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Perfil do desenvolvimento motor de lactentes com síndrome de Down dos 3 aos 12 meses de idadePereira, Karina 16 April 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008-04-16 / Financiadora de Estudos e Projetos / This study aimed to characterize and identify the rate of motor development in both
infants with Down syndrome (experimental group) and typical infants (control group) at
the age range of 3-12 months. The infants were assessed in terms of motor performance,
motor acquisition, minimum and maximum age to acquire a motor skill, and maximum
age to acquire all the skills composing each positional scale (prone, supine, sitting and
standing). Three papers and one chapter of a book were written to deal with these issues.
The Alberta Infant Motor Scale (AIMS) was used for data collection. In paper 1, the rate
of motor development in typical infants increased over the months in all body positions.
Significant motor performance was observed at 3 and 6 months for the girls, and at 12
months for the boys. There was no relationship of weight and length, whether at birth or
over age, with the infants motor development. In paper II, the experimental group
showed an increasing but slow rate of motor development from 3 to 12 months. In paper
III, motor performance was lower in infants of the experimental group. These infants
took one to four months more to acquire motor skills when compared to control group. In
the chapter of the book, examples of how to handle infants emphasized neuro-sensorymotor
stimuli in different body positions with the aim of instructing caregivers on how to
stimulate their child to interact, explore and learn about the environment in a more
functional and independent manner. The results indicated that motor development was
increased in infants with Down syndrome, following the same sequence of motor
acquisitions as the typical infants. However, the rate was slower for the infants with
Down syndrome, especially in prone, sitting and standing positions in which they were
unable to perform all the skills. Furthermore, the infants with Down syndrome took more
time to acquire a new skill. These studies fill the gap in the knowledge about the process
of motor development as well as about the identification of motor milestones in infants
with Down syndrome under physiotherapy intervention. In this sense, this research
allows therapists to properly identify and assess infants with Down syndrome, thus
contributing towards both the planning of therapeutic intervention and the development
of guidelines aimed at instructing caregivers on how to prioritize antigravity positions
and skills. / O estudo teve por objetivo caracterizar e identificar o ritmo de desenvolvimento motor de
lactentes com síndrome de Down (grupo experimental) e típicos (grupo controle) nas
idades de 3 a 12 meses. Foram analisados o desempenho motor, a aquisição motora, a
idade mínima e máxima em que os lactentes adquirem cada habilidade motora e a idade
máxima em que completam todas as habilidades referentes às subescalas (posturas),
prona, supina, sentada e em pé. Para isto, foram elaborados 3 estudos e um capítulo de
livro. Na coleta de dados, utilizou-se a Alberta Infant Motor Scale (AIMS). No Estudo I,
o ritmo de desenvolvimento motor dos lactentes típicos foi crescente ao longo dos meses
para cada uma das posturas. As meninas apresentaram desempenho motor significativo
no 3o e 6o mês, e os meninos no 12o mês. Não houve relação das variáveis peso e
comprimento ao nascimento e ao longo dos meses com o desempenho motor dos
lactentes. No Estudo II, o ritmo de desenvolvimento motor do grupo experimental do 3o
ao 12o mês foi crescente e lento. No Estudo III, verificou-se que o grupo experimental
apresentou desempenho motor inferior ao do grupo controle e atraso de um a quatro
meses a mais para iniciar a aquisição de suas habilidades motoras. No capítulo do livro,
manuseios enfatizando os estímulos neuro-sensório-motores nas diferentes posturas
foram ilustrados com o objetivo de ensinar os cuidadores, a estimular nas crianças o
aprendizado, a interação e a exploração do ambiente com mais funcionalidade e
independência. Os resultados permitem concluir que os lactentes com síndrome de Down
apresentaram desenvolvimento motor crescente, seguindo a mesma seqüência de
aquisições das habilidades motoras dos lactentes típicos; entretanto, o ritmo foi mais
lento, principalmente, nas posturas prona, sentada e em pé, nas quais a maioria dos
lactentes não completou as habilidades motoras. Os lactentes com síndrome de Down
permaneceram mais tempo em determinada habilidade antes de adquirirem a habilidade
subseqüente quando comparados aos lactentes típicos. Esses estudos complementam as
lacunas de informações sobre o processo de desenvolvimento motor e a identificação dos
marcos motores em lactentes com síndrome de Down, sob intervenção terapêutica. Dessa
forma, este trabalho permite aos terapeutas avaliar e discriminar lactentes com síndrome
de Down de acordo com o que é considerado adequado para a síndrome, o que, por sua
vez, poderá favorecer o planejamento de intervenção terapêutica e a orientação aos
cuidadores, visando a priorização de posturas e habilidades antigravitacionais.
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Capacitação de mães de bebês pré-termo como agentes de promoção do desenvolvimento, no ambiente hospitalarJoaquim, Regina Helena Vitale Torkomian 25 February 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008-02-25 / This research aimed to produce (enhance) the knowledge on the necessities and possibilities
for the qualification of the mother of preterm baby to work as development improver agent
during the hospital internment of this babies. The research was conducted through two
articulated studies , implemented in a hospital institution, having as participants the mothers
(or equivalents) with interned babies and the professionals who worked on the External
Nursery, where the babies stay waiting for the medical advice after the Neonatal Intensive
Care Unit (NICU). The # 1 Study corresponds to the examination of the process of procedures
elaboration for a teaching program to the mothers or baby sitter during the baby stay in the
NICU which included the development of skills of the mothers of preterm babies to care them
during their stay in the NICU, considering the needs and peculiarities of this situation. The #1
Study also searched the identification of the procedures used by the professionals to prepare
the mother in that sense, by mean of interviews and observation (direct and through video
taping) of situation of mother and baby interaction and mother and professional interaction;
and the proposition of the objective and teaching conditions compatible with such necessities
and available resources. From this #1 Study resulted a modular teaching program, with
corresponding unit of relevant abilities and, related to that, a set of information, demonstration
and training exercises. In the #2 Study, which corresponds to the evaluation of the teaching
resources, proposed as conditions for the mother training; from the implemented program
units starting point, with a group of mothers of preterm babies, during their stay in the
hospital environment after leaving the neonatal intensive care unit, information was gathered
that could indicate the efficiency of the program to promote such abilities, at least on the
spoken feed back level of the participant mothers. For that, direct observation of the action of
the mothers (before, during and after the implementation of the teaching modules which each
one was submitted) and interviews (before and after the teaching activities). Such
observations indicated a possible impact of the implemented activities due to the revealing
changes on the spoken report and even in the manner of the mother in interacting with the
baby, and also provided a better understanding on the conditions that favor or not the training
of the mother to care their baby, regarding the routine and characteristics of the situation on
the transition of the baby from the neonatal intensive care unit to their home. / Este projeto visou produzir conhecimento sobre necessidades e possibilidades de capacitação
de mães de bebês pré-termo para atuar como agentes de promoção do desenvolvimento,
durante a internação hospitalar destes bebês. Foi desenvolvido por meio de dois estudos
articulados, implementados em uma instituição hospitalar, tendo como participantes mães ou
cuidadores que tinham bebês internados na instituição, além dos profissionais que atuavam no
serviço que abriga estes bebês após alta médica da UTI neonatal e aguardam alta da
internação. O Estudo 1 corresponde ao exame do processo de elaboração de um programa de
ensino destinado a capacitar estas mães ou cuidadores dos bebês durante a permanência destas
crianças neste ambiente, que incluiu desenvolver recursos para capacitação de mães de bebês
pré-termo para lidar com seus filhos durante a estadia destes bebês em internação pós-UTI
neonatal, considerando as necessidades e peculiaridades deste tipo de situação; identificar os
procedimentos utilizados pela equipe para prepará-las neste sentido, por meio de entrevistas e
observações (diretas ou por meio de filmagem) de situações de interação mãe-bebê e mãeprofissionais;
propor objetivos e condições de ensino compatíveis com tais necessidades e
recursos disponíveis. Deste estudo resultou um programa de ensino modular, com unidades
correspondentes a conjuntos de habilidades relevantes, em relação às quais foram previstas
informações, demonstrações e treinamento em exercício. No Estudo 2, que corresponde à
avaliação dos recursos de ensino propostos como condição para capacitação de mães de bebês
pré-termo, a partir da implementação de unidades do programa junto a um conjunto de mães
de bebês pré-termo, durante sua estadia no ambiente hospitalar, foram obtidas informações
destinadas a indicar a eficiência do programa para promover tais habilidades, pelo menos no
âmbito do relato verbal das mães participantes. Para tanto, foram realizadas observações
diretas da ação destas mães (antes, durante e após a implementação das unidades de ensino a
que cada uma foi submetida) e entrevistas (antes e após as atividades de ensino). Tais
observações indicaram impacto das atividades implementadas ao revelar mudanças tanto no
relato verbal quanto em propriedades de condutas das mães ao interagir com os bebês, bem
como propiciaram melhor compreensão sobre condições favorecedoras e desfavorecedoras do
preparo da mãe para lidar com seus bebês, em função da rotina e características da situação
em que se dá a transição do bebê da UTI neonatal para sua casa.
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Programa de intervenção com bebês pré-termo e suas famílias: avaliação e subsídios para prevenção de deficiências.Formiga, Cibelle Kayenne Martins Roberto 18 November 2003 (has links)
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Previous issue date: 2003-11-18 / Universidade Federal de Sao Carlos / Early identification of developmental delays in preterm infants is notable in various studies
which emphasize the prevention of disabilities through the possibility of a better prognosis
through specialized special education services or other rehabilitation measures. Intervention
programs emphasize the integration of parental participation so they may take on coresponsibility
for their children's development as an integral part of the treatment. The objective of this research was to evaluate the effectiveness of a program of early intervention with babies preterm with and without the parents' training. The participants in this study were 8 preterm infants with an average gestational age of 32 weeks and an
average chronological age of 3 months and 6 days and their respective families. The study was done at the Neuropediatric Physiotherapy Unit at UFSCar and approved by the University Research Ethics Committee. The experimental research method was used and the participants were randomly divided into two separate groups: Control and Experimental. The Control Group was composed of 4 infants who received physiotherapy
treatment but whose parents did not receive any orientation or training to work with their
children at home. The Experimental Group was composed of 4 infants who received physiotherapy treatment and whose parents received orientation and training to continue the physiotherapy program at home. This four month study utilized the Operational Portage Inventory (OPI) and the Alberta Infant Motor Scale (AIMS) to measure the infants'development. All data from evaluation charts and videotapes of monthly evaluations and
weekly sessions were registered and analyzed for two aspects: infant and parent behavior.
The categories for the analysis of motor sensory development were in accord with the items
proposed in AIMS and the training items were in accord with the OPI. The statistical treatment utilized the regression method to compare the evolution between the control and experimental groups. Analysis of parent participation in the intervention program was evaluated in three aspects: behaviors installed in the mediators, the performance of mediators as observers and the mediators opinion of the intervention program. The results demonstrated that both groups had significant improvement in all developmental areas
analyzed and when compared to each other, the experimental group's evolution was superior to the control group. In relation to family participation in the program, the results
verified that parents in the experimental group demonstrated a good level of involvement
with behavior in installed in relation to training with the infant and both groups
demonstrated satisfaction in participation in the study based on the evolution obtained by
their children. Based on these results it can be stated that the participation of parents associated with the intervention program significantly benefited the sensory motor development of the infants in the present study. / A identificação precoce dos desvios do desenvolvimento em bebês pré-termo vem se destacando em vários estudos que enfatizam a prevenção de deficiências pela possibilidade de um melhor prognóstico por meio de serviços educacionais especializados ou outras medidas de reabilitação. Alem disso, os programas de intervenção vêm enfatizando a participação dos pais a fim de tornálos parte integrante e co-responsáveis do desenvolvimento de seus filhos. O objetivo desta pesquisa foi avaliar a eficácia de um programa de intervenção precoce com bebês pré-termo com e sem o treinamento dos pais. Participaram do estudo 08 bebês pré-termo, de ambos os sexos, com idade gestacional média de 32 semanas, idade cronológica média de 3 meses e 6 dias e suas respectivas famílias. O estudo foi desenvolvido no setor de Fisioterapia em Neuropediatria da UFSCar e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade. O delineamento usado foi do tipo experimental e os participantes foram divididos aleatoriamente em dois grupos distintos: controle e experimental. O grupo controle era formado por quatro bebês que
realizavam a fisioterapia e os pais não receberam orientação e treinamento para trabalharem os filhos em domicílio. O grupo experimental era composto de quatro bebês que receberam o tratamento de fisioterapia e cujos pais foram orientados e treinados para a continuação do programa em casa. O estudo teve um duração total de 4 meses e foram utilizados como instrumentos de medida do desenvolvimento dos bebês o Inventário Portage Operacionalizado (IPO) e a Alberta Infant Motor Scale (AIMS). Todos os dados das fichas de avaliação e filmagens das avaliações mensais e sessões semanais foram registrados e analisados em dois aspectos: comportamentos do bebê e comportamento dos pais. As categorias de análise do desenvolvimento sensório-motor foram de acordo com os itens propostos na AIMS e nos itens de treino do IPO. O tratamento estatístico utilizado foi o método de regressão para comparar a evolução obtida entre os grupos controle e experimental. A análise da participação dos pais no
programa de intervenção foi avaliada em três aspectos: comportamentos instalados nos
mediadores; desempenho dos mediadores enquanto observadores; opinião dos mediadores sobre
o programa de intervenção. Os resultados demonstraram que os dois grupos de bebês tiveram
evoluções significativas em todas as áreas do desenvolvimento analisadas e quando comparados
os grupos verificou-se que o grupo experimental apresentou uma evolução superior à apresentada
pelo grupo controle. Em relação à participação das famílias no programa de intervenção verificou-se que os pais do grupo experimental apresentam um bom nível de envolvimento, com instalação de comportamentos em relação aos treinos com a criança e os dois grupos demonstraram satisfação em participar da pesquisa com base na evolução obtida pelos filhos. Com base nestes resultados pode-se afirmar que a participação dos pais associada ao programa de intervenção aplicado beneficiou significativamente o desenvolvimento motor dos bebês do presente estudo.
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