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Nostos : a nostalgia de todos nós

Miranda, Lenir de January 2003 (has links)
Sob o título de NOSTOS – A NOSTALGIA DE TODOS NÓS, esta dissertação é uma reflexão poética que se desenvolve na dualidade entre literatura e artes plásticas. Estende-se, todo o trabalho, na passagem de uma semântica literária, para um semântica visual, evidenciando-se uma cumplicidade entre palavras e imagens. Assim é manifestada uma visão de mundos, expressados a partir de Ulisses, de James Joyce, precisamente sobre sua Terceira Parte (Nostos), Episódio 17-Ítaca. Projeções visuais, através de pinturas e livros de artista, vêm emanadas do pensamento em torno de Nostos, ou seja, a vontade de regressar e identificar-se com um lugar do próprio Eu, dado pela obra de arte. Nesta reflexão há o descobrir onde se espelhar, como um regresso a si mesmo, possibilitada pela obra que se dispõe também ao olhar do Outro. Há o regressar pelo percurso da obra, intermediada pelo olhar do Outro. Desenvolvendo a conexão fundada pela palavra joyceana e instaurando, a partir dela, um signo visual. O texto, nesta dissertação, refere-se à dialética estabelecida no processo da formação da obra, manifestada na sua poiética. / This text, whose title is “Nostos - The Nostalgia we all have”, is a poetic reflexion upon the duality between literature and visual arts. The whole work reflects upon this passage between literary and visual semantics, revealing the intimacy between words and images. A vision of worlds is thus expressed, taking as starting point James Joyce’s “Ullysses”, especially its 3rd part (Nostos), and its 17th episode (Ithaca) Visual projections, through the artist’s paintings and books, are emanations of nostos, ie, the longing for return and identification with the locus of the self, given by the work of art. In this reflection dwells the finding out of a place to replicate, as if through a looking-glass, as if it were a return to the self, made possible through the work which presents itself to the Other´s gaze. There is a return through the itinerary of the work, mediated by the Other’s gaze, building upon the connection established by Joyce’s words and construing, upon it, a visual sign. The text, in this work, refers to the dialectics established in the process of formation of the work, made visible trough its poiesis.
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Nostos : a nostalgia de todos nós

Miranda, Lenir de January 2003 (has links)
Sob o título de NOSTOS – A NOSTALGIA DE TODOS NÓS, esta dissertação é uma reflexão poética que se desenvolve na dualidade entre literatura e artes plásticas. Estende-se, todo o trabalho, na passagem de uma semântica literária, para um semântica visual, evidenciando-se uma cumplicidade entre palavras e imagens. Assim é manifestada uma visão de mundos, expressados a partir de Ulisses, de James Joyce, precisamente sobre sua Terceira Parte (Nostos), Episódio 17-Ítaca. Projeções visuais, através de pinturas e livros de artista, vêm emanadas do pensamento em torno de Nostos, ou seja, a vontade de regressar e identificar-se com um lugar do próprio Eu, dado pela obra de arte. Nesta reflexão há o descobrir onde se espelhar, como um regresso a si mesmo, possibilitada pela obra que se dispõe também ao olhar do Outro. Há o regressar pelo percurso da obra, intermediada pelo olhar do Outro. Desenvolvendo a conexão fundada pela palavra joyceana e instaurando, a partir dela, um signo visual. O texto, nesta dissertação, refere-se à dialética estabelecida no processo da formação da obra, manifestada na sua poiética. / This text, whose title is “Nostos - The Nostalgia we all have”, is a poetic reflexion upon the duality between literature and visual arts. The whole work reflects upon this passage between literary and visual semantics, revealing the intimacy between words and images. A vision of worlds is thus expressed, taking as starting point James Joyce’s “Ullysses”, especially its 3rd part (Nostos), and its 17th episode (Ithaca) Visual projections, through the artist’s paintings and books, are emanations of nostos, ie, the longing for return and identification with the locus of the self, given by the work of art. In this reflection dwells the finding out of a place to replicate, as if through a looking-glass, as if it were a return to the self, made possible through the work which presents itself to the Other´s gaze. There is a return through the itinerary of the work, mediated by the Other’s gaze, building upon the connection established by Joyce’s words and construing, upon it, a visual sign. The text, in this work, refers to the dialectics established in the process of formation of the work, made visible trough its poiesis.
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Nostos : a nostalgia de todos nós

Miranda, Lenir de January 2003 (has links)
Sob o título de NOSTOS – A NOSTALGIA DE TODOS NÓS, esta dissertação é uma reflexão poética que se desenvolve na dualidade entre literatura e artes plásticas. Estende-se, todo o trabalho, na passagem de uma semântica literária, para um semântica visual, evidenciando-se uma cumplicidade entre palavras e imagens. Assim é manifestada uma visão de mundos, expressados a partir de Ulisses, de James Joyce, precisamente sobre sua Terceira Parte (Nostos), Episódio 17-Ítaca. Projeções visuais, através de pinturas e livros de artista, vêm emanadas do pensamento em torno de Nostos, ou seja, a vontade de regressar e identificar-se com um lugar do próprio Eu, dado pela obra de arte. Nesta reflexão há o descobrir onde se espelhar, como um regresso a si mesmo, possibilitada pela obra que se dispõe também ao olhar do Outro. Há o regressar pelo percurso da obra, intermediada pelo olhar do Outro. Desenvolvendo a conexão fundada pela palavra joyceana e instaurando, a partir dela, um signo visual. O texto, nesta dissertação, refere-se à dialética estabelecida no processo da formação da obra, manifestada na sua poiética. / This text, whose title is “Nostos - The Nostalgia we all have”, is a poetic reflexion upon the duality between literature and visual arts. The whole work reflects upon this passage between literary and visual semantics, revealing the intimacy between words and images. A vision of worlds is thus expressed, taking as starting point James Joyce’s “Ullysses”, especially its 3rd part (Nostos), and its 17th episode (Ithaca) Visual projections, through the artist’s paintings and books, are emanations of nostos, ie, the longing for return and identification with the locus of the self, given by the work of art. In this reflection dwells the finding out of a place to replicate, as if through a looking-glass, as if it were a return to the self, made possible through the work which presents itself to the Other´s gaze. There is a return through the itinerary of the work, mediated by the Other’s gaze, building upon the connection established by Joyce’s words and construing, upon it, a visual sign. The text, in this work, refers to the dialectics established in the process of formation of the work, made visible trough its poiesis.
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O que restou do olhar: reminiscência de um álbum de família / What's left of the see: reminiscent of a family album

GIUSTI, Desiree Costa 29 June 2015 (has links)
Submitted by Larissa Silva (larissasilva@ufpa.br) on 2018-06-11T18:20:05Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_OlharAlbumFamilia.pdf: 712637 bytes, checksum: cd30aeb48dcdf97798d1c5866c9e4eb2 (MD5) / Approved for entry into archive by Larissa Silva (larissasilva@ufpa.br) on 2018-06-11T18:22:03Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_OlharAlbumFamilia.pdf: 712637 bytes, checksum: cd30aeb48dcdf97798d1c5866c9e4eb2 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-06-11T18:22:03Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_OlharAlbumFamilia.pdf: 712637 bytes, checksum: cd30aeb48dcdf97798d1c5866c9e4eb2 (MD5) Previous issue date: 2015-06-29 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Ce travail se constitue une poétique à propos des photographies et mémoires héritées des albums de famille. Dans cette perspective, j'ai analysé les représentations de la photographie dans le contexte des relations familiales et le sentiment d'appartenance suscité à partir de la reconnaissance des identités et des significations qui font partie des images. J'ai cherché dans la mémoire la relation avec ma grand-mère paternelle, avec qui j'ai vécu pendant quelques années, et j'ai été traversé par l'amour qu'elle dédiait à la photographie, ce qui m'a rendue, moi aussi, collectionneuse de photos, pas uniquement les miennes, mais de n'importe quelle famille. Je fonde la recherche et la poétique à partir des théoriques de la photographie, comme Roland Barthes, Susan Sontag, Jacques Aumont, Boris Kossoy, parmi d'autres, et ses analyses sur les relations entre mémoire et mort dans la photographie. En objectivant comprendre la valeur affectueuse attribuée aux photographies qui se constituent comme le corpus de la recherche, et ce qui les concerne l'aura d'objets uniques, j'ai utilisé la collection d'albums de photographie de famille, composés depuis la décennie de 1950, par Filomena Giusti, née à Codó, à l'Etat du Maranhão, et habitante, durant plus de 60 ans, à Belém du Pará. / Este trabalho se constitui como uma poética acerca das fotografias e memórias herdadas dos álbuns de família. Nesta perspectiva, analisei as representações da fotografia no contexto das relações familiares e o sentimento de pertença suscitado a partir do reconhecimento de identidades e de significados contidos nas imagens. Busquei na memória a relação com minha avó paterna, que convivi durante alguns anos e fui atravessada pelo amor que ela dedicava à fotografia, me tornando, também, colecionadora de fotos não só de minha como de qualquer família. fundamentando a pesquisa e a poética a partir dos teóricos da fotografia, como Roland Barthes, Susan Sontag, Jacques Aumont, Boris Kossoy, entre outros, e suas análises sobre as relações entre memória e morte na fotografia. Com vistas a compreender o valor afetivo que é atribuído às fotografias que se constituem como corpus da pesquisa, e o que confere a elas a aura de objetos únicos, utilizei a coleção dos álbuns de fotografias de família, constituídos, desde a década de 1950, por Filomena Giusti, maranhense, nascida em Codó, e moradora, por mais de sessenta anos em Belém do Pará.
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Mimesis en Aristóteles

Suñol, Viviana 07 May 2009 (has links) (PDF)
El punto de partida de la presente investigación sobre el significado y la función que la mimesis tiene en el pensamiento de Aristóteles está dado por la adopción de una perspectiva de estudio "amplia", i.e. no restringida a la esfera de las artes miméticas y que atienda al vasto y diverso registro de usos del vocabulario mimético atestiguado en el Corpus Aristotelicum. La exégesis contemporánea -paradigmáticamente representada por Halliwell (2002)- acuerda en recortar la superficie textual de investigación al dominio de la Poética (especialmente, al de sus tres primeros capítulos) y en menor medida, al libro VIII de la Política. Aún cuando es innegable el valor que la Poética tiene en la reconstrucción de la significación aristotélica de mimesis, la consideración de otras obras y otros pasajes en los que el filósofo recurre al empleo de este vocabulario, v.gr. H.A., Mete., Phys., Met., permite comprender el lugar destacado que Aristóteles le otorga a la habilidad y a las artes miméticas en el marco general de su pensamiento. La reevaluación general del significado de esta familia de palabras en el Corpus se organiza en dos partes principales. La primera está dedicada al análisis de la habilidad y de las artes miméticas como formas de aprendizaje a partir de los empleos atestiguados en Poética y en Política VII-VIII. A pesar de no ofrecer en la Poética ni en ninguna otra parte del Corpus una definición del término, el análisis realizado en el primer capítulo de la tesis sobre los principales usos del vocabulario mimético en dicha obra, i.e. capítulos 1-3, 4, 9, 24 y 25, revela que la habilidad y las artes miméticas, en cuanto que derivan de ella, constituyen para Aristóteles formas más o menos complejas de aprendizaje por medio de la identificación de semejanzas. En el segundo capítulo se examina el valor pedagógico que en los dos últimos libros de la Política Aristóteles le reconoce a la mimesis, y la singularidad que le atribuye a la mimesis musical entre las artes miméticas. El carácter antropológico de la mimesis como habilidad primaria de adquisición de conocimientos, ligada al deseo humano de conocer, permite explicar la función ético-política que le otorga a la música y de manera plausible, a las restantes artes miméticas en el programa educativo utópico del Estado ideal. La segunda parte está consagrada a investigar el empleo del vocabulario mimético en el resto del Corpus, i.e. aquellos usos no referidos a las artes miméticas y que permiten esclarecer la significación general de este concepto, y comprender mejor su empleo en relación a ese grupo de artes. En el tercer capítulo se consideran diversos pasajes que revelan el valor didáctico y heurístico que dicho vocabulario tiene en el ámbito de la investigación natural. El cuarto capítulo responde a la exigencia metodológica según la cual, es preciso comprender la mimesis aristotélica a la luz de su historia efectual. El principio conforme al cual las artes imitan a la naturaleza ha sido el eje de la recepción de la mimesis aristotélica hasta el siglo XIX. Completamente ajeno al interés primariamente estético de la exégesis actual, el principio es visto como una amenaza que atenta contra la singularidad del arte. A pesar de esta actitud generalizada por parte de los estudios histórico-sistemáticos contemporáneos se rescata el valor de este principio pues, si bien es cierto que fue formulado por Aristóteles en relación a todas las artes (miméticas y no-miméticas), su aplicación al primer grupo permite elucidar cuál es la función de ellas respecto al fin que la naturaleza ha establecido para el hombre. Finalmente, el apéndice está dedicado a la consideración de la innegable actualidad que la mimesis aristotélica tiene en la reflexión filosófica sistemática sobre el arte. / The point of departure of this research about the meaning and function of mimesis in Aristotle s thought is the adoption of a wide perspective of study, i.e. not limited to the sphere of the mimetic arts and taking care of the huge and diverse record of meaning of the mimetic vocabulary attested in the Aristotelian Corpus. The contemporary exegesis -paradigmatically represented by Halliwell (2002)- agrees to delimitate the area of inquiry to the domain of the Poetics (especially to its first three chapters) and to a lesser extent, to the last book of the Politics. Although it is not possible to reject the value that the Poetics has in the reconstruction of the aristotelian meaning of mimesis, the consideration of other works and other passages in which the philosopher employs this vocabulary, v.gr. H.A., Mete., Phys., Met., makes possible to understand the importance he recognize to the mimetic ability and arts within the framework of his thought. The reevaluation of the significance of this word family in the Corpus is organized in two main parts. The first is devoted to the analysis of the ability and the mimetic arts as forms of learning taking into account the uses of this vocabulary attested in the Poetics and the Politics VII-VIII. Despite that Aristotle does not offer a definition of the word in the Poetics and nowhere in the Corpus, the analysis done in the first chapter of this thesis of the most important uses of it in the work, i.e. Poet. 1-3, 4, 9, 24 y 25, reveals that the mimetic ability and the arts that derive from it are for him more or less complex forms of learning through the identification of similarities. The second chapter is dedicated to examine the pedagogical importance that Aristotle recognizes to mimesis and the singularity that attributes to the musical mimesis in the last two books of the Politics. The anthropological character of mimesis as a primary ability in the acquisition of knowledge inherently tied to the human desire of knowing explains the political and ethical function that he gives to music and plausibly, to the other mimetic arts in the utopian educative program of the ideal State. The second part is dedicated to explore the usage of the mimetic vocabulary in the rest of the Corpus, i.e. the uses that not refer to the mimetic arts and that make possible to understand the general meaning of this concept, and better comprehend their use in relation with this group of arts. The third chapter is devoted to the consideration of diverse passages that show the didactic and heuristic value of this word group in the sphere of natural research. The forth chapter answers to the methodological requirement of understanding the Aristotelian mimesis looking at the history of its reception. The principle that arts imitate nature used to be the axis of the reception of the aristotelian mimesis until the XIX century. Completely strange to the primary aesthetic interest of the actual exegesis, the principle is seeing as a menace against the singularity of art. In spite of this generalized attitude of the contemporary historical and systematic studies is necessary to reassess the significance of this principle though, it was formulated by Aristotle in relation with all the arts (mimetic and non-mimetic), its application to the first group allows to elucidate which is the function of this arts in relation with the goal that nature has establish for man. Finally, the appendix is devoted to the consideration of the undeniable actuality that aristotelian mimesis has in the systematical philosophical reflection about art.

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