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Síntese, caracterização e liberação in vitro de sinvastatina encapsulada por microesferas de PLGA

Pinto, Nathalia Peres Jordão January 2017 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2017-12-05T03:12:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 349274.pdf: 1340123 bytes, checksum: 4c3163e36474e10e05198f79d91f0b1b (MD5) Previous issue date: 2017 / Este estudo teve por objetivo sintetizar e caracterizar microesferas de PLGA contendo sinvastatina (SIN), determinar a quantidade de fármaco encapsulado e avaliar a sua liberação in vitro para obtenção de um novo biomaterial a ser utilizado na regeneração óssea, composto por micropartículas livres sem a incorporação em arcabouços. As microesferas com SIN foram sintetizadas através do método de simples emulsão e evaporação do solvente, na proporção 1:10 de fármaco e polímero. A morfologia das microesferas foi analisada pela microscopia eletrônica de varredura (MEV). O tamanho das micropartículas foi obtido por difração a laser. A SIN incorporada ao polímero foi caracterizada pela espectrometria de infravermelho com transformada de Fourier (FT-IR). A eficiência de encapsulamento do fármaco foi testada para determinar a quantidade de SIN incorporada às microesferas de PLGA. As amostras foram incubadas em PBS (pH 7,4), a 36°C por 25 dias para determinar in vitro a quantidade de SIN liberada. O método de simples emulsão e evaporação do solvente para a fabricação da amostra foi satisfatório na obtenção de microesferas com morfologia homogênea, superfícies lisas e formato esférico regular. O tamanho foi amplamente distribuído, 80% entre 37 e 690 µm, o diâmetro médio foi de 109 µm, aproximadamente. A eficiência de encapsulamento foi de 85,2% (±3.5) e o espectro de FT-IR confirmou que a SIN foi incorporada com sucesso ao polímero. O estudo in vitro demonstrou uma liberação lenta de SIN, atingindo 0,98 mg de fármaco liberado em 25 dias, sem períodos de rápida liberação inicial. Estes resultados sugerem que as microesferas de PLGA com SIN têm potencial para serem usadas como biomaterial para aumento da formação óssea, devido a sua capacidade de fornecer uma liberação controlada e efetiva de SIN. / Abstract : The aim of this study was to produce and characterize the PLGA microspheres encapsulating simvastatin (SIM), concentration of drug encapsulated, and in vitro drug release to obtain a novel biomaterial for bone regeneration, composed of free microspheres without scaffolds. The microspheres of PLGA with SIM were prepared through the O/W emulsion solvent evaporation technique, in a drug polymer ratio of 1:10. The morphology of microspheres was analyzed by scanning electron microscopy (SEM). Microparticle size was determined by laser diffraction. The SIM incorporated to microspheres were characterized by Fourier transform infrared spectroscopy (FT-IR). The drug encapsulation efficacy was evaluated to determine the amount of SIM that was successfully loaded into the PLGA microspheres. The sample was incubated in PBS (pH 7,4) at 36°C for 25 days to determine the in vitro drug release. The method to prepare microspheres was satisfactory to obtain homogeneous morphology, smooth surfaces and regular spherical shape. The size was widely distributed, 80% was between 37 µm ? 690 µm, and medium diameter was approximately 109 µm. The drug encapsulation efficacy was 85,2% (±3.5) and the FT-IR spectrum confirmed that SIM was successfully loaded into the polymer. In vitro study demonstrated a slow release of SIM where 0,98 mg of drug was released in 25 days. These data suggest SIM-loaded PLGA microspheres has potential to be use as a biomaterial for enhancing bone formation, due its capacity to provide effective controlled release of SIM.
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Papel das metaloproteinases de matriz e seus inibidores do pontencial anti-tumoral da Sinvastatina em linhagens de glioma humano

Kenski, Juliana de Carvalho Neme 05 June 2013 (has links)
Resumo: Gliomas são os tumores mais comuns do sistema nervoso central, e em seu mais alto grau de malignidade (também chamado de glioblastoma multiforme - GBM) são tidos hoje como incuráveis, sendo a sobrevida nesses casos de no máximo 15 meses. Uma das principais causas da alta taxa de mortalidade é a elevada capacidade de invasão, processo realizado pelas metaloproteinases de matriz (MMPs). As principais MMPs envolvidas na invasão de gliomas são as MMPs 2, 9 e a MT1-MMP. As MMPs são inibidas principalmente por seus inibidores tissulares solúveis (TIMPs) ou RECK, uma glicoproteína ancorada a membrana. RECK está presente principalmente em microdomínos ricos em colesterol na membrana celular (lipid rafts) e é capaz de inibir através de diversos mecanismos as MMPs 2, 9 e a MT1-MMP. Recentemente, foi descrito um transcrito alternativo do gene RECK (RECKB), e evidências suportam que RECKB esteja relacionado a um fenótipo maligno. Já as TIMPs (4 em humanos) são proteínas solúveis e menos específicas. O balanço negativo MMPs/Inibidores é fundamental para o controle do processo invasivo, tornando importante a busca de compostos capazes de estimular esse balanço a favor dos inibidores. As estatinas são inibidores da enzima HMG-CoA redutase, fundamental na síntese de colesterol e isoprenóides, e são hoje muito utilizadas por pacientes com hipercolesterolemia. Recentemente, alguns autores associaram o uso das estatinas a uma menor incidência em diversos tipos de tumores (inclusive gliomas), pois proteínas fundamentais para a proliferação e invasão, como Ras e Rho, necessitarem de moléculas isoprenóides para ancorarem-se na parte interna da membrana e assim exercerem suas funções corretamente. Posto isso, o objetivo deste trabalho foi investigar os efeitos da sinvastatina na viabilidade, migração e parada de proliferação em linhagens de gliobastoma humano U87MG e T98G, e verificar a contribuição do balanço MMPs/Inibidores para o fenótipo anti-invasivo atribuído à sinvastatina. Primeiramente, nossos dados mostraram que a sinvastatina foi capaz de diminuir a viabilidade celular a partir de 48 horas de tratamento, causando a perda de em média 70% na maior dose (5?M) e maior tempo de tratamento (72 horas). Após 48 horas de tratamento com 1 e 5?M de sinvastatina, houveram alteações significativas na morfologia das duas linhagens, um aumento em torno de 20% de células na fase G1 na linhagem U87MG aumentando também o conteúdo de DNA fragmentado em ambas as linhagens, indicando morte celular. Ainda, houve uma diminuição significativa na migração das duas linhagens já a partir de 24 horas de tratamento. Os dados de expressão de mRNA mostraram, de modo geral, que o tratamento com a sinvastatina foi capaz de favorecer o balanço à favor das TIMPs em relação às MMPs 2, 9 e MT1-MMP. Não houve modulação de RECK canônico (RECKA), tanto da proteína, quanto do mRNA, mas o tratamento diminuiu significativamente os níveis de mRNA do transcrito alternativo RECKB. Ainda, a sinvastatina foi capaz de alterar a localização na membrana de RECK, podendo estar afetando a ação dessa proteína como inibidor de MMPs. Os dados obtidos nesse trabalho ressaltam a importância da sinvastatina como possível adjuvante na terapia anti-tumoral e mostraram que os inibidores de MMPs podem ter uma importante contribuição na contenção da invasão, auxiliando na busca a um melhor prognóstico para pacientes com tumores malignos da glia.
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Efeito do tratamento com sinvastatina nos parâmetros sensoriais, motor e morfologico em modelo de neuropatia periférica

Corso, Claudia Rita January 2015 (has links)
Orientadora : Profª. Drª. Maria Fernanda de Paula Werner / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia. Defesa: Curitiba, 27/02/2015 / Inclui bibliografia / Resumo: Estudos têm demonstrado que além de reduzir os níveis de colesterol através da inibição da HMG-CoA redutase, as estatinas, como a sinvastina, apresentam efeitos pleiotrópicos tais como ações anti-inflamatória, imunomodulatória e melhora da disfunção endotelial. No entanto, em relação a neuropatias periféricas, estudos mostram controvérsia sobre os efeitos neuroprotetores e de melhora da dor neuropática, tanto em doses elevadas quanto em doses baixas de sinvastatina. Além disso, relata-se que doses elevadas da sinvastatina podem aumentar o risco de desenvolver neuropatia periférica. Dessa maneira, o objetivo deste estudo foi investigar as evidências conflitantes sobre os efeitos da sinvastatina, comparando uma dose baixa e uma dose alta, em parâmetros sensoriais, motor e morfológico em modelo de neuropatia periférica induzida pelo esmagamento do nervo ciático em ratos. Inicialmente, ratos Wistar machos receberam por via oral veículo (salina, 1 ml/kg), sinvastatina (2 ou 80 mg/kg) ou morfina (2 mg/kg, s.c.), 1 h antes da injeção intraplantar de 50 ?l de solução de formalina (2,5%) para avaliação de nocicepção química e edema de pata. O modelo de neuropatia periférica foi induzido pelo esmagamento de nervo ciático (nenhum procedimento em ratos falso operados) por 30 s. A avaliação da alodinia mecânica (método Von Frey updown) e ao frio (teste da acetona), função motora (índice funcional do ciático e índice estático do ciático), análise histológica bem como a determinação de MPO e NAG e resposta nociceptiva induzida pelo mevalonato foram avaliadas após esmagamento do nervo. Os animais foram tratados por via oral com veículo, sinvastatina (2 ou 80 mg/kg) ou gabapentina (30 mg/kg) durante 18 dias. O tratamento com sinvastatina (2 e 80 mg/kg) atenuou a fase inflamatória induzida pela formalina, porém não diminuiu o edema de pata. No modelo de neuropatia periférica, a alodinia mecânica foi reduzida pela menor dose de sinvastatina até o 12º dia após a lesão, e por 18 dias pela gabapentina. Entretanto, nenhum dos tratamentos (sinvastatina e gabapentina) diminuiram a alodinia ao frio ou melhoraram a função motora após a lesão. Interessante, ambas as doses de sinvastatina demonstraram efeito neuroprotetor após a lesão, superior ao tratamento com gabapentina, preservando a bainha de mielina e o número de fibras mielinizadas. Além disso, a sinvastatina diminuiu a infiltração de neutrófilos no nervo ciático e somente a maior dose diminui a nocicepção induzida pelo mevalonato. Em conjunto, esses resultados indicam que a sinvastatina apresenta efeitos antialodínico e anti-inflamatório, concomitante com a preservação da morfologia do nervo ciático após a lesão. Além disso, a menor e a maior dose parecem ter seus efeitos antinociceptivos dependente e independente da via do mevalonato, respectivamente. Palavras-chaves: sinvastatina, dor neuropática, nervo ciático, neuroproteção. / Abstract: Studies have shown that in addition to reducing cholesterol levels by inhibiting HMG-CoA reductase inhibitors, statins, such as simvastin, have pleiotropic effects such as anti-inflammatory, immunomodulatory and improvement in endothelial dysfunction. However, in peripheral neuropathies, studies show controversy over the neuroprotective effects and improvement of neuropathic pain, both in high doses and low doses of simvastatin. In addition, it is reported that high doses of simvastatin can increase the risk of developing peripheral neuropathy. Thus, this study aimed to investigate the conflicting evidence about the effects of simvastatin, comparing a low and high dose, in sensory, motor and morphological parameters in peripheral neuropathy model induced by sciatic nerve crush in rats. Male Wistar rats were orally treated with vehicle (saline, 1 ml/kg), simvastatin (2 and 80 mg/kg) or morphine (2 mg/kg, s.c.), 1 h before intraplantar injection (50 ?l) of 2.5% formalin solution to evaluate chemical nociception and paw edema. The peripheral neuropathy model was induced by crushing the sciatic nerve using a nonserrated clamp (no sciatic crush in animals sham) for 30 s. Mechanical (von Frey updown method) and cold allodynia (acetone test), motor function (measurement of sciatic functional and sciatic static index), histological analysis as well as MPO and NAG measurement and nociceptive response induced by mevalonate were evaluated after nerve crush. Animals were orally treated with vehicle, simvastatin (2 and 80 mg/kg) or gabapentin (30 mg/kg), during 18 days. Simvastatin treatment (2 and 80 mg/kg) reduced the inflammatory phase induced by formalin, but failed to decrease the paw edema. In the model of peripheral neuropathy, mechanical allodynia was reduced for the low dose of simvastatin until 12th day after injury, and for 18 days by gabapentin. However, none of the treatments (simvastatin and gabapentin) attenuated cold allodynia or improved the motor function. Interestingly, both doses of simvastatin showed neuroprotective effect after injury, superior to treatment with gabapentin, preserving the myelin sheath thickness and number of myelinated fibers. Furthermore, simvastatin inhibited neutrophil infiltration on sciatic nerve and only the higher dose diminished the nociception induced by mevalonate. These results indicate that simvastatin treatment has antiallodynic and anti-inflammatory effect concomitant with preservation of morphology of the sciatic nerve after injury. Moreover, the lowest and the highest dose seem to have antinociceptive effects dependent and independent of the mevalonate pathway, respectively. Keywords: simvastatin, neuropathic pain, sciatic nerve, neuroprotection.
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Efeito da Sinvastatina sobre o controle autonômico da pressão arterial em ratas espontaneamente hipertensas

Beck, Derliane Glonvezynski dos Santos January 2007 (has links)
A hipertensão arterial é resultado de disfunções nos mecanismos de controle da pressão arterial (PA). O controle reflexo da PA, feito pelo sistema nervoso autônomo (SNA), promove as alterações fisiológicas necessárias para diminuir a variação da PA. A disfunção no sistema simpatovagal devido, tanto a uma hiperatividade do sistema simpático como uma diminuição da atividade do sistema parassimpático, contribui para o aumento da variabilidade da PA e o desenvolvimento da hipertensão. A avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca (FC) e PA nos domínios do tempo e da freqüência (análise espectral) tem sido utilizada no estudo da fisiopatologia da disfunção autonômica e da hipertensão. Com o propósito de reduzir os riscos cardiovasculares, as estatinas, fármacos provenientes da cultura de fungos, vêm sendo amplamente estudadas pelos efeitos sobre a redução das concentrações plasmáticas de colesterol, ação antioxidante e anti-inflamatória, e sua possível ação sobre a sensibilidade barorreflexa e sobre o controle autonômico da circulação.Dessa forma, este trabalho estudou o efeito da administração de sinvastatina sobre o controle autonômico da PA de ratas espontaneamente hipertensas (SHR) na ausência de estrogênio. Para isto, foram utilizadas 14 fêmeas SHR com 16 semanas, divididas em dois grupos: ratas SHR ooforectomizadas sem (SC;n=8) e com (ST;n=6) administração de sinvastatina por gavagem durante 7 dias. Foram avaliadas: 1) a sensibilidade barorreflexa e a variabilidade da PA e FC nos domínios do tempo e da freqüência; e 2) as concentrações plasmáticas de colesterol total. Os resultados mostraram que as concentrações plasmáticas de colesterol, medidas antes do tratamento com sinvastatina (SC = 61,36 ± 14,30e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL), não diferiram significativamente daquelas observadas após o tratamento (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL). A sensibilidade barorreflexa avaliada pelos alfas LF e HF não apresentou diferença significativa entre os grupos (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98), apesar da diferença encontrada na variabilidade da pressão sistólica (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), que apresentou-se significativamente diminuída no grupo tratado com sinvastatina. A VFC no domínio do tempo não foi diferente entre os grupos (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms). Além disso, houve uma melhora significativa no balanço simpatovagal, evidenciada na análise dos componentes HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) e LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) em unidades normalizadas, bem como na relação LF/HF (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2). O grupo ST apresentou o componente HF (controle vagal) mais ativado, enquanto no grupo SC houve predomínio significativamente maior do componente simpático, ou LF.Os resultados obtidos confirmam a hipótese proposta de que a sinvastatina melhora o balanço simpato/vagal em ratas espontaneamente hipertensas. Dessa forma, nossos resultados indicam que a sinvastatina melhora o controle autonômico da PA por mecanismos ainda desconhecidos, que independem das alterações nas concentrações plasmáticas de colesterol. / The arterial hypertension is caused by dysfunction in the cardiovascular control. The autonomic blood pressure control is responsible to the physiological alterations necessary to decrease variations in blood pressure. An autonomic dysfunction caused either by sympathetic hyperactivity or by parasympathetic hypo activity, contributes to increase blood pressure variability and induces hypertension. The pulse interval and mean arterial pressure fluctuation were assessed in the frequency domain, and they have been used to study the autonomic dysfunction and hypertension. To reduce cardiovascular risk, the statins have been studied for their effects on reducing cholesterol blood levels, antioxidant and antiinflammatory actions, and their possible action on baroreceptor sensitivity and autonomic control of the circulation. Thus, this study verified the effect of sinvastatin administration on the autonomic control of arterial pressure in oophorectomized spontaneous hypertensive female rats (SHR) by absence of estrogen. In this study, 14 spontaneous hypertensive females rats, 16 weeks old, were divided in 2 groups: oophorectomized females, without (SC; n=8) or with (ST;n=6) 7 days sinvastatin administration by gavage. The baroreflex sensitivity, mean arterial pressure and pulse interval were assessed in the time and frequency domain, and the total cholesterol and nitric oxide metabolites were studied. Our results showed that cholesterol blood levels were not significantly different before (SC = 61,36 ± 14,30 e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL) and after (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL) sinvastatin treatment. In addition, it was not observed differences between plasmatic nitrites (SC= 0,023 ± 0,009 e ST = 0,023 ± 0,015 Umoles/L) andnitrates (SC = 0,38 ± 0,15 e ST = 0,39 ± 0,24 Umoles/L) after treatment. Although the systolic blood pressure variability had been higher in the SC group (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), the baroreflex sensitivity, evaluated through LF and HF component (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98) and heart rate variability in time domain (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms) were not different between groups. On the other hand, there was a significant increase in the autonomic function seen through HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) and LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) component, as well as in the LF/HF relationship (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2).The ST group showed an increased HF component participation (vagal control) compared to SC group, which had a significant increase in the sympathetic component, or LF. Our results confirm the proposal that sinvastatin improves the sympathetic-parasympathetic balance in spontaneous hypertensive female rats. The mechanism by which sinvastatin is doing its action remains to be discovered, but they are probably independent by reducing plasmatic cholesterol concentration.
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Avaliação do efeito local da sinvastatina associado ao fosfato de cálcio bifásico na regeneração de defeitos ósseos pré-estabelecidos na calvária de ratos

Santana, Washington Macedo de 29 August 2016 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2016. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2016-12-14T16:07:06Z No. of bitstreams: 1 2016_WashingtonMacedodeSantana.pdf: 38327426 bytes, checksum: e47568d236b31de6b770c1a68be8fc32 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2017-01-25T19:04:10Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_WashingtonMacedodeSantana.pdf: 38327426 bytes, checksum: e47568d236b31de6b770c1a68be8fc32 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-01-25T19:04:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_WashingtonMacedodeSantana.pdf: 38327426 bytes, checksum: e47568d236b31de6b770c1a68be8fc32 (MD5) / Objetivo: O propósito deste estudo foi observar histologicamente em defeitos criados em calvária de ratos, o potencial da aplicação local da sinvastatina na estimulação da formação óssea e avaliar os efeitos da asociação da sinvastatina com dois tipos de carreador: Fosfato de cálcio (BoneCeramic®) ou Esponja de colágeno (CollaTape® ) na neoformação óssea. Materiais e métodos: Defeitos bilaterais foram obtidos nas calvárias de 15 ratas jovens. Esses defeitos tinham 5 mm de diâmetro e foram divididos em 5 grupos de acordo com o tipo de tratamento recebido: grupo 1(C) – controle, sem tratamento; grupo 2 (BC) - tratados com 14 mg BoneCeramic®; grupo 3 (BCS) - tratados com 14 mg de BoneCeramic® combinado com 0,1 mg de sinvastatina em solução alcoólica; grupo 4 (EC) - tratados com esponja de colágeno (CollaTape®); e grupo 5 (ECS) - tratados com esponja de colágeno combinada com 0,1 mg de sinvastatina em solução alcoólica. Após 8 semanas os animais foram sacrificados e as regiões dos defeitos submetidas à coloração Hematoxilina/Eosina (HE), seguida de avaliação histomorfométrica. Além disso, no grupo (BCS) foram realizadas análises histoquímica por tricromio de Masson e picrosirius red para caracterizar o tecido neoformado. Resultados:. Os resultados histológicos mostraram que a utilização local da sinvastatina favoreceu à neoformação óssea. O melhor resultado quanto à neoformação óssea foi obtido no grupo tratado com BCS, seguido do grupo BC. No grupo tratado com BCS a quantidade de neoformação óssea foi maior do que no grupo tratado com BC, ECS, EC, e C, e essas diferenças foram estatisticamente significativas(BCS 12,71 ± 1,21; BC 9,04 ± 0,86; ECS 2,25 ± 0,61, EC 0,91 ± 0,86 e C 0,00 ± 0,00) Não houve diferenças na neoformação óssea nos grupos ECS, EC e C . Além disso, a análise histoquímica do grupo (BCS), evidenciou a presença de neoformação óssea com a neoformação de tecido osteóide imaturo pelo tricrômio de Masson, além de colágeno organizado tipo I ao redor das partículas do BoneCeramic. Conclusão: Os resultados sugerem que a sinvastatina localmente administrada na concentração pré-estabelecida de 0,1mg, quando associada ao Fosfato de Cálcio Bifásico (BoneCeramic®) osteocondutor, resultou em maior neoformação óssea, comparado ao uso do Fosfato de Cálcio (BoneCeramic®) isoladamente, ou a sinvastatina associado à esponja de colágeno. Portanto a combinação de sinvastatina e BoneCeramic® pode ter um grande potencial no tratamento de defeitos ósseos. / OBJECTIVE: The objective of the present study was to examine the potential of locally applied simvastatin on the induction of bone formation and to evaluate the combination of simvastatin with two different carriers: biphasic calcium phosphate (BoneCeramic®) or collagen sponge on stimulation of bone formation. Methods: Thirty defects of 5mm in diameter were created bilaterally with a trephine bur in the calvariae of fifteen Wistar rats. The defects were divided into 5 groups: group 1 - control, no treatment; group 2 (BC) treated with 14mg of BoneCeramic®; group 3 (BCS) treated with 14mg of BoneCeramic® + 0.1mg simvastatin in alcoholic solution; group 4 (EC) treated with a collagen sponge (CollaTape®); and group 5 (ECS) treated with a collagen sponge + 0.1mg simvastatin in alcoholic solution. After eight weeks the animals were euthanized and their calvariae were histologically processed. Hematoxylin and eosin-stained sections were subjected to histological and histomorphometrical analyses. The area of newly formed bone was calculated and compared between groups. Furthermore, the newly formed tissue in group BCS was histochemically analyzed by Masson and picrosirius red satinings to better characterize this tissue. Results: The histological findings showed that the local application of simvastatin induced bone neoformation. The greater amount of a bone-like tissue was formed around the carrier in group 3 (BCS) followed by group 2 (BC). In group BCS, the amount of newly formed bone was greater than groups BC, ECS, EC, and C and these differences were statiscally significant (BCS 12,71 ± 1,21; BC 9,04 ± 0,86; ECS 2,25 ± 0,61, EC 0,91 ± 0,86 e C 0,00 ± 0,00). There was no difference among groups ECS, EC and C. The histochemical analyses of the newly formed tissue from group BCS showed the presence of an osteoid tissue, as shown by the Masson’s trichrome staining. Besides, the presence of organized type I collagen was evidenced around the BoneCeramic particles. Conclusions: The results suggest that locally applied simvastatin at a concentration of 0,1mg combined with BoneCeramic® induced significantly greater amounts of newly formed bone as compared with BoneCeramic® alone or simvastatin combined with collagen sponge. Therefore, the combination of simvastatin and BoneCeramic® and has great potential for the healing of bone defects.
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Investigação dos polimorfismos dos genes de polipeptídeos transportadores de ânions orgânicos (OATP) e a resposta ao tratamento com sinvastatina

Sortica, Vinicius de Albuquerque January 2009 (has links)
A prevenção das doenças cardiovasculares é, atualmente, uma das principais metas para o cuidado com a saúde nos países ocidentais. Os inibidores da HMG CoA redutase (estatinas) são os fármacos mais utilizados para a prevenção das doenças cardiovasculares devido a sua eficácia em reduzir os níveis de colesterol e por serem bem tolerados durante o tratamento. Apesar de serem eficazes, existe uma grande variabilidade interindividual à resposta ao tratamento com estatinas. Parte dessa variação pode ser explicada por fatores genéticos, que podem afetar tanto a farmacocinética quanto a farmacodinâmica desses fármacos. Na presente dissertação foram avaliados polimorfismos funcionais nos genes SLCO1B1 e SLCO1B3, que codificam os polipeptídeos transportadores de ânions orgânicos (OATPs) 1B1 e 1B3 respectivamente, e sua possível influência sobre a eficácia e segurança do tratamento com 20 mg diárias de sinvastatina em uma amostra de 161 indivíduos de ancestralidade européia da região metropolitana de Porto Alegre. Os genótipos dos polimorfismos 388A>G, 521T>C e 463C>A do gene SLCO1B1 e 334T>G e 699G>A do gene SLCO1B3 foram determinados por discriminação alélica com ensaios Taqman 5 -nuclease em PCR em tempo real. Polimorfismos do gene SLCO1B1 foram associados significativamente com a resposta ao tratamento com sinvastatina. A variante 388A>G foi significativamente associada com uma maior redução nos níveis de colesterol total e LDL colesterol nos pacientes tratados com sinvastatina (P = 0,011 e P = 0,013 respectivamente). Os haplótipos SLCO1B1*1b e SLCO1B1*14 foram associados significativamente com a redução dos níveis de LDL colesterol após 6 meses de tratamento (P = 0,016 e P = 0,019 respectivamente). As variantes do gene SLCO1B3 estudadas não parecem influenciar a resposta ao tratamento com sinvastatina. Os polimorfismos dos genes SLCO1B1 e SLCO1B3 não estão relacionados com o aparecimento de efeitos adversos devido ao uso de sinvastatina na amostra estudada. Os resultados relatados na presente dissertação demonstram a importância das variantes dos genes que codificam os OATPs para a farmacogenética dos inibidores de HMG CoA redutase. Entretanto, estudos em diferentes populações com as diferentes estatinas devem ser realizados futuramente para avaliar a influência dos polimorfismos dos OATPs na resposta às diferentes estatinas. / At present, cardiovascular disease prevention is the major goal of health care in western countries. HMG-CoA reductase inhibitors (statins) were the most utilized drugs in cardiovascular disease prevention due the high lipid-lowering efficacy and tolerance of treatment. Although a large interindividual variation in statin treatment response is frequently observed. Part of this variability could be explained by genetic factors that affect drug pharmacokinetics and pharmacodynamics. In the present study, we evaluated the influence of functional polymorphisms in SLCO1B1 and SLCO1B3 genes, those codifying organic anions transporters polypeptides (OATPs) 1B1 and 1B3 respectively, on simvastatin 20 mg per day treatment efficacy and tolerance in 161 subjects of European ancestry from Porto Alegre metropolitan region. The 388A>G, 521T>C and 463C>A SLCO1B1 gene polymorphisms and 334T>G and 699G>A SLCO1B3 gene polymorphisms were determined by allele discrimination with Taqman 5 -nuclease assays in real time PCR. SLCO1B1 gene polymorphisms were significantly associated with simvastatin treatment response. The 388A>G SNP was significantly associated with total cholesterol and LDL cholesterol reduction in patients treated with simvastatin (P = 0.011 e P = 0.013 respectively). SLCO1B1*1b and SLCO1B1*14 haplotypes were significantly associated with LDL cholesterol reduction 6 month treatment (P = 0.016 e P = 0.019 respectively). SLCO1B3 gene variants did not seem to influence the simvastatin treatment response. SLCO1B1 and SLCO1B3 gene polymorphisms were not related to the occurrence of adverse effects due to the use of simvastatin in the sample studied. The reported results in the present study demonstrated the OATPs variants are important to the HMG-CoA reductase inhibitor pharmacogenetics. However, future studies in populations and with different statins should be made to assess the OATP polymorphisms influence in response to statins.
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Efeito agudo da sinvastatina em marcadores inflamatórios e de estresse oxidativo em pacientes com doença renal crônica

Dummer, Claus Dieter January 2007 (has links)
Resumo não disponível
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Efeito de nanopartículas carregadas com sinvastatina na proliferação e ativação de osteoblastos murinos / Effect of simvastatin-loaded nanoparticles on proliferation and activation of murine osteoblasts

Braga, Cintia de Melo 13 February 2017 (has links)
BRAGA, C. M. Efeito de nanopartículas carregadas com sinvastatina na proliferação e ativação de osteoblastos murinos. 2017. 62 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Morfofuncionais) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017. / Submitted by Programa de Pós Graduação em Ciências Morfofuncionais (pcmf.ufc@gmail.com) on 2017-11-28T12:56:41Z No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmbraga.pdf: 1852341 bytes, checksum: f5896dca7da70a18915e220eaf369065 (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-11-28T13:50:53Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmbraga.pdf: 1852341 bytes, checksum: f5896dca7da70a18915e220eaf369065 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-11-28T13:50:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmbraga.pdf: 1852341 bytes, checksum: f5896dca7da70a18915e220eaf369065 (MD5) Previous issue date: 2017-02-13 / Introduction: The use of polymers as drug nanocarriers offers flexibility in dosage and release kinetics, improving the effectiveness of pharmacological treatments. Simvastatin, a cholesterol-lowering drug, has been shown in some studies to estimate formation. It is believed that this pleiotropic effect and an obtainment of a system for the controlled release can lead to an increase in bone formation. Objective: The purpose of this study was to evaluate the effect of PDLLA polymerase-encapsulated simvastatin (NP-SIN) on the proliferation and activation of murine osteoblasts (OFCOL II) in culture. Methods: The effect of NP-SIN on the viability and proliferation of osteoblasts was investigated through the MTT assay and the ki67 immunostaining, its effect on cell activation for assessed by mineralization assay, measurement of bone alkaline phosphatase levels No culture medium by ELISA, and its protein expression by western blot. The possible mechanisms of action of NP-SIN non-bone metabolism were studied by immunofluorescence and western blot for RANK-L, OPG and BMP-2. Statistical analysis was performed using analysis of variance ANOVA, followed by the Bonferroni test (p <0.05). Results: As nanoparticles were used with uniforms, with approximate diameter of 123 nm, evaluated by transmission electron microscopy. Simvastatin was submitted to a release test, when encapsulated, it was observed progressive and sustained release for up to 6 days, when the degradation process began. Cytotoxic effects on osteoblasts were observed only when incubated with NP-SIN concentrations equal to or greater than 10-1 μM. No increase in osteoblast concentration was observed at any of the concentrations studied. The mineralization assay suggests that NP-SIN (10-2 μM) increases the activity of osteoblasts when compared to controls, not incubated with simvastatin. At the same concentration (NP-SIN 10-2 μM), increased protein expression and alkaline phosphatase release (FA) were associated with a significant increase in the expression of the bone morphogenetic protein (BMP-2). An increase (p <0.05) in the immunoblot of BMP-2 and OPG was also observed. There was no significant difference in RANK-L protein expression between the group of osteoblasts incubated with NP-SIN and the controls. Conclusions: These results indicate a potential beneficial effect of the nanoparticles of PDLLA encapsulated with simvastatin no repair of bone defects through the activation of osteoblasts. / Introdução: O uso de polímeros como nanocarreadores de fármacos oferece flexibilidade na dosagem e na cinética de liberação, melhorando a eficácia dos tratamentos farmacológicos. A sinvastatina, medicamento utilizado para a redução do colesterol, em alguns estudos, tem demonstrado ação na estimulação da formação óssea. Acredita-se que este efeito pleiotrópico e a possibilidade obtenção de um sistema para liberação controlado pode levar a um aumento na formação óssea. Objetivo: O objetivo deste estudo, portanto, foi avaliar o efeito da sinvastatina encapsulada em nanopartículas poliméricas (NP-SIN) de PDLLA na proliferação e ativação de osteoblastos murinos (OFCOL II) em cultura. Métodos: O efeito da NP-SIN na viabilidade e proliferação de osteoblastos foi investigado através do ensaio de MTT e da imunomarcação para ki67, enquanto seu efeito na ativação dessas células foi avaliado através de ensaio de mineralização, da mensuração dos níveis de fosfatase alcalina óssea no meio de cultura por ELISA, e da sua expressão protéica por western blot. Os possíveis mecanismos da ação da NP-SIN no metabolismo ósseo foram estudados através de imunofluorescencia e western blot para RANK-L, OPG e BMP-2. A análise estatística foi realizada por meio de análise de variância ANOVA, seguida pelo teste Bonferroni (p<0,05). Resultados: As nanopartículas utilizadas apresentaram-se uniformes, com diâmetro aproximado de 123 nm, avaliada através de microscopia eletrônica de transmissão. A sinvastatina foi submetida a teste de liberação e, quando encapsulada, observou-se liberação progressiva e sustentada por até 6 dias, quando iniciou processo de degradação. Foram observados efeitos citotóxicos nos osteoblastos apenas quando incubados com concentrações de NP-SIN igual ou superiores a 10-1 μM. Não foi observado aumento na proliferação de osteoblastos em nenhuma das concentrações estudadas. O ensaio de mineralização sugere que a NP-SIN (10-2 μM) aumenta a atividade dos osteoblastos, quando comparada aos grupos controle, não incubados com sinvastatina. Nessa mesma concentração (NP-SIN 10-2 μM), foi observado aumento da expressão protéica e liberação de fosfatase alcalina (FAO), associado ao aumento significativo da expressão da proteína morfogenética óssea (BMP-2). Foi observado ainda aumento (p<0,05) da imunomarcação de BMP-2 e OPG. Não houve diferença significativa na expressão da proteína RANK-L entre o grupo de osteoblastos incubados com NP-SIN e os controles. Conclusões: Estes resultados indicam um potencial efeito benéfico das nanopartículas de PDLLA encapsuladas com sinvastatina no reparo de defeitos ósseos, através da ativação de osteoblastos.
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Efeito da Sinvastatina sobre o controle autonômico da pressão arterial em ratas espontaneamente hipertensas

Beck, Derliane Glonvezynski dos Santos January 2007 (has links)
A hipertensão arterial é resultado de disfunções nos mecanismos de controle da pressão arterial (PA). O controle reflexo da PA, feito pelo sistema nervoso autônomo (SNA), promove as alterações fisiológicas necessárias para diminuir a variação da PA. A disfunção no sistema simpatovagal devido, tanto a uma hiperatividade do sistema simpático como uma diminuição da atividade do sistema parassimpático, contribui para o aumento da variabilidade da PA e o desenvolvimento da hipertensão. A avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca (FC) e PA nos domínios do tempo e da freqüência (análise espectral) tem sido utilizada no estudo da fisiopatologia da disfunção autonômica e da hipertensão. Com o propósito de reduzir os riscos cardiovasculares, as estatinas, fármacos provenientes da cultura de fungos, vêm sendo amplamente estudadas pelos efeitos sobre a redução das concentrações plasmáticas de colesterol, ação antioxidante e anti-inflamatória, e sua possível ação sobre a sensibilidade barorreflexa e sobre o controle autonômico da circulação.Dessa forma, este trabalho estudou o efeito da administração de sinvastatina sobre o controle autonômico da PA de ratas espontaneamente hipertensas (SHR) na ausência de estrogênio. Para isto, foram utilizadas 14 fêmeas SHR com 16 semanas, divididas em dois grupos: ratas SHR ooforectomizadas sem (SC;n=8) e com (ST;n=6) administração de sinvastatina por gavagem durante 7 dias. Foram avaliadas: 1) a sensibilidade barorreflexa e a variabilidade da PA e FC nos domínios do tempo e da freqüência; e 2) as concentrações plasmáticas de colesterol total. Os resultados mostraram que as concentrações plasmáticas de colesterol, medidas antes do tratamento com sinvastatina (SC = 61,36 ± 14,30e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL), não diferiram significativamente daquelas observadas após o tratamento (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL). A sensibilidade barorreflexa avaliada pelos alfas LF e HF não apresentou diferença significativa entre os grupos (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98), apesar da diferença encontrada na variabilidade da pressão sistólica (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), que apresentou-se significativamente diminuída no grupo tratado com sinvastatina. A VFC no domínio do tempo não foi diferente entre os grupos (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms). Além disso, houve uma melhora significativa no balanço simpatovagal, evidenciada na análise dos componentes HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) e LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) em unidades normalizadas, bem como na relação LF/HF (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2). O grupo ST apresentou o componente HF (controle vagal) mais ativado, enquanto no grupo SC houve predomínio significativamente maior do componente simpático, ou LF.Os resultados obtidos confirmam a hipótese proposta de que a sinvastatina melhora o balanço simpato/vagal em ratas espontaneamente hipertensas. Dessa forma, nossos resultados indicam que a sinvastatina melhora o controle autonômico da PA por mecanismos ainda desconhecidos, que independem das alterações nas concentrações plasmáticas de colesterol. / The arterial hypertension is caused by dysfunction in the cardiovascular control. The autonomic blood pressure control is responsible to the physiological alterations necessary to decrease variations in blood pressure. An autonomic dysfunction caused either by sympathetic hyperactivity or by parasympathetic hypo activity, contributes to increase blood pressure variability and induces hypertension. The pulse interval and mean arterial pressure fluctuation were assessed in the frequency domain, and they have been used to study the autonomic dysfunction and hypertension. To reduce cardiovascular risk, the statins have been studied for their effects on reducing cholesterol blood levels, antioxidant and antiinflammatory actions, and their possible action on baroreceptor sensitivity and autonomic control of the circulation. Thus, this study verified the effect of sinvastatin administration on the autonomic control of arterial pressure in oophorectomized spontaneous hypertensive female rats (SHR) by absence of estrogen. In this study, 14 spontaneous hypertensive females rats, 16 weeks old, were divided in 2 groups: oophorectomized females, without (SC; n=8) or with (ST;n=6) 7 days sinvastatin administration by gavage. The baroreflex sensitivity, mean arterial pressure and pulse interval were assessed in the time and frequency domain, and the total cholesterol and nitric oxide metabolites were studied. Our results showed that cholesterol blood levels were not significantly different before (SC = 61,36 ± 14,30 e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL) and after (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL) sinvastatin treatment. In addition, it was not observed differences between plasmatic nitrites (SC= 0,023 ± 0,009 e ST = 0,023 ± 0,015 Umoles/L) andnitrates (SC = 0,38 ± 0,15 e ST = 0,39 ± 0,24 Umoles/L) after treatment. Although the systolic blood pressure variability had been higher in the SC group (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), the baroreflex sensitivity, evaluated through LF and HF component (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98) and heart rate variability in time domain (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms) were not different between groups. On the other hand, there was a significant increase in the autonomic function seen through HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) and LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) component, as well as in the LF/HF relationship (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2).The ST group showed an increased HF component participation (vagal control) compared to SC group, which had a significant increase in the sympathetic component, or LF. Our results confirm the proposal that sinvastatin improves the sympathetic-parasympathetic balance in spontaneous hypertensive female rats. The mechanism by which sinvastatin is doing its action remains to be discovered, but they are probably independent by reducing plasmatic cholesterol concentration.
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O efeito da tetraciclina modificada e sinvastatina na recidiva da movimentação dentária no ligamento periodontal de ratos / The effect of tetracycline modified and simvastatin on relapse of tooth movement in periodontal ligament of the rats

Vieira, Giovanni Modesto 23 March 2015 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Pós-graduação em Ciências Médicas, 2015. / Submitted by Ana Cristina Barbosa da Silva (annabds@hotmail.com) on 2015-05-14T14:44:56Z No. of bitstreams: 1 2015_GiovanniModestoVieira.pdf: 4290087 bytes, checksum: d2e6845fb2d701e679c06637db1fef16 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2015-05-14T17:39:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_GiovanniModestoVieira.pdf: 4290087 bytes, checksum: d2e6845fb2d701e679c06637db1fef16 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-05-14T17:39:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_GiovanniModestoVieira.pdf: 4290087 bytes, checksum: d2e6845fb2d701e679c06637db1fef16 (MD5) / Introdução: A recidiva dentária após o tratamento ortodôntico tem um enorme impacto na clínica ortodôntica, em especial a recidiva imediata, afetando os benefícios da terapêutica ortodôntica. Os dispositivos de contenção fixa não permitem a inibição da recidiva dentária, devido à ocorrência da remodelação óssea ativa após a remoção dos aparelhos ortodônticos, que dependem das enzimas metaloproteinases para a sua presença. Algumas drogas podem atuar na inibição das metaloproteinases e inibir a recidiva dentária. Objetivos: O objetivo deste estudo foi de avaliar o efeito da tetraciclina modificada quimicamente CMT-3 (inciclinida) e sinvastatina na recidiva da movimentação dentária em ratos através de um novo método por micro CT, bem como a correlação da densidade mineral óssea com a recidiva dentária. Material e Métodos: Quarenta ratos adultos e machos, da variedade Wistar, com massa de 354 +/- 33 gramas, foram separados em três grupos, sendo um grupo controle com 10 animais e dois grupos experimentais com 15 animais, e tiveram molas de aço inoxidável instaladas no primeiro molar superior esquerdo. Os molares murinos foram movimentados em direção mesial durante 18 dias (desprezando a movimentação dos incisivos em direção distal), e após a remoção das molas, foram aplicadas por gavagem oral: 30mg/kg de inciclinida e 5mg/kg de sinvastatina nos dois grupos experimentais, e carboximetilcelulose a 0,5% no grupo controle, durante 20 dias. Foram realizadas três aquisições microtomográficas: a primeira aquisição após a instalação das molas, a segunda aquisição após 18 dias de movimentação dentária, e a terceira aquisição após a remoção das molas no décimo oitavo dia e término da instituição do regime de tratamento das drogas durante vinte dias, no trigésimo oitavo dia. A recidiva dentária foi visualizada com o auxílio de microtomógrafo CT, e as 120 imagens reconstruídas e escolhidas por intermédio dos softwares N-Recon- 1.6.9.4, e Data Viewer 1.5.0.0 (referentes às três aquisições microtomográficas com 40 animais dos três grupos), tiveram as suas guias de mensuração realizadas (correspondentes a duas retas tangentes as face de maior convexidade: distal do primeiro molar superior esquerdo e mesial do segundo molar, perpendiculares ao plano oclusal destes dentes, e mensuradas pela união destas duas retas) e aferida pelo software Image ProR plus 5.1, e comparadas por Kruskal Walis e teste pós- hoc de Dunn através de SPSS-22. Após o sacrifício dos animais, foi mensurada a densidade mineral óssea e a unidade Hounsfield por micro-CT, do osso alveolar adjacente à raiz mesial e distal do primeiro molar movimentado (em uma área ROI circular de 60 x 60 pixels previamente escolhida) através do software CT Analyser 1.13, e analisada por ANOVA com pós-hoc de Tukey no SPSS-22. A correlação entre a recidiva dentária e a densidade mineral óssea foi analisada por teste de Spearman. Resultados: O presente trabalhou permitiu uma melhor acurácia da mensuração da recidiva dentária, em relação aos métodos tradicionais de moldagem, transferência de dados e aferição. A recidiva foi menor no grupo experimental da inciclinida em relação ao grupo controle (p=0,048), e foi encontrada significância estatística (p=0,007) entre a droga inciclinida e o grupo controle. A droga sinvastatina não inibiu a recidiva dentária com a posologia empregada. Ocorreu uma diminuição da densidade mineral óssea e da unidade Hounsfield adjacente à raiz mesial e distal no grupo da sinvastatina durante a recidiva dentária. A densidade mineral óssea e a unidade Hounsfield diminuíram na região óssea adjacente à raiz distal, e aumentaram na região óssea adjacente á raiz mesial do grupo da inciclinida durante a recidiva dentária. Não foi achada correlação entre a densidade mineral óssea e a recidiva dentária no osso alveolar da raiz mesial (p=-0,282) e do osso alveolar da raiz distal (p=0,061). Conclusões: A droga CMT-3 inciclinida inibiu a recidiva da movimentação dentária em ratos. A droga sinvastatina não inibiu a recidiva dentária em ratos. / Introduction: the dental orthodontic treatment after recurrence has a huge impact on orthodontic clinic, in particular the immediate relapse, affecting the benefits of orthodontic therapy. Fixed containment devices do not allow dental recurrence inhibition due to the occurrence of active bone remodeling upon removal of orthodontic appliances, which depend on the enzymes for their presence. Metalloproteinases Some drugs may act on inhibition of Metalloproteinases and inhibit dental recurrence. Objectives: the objective of this study was to evaluate the effect of chemically modified tetracycline CMT-3 (incyclinide) and simvastatin on relapse of tooth movement in rats using a new method for micro CT as well as the correlation of bone mineral density with tooth recurrence. Material and methods: forty rats adults and males, of variety, with mass of Wistar 354 +/- 33 grams, were divided into three groups, being a control group with 10 animals and two experimental groups with 15 animals, and stainless steel springs were installed on the upper left first molars. Murinos molars were moved toward mesial during 18 days (disregarding the movement of incisors in distal direction), and after removing the springs, were applied by oral gavage: 30 mg/kg of incyclinide and 5 mg/kg of simvastatin in two experimental groups, and carboxymethylcellulose the 0.5 in the control group, for 20 days. Three were carried out microtomography acquisitions: the first acquisition after installation of the springs, the second acquisition after 18 days of tooth movement, and the third acquisition after removal of the springs in the eighteenth day and ending the institution of drug treatment regimen for twenty days, in the thirty-eighth day. Dental recurrence was visualized with the aid of microtomography CT, and the 120 images reconstructed and chosen through the software N-Recon-1.6.9.4, and Data Viewer 1.5.0.0 (related to three microtomography acquisitions with 40 animals of three groups), had their measurement guides carried out (corresponding to the two tangent lines the face of greatest convexity: the left upper first molars distal and mesial of the second molar, perpendiculars to the occlusal plane of these teeth, and measured by the union of these two straight) and checked by the software Image ProR plus 5.1, and compared by Kruskal and Post-hoc test valid Dunn through SPSS-22. After the sacrifice of animals was measured bone mineral density and Hounsfield unit for micro-CT, the alveolar bone adjacent to the mesial and distal root of the busy first molars (in an area 60 x 60 circular ROI pixels previously chosen) through software CT Analyzer 1.13, and analyzed by ANOVA with Post-hoc Turkey in SPSS-22. The correlation between dental recurrence and bone mineral density was analyzed by Spearman test. Results: the present worked allowed a better measurement of dental recurrence, compared to traditional methods of molding, data transfers and scouting. The recurrence was lower in the experimental group of incyclinide in relation to the control group (p= 0,048), and statistical significance was found (p= 0,007) between the drug incyclinide and the control group. The drug simvastatin inhibited not dental recurrence with the dosage employed. There has been a decrease in bone mineral density and Hounsfield unit adjacent to the mesial and distal root in the simvastatin group during dental recurrence. Bone mineral density and Hounsfield unit decreased in the region adjacent to the distal root, and have increased in the region adjacent to the mesial root of the group of the incyclinide during the dental relapse. No correlation was found between bone mineral density and recurrence in dental alveolar bone of the mesial root (p= -0,282) and the alveolar bone of the distal root (p= 0,061). Conclusions: the drug CMT-3 incyclinide inhibited the relapse of tooth movement in rats. The drug simvastatin inhibited not dental recurrence in rats.

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