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Reativação ou reinfecção em pacientes com recidiva de tuberculose

Ribeiro, Andrezza Wolowski January 2014 (has links)
O melhor conhecimento dos fatores associados aos casos de recidivas de tuberculose (TB) constitui um desafio ao aprimoramento das estratégias de controle da doença. A recidiva pode ser resultante da reativação endógena, de bacilos persistentes na lesão, ou de uma nova infecção, (reinfecção exógena). Para fins de tratamento, é considerado que recidiva de TB é a situação na qual o paciente desenvolve a doença ativa novamente, após completar o tratamento e receber alta por cura. O objetivo do trabalho foi estimar a prevalência e caracterizar a reativação endógena e reinfecção exógena em pacientes com recidivas de TB após cura numa região de alta prevalência de TB e HIV. Tratou-se de um estudo retrospectivo, descritivo de levantamento laboratorial. A população de estudo foi constituída por pacientes com recidiva de TB do ambulatório do Hospital Sanatório Partenon, atendidos no período de 2004-2010. Dos 1449 pacientes que realizaram o tratamento entre 2004 e 2010, foram 1060 novos casos (CN) (73,2%), e 462 (26,8%) recidivas. Entre os casos de recidivas, 203 (14 %) eram de recorrência após cura (RC) e 186 (12,8 %) eram de recorrência após abandono (RA). O percentual de HIV positivo dos 3 grupos CN, RC e RA foram, respectivamente, 22,5 , 37,7 e 43,3 %. Dos 203 casos de TB recorrente, 24 tiveram culturas feitas em primeiro e segundo episódios, mas apenas 13 tiveram DNA disponível. Foi realizada a genotipagem por spoligotyping e MIRU-VNTR (Mycobacterial Interspersed Repetitive Unit), em todas as amostras de DNA disponíveis. A análise molecular demonstrou que em 4 (30,7%) pacientes, a doença foi atribuída a uma reinfecção e em 9 (69,3%) deles a doença era devido a uma reativação. A recidiva de TB tem implicações na saúde publica, podendo demonstrar uma ineficiência dos programas de controle da TB, tempo do tratamento, pois alguns estudos mostram que o prolongamento do tratamento nos pacientes HIV positivos diminui a taxa de recidiva. / A better understanding of the factors associated with recurrence cases of tuberculosis is a challenge to the improvement of the strategies of disease control. The recurrence may result from endogenous reactivation of persistent bacilli in the lesion, or a new infection (exogenous reinfection). The Tuberculosis Control Program considers that disease recurrence is the situation in which the patient develops active disease after completing treatment and be declared cured. The objective of this study was to estimate the prevalence and characterize the endogenous reactivation and exogenous reinfection in patients with recurrence of TB after cure in a region of high prevalence of TB and HIV. This was a retrospective, descriptive study of laboratory surveillance. The study population was composed by patients with TB relapsed from Hospital Sanatorium Parthenon, treated among 2004-2010. Of the 1449 patients who did treatment between 2004 and 2010, there were 1060 new cases (CN) (73.2%), and 462 (26.8%) recurrences. Among the recurrent cases, 203 (14%) had recurrence after cure (RC) and 186 (12.8%) had recurrence after abandon (RA). The percentage of HIV positive in CN, RC and RA groups were, respectively, 22.5, 37.7 and 43.3%. Of the 203 recurrent TB cases, 24 had cultures performed in the first and second episodes, but only 13 had DNA available. Genotyping was performed by spoligotyping and MIRU-VNTR (Mycobacterial Interspersed Repetitive Unit) in all DNA samples available. Molecular analysis showed that 4 (30.7%) patients had reinfection and in 9 (69.3%) the disease was due to reactivation. Recurrence of TB has implications for public health and can demonstrate an inefficiency of TB control programs and treatments, since some studies show that prolonged treatment in HIV-positive patients decreases the rate of recurrence.
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Reativação ou reinfecção em pacientes com recidiva de tuberculose

Ribeiro, Andrezza Wolowski January 2014 (has links)
O melhor conhecimento dos fatores associados aos casos de recidivas de tuberculose (TB) constitui um desafio ao aprimoramento das estratégias de controle da doença. A recidiva pode ser resultante da reativação endógena, de bacilos persistentes na lesão, ou de uma nova infecção, (reinfecção exógena). Para fins de tratamento, é considerado que recidiva de TB é a situação na qual o paciente desenvolve a doença ativa novamente, após completar o tratamento e receber alta por cura. O objetivo do trabalho foi estimar a prevalência e caracterizar a reativação endógena e reinfecção exógena em pacientes com recidivas de TB após cura numa região de alta prevalência de TB e HIV. Tratou-se de um estudo retrospectivo, descritivo de levantamento laboratorial. A população de estudo foi constituída por pacientes com recidiva de TB do ambulatório do Hospital Sanatório Partenon, atendidos no período de 2004-2010. Dos 1449 pacientes que realizaram o tratamento entre 2004 e 2010, foram 1060 novos casos (CN) (73,2%), e 462 (26,8%) recidivas. Entre os casos de recidivas, 203 (14 %) eram de recorrência após cura (RC) e 186 (12,8 %) eram de recorrência após abandono (RA). O percentual de HIV positivo dos 3 grupos CN, RC e RA foram, respectivamente, 22,5 , 37,7 e 43,3 %. Dos 203 casos de TB recorrente, 24 tiveram culturas feitas em primeiro e segundo episódios, mas apenas 13 tiveram DNA disponível. Foi realizada a genotipagem por spoligotyping e MIRU-VNTR (Mycobacterial Interspersed Repetitive Unit), em todas as amostras de DNA disponíveis. A análise molecular demonstrou que em 4 (30,7%) pacientes, a doença foi atribuída a uma reinfecção e em 9 (69,3%) deles a doença era devido a uma reativação. A recidiva de TB tem implicações na saúde publica, podendo demonstrar uma ineficiência dos programas de controle da TB, tempo do tratamento, pois alguns estudos mostram que o prolongamento do tratamento nos pacientes HIV positivos diminui a taxa de recidiva. / A better understanding of the factors associated with recurrence cases of tuberculosis is a challenge to the improvement of the strategies of disease control. The recurrence may result from endogenous reactivation of persistent bacilli in the lesion, or a new infection (exogenous reinfection). The Tuberculosis Control Program considers that disease recurrence is the situation in which the patient develops active disease after completing treatment and be declared cured. The objective of this study was to estimate the prevalence and characterize the endogenous reactivation and exogenous reinfection in patients with recurrence of TB after cure in a region of high prevalence of TB and HIV. This was a retrospective, descriptive study of laboratory surveillance. The study population was composed by patients with TB relapsed from Hospital Sanatorium Parthenon, treated among 2004-2010. Of the 1449 patients who did treatment between 2004 and 2010, there were 1060 new cases (CN) (73.2%), and 462 (26.8%) recurrences. Among the recurrent cases, 203 (14%) had recurrence after cure (RC) and 186 (12.8%) had recurrence after abandon (RA). The percentage of HIV positive in CN, RC and RA groups were, respectively, 22.5, 37.7 and 43.3%. Of the 203 recurrent TB cases, 24 had cultures performed in the first and second episodes, but only 13 had DNA available. Genotyping was performed by spoligotyping and MIRU-VNTR (Mycobacterial Interspersed Repetitive Unit) in all DNA samples available. Molecular analysis showed that 4 (30.7%) patients had reinfection and in 9 (69.3%) the disease was due to reactivation. Recurrence of TB has implications for public health and can demonstrate an inefficiency of TB control programs and treatments, since some studies show that prolonged treatment in HIV-positive patients decreases the rate of recurrence.
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Reativação ou reinfecção em pacientes com recidiva de tuberculose

Ribeiro, Andrezza Wolowski January 2014 (has links)
O melhor conhecimento dos fatores associados aos casos de recidivas de tuberculose (TB) constitui um desafio ao aprimoramento das estratégias de controle da doença. A recidiva pode ser resultante da reativação endógena, de bacilos persistentes na lesão, ou de uma nova infecção, (reinfecção exógena). Para fins de tratamento, é considerado que recidiva de TB é a situação na qual o paciente desenvolve a doença ativa novamente, após completar o tratamento e receber alta por cura. O objetivo do trabalho foi estimar a prevalência e caracterizar a reativação endógena e reinfecção exógena em pacientes com recidivas de TB após cura numa região de alta prevalência de TB e HIV. Tratou-se de um estudo retrospectivo, descritivo de levantamento laboratorial. A população de estudo foi constituída por pacientes com recidiva de TB do ambulatório do Hospital Sanatório Partenon, atendidos no período de 2004-2010. Dos 1449 pacientes que realizaram o tratamento entre 2004 e 2010, foram 1060 novos casos (CN) (73,2%), e 462 (26,8%) recidivas. Entre os casos de recidivas, 203 (14 %) eram de recorrência após cura (RC) e 186 (12,8 %) eram de recorrência após abandono (RA). O percentual de HIV positivo dos 3 grupos CN, RC e RA foram, respectivamente, 22,5 , 37,7 e 43,3 %. Dos 203 casos de TB recorrente, 24 tiveram culturas feitas em primeiro e segundo episódios, mas apenas 13 tiveram DNA disponível. Foi realizada a genotipagem por spoligotyping e MIRU-VNTR (Mycobacterial Interspersed Repetitive Unit), em todas as amostras de DNA disponíveis. A análise molecular demonstrou que em 4 (30,7%) pacientes, a doença foi atribuída a uma reinfecção e em 9 (69,3%) deles a doença era devido a uma reativação. A recidiva de TB tem implicações na saúde publica, podendo demonstrar uma ineficiência dos programas de controle da TB, tempo do tratamento, pois alguns estudos mostram que o prolongamento do tratamento nos pacientes HIV positivos diminui a taxa de recidiva. / A better understanding of the factors associated with recurrence cases of tuberculosis is a challenge to the improvement of the strategies of disease control. The recurrence may result from endogenous reactivation of persistent bacilli in the lesion, or a new infection (exogenous reinfection). The Tuberculosis Control Program considers that disease recurrence is the situation in which the patient develops active disease after completing treatment and be declared cured. The objective of this study was to estimate the prevalence and characterize the endogenous reactivation and exogenous reinfection in patients with recurrence of TB after cure in a region of high prevalence of TB and HIV. This was a retrospective, descriptive study of laboratory surveillance. The study population was composed by patients with TB relapsed from Hospital Sanatorium Parthenon, treated among 2004-2010. Of the 1449 patients who did treatment between 2004 and 2010, there were 1060 new cases (CN) (73.2%), and 462 (26.8%) recurrences. Among the recurrent cases, 203 (14%) had recurrence after cure (RC) and 186 (12.8%) had recurrence after abandon (RA). The percentage of HIV positive in CN, RC and RA groups were, respectively, 22.5, 37.7 and 43.3%. Of the 203 recurrent TB cases, 24 had cultures performed in the first and second episodes, but only 13 had DNA available. Genotyping was performed by spoligotyping and MIRU-VNTR (Mycobacterial Interspersed Repetitive Unit) in all DNA samples available. Molecular analysis showed that 4 (30.7%) patients had reinfection and in 9 (69.3%) the disease was due to reactivation. Recurrence of TB has implications for public health and can demonstrate an inefficiency of TB control programs and treatments, since some studies show that prolonged treatment in HIV-positive patients decreases the rate of recurrence.
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Factores asociados a recidiva del pie bot tratado con el método de Ponseti. Hogar Clínica San Juan de Dios, enero 2009 - julio 2012

Valdivia Valladares, Mariana Betsi January 2014 (has links)
Se realizó un estudio descriptivo observacional retrospectivo en población hospitalaria con el objetivo de identificar los factores asociados a la recidiva del pie Bot tratado con el método de Ponseti en el Hogar Clínica San Juan de Dios entre los años 2009-2012. Se encontraron datos en las historias clínicas de 128 pacientes con pie Bot que cumplieron los criterios de selección del estudio. Se presentaron los datos en tablas y gráficos con distribución porcentual y se realizó un análisis estadístico descriptivo con prueba de T de Student para las variables numéricas y Chi cuadrado para las variables cualitativas con un nivel de significancia estadística p<0.05. La edad media de los pacientes fue de 4.9+-6.7 años. La recidiva fue del 10.2%. Los factores asociados a recidiva fueron: mayor edad media (6.4+-5.6 meses), ser del sexo masculino(76.9%), proceder de Provincias(53.8%), madres con colaboración regular (23.1%), pie equino típico (76.9%), pie izquierdo afectado (46.2%), severidad grave (84.6%), valoración radiográfica grave (23.1%), abandono precoz (92.3%), no uso de férula (100%), no tenotomía amplia (30.8%) y deficiente terapia física (53.8%). Conclusiones: La frecuencia de recidiva del pie Bot fue similar a lo reportado a nivel mundial y los factores asociados a recidiva hallados por el estudio fueron: edad de 6.4+-5.6 meses al iniciar la corrección, poca colaboración de la madre, procedente de provincias, pie Bot atípico, pie Bot izquierdo, severidad grave, no uso de férula, abandono precoz del tratamiento y deficiente terapia física.
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Utilização do índice morfológico das coroas dos incisivos inferiores para predição da recidiva em casos tratatos com extrações

Castro, Renata Cristina Faria Ribeiro de 14 January 2005 (has links)
No momento não existe um consenso sobre a capacidade do Ortodontista de rotineiramente obter estabilidade satisfatória em longo prazo. Alguma instabilidade pós-tratamento dos incisivos inferiores geralmente é inevitável, bem como o apinhamento associado com a idade. Mas quanto apinhamento pós-tratamento deve ser esperado? Considerando-se que a estabilidade do alinhamento ântero-inferior é um objetivo importante e louvável da Ortodontia, decidiu-se neste estudo avaliar a influência da morfologia das coroas dos incisivos inferiores na estabilidade da correção do apinhamento ântero-inferior. Foram selecionados 56 pacientes leucodermas, de ambos os gêneros (27 feminino e 29 masculino), que inicialmente apresentavam má oclusão de Classe I ou de Classe II, divisão 1 (28 cada), tratados com extrações dos quatro primeiros pré-molares e com mecânica Edgewise. Nenhum caso foi submetido a desgastes interproximais durante ou após o tratamento. A idade média pré-tratamento foi de 13,23 anos. O tempo de tratamento durou em média 2,11 anos e a avaliação média póstratamento de 5,12 anos. O apinhamento ântero-inferior foi medido pelo índice de irregularidade de Little63 e a proporção mesiodistal e vestibulolingual das coroas dos incisivos inferiores foi medida pelo índice de PECK; PECK90. As medidas foram realizadas nos modelos de estudo obtidos de cada caso nas fases pré, pós-tratamento e cinco anos após o término do tratamento, com o auxílio de um paquímetro digital modificado, devidamente calibrado. O teste de correlação de Pearson foi utilizado para determinar a significância de correlação entre a morfologia das coroas dos incisivos inferiores e a recidiva. Secundariamente investigou-se a presença de dimorfismo entre os gêneros e a existência de diferença entre os dois tipos de má oclusão inicial, em relação à recidiva do apinhamento ântero-inferior, utilizando o teste t independente. Pela análise dos resultados obtidos, concluiu-se que a morfologia da coroa dos incisivos inferiores não foi significantemente correlacionada com a estabilidade alcançada no período pós-contenção. / So far, there is no consensus as to the orthodontist’s ability to routinely achieve satisfactory stability in the long term. Some posttreatment stability of the mandibular incisors is unavoidable, as well as crowding associated with age. However, hoe much posttreatment crowding should be expected? Considering that the stability of mandibular anterior crowding is an important and praiseworthy goal in Orthodontics, this study evaluated the influence of mandibular incisors crown morphology on the stability of mandibular anterior crowding correction. Fifty-six white patients of both genders (27 females and 29 males) were selected, who initially presented Class I or Class II division 1 malocclusion (28 each) and were treated with extraction of four first premolars and edgewise mechanics. No case was submitted to interproximal stripping during or after treatment. The mean age at pretreatment was 13.23 years. The mean treatment time was 2.11 years, and the mean posttreatment evaluation was 5.12 years. The mandibular anterior crowding was measured by the Little irregularity index63 and the mesiodistal and buccolingual proportion of the crowns of mandibular incisors was measured by the index of PECK; PECK90. Measurements were performed on the study casts achieved from each case at pretreatment, posttreatment and five years after completion of treatment, with aid of a calibrated modified digital caliper. The Pearson correlation test was used to determine the significance of correlation between the mandibular incisors crown morphology and relapse. also, the presence of dimorphism between genders and presence of difference between the two types of initial malocclusion in relation to the relapse of mandibular anterior crowding were assessed by utilization of the independent t test. Analysis of the results achieved revealed that the mandibular incisors crown morphology was not significantly associated with the stability achieved in the postretention period.
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Utilização do índice morfológico das coroas dos incisivos inferiores para predição da recidiva em casos tratatos com extrações

Renata Cristina Faria Ribeiro de Castro 14 January 2005 (has links)
No momento não existe um consenso sobre a capacidade do Ortodontista de rotineiramente obter estabilidade satisfatória em longo prazo. Alguma instabilidade pós-tratamento dos incisivos inferiores geralmente é inevitável, bem como o apinhamento associado com a idade. Mas quanto apinhamento pós-tratamento deve ser esperado? Considerando-se que a estabilidade do alinhamento ântero-inferior é um objetivo importante e louvável da Ortodontia, decidiu-se neste estudo avaliar a influência da morfologia das coroas dos incisivos inferiores na estabilidade da correção do apinhamento ântero-inferior. Foram selecionados 56 pacientes leucodermas, de ambos os gêneros (27 feminino e 29 masculino), que inicialmente apresentavam má oclusão de Classe I ou de Classe II, divisão 1 (28 cada), tratados com extrações dos quatro primeiros pré-molares e com mecânica Edgewise. Nenhum caso foi submetido a desgastes interproximais durante ou após o tratamento. A idade média pré-tratamento foi de 13,23 anos. O tempo de tratamento durou em média 2,11 anos e a avaliação média póstratamento de 5,12 anos. O apinhamento ântero-inferior foi medido pelo índice de irregularidade de Little63 e a proporção mesiodistal e vestibulolingual das coroas dos incisivos inferiores foi medida pelo índice de PECK; PECK90. As medidas foram realizadas nos modelos de estudo obtidos de cada caso nas fases pré, pós-tratamento e cinco anos após o término do tratamento, com o auxílio de um paquímetro digital modificado, devidamente calibrado. O teste de correlação de Pearson foi utilizado para determinar a significância de correlação entre a morfologia das coroas dos incisivos inferiores e a recidiva. Secundariamente investigou-se a presença de dimorfismo entre os gêneros e a existência de diferença entre os dois tipos de má oclusão inicial, em relação à recidiva do apinhamento ântero-inferior, utilizando o teste t independente. Pela análise dos resultados obtidos, concluiu-se que a morfologia da coroa dos incisivos inferiores não foi significantemente correlacionada com a estabilidade alcançada no período pós-contenção. / So far, there is no consensus as to the orthodontist’s ability to routinely achieve satisfactory stability in the long term. Some posttreatment stability of the mandibular incisors is unavoidable, as well as crowding associated with age. However, hoe much posttreatment crowding should be expected? Considering that the stability of mandibular anterior crowding is an important and praiseworthy goal in Orthodontics, this study evaluated the influence of mandibular incisors crown morphology on the stability of mandibular anterior crowding correction. Fifty-six white patients of both genders (27 females and 29 males) were selected, who initially presented Class I or Class II division 1 malocclusion (28 each) and were treated with extraction of four first premolars and edgewise mechanics. No case was submitted to interproximal stripping during or after treatment. The mean age at pretreatment was 13.23 years. The mean treatment time was 2.11 years, and the mean posttreatment evaluation was 5.12 years. The mandibular anterior crowding was measured by the Little irregularity index63 and the mesiodistal and buccolingual proportion of the crowns of mandibular incisors was measured by the index of PECK; PECK90. Measurements were performed on the study casts achieved from each case at pretreatment, posttreatment and five years after completion of treatment, with aid of a calibrated modified digital caliper. The Pearson correlation test was used to determine the significance of correlation between the mandibular incisors crown morphology and relapse. also, the presence of dimorphism between genders and presence of difference between the two types of initial malocclusion in relation to the relapse of mandibular anterior crowding were assessed by utilization of the independent t test. Analysis of the results achieved revealed that the mandibular incisors crown morphology was not significantly associated with the stability achieved in the postretention period.
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O efeito da tetraciclina modificada e sinvastatina na recidiva da movimentação dentária no ligamento periodontal de ratos / The effect of tetracycline modified and simvastatin on relapse of tooth movement in periodontal ligament of the rats

Vieira, Giovanni Modesto 23 March 2015 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Pós-graduação em Ciências Médicas, 2015. / Submitted by Ana Cristina Barbosa da Silva (annabds@hotmail.com) on 2015-05-14T14:44:56Z No. of bitstreams: 1 2015_GiovanniModestoVieira.pdf: 4290087 bytes, checksum: d2e6845fb2d701e679c06637db1fef16 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2015-05-14T17:39:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_GiovanniModestoVieira.pdf: 4290087 bytes, checksum: d2e6845fb2d701e679c06637db1fef16 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-05-14T17:39:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_GiovanniModestoVieira.pdf: 4290087 bytes, checksum: d2e6845fb2d701e679c06637db1fef16 (MD5) / Introdução: A recidiva dentária após o tratamento ortodôntico tem um enorme impacto na clínica ortodôntica, em especial a recidiva imediata, afetando os benefícios da terapêutica ortodôntica. Os dispositivos de contenção fixa não permitem a inibição da recidiva dentária, devido à ocorrência da remodelação óssea ativa após a remoção dos aparelhos ortodônticos, que dependem das enzimas metaloproteinases para a sua presença. Algumas drogas podem atuar na inibição das metaloproteinases e inibir a recidiva dentária. Objetivos: O objetivo deste estudo foi de avaliar o efeito da tetraciclina modificada quimicamente CMT-3 (inciclinida) e sinvastatina na recidiva da movimentação dentária em ratos através de um novo método por micro CT, bem como a correlação da densidade mineral óssea com a recidiva dentária. Material e Métodos: Quarenta ratos adultos e machos, da variedade Wistar, com massa de 354 +/- 33 gramas, foram separados em três grupos, sendo um grupo controle com 10 animais e dois grupos experimentais com 15 animais, e tiveram molas de aço inoxidável instaladas no primeiro molar superior esquerdo. Os molares murinos foram movimentados em direção mesial durante 18 dias (desprezando a movimentação dos incisivos em direção distal), e após a remoção das molas, foram aplicadas por gavagem oral: 30mg/kg de inciclinida e 5mg/kg de sinvastatina nos dois grupos experimentais, e carboximetilcelulose a 0,5% no grupo controle, durante 20 dias. Foram realizadas três aquisições microtomográficas: a primeira aquisição após a instalação das molas, a segunda aquisição após 18 dias de movimentação dentária, e a terceira aquisição após a remoção das molas no décimo oitavo dia e término da instituição do regime de tratamento das drogas durante vinte dias, no trigésimo oitavo dia. A recidiva dentária foi visualizada com o auxílio de microtomógrafo CT, e as 120 imagens reconstruídas e escolhidas por intermédio dos softwares N-Recon- 1.6.9.4, e Data Viewer 1.5.0.0 (referentes às três aquisições microtomográficas com 40 animais dos três grupos), tiveram as suas guias de mensuração realizadas (correspondentes a duas retas tangentes as face de maior convexidade: distal do primeiro molar superior esquerdo e mesial do segundo molar, perpendiculares ao plano oclusal destes dentes, e mensuradas pela união destas duas retas) e aferida pelo software Image ProR plus 5.1, e comparadas por Kruskal Walis e teste pós- hoc de Dunn através de SPSS-22. Após o sacrifício dos animais, foi mensurada a densidade mineral óssea e a unidade Hounsfield por micro-CT, do osso alveolar adjacente à raiz mesial e distal do primeiro molar movimentado (em uma área ROI circular de 60 x 60 pixels previamente escolhida) através do software CT Analyser 1.13, e analisada por ANOVA com pós-hoc de Tukey no SPSS-22. A correlação entre a recidiva dentária e a densidade mineral óssea foi analisada por teste de Spearman. Resultados: O presente trabalhou permitiu uma melhor acurácia da mensuração da recidiva dentária, em relação aos métodos tradicionais de moldagem, transferência de dados e aferição. A recidiva foi menor no grupo experimental da inciclinida em relação ao grupo controle (p=0,048), e foi encontrada significância estatística (p=0,007) entre a droga inciclinida e o grupo controle. A droga sinvastatina não inibiu a recidiva dentária com a posologia empregada. Ocorreu uma diminuição da densidade mineral óssea e da unidade Hounsfield adjacente à raiz mesial e distal no grupo da sinvastatina durante a recidiva dentária. A densidade mineral óssea e a unidade Hounsfield diminuíram na região óssea adjacente à raiz distal, e aumentaram na região óssea adjacente á raiz mesial do grupo da inciclinida durante a recidiva dentária. Não foi achada correlação entre a densidade mineral óssea e a recidiva dentária no osso alveolar da raiz mesial (p=-0,282) e do osso alveolar da raiz distal (p=0,061). Conclusões: A droga CMT-3 inciclinida inibiu a recidiva da movimentação dentária em ratos. A droga sinvastatina não inibiu a recidiva dentária em ratos. / Introduction: the dental orthodontic treatment after recurrence has a huge impact on orthodontic clinic, in particular the immediate relapse, affecting the benefits of orthodontic therapy. Fixed containment devices do not allow dental recurrence inhibition due to the occurrence of active bone remodeling upon removal of orthodontic appliances, which depend on the enzymes for their presence. Metalloproteinases Some drugs may act on inhibition of Metalloproteinases and inhibit dental recurrence. Objectives: the objective of this study was to evaluate the effect of chemically modified tetracycline CMT-3 (incyclinide) and simvastatin on relapse of tooth movement in rats using a new method for micro CT as well as the correlation of bone mineral density with tooth recurrence. Material and methods: forty rats adults and males, of variety, with mass of Wistar 354 +/- 33 grams, were divided into three groups, being a control group with 10 animals and two experimental groups with 15 animals, and stainless steel springs were installed on the upper left first molars. Murinos molars were moved toward mesial during 18 days (disregarding the movement of incisors in distal direction), and after removing the springs, were applied by oral gavage: 30 mg/kg of incyclinide and 5 mg/kg of simvastatin in two experimental groups, and carboxymethylcellulose the 0.5 in the control group, for 20 days. Three were carried out microtomography acquisitions: the first acquisition after installation of the springs, the second acquisition after 18 days of tooth movement, and the third acquisition after removal of the springs in the eighteenth day and ending the institution of drug treatment regimen for twenty days, in the thirty-eighth day. Dental recurrence was visualized with the aid of microtomography CT, and the 120 images reconstructed and chosen through the software N-Recon-1.6.9.4, and Data Viewer 1.5.0.0 (related to three microtomography acquisitions with 40 animals of three groups), had their measurement guides carried out (corresponding to the two tangent lines the face of greatest convexity: the left upper first molars distal and mesial of the second molar, perpendiculars to the occlusal plane of these teeth, and measured by the union of these two straight) and checked by the software Image ProR plus 5.1, and compared by Kruskal and Post-hoc test valid Dunn through SPSS-22. After the sacrifice of animals was measured bone mineral density and Hounsfield unit for micro-CT, the alveolar bone adjacent to the mesial and distal root of the busy first molars (in an area 60 x 60 circular ROI pixels previously chosen) through software CT Analyzer 1.13, and analyzed by ANOVA with Post-hoc Turkey in SPSS-22. The correlation between dental recurrence and bone mineral density was analyzed by Spearman test. Results: the present worked allowed a better measurement of dental recurrence, compared to traditional methods of molding, data transfers and scouting. The recurrence was lower in the experimental group of incyclinide in relation to the control group (p= 0,048), and statistical significance was found (p= 0,007) between the drug incyclinide and the control group. The drug simvastatin inhibited not dental recurrence with the dosage employed. There has been a decrease in bone mineral density and Hounsfield unit adjacent to the mesial and distal root in the simvastatin group during dental recurrence. Bone mineral density and Hounsfield unit decreased in the region adjacent to the distal root, and have increased in the region adjacent to the mesial root of the group of the incyclinide during the dental relapse. No correlation was found between bone mineral density and recurrence in dental alveolar bone of the mesial root (p= -0,282) and the alveolar bone of the distal root (p= 0,061). Conclusions: the drug CMT-3 incyclinide inhibited the relapse of tooth movement in rats. The drug simvastatin inhibited not dental recurrence in rats.
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O retratamento em hanseníase : identificação de fatores de risco: um estudo caso controle

BRITO, Maria de Fátima de Medeiros January 2004 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T18:31:44Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo8074_1.pdf: 879113 bytes, checksum: 3c3c8307539a6f9728c5d4c7568fde6a (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2004 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Este estudo parte de uma situação-problema constituída pela dificuldade do diagnóstico diferencial e limitações de critérios clínicos e laboratoriais para retratamento por recidiva em hanseníase e consistiu em uma abordagem clínica e epidemiológica, do retratamento. Analisaram-se os fatores de risco dos pacientes reintroduzidos nos esquemas para tratamento da hanseníase casos - comparando-se com os que foram tratados no mesmo ano-diagnóstico dos casos e que não foram reintroduzidos nos esquemas terapêuticos controles - nas unidades de referência em hanseníase, no município de Recife. Através do estudo retrospectivo de caso-controle foram estudados 310 pacientes com diagnóstico de hanseníase, sendo 155 casos e 155 controles, levantados de banco de dados secundários e validados com os prontuários nas unidades de referência, quando foram procurados fatores de risco associados ao retratamento. Foram estimados odds ratio brutos e ajustado, intervalo de confiança e valores de p da associação de retratamento em hanseníase com as variáveis independentes. Em seguida, as variáveis selecionadas na análise multivariada em cada um delas foram controladas pelo efeito daquelas selecionadas nas demais. Não foi encontrada diferença significativa entre os grupos (p > 0,05) na distribuição por faixa etária, sexo, forma clínica, tempo para iniciar tratamento, índice baciloscópico inicial, esquema terapêutico, regularidade ao tratamento e critério de alta. Houve diferença significativa entre os grupos, na ocorrência de reação após término do tratamento, tendo o grupo de pacientes retratados apresentado aproximadamente três vezes mais reação que o grupo controle OR = 3,09; ICor (1,70; 5,64). Houve também diferença significativa com relação ao índice baciloscopico final observando-se que os controles em sua maioria apresentam esse índice negativo (80,4%), constituindo um fator protetor para o retratamento e os que apresentavam esse índice &#8805; 1 tinham seis vezes maior probabilidade de serem retratados OR = 6,64 IC (1,55; 32,62). A condição de ser comunicante com portadores de hanseníase representa um risco de aproximadamente duas vezes de serem retrados em relação ao grupo controle OR = 1,90 IC (1,04; 3,49). Esse estudo sugere que a reação após o tratamento, condição de comunicante de portadores de hanseníase e a conclusão do tratamento com índice baciloscópico final maior ou igual a um, podem se constituir fatores de risco para o retratamento em hanseníase. Os resultados encontrados apontam para a necessidade de se monitorizar o seguimento após alta terapêutica, com acompanhamento clínico e laboratorial temporário, principalmente no grupo com reação após alta, constituindo como um grupo prioritário de vigilância epidemiológica, no âmbito dos serviços de saúde
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Factores asociados a redictiva del pie bot tratado con el método de Ponsteti en el Hogar San Juan de Dios, Enero 2009- Julio 2012

Valdivia Valladares, Mariana Betsi January 2014 (has links)
RESUMEN Se realizó un estudio descriptivo observacional retrospectivo en población hospitalaria con el objetivo de identificar los factores asociados a la recidiva del pie Bot tratado con el método de Ponseti en el Hogar Clínica San Juan de Dios entre los años 2009-2012. Se encontraron datos en las historias clínicas de 128 pacientes con pie Bot que cumplieron los criterios de selección del estudio. Se presentaron los datos en tablas y gráficos con distribución porcentual y se realizó un análisis estadístico descriptivo con prueba de T de Student para las variables numéricas y Chi cuadrado para las variables cualitativas con un nivel de significancia estadística p<0.05. La edad media de los pacientes fue de 4.9+-6.7 años. La recidiva fue del 10.2%. Los factores asociados a recidiva fueron: mayor edad media (6.4+-5.6 meses), ser del sexo masculino(76.9%), proceder de Provincias(53.8%), madres con colaboración regular (23.1%), pie equino típico (76.9%), pie izquierdo afectado (46.2%), severidad grave (84.6%), valoración radiográfica grave (23.1%), abandono precoz (92.3%), no uso de férula (100%), no tenotomía amplia (30.8%) y deficiente terapia física (53.8%). Conclusiones: La frecuencia de recidiva del pie Bot fue similar a lo reportado a nivel mundial y los factores asociados a recidiva hallados por el estudio fueron: edad de 6.4+-5.6 meses al iniciar la corrección, poca colaboración de la madre, procedente de provincias, pie Bot atípico, pie Bot izquierdo, severidad grave, no uso de férula, abandono precoz del tratamiento y deficiente terapia física.
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Resposta ao tratamento de hepatite C com interferon peguilado e ribavirina após transplante de fígado em um centro de referência no nordeste do Brasil / Response to hepatitis C treatment with interferon peguilado plus ribavirin after liver transplant in a reference center in northeastern Brazil

Araujo Filho, Antonio Haroldo de January 2014 (has links)
ARAÚJO FILHO, Antonio Haroldo de. Resposta ao tratamento de hepatite C com interferon peguilado e ribavirina após transplante de fígado em um centro de referência no nordeste do Brasil. 2014. 73 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2014. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2014-09-19T12:55:39Z No. of bitstreams: 1 2014_dis_aharaujofilho.pdf: 2361057 bytes, checksum: f465f13f721ada909446395975369c7d (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2014-09-19T12:58:51Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_dis_aharaujofilho.pdf: 2361057 bytes, checksum: f465f13f721ada909446395975369c7d (MD5) / Made available in DSpace on 2014-09-19T12:58:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_dis_aharaujofilho.pdf: 2361057 bytes, checksum: f465f13f721ada909446395975369c7d (MD5) Previous issue date: 2014 / Introduction: Liver disease caused by hepatitis C virus is the leading cause of liver transplantation in the United States and Europe. Unfortunately, recurrence of hepatitis C virus is universal, causing major impact in these patients. Treatment of hepatitis C virus in the posttransplant is a challenge due to poor tolerance and low success rate. Objective: To evaluate the response to hepatitisC virustreatment in patients undergoing liver transplantation at the HUWC / UFC. Methods:From May 18th 2002 to December 18th 2011, 601 patients underwent liver transplantation at the HUWC / UFC from which 176 (29,2%) with hepatitis C virus. Forty patients underwent therapy for hepatitis C after liver transplantation and included in the current study. The sustained virologic response (SVR) was determined, as well as factors associated with SVR and patient survival. Results:The mean age of patients was 53,33 years and 32 (80%) were male. The mean donor age was 42,88 years. Twenty-six patients (65%) were infected with genotype 1. Eight patients (20%) were exposed to hepatitis C virus treatment in the pre-transplant period. Twenty-eight (70%)patients completed the treatment protocol, composed of PEG-INF and RBV for 48 weeks. Only 1patient developed cellular rejection during treatment. The SVR rate was 55%, by intention to treat analysis. The recipient age and the exposure to antiviral treatment in the pre-transplant period were associated with SVR factors in multivariate analysis. Patients were followed up for 57 months on average. Eleven patients died during the study. Survival of patients who achieved RVS at 1, 3 and 5 years was 100%, while in those who did not achieved SVR was 100%, 90% and 78% respectively. Conclusion: The SVR rate was 55%.The SVR rate decreased with increasing age of the receptor. Exposure to antiviral treatment in the pre-transplant period had a negative impact on SVR rate. The overall survival of patients who achieved an SVR was similar to patients who have not achieved an SVR. / Introdução: A doença hepática causada pelo vírus da hepatite C (VHC) é a principal causa de transplante hepático nos Estados Unidos e na Europa. Infelizmente, a recidiva do VHC é universal e tem importante impacto na evolução desses pacientes. O tratamento da hepatite C no período pós-trasnplante é um desafio, tendo em vista a pouca tolerância e as baixas taxas de sucesso. Objetivos: Avaliar a resposta ao tratamento da hepatite C em pacientes submetidos a transplante hepático no HUWC/UFC. Métodos: Durante o período de 18 de maio de 2002 a 18 de dezembro de 2011, 601 pacientes foram submetidos a transplante hepático no Hospital Universitário Walter Cantídio/Universidade Federal de Ceará (HUWC/UFC), sendo 176(29,2%) portadores de hepatite C. Destes, quarenta pacientes realizaram tratamento contra o VHC após o transplante e foram incluídos no presente estudo. Foram determinadas a RVS, assim como fatores associados com a RVS e a sobrevida dos pacientes. Resultados: A média de idade dos pacientes foi de 53,33 anos, sendo 32 (80%) do gênero masculino. A média de idade dos doadores foi de 42,88 anos. Vinte e seis pacientes (65%) eram infectados pelo genótipo 1. Oito pacientes (20%) haviam sido expostos, no período pré-transplante, a tratamento antiviral para o VHC. Vinte e oito (70%) pacientes concluíram o protocolo de tratamento proposto, composto de interferon-peguilado e ribavirina por 48 semanas. Apenas 1 paciente desenvolveu rejeição celular durante o tratamento. A taxa de RVS foi de 55%, por intenção de tratar. A idade do receptor e a exposição a tratamento antiviral no período pré-transplante foram fatores associados com a RVS na análise multivariada. Os pacientes foram acompanhados por 57 meses em média. Onze pacientes foram a óbito durante o estudo. A sobrevida em 1, 3 e 5 anos dos pacientes que obtiveram RVS foi de 100%, enquanto que nos que não obtiveram RVS foi de 100%, 90% e 78% respectivamente. Conclusões: A taxa de RVS foide 55%. A taxa de RVS decresceu com o aumento da idade do receptor. A exposição a tratamento antiviral no período pré-transplante teve impacto negativo na taxa de RVS. A sobrevida global dos pacientes com e sem RVS foi semelhante.

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