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Punção percutânea da veia subclávia em crianças e adolescentesCorrêa de Araújo, Cláudia January 2005 (has links)
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Previous issue date: 2005 / Introdução: o acesso venoso central é um procedimento importante no tratamento
de crianças graves, além de ser essencial naquelas com dificuldade de acesso
venoso periférico. Sua utilização é considerada segura em crianças, mas suas
complicações causam aumento de morbidade, dos custos hospitalares e risco de
morte. Objetivos: revisar a literatura sobre acesso venoso central em crianças, com
destaque para as complicações e fatores associados e verificar, através de estudo
prospectivo, a frequência de sucesso e de complicações durante a inserção do
cateter na punção percutânea da veia subclávia e os fatores associados em crianças
e adolescentes no Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira (IMIP).
Método: realizou-se um capítulo de revisão sobre acesso venoso central em
crianças a partir de informações de artigos publicados em revistas científicas e livros.
Para a escolha dos artigos pesquisou-se as bases de dados MEDLINE, SCIELO e
LILACS utilizando-se as palavras-chave veia subclávia, criança, cateterismo venoso
central e complicações no período de 1966 a 2004. Foram também avaliadas 204
punções percutâneas da veia subclávia em crianças e adolescentes internadas no
IMIP no período de cinco meses. As variáveis analisadas foram: idade, peso, sexo,
procedência, diagnóstico na admissão, motivo da solicitação, sucesso da punção,
número de tentativas de punção, número de locais tentados, quem realizou a
punção, local onde foi realizado o procedimento, tipo de anestesia utilizada, horário
e dia de realização do procedimento, complicações durante a inserção do cateter e o
tratamento das complicações. Resultados: houve sucesso em 89,2% das punções.
O percentual de sucesso foi significantemente maior nas punções realizadas com a
criança sob narcose (94%). Cerca de 43,2% das punções evoluíram com
complicações relacionadas à inserção do cateter, no entanto, complicações de maior gravidade ocorreram em apenas 3,5% dos casos. Houve um maior número de
complicações nas punções realizadas pelo residente do primeiro ano (58,8%) e foi
observado que o mesmo realizou um percentual de procedimentos
significativamente maior em crianças menores de um ano, nos finais de semana, à
noite e com a realização de um maior número de tentativas no mesmo paciente.
Conclusões: a realização do procedimento com o paciente sob narcose mostrou
aumentar a chance de sucesso do mesmo. Há maior chance de complicações
relacionadas à inserção do cateter em punções de veia subclávia realizadas por
médicos menos experientes, sendo prudente selecionar as punções em situações de
maior risco para cirurgiões com maior experiência no procedimento
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