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Diário de uma vida de menina: cinema e literatura no Brasil (representações da personagem feminina)

Silvestre, Penha Lucilda de Souza [UNESP] 04 July 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:32:48Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-07-04Bitstream added on 2014-06-13T18:44:13Z : No. of bitstreams: 1 silvestre_pls_dr_assis_parcial.pdf: 148918 bytes, checksum: 6d76f2409f86fde824f8c27d4f8e504a (MD5) Bitstreams deleted on 2015-06-25T13:00:53Z: silvestre_pls_dr_assis_parcial.pdf,. Added 1 bitstream(s) on 2015-06-25T13:03:17Z : No. of bitstreams: 1 000676714_20160727.pdf: 125066 bytes, checksum: 010c6aee8f57379bad6291272db30d08 (MD5) Bitstreams deleted on 2016-07-29T12:53:55Z: 000676714_20160727.pdf,. Added 1 bitstream(s) on 2016-07-29T12:54:48Z : No. of bitstreams: 1 000676714.pdf: 4393056 bytes, checksum: 9001532f7b8b51ab1f875cc35e1ec959 (MD5) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / A pesquisa tem por objetivo geral investigar como se dá a constituição e representação da identidade do sujeito feminino, no texto literário Minha vida de menina (1942), de Helena Morley e, ainda, sua respectiva adaptação para o cinema, Vida de menina (2004), dirigida por Helena Solberg. O estudo divide-se em partes distintas: a) fortuna crítica do diário; b) leitura e análise interpretativa de Minha vida de menina (Diário de Helena Morley); c) leitura e análise da obra fílmica, fortuna crítica da produção da diretora de cinema; d) leitura comparativa do corpus delimitado e reflexão crítica sobre as diferentes modalidades artísticas, considerando a especificidade de cada obra; e) realização de entrevista com a cineasta e John Spangler. A partir de conceitos da teoria da literatura e de estudos voltados para a adaptação, propomos uma análise do diário e do filme com o intuito de observarmos a construção da personagem feminina, já que o diário teve sua gênese no final do século XIX e foi publicado em 1942. Já no início do século XXI, Solberg realiza a adaptação para o cinema dos relatos da menina mineira. Ambas apresentam um contexto social, histórico e ideológico da nação brasileira, num período de grandes mudanças políticas, como a libertação dos escravos (1888) e Proclamação da República (1889); por conseguinte, o país iniciava o processo de modernização. Nessa reunião de informações, o diálogo intertextual presente entre o filme e o diário mostra uma personagem emancipada para o tempo em que viveu, pois rompe com costumes, ideias e ações, distanciando-se... / This study has as its general objective to investigate how the identity of the female character is constituted and represented, in the literary text “Minha vida de menina” (1942), by Helena Morley and also its respective adaptation to the movies “Vida de menina” (2004), directed by Helena Solberg. This study is divided in distinct parts: a) the critical fortune of the diary; b) the reading and interpretative analysis of “Minha vida de menina” (The Diary of Helena Morley); c) the reading and the analysis of the filmic work, the critical fortune of the production of the movie director; d) the comparative reading of the delimited corpus and the critical reflection on the different artistic modalities, taking into consideration the specificity of each work; e) the interview with the filmmaker Vera Brant. Starting from the concepts of the theory of the literature and of the studies turned to the adaptation, we propose an analysis of the diary and of the movie with the intention of observing the female character construction, since the diary had its genesis in the end of the 19th century and was published in 1942. In the beginning of the 21st century, Solberg concluded the adaptation for the movies of the “mineira” girl's reports. Both present a social context, historical and ideological of the Brazilian nation, in a period of great political changes, such as the Abolition of the Slavery (1888) and the... (Complete abstract click electronic access below)
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Perspectivas femininas em Helena Morley e Lygia Fagundes Telles: Minha vida de menina e As meninas

Recchia, Cristal [UNESP] 08 August 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:25:23Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008-08-08Bitstream added on 2014-06-13T18:26:23Z : No. of bitstreams: 1 recchia_c_me_arafcl.pdf: 338847 bytes, checksum: 71ed00e920472ef422b38de042265ef2 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Apresenta-se o estudo da construção do eu feminino em duas obras da literatura brasileira, uma de 1942, Minha vida de menina, de Helena Morley, e outra de 1973, As meninas, de Lygia Fagundes Telles. De um lado, tem-se a descrição do cotidiano e da vida pacata de uma pequena cidade do interior de Minas Gerias feita por Helena Morley no final do século XIX, e, de outro, a vida urbana, cosmopolita, agitada e politizada de As meninas de Lygia Fagundes Telles. A ficção introspectiva de Lygia em As meninas sonda a alma humana e explora as inquietações existenciais das personagens. Através de Lia, Ana Clara, e Lorena, a autora traduz problemas psicológicos, religiosos, filosóficos e morais relacionados à vivência urbana. As diferenças de visão de mundo das jovens narradoras, uma do século XIX e três do século XX, proporcionam também uma visão de como o papel da mulher mudou na nossa sociedade. De uma maneira surpreendente, Helena Morley coloca-se à frente de seu tempo e questionadora da condição feminina, sendo este um dos aspectos importantes da obra. Minha vida de menina e As meninas apresentam-nos diversos e distintos perfis de mulheres, que, ao mesmo tempo em que consolidam as posições femininas na sociedade em que estão inseridas, permitem-nos colocá-las em cheque. Tão distintos pontos de vista nos fazem conhecer as diversas facetas do tempo histórico em que cada uma dessas mulheres viveu. O resultado é uma nova história, a história interpretada sob o ponto de vista feminino. Momentos históricos como a Proclamação da República, a Abolição da Escravatura e a Ditadura Militar são recriados por cada uma dessas mulheres. O tratamento temporal e a representação do corpo feminino são as categorias que representam, nas obras estudadas, o surgimento e o desenvolvimento de uma nova mulher brasileira, uma mulher cada vez mais livre em relação... / The study of the construction of the self-feminine is highlighted in two major literary works of the Brazilian literature, one from 1942, Minha vida de menina, by Helena Morley; and another from 1973, As meninas, by Lygia Fagundes Telles. On the one hand, Morley describes a peaceful everyday life in a small town in Minas Gerais state in the end of the 19th century and, on the other hand, a bursting, urban, cosmopolitan and politicized life is tackled by Lygia Fagundes Telles. Tele’s introspective narrative in As meninas probes the human soul and explores the character’s existencial inquietudes. Through Lia, Ana Clara, and Lorena, the author analyses pshyhological, religious, philosophical and moral problems related to urban life. The narrators’ differing points of view, one belonging to the 19th century and the other three to the 20th century, result in na appreciation of the changing social landscape occupied by women. In a surprising way, Morley is ahead of her time when she questions the feminine condition, this being the most outstanding aspect of her book. Minha vida de menina and As meninas present us with diverse and distinct women’s profiles that, while consolidating their feminine positions in the society they are inserted, allow us to put them in check. Distinct points of view make us familiar with the many facets of the historical time these women lived. The result is a new history, a history interpreted by a female point of view. Historical moments such as the republic proclamation, slavery abolition and the military dictatorship are recreated by each of these women. The temporal treatment and the representation of the female body are categories representative, in these books, of the birth and development of a new Brazilian women, a freer woman concerning their bodies and possibilities of expression. Each author builds time in their works in a particular... (Complete abstract click electronic access below)

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