular, there has
been the observation of the use, by the speech therapist, of the target procedure of
sanction, in its impact on the recognition or denial of the subject and the signifier,
coupled with listening to the speech of the teenager. This way, the holophrastic
speech had its enigmatic specificity questioned from the uniqueness of the clinical
material, whether in the data literalness, in listening to the sound and amorphous
mass that constitutes it. Results and Conclusions: The results support the
hypothesis that holophrastic speech, to the speech therapy clinical practice, would be
the agglutination of unintelligible segments that are presented as an amorphous mass
and noise formed by an admixture of signifiers, heard as distorted, welded or without
pause between each other. Despite their structural and functional specificity,
holophrastic speech has its operation submitted to the order of language itself, in
articulation with the individual event of the subject with mental debility talk / Introdução: este trabalho debruça-se sobre questões teóricas e clínicas que
envolvem a holófrase, sob a ótica do sujeito constituído na e pela linguagem para
dirigir o olhar ao débil mental em sua alienação ao Outro. Objetivo: investigar a fala
holofrásica de uma adolescente com debilidade mental. Método: Os dados de fala
dessa adolescente foram extraídos do material clínico de sessões terapêuticas,
complementados por sua história simbólica e clínica. A análise desses dados foi
subsidiada pelo modelo teórico de multiestratificação dos sintomas de linguagem.
Em particular, deu-se a observação do alçamento, pelo fonoaudiólogo, do
metaprocedimento da sanção, em sua incidência sobre o reconhecimento ou
negação do sujeito e do significante, aliado à escuta da fala da adolescente. Por
essa via, a fala holofrásica teve sua especificidade enigmática interrogada a partir da
singularidade do material clínico, seja na literalidade do dado, seja na escuta à
massa amorfa e sonora que a constitui. Resultados e Conclusões: os resultados
dão suporte à hipótese de que a fala holofrásica, para a clínica fonoaudiológica,
seria a aglutinação de segmentos ininteligíveis que se apresentam como massa
amorfa e sonora formada por uma miscigenação de significantes, escutados como
distorcidos, soldados ou sem pausa entre si. Apesar de sua especificidade funcional
e estrutural, a fala holofrásica tem seu funcionamento submetido à ordem própria da
língua, em articulação ao acontecimento individual da fala do sujeito com debilidade
mental
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