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[en] RISK REWARD METHODOLOGIES FOR VALUATION OF INVESTMENT FUND IN STAR UP COMPANIES / [es] METODOLOGÍA DE EVALUACIÓN RIESGO-RETORNO DE FONDOS DE INVERSIONES EN EMPRESAS EMERGENTES / [pt] METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO RISCO RETORNO DE FUNDOS FECHADOS DE INVESTIMENTO EM EMPRESAS EMERGENTESNAASSON REIS FERREIRA 14 September 2001 (has links)
[pt] O financiamento de empresas emergentes de base tecnológica
vem merecendo grande atenção, tanto por parte da comunidade
de investidores quanto dos agentes públicos interessados
nos ganhos econômicos e sociais atribuídos a tais empresas.
A realização de tais ganhos depende, entretanto, de
conhecimentos e habilidades sofisticados para lidar com
diversos fatores de risco associados a tais empresas, à sua
tecnologia e à natureza das oportunidades que perseguem. A
extensão do risco envolvido e a complexidade dos
instrumentos necessários para fazer frente a tais riscos
fizeram reconhecer esse tipo de financiamento como uma
classe distinta de investimento, denominada capital de
risco. Como tal, a atividade de capital de risco teve seu
início reconhecido a partir de 1930, com investimentos
feitos por algumas famílias abastadas americanas. A década
seguinte registra o surgimento da primeira empresa de
capital de risco, que vem a estabelecer o paradigma de
operação de uma indústria que, nos Estados Unidos, investe
cerca de uma centena de bilhões de dólares por ano - a
Indústria de Fundos de Capital de Risco que profissionaliza
todo o ciclo de capital de risco, desde a captação de
recursos junto aos investidores, a aplicação em empresas
emergentes e, finalmente, o desinvestimento e a
distribuição dos resultados aos investidores. No Brasil,
essa indústria começou a se estruturar a partir da
Instrução CVM 209, de 1994, que regulamentou esses fundos
sob a denominação de Fundos Mútuos de Investimento em
Empresas Emergentes. Estimativas preliminares sugerem que
essa indústria movimentou, em 2000, cerca de US$ 1 bilhão.
Uma das grandes barreiras ao desenvolvimento dessa
indústria é a aquisição do conhecimento técnico sobre a
gestão e avaliação de fundos nos quais os ativos adquiridos
(papéis de empresas emergentes) não são negociados em
bolsa. O conhecimento existente é, em boa parte, de
natureza proprietária e é tratado como segredo industrial.
Este trabalho, de natureza exploratória, reflete uma
incursão no estudo de algoritmos de avaliação de fundos de
capital de risco, introduzindo aperfeiçoamentos em modelos
de avaliação existentes. Modelos de avaliação tradicionais,
como o Multilateral Investment Fund (MIF) utilizam o
retorno histórico desta modalidade de investimentos na
tentativa de estimar a performance do fundo. O objetivo
desta dissertação é adaptar o modelo de performance de
fundos desenvolvido pelo MIF de forma a possibilitar uma
análise de risco além do retorno esperado. Esta análise de
risco será realizada através da avaliação de cada empresa
investida pelo fundo. Assim, através da simulação do valor
terminal destas empresas, será possível obter uma
distribuição de retorno para cada investidor a partir do
capital aportado no fundo. Tal instrumento será de grande
valia tanto na seleção de investimentos (permitindo que os
investimentos sejam selecionados de acordo com o nível de
exposição que o gestor deseja assumir), quanto no
gerenciamento dos investimentos (permitindo que sejam
tomadas decisões que maximizem o retorno esperado para os
investidores). / [en] The financing of technology based start up companies is
deserving great attention, not only from of the investors'
community but also from public agents, due to the
economical and social earnings attributed to such
companies. These accomplishments depends, however, on
knowledge and sophisticated abilities to work with risk
factors associated to such companies, related to their
technology level and to the nature of the opportunities
pursued. The extension of the risks involved and the
complexity of the necessary instruments to deal with them
lead to a recognition of this type of financing as a
distinct investment, namely venture capital. Venture
capital has its beginning in 1930, with investments made by
a few wealthy American families. The following decade
records the appearance of the first venture capital
company, which comes to establish the operation paradigm of
an industry. In the United States, this industry invests
about a hundred of billion of dollars a year and perform
the whole venture capital cycle: from Fundraising with the
investors, to funding of start up companies and, finally,
the harvesting and the distribution of results to the
investors. In Brazil, this industry began to be structured
following the Instruction CVM 209, (1994), which regulates
funds denominated Mutual Investment Fund in Emergent
Companies. Estimates suggest that in 2000, it was a US$ 1
billion dollar industry. One of the greatest barriers to
the development of this industry is the acquisition of
the technical knowledge on the management and evaluation of
Funds that acquires assets non negotiable in the stock
markets. The existing knowledge is, to a large extent, of
private nature and treated as industrial secret. This work,
of exploratory nature, is an incursion in the study of
evaluation algorithms of venture capital funds, proposing
improvements in existing evaluation models. Traditional
evaluation models, like that of the Multilateral Investment
Fund (MIF) use the historical return of this kind of
investments in an attempt to estimate the performance of
the fund. The objective of this dissertation is to modify
the model of Fund performance developed by MIF to make
possible a risk analysis beyond the expected return. This
risk analysis will be accomplished by the evaluation of each
company invested by the Fund. By simulating the terminal
value of these companies, it will be possible to obtain a
return distribution for each investor starting from the
capital contributed to the fund. Such an instrument will be
of great value not only in the selection of investments
(allowing the investments to be selected in agreement
with the exposure level that the manager wishes to assume),
but also in the management of these discrete investments
(allowing that are made decisions that maximize the
expected return for the investors). / [es] El financiamiento de empresas emergentes de base
tecnológica ha merecido una gran atención por parte de la
comunidad de inversionistas y de los agentes públicos
interesados en las ganancias económicas y sociales de esas
empresas. La obtención de tales ganancias depende de
conocimientos y habilidades sofisticados para evaluar los
diversos factores de riesgo de dichas empresas, de su
tecnología y de la naturaleza de las oportunidades que
persiguen. La extensión del riesgo y la complejidad de los
instrumentos necesarios para enfrentar los riesgos, han
llevado a reconocer que este tipo de financiamiento
constiuye una clase diferente de inversión, denominada
capital de riesgo. La actividad de capital de riesgo se
inició (reconocidamente) a partir de 1930, con inversiones
realizadas por algunas familias americanas adineradas. En
la década siguiente surge la primera empresa de capital de
riesgo, y con ello se establece el paradigma de operación
de una industria que, en los Estados Unidos, invierte cerca
de una centena de miles de millones de dólares por año - la
Industria de Fondos de Capital de Riesgo que profisionaliza
todo el ciclo de capital de riesgo, desde la captación de
recursos, la aplicación en empresas emergentes y,
finalmente, la desinversión y la distribución de los
resultados a los inversionistas. En Brasil, esa industria
comenzó a extructurarse a partir de la Instrucción CVM 209,
de 1994, que creó el reglamento de esos fondos bajo la
denominación de Fondos Mutuos de Inversión en Empresas
Emergentes. Estimativas preliminares indican que esa
industria movimentó, en 2000, cerca de US$ 1000 millones.
Una de las grandes barreras para el desarrollo de esta
industria es la adquisición del conocimiento técnico sobre
gestión y evaluación de fondos en los cuales los activos
adquiridos (papeles de empresas emergentes) no son
negociados en la bolsa. El conocimiento que existe es, en
buena parte, de naturaleza proprietaria y es tratado como
secreto industrial. Este trabajo, de naturaleza
exploratoria, refleja una incursión en el estudio de
algoritmos de evaluación de fondos de capital de riesgo e
introduce algunas mejorías en modelos de evaluación
existentes. Los modelos de evaluación tradicionales, como
el Multilateral Investment Fund (MIF) utilizan el retorno
histórico de esta modalidad de inversiones para estimar la
performance del fondo. El objetivo de esta disertación es
adaptar el modelo de performance de fondos desarrollado por
el MIF de modo tal que, además del retorno esperado, sea
posible un análisis de riesgo. Este análisis de riesgo será
realizado a través de la evaluación de cada empresa en las
que el fondo invirtió. Así, a través de la simulación del
valor terminal de estas empresas, será posible obtener una
distribuición de retorno para cada inversionista a partir
del capital que aportó al fondo. Este instrumento será de
gran valor en la selección de inversiones (pués permitirá
que las inversiones sean seleccionadas de acuerdo con el
nível de exposición que el gestor desea asumir), y en la
gerencia de las inversiones (permitiendo que sean tomadas
decisiones que maximizen el retorno esperado para los
inversionistas).
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[en] STRUCTURAL BREAKS DETECTION: AN APPLICATION TO THE BRAZILIAN HEDGE FUNDS / [pt] DETECÇÃO DE QUEBRA ESTRUTURAL: UMA APLICAÇÃO AO HEDGE FUNDS BRASILEIROSALEXANDRA RIBEIRO MENDES DE ALMEIDA 24 September 2010 (has links)
[pt] A estacionariedade sempre desempenhou um papel importante no tratamento
teórico de séries temporais. Contudo muitas séries demonstram um
comportamento não-estacionário. Em muitos casos, técnicas simples como
a diferenciação não são suficientes. Neste contexto, e considerando a mais
frequente suposição de instabilidade nas características estocásticas dos retornos
financeiros, assim como as consequências em se assumir estacionariedade
quando esta não é uma característica razoável, que utilizamos a
metodologia proposta por Picard (1985) (37), estendida por Kluppelberg e
Mikosch (1996)(23) e posteriormente resgatada por Starica e Granger (2005)
(41) em 2005, cujo objetivo é identificar períodos estacionários em séries
globalmente não-estacionárias, e aproximá-las localmente por modelos estacionários. Objetivando ampliar a compreensão da utilidade da estatística utilizada na metodologia, fizemos um estudo via simulação envolvendo mudanças estruturais ou pontuais no processo gerador, e avaliando o desempenho da metodologia na detecção dessas mudanças. Essa metodologia de
identificação de períodos homogêneos foi aplicada no contexto dos hedge funds brasileiros, instrumentos financeiros onde tradicionalmente observa-se significativa auto-correlação, inclusive para defasagens de longo prazo, característica esta, justificada na literatura como resultado da falta de liquidez, como em Getmansky et al (2003) (14). Motivada pelas evidências empíricas
envolvendo a influência das mudanças no segundo momento não-condicional
de séries financeiras no comportamento da função de auto-correlação serial,
discutido em Mikosch e Starica (2004) (32), aplicamos a metodologia de
identificação dos períodos de estacionariedade na série de volatilidade dos
hedge funds que apresentaram não-estacionariedade global. / [en] Stationarity has always played an important role in the theoretical treatment
of time series. However many series show a nonstationary behavior.
In many cases, simple techniques such as differentiation is not enough. In
this context, and considering the most frequent assumption of instability
in the stochastic characteristics of financial returns as well as the consequences
of assume stationarity when this feature is not reasonable, we use
the methodology proposed by Picard (1985) (37), extended by Kluppelberg
and Mikosch (1996) (23) and later by Starica and Granger (2005) (41),
whose goal is to identify stationary periods in globally non-stationary series,
and locally approximate them by stationary models. Aiming to broaden
the understanding of the usefulness of the statistical methodology used, we
made a simulation study involving structural or point changes in the generating
process, and evaluating the performance of the methodology to detect
these changes. This method of identifying homogeneous periods was applied
in the context of Brazilian hedge funds, financial instruments where
traditionally we see significant autocorrelation, even for long-term lags, feature
explained in the literature as a result of illiquidity, as in Getmansky et
al (2003) (14). Motivated by empirical evidence involving the influence of
changes in non-conditional second moment of financial time series behavior
of the function of serial correlation, discussed in Mikosch and Starica (2004)
(32), we apply the methodology aiming identifying stationary periods in the
hedge funds volatility series that had global non-stationarity.
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[en] IMPLEMENTATION OF THE OMEGA MEASURE TO THE PERFORMANCE OF INVESTMENT FUNDS IN THE BRAZILIAN MARKET / [pt] APLICAÇÃO DA MEDIDA ÔMEGA NO DESEMPENHO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO NO MERCADO BRASILEIROLUIZ EMIDIO DE MELO JUNIOR 11 June 2012 (has links)
[pt] Usualmente as avaliações de desempenho de fundos de investimento utilizam os índices tradicionais de desempenho, baseados na normalidade dos retornos. Por ter como base a normalidade de retornos, esses índices tradicionais ignoram as informações contidas nos momentos de ordem superior da distribuição. Embora a teoria clássica de Markowitz (1952) seja considerada de fácil aplicação e eficiente na composição dos ativos das carteiras de investimento, as complicações aparecem quando os ativos apresentam distribuições notoriamente não normais. Recentemente, diversos autores vêm propondo medidas de risco-retorno (conhecidas também como medidas de desempenho) mais consistentes com a distribuição esperada de ganhos observada na prática, isto é, distribuições não normais. Entre elas, a medida Ômega , apresentada por Keating e Shadwick (2002), que leva em conta não apenas os primeiros momentos da distribuição dos retornos dos ativos (média e variância), mas todo o formato da distribuição para avaliar seu risco. O principal objetivo deste trabalho é comparar algumas medidas tradicionais de avaliação de performance de fundos de investimento, no mercado brasileiro, com o Índice Ômega. Para isso, será verificado se os rankings de desempenho dos fundos de investimento no Brasil, dado por estas medidas, são diferentes. No presente trabalho, os parâmetros são calculados consistentemente através dos modelos apropriados, após verificação da não-estacionariedade das séries dos retornos dos fundos de investimentos. / [en] Usually, the performance evaluation of investment funds uses traditional indices of performance, based on the normality of returns. Because it is based on the normality of returns, these traditional indexes ignore the information contained in higher order moments of the distribution. Although the classical theory of Markowitz (1952) is considered easy to use and efficient in the composition of the assets of investment portfolios, complications arise when assets have markedly non-normal distributions. Recently, several authors have proposed measures of risk-return (also known as performance measures) more consistent with the expected distribution of gains observed in practice, that is, non-normal distributions. Among them, the Omega measure, by Keating and Shadwick (2002), which takes into account not only the first moments of the distribution of asset returns (mean and variance), but the whole shape of the distribution to evaluate its risk. The main objective of this study is to compare some traditional measures of performance evaluation of investment funds in the Brazilian market, with the Omega index. This paper will verify if the performance rankings of mutual funds in Brazil, given by these measures are different. In this study, the parameters are calculated consistently through appropriate models, after the verification of the non-stationarity of the series of returns of investment funds.
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[en] RETURN, RISK E LIQUIDITY RELATIONSHIP IN FUNDS OF FUNDS PORTFOLIO CONSTRUCTION / [pt] RELAÇÃO RISCO, RETORNO E LIQUIDEZ NA CONSTRUÇÃO DE PORTFÓLIOS DE FUNDOS DE FUNDOSEDUARDO RIBEIRO ALVES B VIANNA 17 September 2008 (has links)
[pt] O universo de hedge funds cresce a taxas aceleradas no
Brasil já há alguns anos e vem, à medida que os juros caem,
conquistando investidores que restringiam suas aplicações à
renda fixa tradicional. Um outro segmento da indústria
financeira vem a reboque, são os fundos de fundos. O
objetivo deste trabalho é propor uma metodologia
quantitativa para auxiliar na construção de portfólios de
fundos de fundos que vai além do tradicional modelo de
médiavariância. Será incluída uma terceira variável na
avaliação dos portfólios, o risco de liquidez. Para isso,
será usado como base o estudo Dyanmics of the Hedge
Fund Industry do Professor Andrew W. Lo do MIT Sloan School
of Management (2005). A indústria de hedge funds será
dividida em diversos segmentos em função das estratégias
utilizadas e em seguida, avaliaremos quais as
combinações de estratégias oferecem a melhor relação Risco,
Retorno e Liquidez para o investidor. / [en] During the recent years, hedge funds in Brazil experienced
an incredible increase in assets under management. Many
investors are changing their asset allocation, migrating
from fixed income to hedge funds. With this movement,
another segment of the same industry will flourish: Funds of
funds. This work main objective is to propose a methodology
to help on the portfolio construction
of funds of funds based not only on the relationship return
and risk, but including a new parameter, liquidity. This
work is based on the study Dynamics of the
Hedge Fund Industry by Professor Andrew W. Lo from the MIT
Sloan School of Management (2005). In order to do so, the
Brazilian hedge fund industry will be divided based on the
strategies used on their investments, and then an
optimization process will sort out the portfolios that offer
the best Return, Risk and Liquidity combination for investors.
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[en] THE DISPOSITION EFFECT IN THE BRAZILIAN MARKET OF EQUITY FUNDS: A SURVEY IN BEHAVIORAL FINANCE / [pt] O EFEITO DISPOSIÇÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES: UM ESTUDO EM FINANÇAS COMPORTAMENTAISELTON TIZZIANI 18 March 2009 (has links)
[pt] Esta dissertação tem como objetivo testar o efeito
disposição, que é a tendência dos investidores em vender os
investimentos ganhadores mais rapidamente que os
investimentos perdedores, através da análise das carteiras
de todos os fundos brasileiros de investimentos em Ações,
no período compreendido entre novembro de 2003 e março de
2008. Embora a análise do número de transações revele que
os fundos de investimento estão sujeitos ao efeito
disposição, diferentemente do mercado acionário americano,
quando são analisados os volumes transacionados, não é
possível identificar o efeito disposição, especialmente em
relação aos fundos de varejo, os que apresentaram a maior
tendência de realização de perdas em detrimento dos ganhos. / [en] The goal of this study is to test the disposition effect,
the tendency of
investors to sell winning investments too soon and hold
losing investments too
long, by analyzing all the Brazilian Equity Funds
portfolios from november 2003
to march 2008. Although the analysis based on the number of
trades shows the
Equity Funds are subject to the disposition effect, unlike
the American stock
market, when the analysis is based on the trading volume,
the disposition effect is
not identified, mainly in the funds open to non-qualified
investors, that showed
the stronger tendency to realize the loses instead the
gains.
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[en] EFFICIENCY ANALYSIS OF INVESTMENT FUNDS IN BRAZIL: AN DEA AND OMEGA MEASURE APPROACH / [pt] ANÁLISE DE EFICIÊNCIA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO NO BRASIL: UMA ABORDAGEM USANDO DEA E MEDIDA ÔMEGARODRIGO ANDRADE RAMOS FERREIRA 28 July 2010 (has links)
[pt] As avaliações de performance de fundos de investimento que são
atualmente feitas utilizam separadamente uma série de dados como o índice de
Sharpe, as gregas (alfa, beta, gama, teta, ômega ....), taxa de administração e
volatilidade, não havendo nenhum índice que contemple esses indicadores ao
mesmo tempo. Os investidores, na hora de escolher entre os inúmeros fundos
existentes, analisam isoladamente cada um desses índices mundialmente
conhecidos, mas não conseguem avaliá-los simultaneamente e tomar uma decisão
conjunta. O presente trabalho tem a finalidade de apresentar e desenvolver o
método conhecido como Análise Envoltória de Dados (DEA) para avaliar o
desempenho de fundos de investimento no Brasil e validá-lo através da utilização
de uma medida de avaliação performance intitulada medida Ômega. / [en] A common method to evaluate the performance of investment funds is to
use separate sets of indicators such as Sharpe, the Greeks (alpha, beta, gamma,
theta, omega etc.), administration fee and volatility. There is no single indicator
that covers all together and at the same time the whole set of indicators. When
choosing among a large variety of existing funds, investors analyze each and
every known indicator separately; they are not able to evaluate them
simultaneously with the goal of a joint decision. The aim of this study is to present
and develop the method known as Data Envelopment Analysis (DEA) to evaluate
the performance of investment funds in Brazil and validate it through the use of a
performance evaluation known as Omega measure.
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