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A construÃÃo do Templo da HistÃria EusÃbio de Sousa e o Museu HistÃrico do Cearà (1932- 1942)Cristina Rodrigues Holanda 17 December 2004 (has links)
FundaÃÃo Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Cientifico e TecnolÃgico / Cette recherche a scrutà la formation de lâamas du Museu HistÃrico do Cearà (MusÃe Historique du Cearà â MHC), constituà à Fortaleza sous la direction du bachelier EusÃbio NÃri Alves de Sousa, dans la pÃriode de 1932 à 1942. Lâaction de EusÃbio de Sousa a Ãtà analysÃe avec le but dâinterpreter ses conceptions dâhistoire, mÃmoire et musÃe qui ont influencà la crÃation et lâorganisation de la premiÃre institution musÃologique officielle de lâÃtat du CearÃ, avec les conceptions des donateurs des objets, dÃlinÃes à partir des descriptions procÃdÃes à propos des offres. Lâorganisation de cet amas dans les annÃes 1930, qui en partie se conserve jusquâà prÃsent, a contribuà significativement pour la conformation de ce MusÃe pour toute la dÃcenie de 1940, mÃme avec lâalternance de directeurs qui ont succÃdà EusÃbio de Sousa. Câest seulement avec lâintervention de lâInstituto do Cearà (Institut du CearÃ), à partir de 1951, que le MHC a gagnà une nouvelle orientation. / A pesquisa tratou de perscrutar a formaÃÃo do acervo do Museu HistÃrico do Cearà (MHC), constituÃdo em Fortaleza sob a direÃÃo do bacharel EusÃbio NÃri Alves de Sousa, no perÃodo de 1932 a 1942. A atuaÃÃo de EusÃbio de Sousa foi analisada com o intuito de interpretar suas concepÃÃes de histÃria, memÃria e museu que influenciaram a criaÃÃo e a organizaÃÃo da primeira instituiÃÃo museolÃgica oficial do Estado do CearÃ, juntamente com as concepÃÃes dos doadores de objetos, delineadas a partir das descriÃÃes procedidas a respeito das ofertas. A montagem desse acervo nos anos trinta, que em parte se manteve atà a atualidade, contribuiu significativamente para a conformaÃÃo desse Museu por toda a dÃcada de quarenta, mesmo com a alternÃncia de diretores que sucederam EusÃbio de Sousa. Somente com a intervenÃÃo do Instituto do CearÃ, a partir de 1951, à que o MHC ganhou um novo direcionamento.
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Museu e escola: uma experiÃncia de mediaÃÃo entre as crianÃas de educaÃÃo infantil e o espaÃo museolÃgico / Museo y escuela: una experiencia de mediaciÃn entre los niÃos de educaciÃn infantil y un museoNÃbia Agustinha Carvalho Santos 25 August 2010 (has links)
Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃfico e TecnolÃgico / Este estudo propÃe-se a compreender como as crianÃas de EducaÃÃo Infantil (EI) leem os objetos do Museu do Cearà por meio de uma experiÃncia mediadora entre os espaÃos escolar e museolÃgico, analisando tambÃm a especificidade da mediaÃÃo em termos de adequaÃÃo a este pÃblico. A metodologia que o orientou foi de base qualitativa com um enfoque na pesquisa-intervenÃÃo. O pÃblico escolhido foi uma turma de Jardim II, da Escola Municipal AntÃnio Sales, localizada na cidade de Fortaleza. O trabalho de campo na referida instituiÃÃo ocorreu durante um semestre do ano de 2009. Noutra instituiÃÃo de ensino foi realizado um projeto-piloto. Foram realizadas visitas ao espaÃo museolÃgico, antecedidas por estratÃgias de mediaÃÃo, entre essas, assinalamos a escolha pelas crianÃas das seguintes exposiÃÃes: âEscravidÃo e Abolicionismoâ, âFortaleza: imagens da cidadeâ e âPadre CÃcero: mito e ritoâ. Outras estratÃgias mediadoras tambÃm precederam e sucederam no espaÃo escolar, cujos registros nos permitiram perceber as diferentes leituras realizadas pelas crianÃas sobre os objetos do museu e do cotidiano. As aÃÃes e os recursos educativos utilizados como mediaÃÃo nesses dois espaÃos foram: contaÃÃes de histÃrias, teatro de fantoches, roda de conversas com crianÃas, entrevistas com a professora, desenhos seguidos de narrativas, construÃÃo de jogos educativos com os objetos do Museu escolhidos pelas crianÃas, visitas museais, oficina do objeto, pintura coletiva entre pais/mÃes e filhos, cartilha da Dorinha e realizaÃÃo de uma exposiÃÃo na escola sobre o processo da pesquisa. Essas aÃÃes museolÃgicas e os recursos mediadores foram registrados em DiÃrio de Campo, fotografias e vÃdeo, constituindo o material para as anÃlises da intervenÃÃo. Os principais aportes teÃricos dessa dissertaÃÃo sÃo: os estudos bakhtinianos sobre a linguagem como prÃtica de discursividade; a importÃncia da mediaÃÃo conferida por Vigotski; o espaÃo como um lugar praticado nos dizeres de De Certeau. As aÃÃes mediadoras da pesquisa-intervenÃÃo oportunizaram mÃltiplas leituras Ãs crianÃas sobre os objetos museolÃgicos, predominando as leituras lÃdicas. Outros teÃricos contribuÃram nessa interlocuÃÃo com os diversos campos de conhecimento que se entrecruzaram neste trabalho dissertativo como forma de compreender e refletir historicamente os percursos dos museus histÃricos e as aÃÃes educativas nesses espaÃos com as crianÃas. As leituras que as crianÃas de EducaÃÃo Infantil fizeram do Museu foram: lÃdica, museolÃgica e histÃrica. A experiÃncia mediadora nos espaÃos escolar e museolÃgico estimulou a imaginaÃÃo das crianÃas, que puderam se expressar atravÃs de narrativas e imagens grÃfico-plÃsticas. / Este estudio se propone a comprender como los niÃos de EducaciÃn Infantil (EI) leyem los objetos del Museo del Cearà a travÃs de una experiencia mediadora entre los espacios escolar y museolÃgico, examinando tambiÃn la especificidad de la mediaciÃn entre los dos espacios y el pÃblico infantil. La metodologÃa que orientà este trabajo tiene una base cualitativa con enfoque en la investigaciÃn con intervenciÃn. El pÃblico escogido fue un grupo del JardÃn II, de la Escuela Municipal Antonio Sales, localizada en la ciudad de Fortaleza. El trabajo desarrollado en la referida instituciÃn ocurrià durante un semestre del aÃo de 2009. En otra instituciÃn de enseÃanza fue realizado un proyecto piloto. Fueran realizadas visitas al espacio museolÃgico, antecedidas por estrategias de mediaciÃn, entre esas, seÃalamos la selecciÃn por los niÃos de las siguientes exposiciones: âEsclavitud y Abolicionismoâ, âFortaleza: imÃgenes de la ciudadâ y âPadre CÃcero: mito y ritoâ. Otras estrategias mediadoras tambiÃn antecedieran y sucedieran en el espacio escolar, cuyos registros nos permitieran percibir las diferentes lecturas realizadas por los niÃos sobre los objetos del museo y del cotidiano. Las acciones y los os recursos educativos utilizados como mediaciÃn en eses dos espacios fueran: narraciones de historias, teatro de fantoches, roda de conversas con niÃos, entrevistas con la maestra, dibujos seguidos de narrativas, construcciones de juegos educativos con los objetos del Museo escogidos por los niÃos, visitas al museo, taller del objeto, pintura en grupo entre padres/madres y hijos, cartilla de la Dorinha y realizaciÃn de una exposiciÃn en la escuela sobre el proceso da investigaciÃn. Esas acciones museolÃgicas y los recursos mediadores fueran registrados en Diario del Campo, fotografÃas y videos, constituyendo el material para los anÃlisis de la intervenciÃn. Los principales aportes teÃricos de esa disertaciÃn son: los estudios de Bakhtin sobre el lenguaje como prÃctica de discursividad; la importancia de la mediaciÃn conferida por Vigotski; el espacio como un lugar practicado en el pensamiento de De Certeau. Las acciones mediadoras de la investigaciÃn con intervenciÃn posibilitaron muchas lecturas a los niÃos sobre los objetos museolÃgicos, predominando las lecturas lÃdicas. Otros teÃricos contribuyeron en esa interlocuciÃn con las diversas Ãreas del conocimiento que se entrelazaron en este trabajo de disertaciÃn como forma de comprender y reflejar histÃricamente los trayectos de los museos histÃricos y las acciones educativas en eses espacios con los niÃos. Las lecturas que los niÃos de EducaciÃn Infantil hicieron del Museo fueran: lÃdica, museolÃgica y histÃrica. La experiencia mediadora en los espacios escolar e museolÃgico estimulà la imaginaciÃn de los niÃos, que pudieron se expresar a travÃs de narrativas y imÃgenes grÃficas y plÃsticas.
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THE EDUCATIONAL ACTION AND CULTURAL LEGACY OF GUSTAVO BARROSO FOR MODERN BRAZILIAN MUSEOLOGY. / A aÃÃo educacional e o legado cultural de Gustavo Barroso para a moderna museologia brasileiraRegina ClÃudia Oliveira da Silva 23 September 2014 (has links)
nÃo hà / As discussÃes nessa narrativa tratam-se da aÃÃo educacional e do legado cultural de Gustavo Barroso para a Moderna Museologia Brasileira. Vincula-se ao grande tema da histÃria e memÃria da educaÃÃo brasileira, especialmente à histÃria e memÃria das instituiÃÃes escolares e culturais. A pesquisa busca a compreensÃo e interpretaÃÃo da aÃÃo social do sujeito Gustavo Barroso, nas distintas matÃrias da Museologia no Brasil, por meio de sua aÃÃo educacional, a partir, nomeadamente, da trÃade Museu HistÃrico Nacional (1922), Curso de Museus (1932) e Inspetoria de Monumentos Nacionais (1934), bem como de seu debate sobre folclore sertanejo, principalmente cearense, vinculado à sua proposta de museu ergolÃgico (1944). Utilizamos o conceito de modernidade sustentado nas apreciaÃÃes de Max Weber a respeito do tema. Na pesquisa recorreram-se a documentos institucionais, à revisÃo bibliogrÃfica de outros trabalhos sobre o assunto e à entrevista de ex-alunos do Curso de Museus, em que se buscava saber sobre suas memÃrias (Ricoeur) no tocante ao Curso de Museus e à sua experiÃncia de convivÃncia e/ou trabalho no MHN. O objetivo fundamental à apresentar uma interpretaÃÃo falseÃvel (Popper) de que Gustavo Barroso, a partir da trÃade retrocitada, contribuiu para a preservaÃÃo da memÃria nacional, na medida em que iniciou uma cultura de preocupaÃÃo do poder pÃblico com nossa histÃria educacional e nosso patrimÃnio cultural, ou seja, instalou-se uma nova concepÃÃo de Museologia no Brasil, justificadora de sua prÃpria visÃo de histÃria e conservadorismo. A fundaÃÃo do MHN foi em 1922, ano emblemÃtico para a HistÃria do Brasil, marcado por diversos acontecimentos polÃticos e culturais, ano que tambÃm correspondia ao centenÃrio da IndependÃncia do Brasil, em que se vivia grande crise de popularidade e aceitaÃÃo do governo de EpitÃcio Pessoa. O MHN resultou em um libelo nacionalista e ufanista, necessÃrio para clamar ao povo o amor pela naÃÃo e a salvaguarda das relÃquias das elites imperiais na jovem repÃblica, jà na condiÃÃo de repÃblica velha. Concluiu-se que o projeto museolÃgico de Gustavo Barroso teve imensurÃvel contribuiÃÃo para a formaÃÃo de uma museologia moderna no Brasil, porque inaugurou um museu exclusivamente histÃrico, o primeiro curso de museus e ainda a primeira instituiÃÃo de salvaguarda do patrimÃnio do paÃs, de carÃter nacional, ligada à administraÃÃo federal.
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