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Síntese, caracterização e liberação in vitro de sinvastatina encapsulada por microesferas de PLGA

Pinto, Nathalia Peres Jordão January 2017 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2017-12-05T03:12:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 349274.pdf: 1340123 bytes, checksum: 4c3163e36474e10e05198f79d91f0b1b (MD5) Previous issue date: 2017 / Este estudo teve por objetivo sintetizar e caracterizar microesferas de PLGA contendo sinvastatina (SIN), determinar a quantidade de fármaco encapsulado e avaliar a sua liberação in vitro para obtenção de um novo biomaterial a ser utilizado na regeneração óssea, composto por micropartículas livres sem a incorporação em arcabouços. As microesferas com SIN foram sintetizadas através do método de simples emulsão e evaporação do solvente, na proporção 1:10 de fármaco e polímero. A morfologia das microesferas foi analisada pela microscopia eletrônica de varredura (MEV). O tamanho das micropartículas foi obtido por difração a laser. A SIN incorporada ao polímero foi caracterizada pela espectrometria de infravermelho com transformada de Fourier (FT-IR). A eficiência de encapsulamento do fármaco foi testada para determinar a quantidade de SIN incorporada às microesferas de PLGA. As amostras foram incubadas em PBS (pH 7,4), a 36°C por 25 dias para determinar in vitro a quantidade de SIN liberada. O método de simples emulsão e evaporação do solvente para a fabricação da amostra foi satisfatório na obtenção de microesferas com morfologia homogênea, superfícies lisas e formato esférico regular. O tamanho foi amplamente distribuído, 80% entre 37 e 690 µm, o diâmetro médio foi de 109 µm, aproximadamente. A eficiência de encapsulamento foi de 85,2% (±3.5) e o espectro de FT-IR confirmou que a SIN foi incorporada com sucesso ao polímero. O estudo in vitro demonstrou uma liberação lenta de SIN, atingindo 0,98 mg de fármaco liberado em 25 dias, sem períodos de rápida liberação inicial. Estes resultados sugerem que as microesferas de PLGA com SIN têm potencial para serem usadas como biomaterial para aumento da formação óssea, devido a sua capacidade de fornecer uma liberação controlada e efetiva de SIN. / Abstract : The aim of this study was to produce and characterize the PLGA microspheres encapsulating simvastatin (SIM), concentration of drug encapsulated, and in vitro drug release to obtain a novel biomaterial for bone regeneration, composed of free microspheres without scaffolds. The microspheres of PLGA with SIM were prepared through the O/W emulsion solvent evaporation technique, in a drug polymer ratio of 1:10. The morphology of microspheres was analyzed by scanning electron microscopy (SEM). Microparticle size was determined by laser diffraction. The SIM incorporated to microspheres were characterized by Fourier transform infrared spectroscopy (FT-IR). The drug encapsulation efficacy was evaluated to determine the amount of SIM that was successfully loaded into the PLGA microspheres. The sample was incubated in PBS (pH 7,4) at 36°C for 25 days to determine the in vitro drug release. The method to prepare microspheres was satisfactory to obtain homogeneous morphology, smooth surfaces and regular spherical shape. The size was widely distributed, 80% was between 37 µm ? 690 µm, and medium diameter was approximately 109 µm. The drug encapsulation efficacy was 85,2% (±3.5) and the FT-IR spectrum confirmed that SIM was successfully loaded into the polymer. In vitro study demonstrated a slow release of SIM where 0,98 mg of drug was released in 25 days. These data suggest SIM-loaded PLGA microspheres has potential to be use as a biomaterial for enhancing bone formation, due its capacity to provide effective controlled release of SIM.
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Efeito da Sinvastatina sobre o controle autonômico da pressão arterial em ratas espontaneamente hipertensas

Beck, Derliane Glonvezynski dos Santos January 2007 (has links)
A hipertensão arterial é resultado de disfunções nos mecanismos de controle da pressão arterial (PA). O controle reflexo da PA, feito pelo sistema nervoso autônomo (SNA), promove as alterações fisiológicas necessárias para diminuir a variação da PA. A disfunção no sistema simpatovagal devido, tanto a uma hiperatividade do sistema simpático como uma diminuição da atividade do sistema parassimpático, contribui para o aumento da variabilidade da PA e o desenvolvimento da hipertensão. A avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca (FC) e PA nos domínios do tempo e da freqüência (análise espectral) tem sido utilizada no estudo da fisiopatologia da disfunção autonômica e da hipertensão. Com o propósito de reduzir os riscos cardiovasculares, as estatinas, fármacos provenientes da cultura de fungos, vêm sendo amplamente estudadas pelos efeitos sobre a redução das concentrações plasmáticas de colesterol, ação antioxidante e anti-inflamatória, e sua possível ação sobre a sensibilidade barorreflexa e sobre o controle autonômico da circulação.Dessa forma, este trabalho estudou o efeito da administração de sinvastatina sobre o controle autonômico da PA de ratas espontaneamente hipertensas (SHR) na ausência de estrogênio. Para isto, foram utilizadas 14 fêmeas SHR com 16 semanas, divididas em dois grupos: ratas SHR ooforectomizadas sem (SC;n=8) e com (ST;n=6) administração de sinvastatina por gavagem durante 7 dias. Foram avaliadas: 1) a sensibilidade barorreflexa e a variabilidade da PA e FC nos domínios do tempo e da freqüência; e 2) as concentrações plasmáticas de colesterol total. Os resultados mostraram que as concentrações plasmáticas de colesterol, medidas antes do tratamento com sinvastatina (SC = 61,36 ± 14,30e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL), não diferiram significativamente daquelas observadas após o tratamento (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL). A sensibilidade barorreflexa avaliada pelos alfas LF e HF não apresentou diferença significativa entre os grupos (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98), apesar da diferença encontrada na variabilidade da pressão sistólica (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), que apresentou-se significativamente diminuída no grupo tratado com sinvastatina. A VFC no domínio do tempo não foi diferente entre os grupos (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms). Além disso, houve uma melhora significativa no balanço simpatovagal, evidenciada na análise dos componentes HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) e LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) em unidades normalizadas, bem como na relação LF/HF (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2). O grupo ST apresentou o componente HF (controle vagal) mais ativado, enquanto no grupo SC houve predomínio significativamente maior do componente simpático, ou LF.Os resultados obtidos confirmam a hipótese proposta de que a sinvastatina melhora o balanço simpato/vagal em ratas espontaneamente hipertensas. Dessa forma, nossos resultados indicam que a sinvastatina melhora o controle autonômico da PA por mecanismos ainda desconhecidos, que independem das alterações nas concentrações plasmáticas de colesterol. / The arterial hypertension is caused by dysfunction in the cardiovascular control. The autonomic blood pressure control is responsible to the physiological alterations necessary to decrease variations in blood pressure. An autonomic dysfunction caused either by sympathetic hyperactivity or by parasympathetic hypo activity, contributes to increase blood pressure variability and induces hypertension. The pulse interval and mean arterial pressure fluctuation were assessed in the frequency domain, and they have been used to study the autonomic dysfunction and hypertension. To reduce cardiovascular risk, the statins have been studied for their effects on reducing cholesterol blood levels, antioxidant and antiinflammatory actions, and their possible action on baroreceptor sensitivity and autonomic control of the circulation. Thus, this study verified the effect of sinvastatin administration on the autonomic control of arterial pressure in oophorectomized spontaneous hypertensive female rats (SHR) by absence of estrogen. In this study, 14 spontaneous hypertensive females rats, 16 weeks old, were divided in 2 groups: oophorectomized females, without (SC; n=8) or with (ST;n=6) 7 days sinvastatin administration by gavage. The baroreflex sensitivity, mean arterial pressure and pulse interval were assessed in the time and frequency domain, and the total cholesterol and nitric oxide metabolites were studied. Our results showed that cholesterol blood levels were not significantly different before (SC = 61,36 ± 14,30 e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL) and after (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL) sinvastatin treatment. In addition, it was not observed differences between plasmatic nitrites (SC= 0,023 ± 0,009 e ST = 0,023 ± 0,015 Umoles/L) andnitrates (SC = 0,38 ± 0,15 e ST = 0,39 ± 0,24 Umoles/L) after treatment. Although the systolic blood pressure variability had been higher in the SC group (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), the baroreflex sensitivity, evaluated through LF and HF component (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98) and heart rate variability in time domain (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms) were not different between groups. On the other hand, there was a significant increase in the autonomic function seen through HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) and LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) component, as well as in the LF/HF relationship (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2).The ST group showed an increased HF component participation (vagal control) compared to SC group, which had a significant increase in the sympathetic component, or LF. Our results confirm the proposal that sinvastatin improves the sympathetic-parasympathetic balance in spontaneous hypertensive female rats. The mechanism by which sinvastatin is doing its action remains to be discovered, but they are probably independent by reducing plasmatic cholesterol concentration.
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Efeito agudo da sinvastatina em marcadores inflamatórios e de estresse oxidativo em pacientes com doença renal crônica

Dummer, Claus Dieter January 2007 (has links)
Resumo não disponível
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Investigação dos polimorfismos dos genes de polipeptídeos transportadores de ânions orgânicos (OATP) e a resposta ao tratamento com sinvastatina

Sortica, Vinicius de Albuquerque January 2009 (has links)
A prevenção das doenças cardiovasculares é, atualmente, uma das principais metas para o cuidado com a saúde nos países ocidentais. Os inibidores da HMG CoA redutase (estatinas) são os fármacos mais utilizados para a prevenção das doenças cardiovasculares devido a sua eficácia em reduzir os níveis de colesterol e por serem bem tolerados durante o tratamento. Apesar de serem eficazes, existe uma grande variabilidade interindividual à resposta ao tratamento com estatinas. Parte dessa variação pode ser explicada por fatores genéticos, que podem afetar tanto a farmacocinética quanto a farmacodinâmica desses fármacos. Na presente dissertação foram avaliados polimorfismos funcionais nos genes SLCO1B1 e SLCO1B3, que codificam os polipeptídeos transportadores de ânions orgânicos (OATPs) 1B1 e 1B3 respectivamente, e sua possível influência sobre a eficácia e segurança do tratamento com 20 mg diárias de sinvastatina em uma amostra de 161 indivíduos de ancestralidade européia da região metropolitana de Porto Alegre. Os genótipos dos polimorfismos 388A>G, 521T>C e 463C>A do gene SLCO1B1 e 334T>G e 699G>A do gene SLCO1B3 foram determinados por discriminação alélica com ensaios Taqman 5 -nuclease em PCR em tempo real. Polimorfismos do gene SLCO1B1 foram associados significativamente com a resposta ao tratamento com sinvastatina. A variante 388A>G foi significativamente associada com uma maior redução nos níveis de colesterol total e LDL colesterol nos pacientes tratados com sinvastatina (P = 0,011 e P = 0,013 respectivamente). Os haplótipos SLCO1B1*1b e SLCO1B1*14 foram associados significativamente com a redução dos níveis de LDL colesterol após 6 meses de tratamento (P = 0,016 e P = 0,019 respectivamente). As variantes do gene SLCO1B3 estudadas não parecem influenciar a resposta ao tratamento com sinvastatina. Os polimorfismos dos genes SLCO1B1 e SLCO1B3 não estão relacionados com o aparecimento de efeitos adversos devido ao uso de sinvastatina na amostra estudada. Os resultados relatados na presente dissertação demonstram a importância das variantes dos genes que codificam os OATPs para a farmacogenética dos inibidores de HMG CoA redutase. Entretanto, estudos em diferentes populações com as diferentes estatinas devem ser realizados futuramente para avaliar a influência dos polimorfismos dos OATPs na resposta às diferentes estatinas. / At present, cardiovascular disease prevention is the major goal of health care in western countries. HMG-CoA reductase inhibitors (statins) were the most utilized drugs in cardiovascular disease prevention due the high lipid-lowering efficacy and tolerance of treatment. Although a large interindividual variation in statin treatment response is frequently observed. Part of this variability could be explained by genetic factors that affect drug pharmacokinetics and pharmacodynamics. In the present study, we evaluated the influence of functional polymorphisms in SLCO1B1 and SLCO1B3 genes, those codifying organic anions transporters polypeptides (OATPs) 1B1 and 1B3 respectively, on simvastatin 20 mg per day treatment efficacy and tolerance in 161 subjects of European ancestry from Porto Alegre metropolitan region. The 388A>G, 521T>C and 463C>A SLCO1B1 gene polymorphisms and 334T>G and 699G>A SLCO1B3 gene polymorphisms were determined by allele discrimination with Taqman 5 -nuclease assays in real time PCR. SLCO1B1 gene polymorphisms were significantly associated with simvastatin treatment response. The 388A>G SNP was significantly associated with total cholesterol and LDL cholesterol reduction in patients treated with simvastatin (P = 0.011 e P = 0.013 respectively). SLCO1B1*1b and SLCO1B1*14 haplotypes were significantly associated with LDL cholesterol reduction 6 month treatment (P = 0.016 e P = 0.019 respectively). SLCO1B3 gene variants did not seem to influence the simvastatin treatment response. SLCO1B1 and SLCO1B3 gene polymorphisms were not related to the occurrence of adverse effects due to the use of simvastatin in the sample studied. The reported results in the present study demonstrated the OATPs variants are important to the HMG-CoA reductase inhibitor pharmacogenetics. However, future studies in populations and with different statins should be made to assess the OATP polymorphisms influence in response to statins.
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Efeito da Sinvastatina sobre o controle autonômico da pressão arterial em ratas espontaneamente hipertensas

Beck, Derliane Glonvezynski dos Santos January 2007 (has links)
A hipertensão arterial é resultado de disfunções nos mecanismos de controle da pressão arterial (PA). O controle reflexo da PA, feito pelo sistema nervoso autônomo (SNA), promove as alterações fisiológicas necessárias para diminuir a variação da PA. A disfunção no sistema simpatovagal devido, tanto a uma hiperatividade do sistema simpático como uma diminuição da atividade do sistema parassimpático, contribui para o aumento da variabilidade da PA e o desenvolvimento da hipertensão. A avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca (FC) e PA nos domínios do tempo e da freqüência (análise espectral) tem sido utilizada no estudo da fisiopatologia da disfunção autonômica e da hipertensão. Com o propósito de reduzir os riscos cardiovasculares, as estatinas, fármacos provenientes da cultura de fungos, vêm sendo amplamente estudadas pelos efeitos sobre a redução das concentrações plasmáticas de colesterol, ação antioxidante e anti-inflamatória, e sua possível ação sobre a sensibilidade barorreflexa e sobre o controle autonômico da circulação.Dessa forma, este trabalho estudou o efeito da administração de sinvastatina sobre o controle autonômico da PA de ratas espontaneamente hipertensas (SHR) na ausência de estrogênio. Para isto, foram utilizadas 14 fêmeas SHR com 16 semanas, divididas em dois grupos: ratas SHR ooforectomizadas sem (SC;n=8) e com (ST;n=6) administração de sinvastatina por gavagem durante 7 dias. Foram avaliadas: 1) a sensibilidade barorreflexa e a variabilidade da PA e FC nos domínios do tempo e da freqüência; e 2) as concentrações plasmáticas de colesterol total. Os resultados mostraram que as concentrações plasmáticas de colesterol, medidas antes do tratamento com sinvastatina (SC = 61,36 ± 14,30e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL), não diferiram significativamente daquelas observadas após o tratamento (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL). A sensibilidade barorreflexa avaliada pelos alfas LF e HF não apresentou diferença significativa entre os grupos (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98), apesar da diferença encontrada na variabilidade da pressão sistólica (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), que apresentou-se significativamente diminuída no grupo tratado com sinvastatina. A VFC no domínio do tempo não foi diferente entre os grupos (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms). Além disso, houve uma melhora significativa no balanço simpatovagal, evidenciada na análise dos componentes HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) e LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) em unidades normalizadas, bem como na relação LF/HF (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2). O grupo ST apresentou o componente HF (controle vagal) mais ativado, enquanto no grupo SC houve predomínio significativamente maior do componente simpático, ou LF.Os resultados obtidos confirmam a hipótese proposta de que a sinvastatina melhora o balanço simpato/vagal em ratas espontaneamente hipertensas. Dessa forma, nossos resultados indicam que a sinvastatina melhora o controle autonômico da PA por mecanismos ainda desconhecidos, que independem das alterações nas concentrações plasmáticas de colesterol. / The arterial hypertension is caused by dysfunction in the cardiovascular control. The autonomic blood pressure control is responsible to the physiological alterations necessary to decrease variations in blood pressure. An autonomic dysfunction caused either by sympathetic hyperactivity or by parasympathetic hypo activity, contributes to increase blood pressure variability and induces hypertension. The pulse interval and mean arterial pressure fluctuation were assessed in the frequency domain, and they have been used to study the autonomic dysfunction and hypertension. To reduce cardiovascular risk, the statins have been studied for their effects on reducing cholesterol blood levels, antioxidant and antiinflammatory actions, and their possible action on baroreceptor sensitivity and autonomic control of the circulation. Thus, this study verified the effect of sinvastatin administration on the autonomic control of arterial pressure in oophorectomized spontaneous hypertensive female rats (SHR) by absence of estrogen. In this study, 14 spontaneous hypertensive females rats, 16 weeks old, were divided in 2 groups: oophorectomized females, without (SC; n=8) or with (ST;n=6) 7 days sinvastatin administration by gavage. The baroreflex sensitivity, mean arterial pressure and pulse interval were assessed in the time and frequency domain, and the total cholesterol and nitric oxide metabolites were studied. Our results showed that cholesterol blood levels were not significantly different before (SC = 61,36 ± 14,30 e ST = 57,61 ± 12,62 mg/dL) and after (SC = 66,45 ± 13,16 e ST = 70,64 ± 6,99 mg/dL) sinvastatin treatment. In addition, it was not observed differences between plasmatic nitrites (SC= 0,023 ± 0,009 e ST = 0,023 ± 0,015 Umoles/L) andnitrates (SC = 0,38 ± 0,15 e ST = 0,39 ± 0,24 Umoles/L) after treatment. Although the systolic blood pressure variability had been higher in the SC group (SC = 9,13 ± 2,31; ST = 6,16 ± 1,23 mmHg), the baroreflex sensitivity, evaluated through LF and HF component (Alfa LF: SC = 0,59 ± 0,25; ST = 0,56 ± 0,19; alfa HF: SC = 1,75 ± 0,63, ST = 2,21 ± 0,98) and heart rate variability in time domain (SC = 7,74 ± 1,32 ms; ST = 8,43 ± 2,17 ms) were not different between groups. On the other hand, there was a significant increase in the autonomic function seen through HF (SC = 69,02 ± 10,91 e ST = 82,61 ± 8,12 ms2) and LF (SC = 30,97 ± 10,91 e ST = 17,38 ± 8,12 ms2) component, as well as in the LF/HF relationship (SC = 0,48 ± 0,25 e ST = 0,22 ± 0,12 ms2).The ST group showed an increased HF component participation (vagal control) compared to SC group, which had a significant increase in the sympathetic component, or LF. Our results confirm the proposal that sinvastatin improves the sympathetic-parasympathetic balance in spontaneous hypertensive female rats. The mechanism by which sinvastatin is doing its action remains to be discovered, but they are probably independent by reducing plasmatic cholesterol concentration.
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Efeito de nanopartículas carregadas com sinvastatina na proliferação e ativação de osteoblastos murinos / Effect of simvastatin-loaded nanoparticles on proliferation and activation of murine osteoblasts

Braga, Cintia de Melo 13 February 2017 (has links)
BRAGA, C. M. Efeito de nanopartículas carregadas com sinvastatina na proliferação e ativação de osteoblastos murinos. 2017. 62 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Morfofuncionais) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017. / Submitted by Programa de Pós Graduação em Ciências Morfofuncionais (pcmf.ufc@gmail.com) on 2017-11-28T12:56:41Z No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmbraga.pdf: 1852341 bytes, checksum: f5896dca7da70a18915e220eaf369065 (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-11-28T13:50:53Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmbraga.pdf: 1852341 bytes, checksum: f5896dca7da70a18915e220eaf369065 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-11-28T13:50:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmbraga.pdf: 1852341 bytes, checksum: f5896dca7da70a18915e220eaf369065 (MD5) Previous issue date: 2017-02-13 / Introduction: The use of polymers as drug nanocarriers offers flexibility in dosage and release kinetics, improving the effectiveness of pharmacological treatments. Simvastatin, a cholesterol-lowering drug, has been shown in some studies to estimate formation. It is believed that this pleiotropic effect and an obtainment of a system for the controlled release can lead to an increase in bone formation. Objective: The purpose of this study was to evaluate the effect of PDLLA polymerase-encapsulated simvastatin (NP-SIN) on the proliferation and activation of murine osteoblasts (OFCOL II) in culture. Methods: The effect of NP-SIN on the viability and proliferation of osteoblasts was investigated through the MTT assay and the ki67 immunostaining, its effect on cell activation for assessed by mineralization assay, measurement of bone alkaline phosphatase levels No culture medium by ELISA, and its protein expression by western blot. The possible mechanisms of action of NP-SIN non-bone metabolism were studied by immunofluorescence and western blot for RANK-L, OPG and BMP-2. Statistical analysis was performed using analysis of variance ANOVA, followed by the Bonferroni test (p <0.05). Results: As nanoparticles were used with uniforms, with approximate diameter of 123 nm, evaluated by transmission electron microscopy. Simvastatin was submitted to a release test, when encapsulated, it was observed progressive and sustained release for up to 6 days, when the degradation process began. Cytotoxic effects on osteoblasts were observed only when incubated with NP-SIN concentrations equal to or greater than 10-1 μM. No increase in osteoblast concentration was observed at any of the concentrations studied. The mineralization assay suggests that NP-SIN (10-2 μM) increases the activity of osteoblasts when compared to controls, not incubated with simvastatin. At the same concentration (NP-SIN 10-2 μM), increased protein expression and alkaline phosphatase release (FA) were associated with a significant increase in the expression of the bone morphogenetic protein (BMP-2). An increase (p <0.05) in the immunoblot of BMP-2 and OPG was also observed. There was no significant difference in RANK-L protein expression between the group of osteoblasts incubated with NP-SIN and the controls. Conclusions: These results indicate a potential beneficial effect of the nanoparticles of PDLLA encapsulated with simvastatin no repair of bone defects through the activation of osteoblasts. / Introdução: O uso de polímeros como nanocarreadores de fármacos oferece flexibilidade na dosagem e na cinética de liberação, melhorando a eficácia dos tratamentos farmacológicos. A sinvastatina, medicamento utilizado para a redução do colesterol, em alguns estudos, tem demonstrado ação na estimulação da formação óssea. Acredita-se que este efeito pleiotrópico e a possibilidade obtenção de um sistema para liberação controlado pode levar a um aumento na formação óssea. Objetivo: O objetivo deste estudo, portanto, foi avaliar o efeito da sinvastatina encapsulada em nanopartículas poliméricas (NP-SIN) de PDLLA na proliferação e ativação de osteoblastos murinos (OFCOL II) em cultura. Métodos: O efeito da NP-SIN na viabilidade e proliferação de osteoblastos foi investigado através do ensaio de MTT e da imunomarcação para ki67, enquanto seu efeito na ativação dessas células foi avaliado através de ensaio de mineralização, da mensuração dos níveis de fosfatase alcalina óssea no meio de cultura por ELISA, e da sua expressão protéica por western blot. Os possíveis mecanismos da ação da NP-SIN no metabolismo ósseo foram estudados através de imunofluorescencia e western blot para RANK-L, OPG e BMP-2. A análise estatística foi realizada por meio de análise de variância ANOVA, seguida pelo teste Bonferroni (p<0,05). Resultados: As nanopartículas utilizadas apresentaram-se uniformes, com diâmetro aproximado de 123 nm, avaliada através de microscopia eletrônica de transmissão. A sinvastatina foi submetida a teste de liberação e, quando encapsulada, observou-se liberação progressiva e sustentada por até 6 dias, quando iniciou processo de degradação. Foram observados efeitos citotóxicos nos osteoblastos apenas quando incubados com concentrações de NP-SIN igual ou superiores a 10-1 μM. Não foi observado aumento na proliferação de osteoblastos em nenhuma das concentrações estudadas. O ensaio de mineralização sugere que a NP-SIN (10-2 μM) aumenta a atividade dos osteoblastos, quando comparada aos grupos controle, não incubados com sinvastatina. Nessa mesma concentração (NP-SIN 10-2 μM), foi observado aumento da expressão protéica e liberação de fosfatase alcalina (FAO), associado ao aumento significativo da expressão da proteína morfogenética óssea (BMP-2). Foi observado ainda aumento (p<0,05) da imunomarcação de BMP-2 e OPG. Não houve diferença significativa na expressão da proteína RANK-L entre o grupo de osteoblastos incubados com NP-SIN e os controles. Conclusões: Estes resultados indicam um potencial efeito benéfico das nanopartículas de PDLLA encapsuladas com sinvastatina no reparo de defeitos ósseos, através da ativação de osteoblastos.
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Análise da eficácia de drogas inibidoras da síntese de colesterol (estatin as) no controle da infecção por micobactérias

Lobato, Lívia Silva January 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-04T12:35:26Z (GMT). No. of bitstreams: 2 livia_lobato_ioc_mest_2014.pdf: 2746475 bytes, checksum: 13317fc4da415996cbdb698a1d810723 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2014 / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / O Mycobacterium leprae, agente causador da hanseníase, e o M . tuberculosis, agente etiológico da tuberculose, são micobactérias que infectam e se multiplicam no interior das células do hospedeiro. O surgimento de cepas resistentes tem se tornado algo cada vez mais comum e preocupante, evidenciando a necessidade de um rápido desenvolvimento de estratégias capazes de controlar o avanço dessas doenças. Atualmente o envolvimento dos lipídeos derivados do hospedeiro e o seu papel nas doenças infecciosas tem sido alvo de vários estudos. Estes estudos apontam principalmente o colesterol como molécula chave na interação bactéria-célula durante infecções causadas por micobactérias e outros patógenos. Dados do nosso grupo demonstraram que o M. leprae é capaz de induzir a biogênese de corpúsculos lipídicos na célula hospedeira e que tais organelas são recrutadas para o fagossoma contendo a micobactéria, sendo a inibição deste recrutamento importante na redução da viabilidade intracelular do M. leprae. Também tem sido descrito que o colesterol está relacionado à persistência do M. tuberculosis nos pulmões e a resistência deste bacilo à rifampicina. No presente estudo, investigamos o efeito de duas estatinas usadas no controle da hipercolesterolemia, a atorvastatina e a sinvastatina, na viabilidade intracelular do M. bovis BCG, M. tuberculosis H37Rv e M. leprae Thai-53. Em nosso modelo de infecção in vitro utilizando macrófagos derivados de monócitos humanos de linhagem THP-1, foi possível observar uma diminuição da viabilidade intracelular micobacteriana após incubação com as estatinas individualmente, sem efeito citotóxico sobre a célula hospedeira Quando as estatinas foram combinadas com a rifampicina, foi observado um efeito aditivo entre essas drogas, aumentando a morte bacteriana. Adicionalmente, quando utilizamos um modelo de infecção in vivo, foi possível confirmar o efeito da atorvastatina contra o M. leprae. Observamos que a atorvastatina foi capaz de reduzir o infiltrado inflamatório no coxim plantar de BALB/c infectados, bem como a carga bacilar de forma proporcional à diminuição dos níveis de colesterol plasmático desses animais. Dest a maneira , nossos dados sugerem que as estatinas, associadas à rifampicina, podem contribuir para redução do tempo de tratamento da hanseníase, necessitando, no entanto, a realização de ensaios clínicos para confirmação de tais dados / Mycobacterium leprae and M. tuberculosis, causative agents of leprosy and tuberculosis respectively, are mycobacteria that infect and multiply within the host cell. The emergence of resistant strains has become increasingly common, and the re is need for development of novel strategies to control the progression of these diseases. Currently the involvement of lipids in biological processes and their rol e in infectious diseases has been the subject of several studies that demonstrate the importance of host - derived lipids, particularly cholesterol, in the bacterium - cell interaction during mycobacterial infections. Data from our group demonstrated that M. l eprae is able to induce the biogenesis of lipid droplets in the host cell, and that these organells are recruited to the mycobacterial phagosome. The inhibition of this recruitment is important for reduction of M. leprae viability. It has also been reporte d that cholesterol is related to the persistence of M. tuberculosis in the lungs and rifampin resistance of this bacillus. In the present study atorvastatin and simvastatin, two statins used in the control of hypercholesterolemia, were analyzed in terms of their effects on viability of intracellular M. bovis BCG, M. tuberculosis H37Rv and M. leprae Thai - 53. In our in vitro model of infection using THP - 1 human monocytic cells, we observed a decrease in bacterial viability after incubation with either statins , with no c y totoxic effects on the host cell. When statins were associated with rifampicin, an additive effect between these dr u gs was also ob s e rv ed. Additionally, we confirmed the effect of atorvastatin against M. leprae using an in vivo infection model. This statin was able to reduce the inflammatory infiltrate and bacterial load into the BALB/c footpads, proportionally to the decrease in plasmatic cholesterol levels of these animals. Finally, our data suggest that the association statins - rifampic in may contribute to reduce the time of leprosy treatment, requiring however, the conduction of clinical trials to confirm these data.
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Análise de liberação in vitro da sinvastatina associada ao PLGA na supergície de titânio

Salazar Littuma, Gustavo Javier January 2017 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2017-06-27T04:21:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 346672.pdf: 1115107 bytes, checksum: ca5b0ab14719a45ce782c4d5a13bbb15 (MD5) Previous issue date: 2017 / Novas técnicas e superfícies de implantes têm sido desenvolvidas para acelerar a formação óssea e consequentemente diminuir o tempo de osseointegração. Os sistemas de liberação controlada de fármacos por meio de agentes carreadores, como os polímeros biodegradáveis, buscam proporcionar, por um longo período de tempo, efeitos terapêuticos, permitindo que o agente seja liberado diretamente no local de ação. O objetivo deste trabalho foi investigar o perfil de liberação da sinvastatina associada ao PLGA (ácido polilático co-glicólico), os quais formaram uma película de revestimento sobre a superfície de discos de titânio, e identificar as características topográficas,físicas e químicas presentes neste revestimento. O estudo envolveu uma técnica de revestimento por imersão dos discos de titânio de 8mm de diâmetro por 3mm de espessura no copolímero de PLGA e sinvastatina. A liberação da Sinvastatina foi avaliada em quadriplicata nos discos com o copolímero em um meio contendo PBS por até 600 horas. A caracterização físico-química e topográfica do PLGA associado à Sinvastatina foi avaliada por espectroscopia de infravermelho transformada de Fourier (FTIR) e calorimetria diferencial exploratória(DSC), já a caracterização topográficado PLGA e Sinvastatina sobre o titânio foi avaliada por microscopia eletrônica de varredura (MEV), microscopia de força atômica(AFM) e a rugosidade média (Ra) por perfilometria. Foi observada uma liberação lenta e prolongada da sinvastatina em PBS, alcançando 21,31% após 25 dias de liberação, e verificou-se que o mecanismo que controla a transferência de massa da sinvastatina é difusional.As análises de FTIR e DSC revelaram que houve incorporação da sinvastatina dentro do polímero. A microscopia pelo MEV e AFM evidenciou uma superfície de revestimento uniforme inicial, que foi mudando ao final de 25 dias de imersão em PBS ao ser analizada pelo MEV devido às características de erosão do PLGA. Os resultados de perfilometria não mostraram diferença estatística na rugosidade média entre o Grupo de PLGA e Sinvastatina+PLGA. A liberação da sinvastatina através do PLGA na superfície de titânio foi lenta e prolongada, o que permite considerar a utilização destes agentes como revestimento terapêutico em implantes dentários.<br> / Abstract : New techniques and implant surfaces have been developed to accelerate bone formation and consequently, decrease the time of osseointegration. Controlled drug delivery systems by carrier agents such as biodegradable polymers seek to provide therapeutic effects over a long period of time allowing the agent to be released directly into the site of action. The objective of this study was to investigate the release profile of simvastatin associated with Poly(lactic-co-glycolic acid) (PLGA), which formed a coating film on the surface of titanium disks, and to identify the topographic,physical, and chemical characteristics present in this coating. The study involved a dip coating technique of titanium discs with 8mm of diameter and 3mm of thickness in the copolymer of PLGA and Simvastatin. The release of simvastatin was evaluated in four replicates on the disks with the copolymer in a medium containing PBS for up to 600 hours. The physico-chemical characterization of PLGA associated with simvastatin was evaluated by fourier transform infrared spectroscopy (FTIR),and differential scanning calorimetry. The characterization of PLGA and simvastatin on the titanium surface was evaluated by scanning electron microscopy(SEM), atomic force microscopy (AFM) and the mean roughness(Ra)by perfilometry. A slow and prolonged release of simvastatin was observed, reaching 21,31% release rate at 25 days, elucidating that diffusion was the mass transport mechanism of sinvastatin. The FTIR and DSC analysis revealed that there was a simvastatin incorporation into the copolymer. The scanning electron microscopy (SEM) and (AFM) showed the presence of a initial uniform coating surface, which was changed at the end of the 25 days of inmersion in PBS after a new (SEM) analysis, due to the erosion characteristics of PLGA. Observing the results obtain by perfilometry, there was no statistical difference between the Group PLGA and Sinvastatin+PLGA. The release of simvastatin through PLGA on the titanium surface was slow and prolonged, which allows the use of this agents as a therapeutic coating in dental implants.
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Sistemas liquissólidos como uma abordagem tecnológica para melhorar o perfil de dissolução da sinvastatina

Anzilaggo, Daiane January 2017 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Farmácia, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2017-12-05T03:10:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 349063.pdf: 2818592 bytes, checksum: 5c240e503909a7698d1c6f2ca73f0f4d (MD5) Previous issue date: 2017 / A baixa solubilidade aquosa de fármacos é um dos fatores que desafiam pesquisadores no desenvolvimento de medicamentos. Os sistemas liquissólidos têm apresentado eficácia na melhoria do perfil de dissolução de fármacos pouco solúveis, mantendo apropriadas características de fluxo e compressibilidade das formulações. A sinvastatina foi adotada, neste estudo, para aplicação desta tecnologia, pois apresenta problemas de solubilidade. O objetivo foi desenvolver sistemas liquissólidos contendo sinvastatina que apresentassem melhores perfis de dissolução e avaliar, através de um planejamento fatorial, os fatores relacionados aos componentes da formulação que influenciam no aumento da solubilidade aquosa do fármaco e nas propriedades de fluxo das formulações. A análise dos dados permitiu observar que o tipo de solvente não volátil e o estado do fármaco (solúvel ou disperso) foram os fatores com maior efeito sobre a resposta de solubilidade aquosa. Em relação as respostas que avaliaram as propriedades de fluxo, o tipo de solvente não volátil e de revestimento foram os fatores que influenciaram as respostas de índice de Carr e razão de Hausner, em que as formulações contendo Kollidon® mostraram-se mais eficientes do que as com Aerosil® (que é o material de revestimento mais utilizado para produção desses sistemas). A partir disso, as formulações 2, 3 e 14 foram granuladas via úmido e comprimidas, apresentando características adequadas em relação aos testes gerais, segundo a Farmacopeia Brasileira. As três formulações, na forma de pó, granulados e comprimidos, além da sinvastatina e o comprimido comercial foram submetidas ao ensaio de dissolução em meio farmacopeico em que o fármaco e o comprimido comercial liberaram em torno de 100 % em 30 min, o que indica que o meio de dissolução pode não ser discriminativo para os sistemas liquissólidos. A fim de evidenciar as diferenças entre comprimidos comerciais e os liquissólidos, utilizou-se um meio de dissolução contendo menor quantidade de tensoativo. Nesta condição os perfis de dissolução demonstraram que os comprimidos liquissólidos liberaram em torno de 45 %, sendo que a sinvastatina e comprimido comercial não liberaram nem 10 % em 30 min. Os resultados obtidos possibilitaram indentificar quais fatores foram mais influentes e avançar em direção da utilização de novos excipientes, no caso da Kollidon® permitindo que essa tecnologia seja considerada uma forma farmacêutica alternativa para fármacos pouco solúveis. / Abstract : The low aqueous solubility of drugs is one of the factors that challenge researchers in drug development. Liquisolid Systems have shown efficacy in improving the dissolution profile of poorly soluble drugs, while maintaining appropriate flow characteristics and compressibility of the formulations. Simvastatin was adopted in this study to apply this technology, since it presents solubility problems. The objective was to develop liquisolid systems containing simvastatin that presented better dissolution profiles. Also to evaluate, through a factorial design, the factors related to the components of the formulation that influence in the increase of the aqueous solubility of the drug and in the flow properties of the formulations. Analysing the data we observed that the type of non-volatile solvent and the state of the drug (soluble or dispersed) were the factors with greater effect on the aqueous solubility response. Regarding the responses that evaluated the flow properties, the type of non-volatile solvent and coating were the factors that influenced the Carr index and Hausner ratio responses, where the formulations containing Kollidon® were more efficient than Aerosil® (which is the most commonly used coating material for the production of such systems). From these, formulations 2, 3 e 14 were granulated wet and compressed, presenting suitable characteristics for tablets according to Brazilian Pharmacopoeia 5th ed. 2010. The three formulations, in the form of powder, granules and tablets, in addition to simvastatin and the commercial tablet were subjected to the dissolution test in the pharmacopoeial medium in which the drug and the commercial tablet release around 100 % in 30 min, indicating that dissolution medium may not be discriminative for liquisolid systems. In order to evidence the differences between commercials tablets and liquisolid, a dissolution medium containing lower amount of surfactant was used. In this condition, the dissolution profiles showed that the liquisolid tablets released around 45% and simvastatin and commercial tablet didn?t exceed 10% in 30 min. The results obtained made it possible to identify which factors were most influential and to move towards the use of new excipients in the case of Kollidon® allowing this technology to be considered as an alternative pharmaceutical for poorly soluble drugs.
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Preservação de cristas ósseas pós-extração de terceiros molares superiores com arcabouços de PLGA/B-TCP, com e sem sinvastatina

Oliveira, Miguel Alexandre Pereira Pinto Noronha de January 2016 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Florianópolis, 2016. / Made available in DSpace on 2016-09-20T05:08:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 340526.pdf: 12826241 bytes, checksum: c1d66d491c9481be13a906b94c4188a7 (MD5) Previous issue date: 2016 / Este estudo avaliou clinica e radiograficamente, em humanos, o reparo obtido em cristas ósseas pós-extração de terceiros molares superiores pela utilização de arcabouços de poli(ácido láctico-co-glicólico) com uma cerâmica bifásica de hidroxiapatita/ß-trifosfato de cálcio (70/30), com e sem sinvastatina. Este foi um estudo clínico controlado, randomizado, de boca dividida. Participaram da pesquisa 13 pacientes requerendo extração bilateral dos terceiros molares superiores. Vinte e seis alvéolos pós-extração foram preenchidos aleatoriamente com diferentes biomateriais, perfazendo 4 grupos: osso bovino mineral desproteinizado com 10% de colágeno (OBMD-C), arcabouço de poli(ácido láctico-co-glicólico) associado a hidroxiapatita/ß-TCP (PLGA/HA), arcabouço de PLGA/HA/ß-TCP com sinvastatina a 2,0% (PLGA/HA/S) e cicatrização espontânea (controle). A cicatrização foi avaliada aos 7, 30, 90 dias de pós-operatório, por meio de exame clínico intra-oral e fotografias intra-orais, a fim de fazer um levantamento de possíveis complicações (dor, inflamação, infecção, deiscência da ferida e perda de enxerto). Foram também realizadas Tomografias Computadorizadas por Feixe Cônico em 5 pacientes, após 3 meses de pós-operatório, a fim de comparar o comportamento dos diferentes grupos na mineralização óssea. Os achados clínicos foram submetidos à análise estatística, usando o teste Exato de Fisher (p < 0,05). Após 3 meses, houve uma perda de 6 dos 9 enxertos no grupo PLGA/HA (p < 0,05). No PLGA/HA/S foi de 2 dos 8 (p > 0,05), mas não houve no grupo OBMD-C. Os pacientes experienciaram dor em 3 das 8 (37,5%) perdas (p > 0,05) e infecção em 1 das 8 (12,5%) (p > 0,05), mas estas apenas ocorreram no grupo PLGA/HA. Conclui-se que os arcabouços de PLGA/HA/ß-TCP, com e sem sinvastatina, não obtiveram os resultados que eram expectáveis relativamente ao reparo ósseo. Porém, o enxerto de PLGA/HA/ß-TCP com sinvastatina mostrou ser superior, com menos complicações clínicas que o enxerto de PLGA/HA/ß-TCP sem sinvastatina.<br> / Abstract : This study aimed to evaluate clinically and radiographically, in humans, the healing of post-extraction sockets by using scaffolds of Poly(D,Llactide- co-glycolide) with a hydroxyapatite/ß-tricalcium phosphate (70/30) biphasic ceramic (PLGA/HA), with and without simvastatin. This was a split-mouth randomized controlled clinical trial. This research was conducted in 13 patients requiring bilateral extraction of maxillary third molars. Twenty six post-extraction sockets were randomly assigned by four treatment modalities: deproteinized bovine bone mineral with 10% collagen (DBBM-C), Poly(lactic-co-glicolic acid) with hydroxyapatite/ß-TCP scaffold (PLGA/HA), PLGA/HA/ß- TCP with 2.0% simvastatin scaffold (PLGA/HA/S) and spontaneous healing (control). Healing was evaluated clinically on subsequent follow-ups (7, 30 and 90 days) by means of intra-oral examination and photographs in order to assess possible complications (inflammation, infection, pain, dehiscence and loss of graft). After the 3 month followup period, CBCT scans were taken in 5 patients in order to evaluate the biomaterials behavior in bone formation. For statistical purposes a Fisher's exact test was used (p < 0.05). After 3 months, 6 of the 9 gafts in the PLGA/HA group were lost (p < 0.05). In the PLGA/HA/S group 2 of the 6 grafts were lost (p > 0.05) but no loss was observed in the DBBM-C group. Patients experienced pain in 3 of the 8 sites were graft was lost (37.5%) (p > 0.05) and infection in 1 of the 8 (12.5%) (p > 0.05), with these occuring only in the PLGA/HA group. The results related to bone repair that were obtained with PLGA/HA/ß-TCP scaffolds, with and without simvastatin, were not the expected ones. However, PLGA/HA/ß-TCP with simvastatin showed to be superior, with less clinical complications than the PLGA/HA/ß-TCP without simvastatin.

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