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Efeitos genotóxicos e mutagênicos dos agentes antineoplásicos cisplatina e gencitabina em células de carcinoma de bexiga

Camargo, Elaine Aparecida de [UNESP] 10 September 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:26:03Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-09-10Bitstream added on 2014-06-13T19:33:14Z : No. of bitstreams: 1 camargo_ea_me_botib.pdf: 419010 bytes, checksum: feb20f496344e397ed7f9b3f61cf7d5c (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Os agentes químicos utilizados para o tratamento do câncer ativam vias de sinalização que levam ao bloqueio ou retardo no ciclo celular, ativação ou desativação de mecanismos de reparo do DNA e apoptose. Em relação ao câncer de bexiga, a combinação de cisplatina/gencitabina é considerada como protocolo quimioterápico padrão. Entretanto, o mecanismo exato de ação dessas drogas ainda não foi completamente elucidado, principalmente no que diz respeito à relação com o status do gene TP53, uma das principais alterações encontradas em células tumorais de bexiga. Considerando, portanto, a necessidade de terapias mais eficazes e com menos efeitos colaterais para o paciente, o entendimento das respostas celulares frente à exposição a agentes antineoplásicos pode trazer importantes informações sobre a sensibilidade celular em resposta aos tratamentos. Assim sendo, o presente estudo objetivou avaliar o potencial genotóxico e mutagênico dos antineoplásicos cisplatina e gencitabina em linhagens celulares de carcinoma de bexiga de diferentes graus histológicos e status do gene TP53. Para isso, foi realizado o teste do cometa em células RT4, de tumor de baixo grau e gene TP53 selvagem; em células 5637, de tumor de alto grau e gene TP53 mutado; e em células T24 de tumor de alto grau, com o gene TP53 também mutado, mas com diferente tipo de mutação. O efeito mutagênico dos agentes quimioterápicos foi avaliado pelo teste do micronúcleo nas linhagens celulares... / Not available
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Efeitos genotóxicos e mutagênicos dos agentes antineoplásicos cisplatina e gencitabina em células de carcinoma de bexiga /

Camargo, Elaine Aparecida de. January 2010 (has links)
Resumo: Os agentes químicos utilizados para o tratamento do câncer ativam vias de sinalização que levam ao bloqueio ou retardo no ciclo celular, ativação ou desativação de mecanismos de reparo do DNA e apoptose. Em relação ao câncer de bexiga, a combinação de cisplatina/gencitabina é considerada como protocolo quimioterápico padrão. Entretanto, o mecanismo exato de ação dessas drogas ainda não foi completamente elucidado, principalmente no que diz respeito à relação com o status do gene TP53, uma das principais alterações encontradas em células tumorais de bexiga. Considerando, portanto, a necessidade de terapias mais eficazes e com menos efeitos colaterais para o paciente, o entendimento das respostas celulares frente à exposição a agentes antineoplásicos pode trazer importantes informações sobre a sensibilidade celular em resposta aos tratamentos. Assim sendo, o presente estudo objetivou avaliar o potencial genotóxico e mutagênico dos antineoplásicos cisplatina e gencitabina em linhagens celulares de carcinoma de bexiga de diferentes graus histológicos e status do gene TP53. Para isso, foi realizado o teste do cometa em células RT4, de tumor de baixo grau e gene TP53 selvagem; em células 5637, de tumor de alto grau e gene TP53 mutado; e em células T24 de tumor de alto grau, com o gene TP53 também mutado, mas com diferente tipo de mutação. O efeito mutagênico dos agentes quimioterápicos foi avaliado pelo teste do micronúcleo nas linhagens celulares... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Not available / Orientador: Daisy Maria Fávero Salvadori / Coorientador: Glenda Nicioli da Silva / Banca: Satie Takahashi / Banca: Luís Fernando Barbisan / Mestre
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Estudo dose-resposta e perfil de expressão gênica do herbicida diuron [3-(3,4-diclofenil)-1,1-dimetiluréia] em bexiga urinária de ratos wistar machos

Ihlaseh, Shadia Muhammad [UNESP] 26 October 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:33:24Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-10-26Bitstream added on 2014-06-13T21:06:03Z : No. of bitstreams: 1 ihlaseh_sm_dr_botfm.pdf: 3168974 bytes, checksum: ba6d3bf44009cc973a683d22ee61b086 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Diuron (3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea) is a substituted urea herbicide that at high dietary levels (2500 ppm) induces rat urinary bladder urothelial hyperplasia in 20 weeks and neoplasia in 2 years. The effects on the urothelium in a short period of exposure, however, have not been described. The present 7-day study evaluated the dose-dependent effects of urothelial alterations in the urinary bladder using histology, scanning-electron microscopy (SEM) and transcriptional profiling with Affymetrix microarrays. Six-week old male Wistar rats were treated with 0, 125, 500, 2500 ppm of diuron in the diet for 7 days. The numbers of differentially expressed genes (DEGs) in the exposed groups increased with dose. Diuron affected several functions involved with cell-to-cell interaction and tissue disorganization at transcriptional level, however, 7 days of exposure seemed to be insufficient to cause morphological lesions. Comparison of the gene expression observed at 7-day and 20- week time points indicates more differences than similarities. The present data suggests an initial adaptive response to protect the urothelium to the continuous exposure to diuron. By the 20th week, the protective response is suppressed and the mucosa develops simple hyperplasia, a morphologic consequence of cytotoxicity and necrosis followed by a continuous replacement of the epithelium. This process can explain the development of urothelial bladder tumors at the end of a 2-year exposure to diuron.
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Estudo dose-resposta e perfil de expressão gênica do herbicida diuron [3-(3,4-diclofenil)-1,1-dimetiluréia] em bexiga urinária de ratos wistar machos /

Ihlaseh, Shadia Muhammad. January 2011 (has links)
Orientador: João Lauro Viana de Camargo / Banca: Samuel Cohen / Banca: Patricia Pintor dos Reis / Banca: Douglas C. Wolf / Banca: Silvia Berlanga de Moraes Barros / Resumo: Não disponível / Abstract: Diuron (3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea) is a substituted urea herbicide that at high dietary levels (2500 ppm) induces rat urinary bladder urothelial hyperplasia in 20 weeks and neoplasia in 2 years. The effects on the urothelium in a short period of exposure, however, have not been described. The present 7-day study evaluated the dose-dependent effects of urothelial alterations in the urinary bladder using histology, scanning-electron microscopy (SEM) and transcriptional profiling with Affymetrix microarrays. Six-week old male Wistar rats were treated with 0, 125, 500, 2500 ppm of diuron in the diet for 7 days. The numbers of differentially expressed genes (DEGs) in the exposed groups increased with dose. Diuron affected several functions involved with cell-to-cell interaction and tissue disorganization at transcriptional level, however, 7 days of exposure seemed to be insufficient to cause morphological lesions. Comparison of the gene expression observed at 7-day and 20- week time points indicates more differences than similarities. The present data suggests an initial adaptive response to protect the urothelium to the continuous exposure to diuron. By the 20th week, the protective response is suppressed and the mucosa develops simple hyperplasia, a morphologic consequence of cytotoxicity and necrosis followed by a continuous replacement of the epithelium. This process can explain the development of urothelial bladder tumors at the end of a 2-year exposure to diuron. / Doutor
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Efeitos das formulações nanoestruturadas de doxorrubicina e cisplatina em dispersão de óxido de grafeno reduzido no tratamento da progressão do câncer de bexiga Não-músculo invasivo /

Villela, Renata Abreu. January 2015 (has links)
Orientador: Wagner José Fávaro / Banca: Sérgio Pereira / Banca: Luiz Gustavo Chuffa / Resumo: O câncer de bexiga é a malignidade mais comum do trato urinário. O tratamento mais estipulado atualmente para os casos de câncer de bexiga não-músculo invasivo (CBNMI) é uma ressecção transuretral associada à administração de dose intravesical de manutenção de Bacillus de Calmette-Guerín (BCG). Entretanto, a imunoterapia com BCG também causa efeitos indesejáveis, além de aumentar a taxa de recidiva da doença secundária à interrupção do tratamento. Nesse contexto, o óxido de grafeno (GO) e/ou o óxido de grafeno reduzido (rGO) têm atraído significativo interesse no campo da detecção biológica, drug delivery e nas terapias anti-tumorais. Assim, o objetivo deste estudo foi caracterizar e comparar os efeitos antitumorais da Doxorrubicina (DOXO) e da Cisplatina (CIS) funcionalizadas na dispersão rGO com polímero Pluronic® F-68 frente ao tratamento do CBNMI. Inicialmente, foi realizada a caracterização do composto de rGO para conhecer suas propriedades químicas. Foram utilizadas 30 ratas da variedade Fischer 344, sendo constituído um grupo controle de cinco animais (Grupo 1), os quais receberam 0,3 mL de solução fisiológica à 0,9% por via intraperitoneal (i.p.). Nos demais animais foram administradas doses de 1,5 mg/kg de N-metil-N-nitrosouréia (MNU) intravesical (i.v.) e, após quatro doses, foram divididos em cinco grupos: Grupo Câncer (Grupo 2), Grupo Câncer+rGO (Grupo 3), Grupo Câncer+rGO+CIS (Grupo 4), Grupo Câncer+rGO+DOXO (Grupo 5) e Grupo Câncer+rGO+CIS+DOXO (Grupo 6), os quais receberam respectivamente: mesmo tratamento do Grupo 1; dose 0,2mL na concentração de 0,2mg/mL de rGO; 0,2mL da dispersão rGO com CIS a 0,05mg; 0,2mg de DOXO em 0,2mL da dispersão e 0,2mL da dispersão com as mesmas concentrações de quimioterápicos que os Grupos 4 e 5. Todos os tratamentos foram por via i.p., com administração semanal durante seis semanas consecutivas. Após 16 semanas de... / Abstract: Bladder cancer is the most common malignancy of the urinary tract. The recommended first-line treatment for non-muscle invasive bladder cancer (NMIBC) following transurethral resection, is an induction course plus maintenance with intravesical Bacillus Calmette-Guerin (BCG). However, BCG immunotherapy causes undesirable effects, which contributes to treatment interruption, increasing cancer index recurrence. In this context, graphene oxide (GO) and/or reduced graphene oxide (rGO) has attracted increasing interest in the field of biological detection, drug delivery and cancer therapies. Thus, the aim of this study was to characterize and to compare the antitumor effects of Doxorubicin (DOXO) and Cisplatin (CIS) functionalized in rGO on dispersion with Pluronic F-68 polymer to the treatment of NMIBC. Initially, the characterization of the compound guarantee its chemical properties. It was used 30 female Fischer 344 rats, consisting a control group of five animals (Group 1), which received 0.3 ml of saline 0.9% intraperitoneally (i.p.). The remaining animals received 1.5 mg/kg of N-methyl-N-Nitrosourea (MNU) intravesical (i.v.) and after four doses, they were divided into five groups: Cancer Group (Group 2), Cancer + rGO Group (Group 3), Cancer + rGO + CIS Group (Group 4), Cancer + rGO + DOXO Group (Group 5), Cancer rGO + CIS + DOXO Group (Group 6), which received, respectively: the same treatment as group 1; received 0.2 mL dose at a concentration of 0.2mg/ml; received 0.2 mL of rGO dispersion with 0.05mg CIS; received 0.2 mg of DOXO in 0.2 mL of the dispersion; received 0.2 mL of rGO dispersion with the same chemotherapy combinations that groups 4 and 5. All treatments were i.p., with weekly administration during six consecutive weeks. After 16 weeks of treatment, urinary bladders were collected for histopathological, immunohistochemical and biochemical analysis, and still, blood collected for performing biochemical analyzes to obtain ... / Mestre
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Efeitos das formulações nanoestruturadas de doxorrubicina e cisplatina em dispersão de óxido de grafeno reduzido no tratamento da progressão do câncer de bexiga Não-músculo invasivo

Villela, Renata Abreu [UNESP] 27 February 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-10T14:22:51Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-02-27. Added 1 bitstream(s) on 2015-12-10T14:29:05Z : No. of bitstreams: 1 000854691.pdf: 2953891 bytes, checksum: b9ca6d4c16761fe914f8188162cddefb (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / O câncer de bexiga é a malignidade mais comum do trato urinário. O tratamento mais estipulado atualmente para os casos de câncer de bexiga não-músculo invasivo (CBNMI) é uma ressecção transuretral associada à administração de dose intravesical de manutenção de Bacillus de Calmette-Guerín (BCG). Entretanto, a imunoterapia com BCG também causa efeitos indesejáveis, além de aumentar a taxa de recidiva da doença secundária à interrupção do tratamento. Nesse contexto, o óxido de grafeno (GO) e/ou o óxido de grafeno reduzido (rGO) têm atraído significativo interesse no campo da detecção biológica, drug delivery e nas terapias anti-tumorais. Assim, o objetivo deste estudo foi caracterizar e comparar os efeitos antitumorais da Doxorrubicina (DOXO) e da Cisplatina (CIS) funcionalizadas na dispersão rGO com polímero Pluronic® F-68 frente ao tratamento do CBNMI. Inicialmente, foi realizada a caracterização do composto de rGO para conhecer suas propriedades químicas. Foram utilizadas 30 ratas da variedade Fischer 344, sendo constituído um grupo controle de cinco animais (Grupo 1), os quais receberam 0,3 mL de solução fisiológica à 0,9% por via intraperitoneal (i.p.). Nos demais animais foram administradas doses de 1,5 mg/kg de N-metil-N-nitrosouréia (MNU) intravesical (i.v.) e, após quatro doses, foram divididos em cinco grupos: Grupo Câncer (Grupo 2), Grupo Câncer+rGO (Grupo 3), Grupo Câncer+rGO+CIS (Grupo 4), Grupo Câncer+rGO+DOXO (Grupo 5) e Grupo Câncer+rGO+CIS+DOXO (Grupo 6), os quais receberam respectivamente: mesmo tratamento do Grupo 1; dose 0,2mL na concentração de 0,2mg/mL de rGO; 0,2mL da dispersão rGO com CIS a 0,05mg; 0,2mg de DOXO em 0,2mL da dispersão e 0,2mL da dispersão com as mesmas concentrações de quimioterápicos que os Grupos 4 e 5. Todos os tratamentos foram por via i.p., com administração semanal durante seis semanas consecutivas. Após 16 semanas de... / Bladder cancer is the most common malignancy of the urinary tract. The recommended first-line treatment for non-muscle invasive bladder cancer (NMIBC) following transurethral resection, is an induction course plus maintenance with intravesical Bacillus Calmette-Guerin (BCG). However, BCG immunotherapy causes undesirable effects, which contributes to treatment interruption, increasing cancer index recurrence. In this context, graphene oxide (GO) and/or reduced graphene oxide (rGO) has attracted increasing interest in the field of biological detection, drug delivery and cancer therapies. Thus, the aim of this study was to characterize and to compare the antitumor effects of Doxorubicin (DOXO) and Cisplatin (CIS) functionalized in rGO on dispersion with Pluronic F-68 polymer to the treatment of NMIBC. Initially, the characterization of the compound guarantee its chemical properties. It was used 30 female Fischer 344 rats, consisting a control group of five animals (Group 1), which received 0.3 ml of saline 0.9% intraperitoneally (i.p.). The remaining animals received 1.5 mg/kg of N-methyl-N-Nitrosourea (MNU) intravesical (i.v.) and after four doses, they were divided into five groups: Cancer Group (Group 2), Cancer + rGO Group (Group 3), Cancer + rGO + CIS Group (Group 4), Cancer + rGO + DOXO Group (Group 5), Cancer rGO + CIS + DOXO Group (Group 6), which received, respectively: the same treatment as group 1; received 0.2 mL dose at a concentration of 0.2mg/ml; received 0.2 mL of rGO dispersion with 0.05mg CIS; received 0.2 mg of DOXO in 0.2 mL of the dispersion; received 0.2 mL of rGO dispersion with the same chemotherapy combinations that groups 4 and 5. All treatments were i.p., with weekly administration during six consecutive weeks. After 16 weeks of treatment, urinary bladders were collected for histopathological, immunohistochemical and biochemical analysis, and still, blood collected for performing biochemical analyzes to obtain ...
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Avaliação do padrão de metilação da DMR (Differentially Methylated Region) dos gnes IGF2 e H19 em carcinomas uroteliais /

Ramos, Priscila Maria Manzini. January 2010 (has links)
Orientador: Cláudia Aparecida Rainho / Banca: Marcos Vinícius de Marcos Gomes / Banca: José Carlos Souza Trndade Filho / Resumo: Os padrões anormais de metilação do DNA, especialmente a hipermetilação de genes com provável função supressora de tumor, representam um dos mais promissores marcadores moleculares do câncer por levarem à inativação funcional de genes críticos. Estudos prévios documentaram altos níveis de expressão do gene H19 em carcinoma de bexiga recorrentes. O gene H19 é regulado por imprinting, está localizado em 11p15.5 adjacente ao gene IGF2 (insulin-like growth factor 2 - somatomedin A) e codifica um transcrito não codificador de proteínas (micro RNA miR-675). Uma região que atua de forma coordenada no controle da expressão desses genes, chamada DMR (Differentially Methylated Region), atua na determinação do imprinting recíproco e na expressão mutuamente exclusiva dos genes IGF2 e H19. Ela encontra-se não metilada no homólogo materno e metilada no homólogo paterno e contém sete regiões de ligação da proteína CTCF (proteína bloqueadora do acentuador), que é sensível à metilação do DNA. Um relato prévio da literatura sugeriu que somente o sexto sítio de ligação do fator CTCF apresenta metilação parental específica. Este achado foi correlacionado com o padrão de expressão regulado por imprinting dos genes IGF2 e H19 em câncer de bexiga. No presente estudo, o padrão de metilação alelo-específico do gene H19 foi determinado em duas regiões distintas: no sexto sítio de ligação do fator CTCF contido na DMR e no primeiro éxon do gene H19 utilizando-se três abordagens diferentes: MSRE-PCR-RFLP (Methylation Sensitive Restriction Enzyme - Polymerase Chain Reaction - Restriction Fragment Length Polymorphism), qMSP (quantitative real time Methylation Specific Polymerase Chain Reaction) para o sexto sítio e MSP-CTPP (Methylation Specific Polymerase Chain Reaction with Confontring Two Pair-Primers) para a região do primeiro éxon em 52 amostras de tecidos... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Abnormal patterns of DNA methylation, especially hypermethylation of genes demonstrating tumoral suppressor functions represent one of the most promising molecular markers of cancer because they can lead to functional inactivation of critical genes. Previous studies have documented high levels of H19 gene expression in recurrent bladder carcinomas. The H19 gene is regulated by imprinting, is located at 11p15.5 adjacent to the IGF2 gene (insulin-like growth factor 2 - somatomedin A) and encodes a non-coding transcript (micro RNA miR-675). A Differentially Methylated Region (DMR) region acts in a coordinated manner to control the expression of the IGF2 and H19 genes by determining their reciprocal imprinting and mutually exclusive expression patterns. The H19-DMR contains seven potential CTCF-binding sites. These sites are located upstream to the transcriptional initiation site, and the gamete-specific methylation acts as an insulator by precluding CTCF binding in the paternal allele. A previous literature report have suggested that only the sixth CTCF-binding site shows parental specific methylation. This finding was correlated with the imprinting expression pattern of IGF2 and H19 genes in bladder cancer. In the present study, the allele-specific methylation pattern of the H19 gene was evaluated in two distinct target regions: the sixth CTCF-binding site located in the DMR and the first exon of the H19 gene using three different approaches: MSRE-PCR-RFLP (Methylation Sensitive Restriction Enzyme - Polymerase Chain Reaction - Restriction Fragment Length Polymorphism), qMSP (quantitative real time Methylation Specific Polymerase Chain Reaction) for the sixth CTCF-binding site, and the first exon of the H19 gene was analyzed by MSP-CTPP (Methylation Specific Polymerase Chain Reaction with Confronting Two-Pair Primers) in 52 samples of bladder tumors matched to normal adjacent tissues obtained... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Avaliação do padrão de metilação da DMR (Differentially Methylated Region) dos gnes IGF2 e H19 em carcinomas uroteliais

Ramos, Priscila Maria Manzini [UNESP] 20 May 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:26:02Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-05-20Bitstream added on 2014-06-13T19:33:14Z : No. of bitstreams: 1 ramos_pmm_me_botib.pdf: 3067176 bytes, checksum: bb2655e0acf6fb1d0c707110baed9681 (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Os padrões anormais de metilação do DNA, especialmente a hipermetilação de genes com provável função supressora de tumor, representam um dos mais promissores marcadores moleculares do câncer por levarem à inativação funcional de genes críticos. Estudos prévios documentaram altos níveis de expressão do gene H19 em carcinoma de bexiga recorrentes. O gene H19 é regulado por imprinting, está localizado em 11p15.5 adjacente ao gene IGF2 (insulin-like growth factor 2 – somatomedin A) e codifica um transcrito não codificador de proteínas (micro RNA miR-675). Uma região que atua de forma coordenada no controle da expressão desses genes, chamada DMR (Differentially Methylated Region), atua na determinação do imprinting recíproco e na expressão mutuamente exclusiva dos genes IGF2 e H19. Ela encontra-se não metilada no homólogo materno e metilada no homólogo paterno e contém sete regiões de ligação da proteína CTCF (proteína bloqueadora do acentuador), que é sensível à metilação do DNA. Um relato prévio da literatura sugeriu que somente o sexto sítio de ligação do fator CTCF apresenta metilação parental específica. Este achado foi correlacionado com o padrão de expressão regulado por imprinting dos genes IGF2 e H19 em câncer de bexiga. No presente estudo, o padrão de metilação alelo-específico do gene H19 foi determinado em duas regiões distintas: no sexto sítio de ligação do fator CTCF contido na DMR e no primeiro éxon do gene H19 utilizando-se três abordagens diferentes: MSRE-PCR-RFLP (Methylation Sensitive Restriction Enzyme - Polymerase Chain Reaction - Restriction Fragment Length Polymorphism), qMSP (quantitative real time Methylation Specific Polymerase Chain Reaction) para o sexto sítio e MSP-CTPP (Methylation Specific Polymerase Chain Reaction with Confontring Two Pair-Primers) para a região do primeiro éxon em 52 amostras de tecidos... / Abnormal patterns of DNA methylation, especially hypermethylation of genes demonstrating tumoral suppressor functions represent one of the most promising molecular markers of cancer because they can lead to functional inactivation of critical genes. Previous studies have documented high levels of H19 gene expression in recurrent bladder carcinomas. The H19 gene is regulated by imprinting, is located at 11p15.5 adjacent to the IGF2 gene (insulin-like growth factor 2 - somatomedin A) and encodes a non-coding transcript (micro RNA miR-675). A Differentially Methylated Region (DMR) region acts in a coordinated manner to control the expression of the IGF2 and H19 genes by determining their reciprocal imprinting and mutually exclusive expression patterns. The H19-DMR contains seven potential CTCF-binding sites. These sites are located upstream to the transcriptional initiation site, and the gamete-specific methylation acts as an insulator by precluding CTCF binding in the paternal allele. A previous literature report have suggested that only the sixth CTCF-binding site shows parental specific methylation. This finding was correlated with the imprinting expression pattern of IGF2 and H19 genes in bladder cancer. In the present study, the allele-specific methylation pattern of the H19 gene was evaluated in two distinct target regions: the sixth CTCF-binding site located in the DMR and the first exon of the H19 gene using three different approaches: MSRE-PCR-RFLP (Methylation Sensitive Restriction Enzyme - Polymerase Chain Reaction - Restriction Fragment Length Polymorphism), qMSP (quantitative real time Methylation Specific Polymerase Chain Reaction) for the sixth CTCF-binding site, and the first exon of the H19 gene was analyzed by MSP-CTPP (Methylation Specific Polymerase Chain Reaction with Confronting Two-Pair Primers) in 52 samples of bladder tumors matched to normal adjacent tissues obtained... (Complete abstract click electronic access below)
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Efeitos citotóxicos e toxicogenômicos dos antineoplásicos cisplatina e gencitabina em células de carcinoma de bexiga

Silva, Glenda Nicioli da [UNESP] 16 February 2009 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:33:25Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2009-02-16Bitstream added on 2014-06-13T20:24:56Z : No. of bitstreams: 1 silva_gn_dr_botfm.pdf: 930540 bytes, checksum: a962c4249ea11de03e0a230a9d385efb (MD5) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Os agentes químicos utilizados para o tratamento do câncer ativam vias de sinalização que levam ao bloqueio ou retardo no ciclo celular, ativação ou desativação de mecanismos de reparo do DNA e apoptose. Entretanto, os mecanismos moleculares responsáveis por tais atividades ainda não foram completamente elucidados. Nesse contexto, os estudos de expressão gênica tornaram-se ferramentas importantes para a obtenção de informações que podem contribuir para o entendimento das respostas celulares frente à exposição a agentes neoplásicos e os mecanismos envolvidos na gênese e regressão de neoplasias. Em relação ao câncer de bexiga, a combinação de cisplatina/gencitabina é considerada como protocolo quimioterapêutico padrão. Entretanto, o mecanismo exato de ação dessas drogas ainda não foi completamente elucidado, principalmente no que diz respeito ao status do gene TP53, uma das principais alterações encontradas em câncer de bexiga. Com base nessas premissas, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da cisplatina e da gencitabina sobre o índice apoptótico, ciclo celular e padrão de expressão gênica, em 3 linhagens de células de carcinoma transicional de bexiga (RT4, TP53 selvagem, grau 1; 5637, TP53 mutado, grau 2; T24, TP53 mutado, grau 3). Para avaliar tais respostas celulares foram utilizados os ensaios de citotoxicidade, sobrevivência celular e clonogência, análise do ciclo celular e apoptose por citometria de fluxo, e análise da expressão gênica usando microarranjos de cDNA. Os resultados mostraram: 1) que as células TP53 selvagem (RT4) foram mais sensíveis à apoptose do que células TP53 mutadas quando tratadas com cisplatina e gencitabina, ou com a combinação de ambas; 2) parada permanente do ciclo em G1, nas três linhagens celulares, após tratamento com a gencitabina e com a combinação cisplatina/gencitabina... / Background: currently, the combination cisplatin/gemcitabine is considered a (second) standard chemotherapeutical protocol for bladder cancer. However, the mechanism by which these drugs act on tumor cells is not completely understood. Therefore, the aim of the present was to investigate the effects of these two antineoplastic drugs on the apoptotic index and cell cycle distribution in urinary bladder transitional cell carcinoma (TCC) cell lines with different TP53 status (RT4, with wild type TP53; 5637 and T24, with mutated TP53). Methods: cytotoxicity, cell survival and clonogenic survival assays, and flow citometry analysis for cell cycle and apoptosis cells were done in the cell lines treated with different concentrations of cisplatin and gemcitabine. Results: wild type TP53 cells were more sensitive to apoptosis than mutated TP53 cells when treated with cisplatin or gemcitabine; permanent G1 cell-cycle arrest was observed in the three cell lines after treatment with gemcitabine or with the combination of both; significant cell death was detected in all the cell lines after treatments with cisplatin or gemcitabine. However, when drugs were given in combinations, lower percentage of survival occurred independent on TP53 status. Conclusions: it was demonstrated that the combination of cisplatin and gemcitabine can be effective despite of tumor-associated TP53 mutations. Thus, the synergism between low concentrations of cisplatin and gemcitabine may have clinical relevance, since the use of high concentrations of cisplatin is toxic to the whole organism.
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Caracterização dos mecanismos de ação da imunoterapia intravesical com P-MAPA envolvendo as vias de sinalização dor receptores Toll-like (TLR) 2 e 4 na progressão do câncer de bexiga não-músculo invasivo

Rocha, Ana Beatriz Missio Vieira da [UNESP] 17 April 2015 (has links) (PDF)
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