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Quem são os povos indígenas para os estudantes? Reflexões sobre o currículo básico comum do estado de Minas Gerais

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Previous issue date: 2014-12-09 / The indigenous issue presented in the school context on the view of European blueprints may generate numerous misconceptions, reflecting attitudes of prejudice, rejection, discrimination and segregation. Although they represent a group of ethnic-cultural formation of Brazil, their history remains overlooked, covered in the school context as mere individuals from the time of contact with the Europeans, leaving a deep gap regarding the participation of those groups throughout the history of Brazil. Thus, a perspective that is intended to be multicultural and interactive should bring the debate to the classroom on diversity and difference as being dynamic, fluid, and ever-changing processes. Issues that pervade historic school discourses and similar ones, influence the construction process of individual and collective identification of the student. In this research, we aim to draw considerations on school discourses related to indigenous people, and on how the student builds his identification toward those groups, from the discourses that are recognized, accepted, and instituted in the matrix of the Common Basic Curriculum of Minas Gerais, in the subject of history. These perceptions point to an approach based on speeches that gained tradition throughout the history of Brazil, having the European discourse as its core. / A temática indígena apresentada no contexto escolar sobre o prisma da ótica europeia, pode gerar inúmeros equívocos, refletindo posturas de preconceito, rejeição, discriminação e segregação. Mesmo sendo representados como um dos grupos da formação étnico cultural do Brasil, sua história continua relegada a uma abordagem escolar que os remetem a segundo plano, como meros contingentes humanos da época do contato com os europeus, deixando um profundo lapso ao que se refere à participação destes grupos ao longo da História do Brasil. Desta forma, uma perspectiva que se pretenda multicultural e interativa deve trazer para a sala de aula o debate sobre a diversidade e a diferença enquanto processos dinâmicos, fluidos e em constante transformação. Questões que perpassam os discursos históricos escolares e, como estes, influenciam o processo de construção da identificação individual e coletiva do estudante. Nesta pesquisa temos por objetivo trazer algumas reflexões sobre os discursos escolares referentes aos povos indígenas e como o estudante constrói a sua identificação em relação a estes grupos, a partir dos discursos que estão reconhecidos, aceitos e instituídos na matriz do Currículo Básico Comum do Estado de Minas Gerais ofertado na disciplina de História. Percepções estas que apontam para uma abordagem que se realiza a partir de discursos que ganharam tradição ao longo da História do Brasil, tendo por cerne o discurso europeu.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:repositorio.ufscar.br:ufscar/2741
Date09 December 2014
CreatorsGilaverte, Ana Paula
ContributorsSilva, Flávio Caetano da
PublisherUniversidade Federal de São Carlos, Programa de Pós-graduação em Educação, UFSCar, BR
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Formatapplication/pdf
Sourcereponame:Repositório Institucional da UFSCAR, instname:Universidade Federal de São Carlos, instacron:UFSCAR
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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