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[pt] QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO: A INFLUÊNCIA DA RESILIÊNCIA NA ADESÃO AO TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA / [en] THE FACE IS NO INDEX TO THE HEART: THE INFLUENCE OF RESILIENCE IN ADHERENCE TO TREATMENT OF HEART FAILURE

RAFAELA OLIVEIRA GRILLO 01 September 2016 (has links)
[pt] Adesão é o estabelecimento de uma atividade conjunta, na qual o paciente não apenas obedece a orientação médica, mas entende, concorda e segue a prescrição recomendada pelo seu médico. Significa que deve existir uma aliança terapêutica entre médico e paciente, na qual são reconhecidas não somente a responsabilidade específica de cada um no processo, mas também de todos os que estão envolvidos direta ou indiretamente no tratamento. A adesão varia devido a inúmeros fatores que estão relacionados com a doença, o tratamento, o doente e o método de medição. Não há consenso absoluto na definição de adesão, contudo, estudiosos concordam que a adesão não é universal e que algum tipo de não adesão é sempre esperado, mesmo no caso de doenças graves. Existem diversos fatores psicossociais que influenciam a adesão ao tratamento, dentre eles a relação médico-paciente e a resiliência. As doenças cardiovasculares são hoje uma das maiores causadoras de internações e mortes no Brasil. A Insuficiência Cardíaca é uma síndrome, com múltiplas possíveis causas, em que a boa adesão ao tratamento faz a diferença entre a vida e a morte, assim como na qualidade de vida do paciente. O objetivo deste estudo foi investigar a influência da resiliência na adesão ao tratamento e quais são os outros fatores que mais ajudam e dificultam os pacientes a aderir. Métodos: Foram investigados 50 pacientes de um ambulatório de Insuficiência Cardíaca de Hospital Universitário no Rio de Janeiro. Instrumentos: Questionário Sociodemográfico, Inventário Beck de Ansiedade, Inventário Beck de Depressão, Escala de Avaliação de Agenciamento de Autocuidado (ASAS-R), Escala de Resiliência (RS-14), Questionário de Qualidade de Vida (SF-36) e entrevista semiestruturada. Os dados foram analisados com o programa SPSS e as respostas das entrevistas foram analisadas utilizando a metodologia qualiquanti. Resultados: O tipo de adesão mais forte é a medicamentosa (t49=4,30; p<0,05). A resiliência não se associou significativamente com a adesão medicamentosa (ρ=0,17; p>0,05) e a adesão às atividades físicas (ρ=0,30; p>0,05), mas apresentou significância estatística na adesão nutricional (ρ=0,39; p<0,05). Além disso, a relação médico-paciente apresentou-se como grande facilitadora da adesão ao tratamento. Em contrapartida, percebeu-se que a depressão atrapalha na adesão nutricional (ρ= -0,33; p<0,05) e às atividades físicas (ρ= -0,48; p<0,05), assim como no autocuidado (ρ= -0,42; p<0,05). Conclusão: Devido à amostra pequena, novos estudos com maior número de sujeitos devem ser realizados para uma melhor compreensão das atitudes dos sujeitos em relação ao tratamento. Contudo, tanto a resiliência como uma boa relação médico-paciente auxiliam o paciente a conquistar um maior grau de adesão ao tratamento. / [en] Adherence is the establishment of a joint activity, in which the patient not only obeys the medical orientation, but understands, agrees and follows the prescription recommended by the doctor. It means that there must be a therapeutic alliance between doctor and patient in which not only the specific responsibilities of each party in the processis recognized, but also of all those involved directly or indirectly in treatment. The adherence varies due to several factors which are related to the disease, the treatment, the patient and the measuring method. There is no absolute consensus on the definition of adherence, but scholars agree that aderence is not universal and that some type of non-adherence is always expected, even in the case of serious diseases. There are several psychosocial factors that influence treatment adherence, including the doctor-patient relationship and resilience. Cardiovascular disease is now a major cause of hospitalization and death in Brazil. Heart failure is a syndrome with multiple possible causes, where the good treatment adherence makes the difference between life and death, as well as the quality of life of the patient. The objective of this study was to investigate the influence of resilience in adherence to treatment and what other factors that help and hinder patients adherence. Methods: Fifty patients from a heart failure clinic of University Hospital in Rio de Janeiro were investigated. Instruments: Socio-demographic questionnaire, Beck Anxiety Inventory, Beck Depression Inventory, Appraisal of Self Care Agency - Revised (ASAS-R), Resilience Scale (RS-14) Quality of Life Questionnaire (SF-36) and semi-estructured interview. Th data was analyzed using SPSS and the responses of the interviews were analyzed using the quali quantitative analysis. Results: The strongest type of adherence is to the medication (t49=4,30; p<0,05). Resilience was not significantly associated with medication adherence (ρ=0,17; p>0,05), and adherence to physical activities (ρ=0,30; p>0,05), but it was statistically significant in nutritional adherence (ρ=0,39; p<0,05). In addition, the doctor-patient relationship has been shown as a great facilitator of adherence. On the other hand, it was noted that depression impairs the nutritional adherence (ρ= -0,33; p<0,05) and adherence to physical activities (ρ= -0,48; p<0,05), as well as self-care (ρ= -0,42; p<0,05). Conclusion: Due to small sample, further studies with larger numbers of subjects should be conducted to better understand the attitudes of the subjects regarding the treatment. However, both resilience as a good doctor-patient relationship help the patient to achieve a greater degree of adherence to treatment.
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[en] IN THE COMPANY OF DEATH: ABOUT THE PSYCHOTHERAPEUTIC TREATMENT WITH CHRONIC RENAL PATIENTS / [pt] NA COMPANHIA DA MORTE: SOBRE O ATENDIMENTO A PACIENTES RENAIS CRÔNICOS

PAULA PEREIRA WERNECK DE FREITAS 31 July 2018 (has links)
[pt] A doença renal crônica representa a entrada definitiva no universo da doença e coloca o indivíduo diante de sua inerente condição de finitude. O trabalho com esse grupo de pacientes é permeado por perdas e questões sobre morte, sofrimento e medo. Lidar com a possibilidade de morte e de perdastraz sentimentos singulares para cada sujeito, e este se vê diante do vazio e mergulhado no desamparo. A exigência é de acolhimento, segurança e proteção contra o sentimento de ameaça e direcionada, principalmente, aos profissionais de saúde responsáveis pelo tratamento renal. As características dos pacientes, suas novas construções psíquicas pós-diagnóstico, as dificuldades dos profissionais que lidam com a doença renal crônica e a interação entre ambos são discutidos baseados na revisão bibliográfica e na experiência da autora em uma clínica destinada a esse grupo de pacientes. Objetivou-se ressaltar a importância da relação médico-paciente que privilegie um ambiente de acolhimento, comunicação, incentivo à autonomia e respeito aos diferentes discursos, para garantia de qualidade do tratamento e para uma melhor adaptação e uma nova perspectiva de vida antes da morte. / [en] Chronic renal failure is the definitive entry into the world of disease and puts the individual before his inherent condition of finitude. The work with this group of patients is permeated by loss and questions about death, suffering and fear. Dealing with the possibility of death and loss stirs very personal feelings in subjects, who suddenlyfeel empty and helpless. Their needfor refuge, safety and protection against those threatsis primarily directed towardsthe health professionals responsible for their kidney treatment. The patients characteristics, their new post-diagnosis psychic constructions, the difficulties of professionals who deal with chronic kidney disease and their interaction are discussed based on a literature review and the author s experience in a clinic that treats this group of patients. The objective of this study was to highlight the importance of the doctor-patient relationship insofar as it promotes refuge, communication, autonomy and respect towardsthe different speeches, which results in treatment quality assurance, better coping and a new life perspective before death.
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[en] THE DOCTOR-PATIENT RELATIONSHIP FROM THE ATTACHMENT THEORY S PERSPECTIVE: THINKING PATHWAYS / [pt] A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE SOB A ÓTICA DO APEGO: PENSANDO CAMINHOS

MARIANA GUERRA BARSTAD CASTRO NEVES 10 August 2018 (has links)
[pt] A relação médico-paciente consiste numa díade que é hierarquicamente assimétrica. Uma parte cuida e a outra recebe cuidado, análogo ao que ocorre nas relações de apego. O médico teria o papel de figura de apego, possibilitando ativar o seu sistema de cuidado. O objetivo deste estudo é analisar como o sistema de cuidado está inserido na relação médico-paciente, analisando o estilo de apego do médico, além de relacioná-lo à capacidade de cuidado que o médico tem com seu paciente. Foram entrevistados onze hematologistas do Rio de Janeiro e São Paulo com experiência no SUS utilizando um roteiro de entrevista semiestruturado e foi aplicado o instrumento de autorrelato EVA (Escala de Vinculação do Adulto). Após análise de conteúdo das entrevistas e análise por clusters do EVA, os médicos entrevistados apresentaram apego seguro, com aspectos defensivos evitativos e amedrontados. Quatro categorias também foram estabelecidas: experiências pessoais com medicina e/ou hematologia; especificidade da hematologia; como lidar com as questões sobre perdas; e cuidado com o outro. Conclui-se que o presente trabalho prioriza o lado do médico nesta relação, e a importância do atendimento às suas necessidades psicológicas e relacionais. Com isso, intervenções podem ser propostas à equipe de saúde, de forma a cuidar de maneira consistente destes profissionais e aprimorar sua relação com o paciente e seus familiares. / [en] The doctor-patient relationship consists of a hierarchically asymmetrical dyad. One side cares and the other receives care, analogous to the attachment relationship. The doctor would have the attachment figure s role, being able to activate his or her caregiving system. The purpose of this study is to analyze how the care system is inserted in the doctor-patient relationship, analyzing the attachment style of the physician in addition to relating it to the care ability that the doctor has with his/her patient. Eleven hematologists from Rio de Janeiro and São Paulo with experience in SUS were interviewed using a semi-structured interview script and the self-report instrument AAS-R (Adult Attachment Scale-Revised) was applied. After content analysis of the interview and a cluster analysis of the AAS-R, all the doctors presented secure attachment, with avoidant-dismissing and avoidant-fearful defensive aspects. Four categories were also analyzed: personal experiences with medicine and/or hematology; hematology s specificity; how to deal with loss; and caring towards other. We concluded that the present it is important to prioritize the doctor s stance in the relationship, and to attend their psychological and relational needs. In that manner, interventions in the healthcare team can be proposed, providing the proper care to the healthcare professional, and, hence, improve their relationship with patients and their family members.

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