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The correlation of lateral preference to creativityTimmcke, Bruce Allan. January 1979 (has links)
Thesis (M.S.)--University of Wisconsin--Madison. / Typescript. eContent provider-neutral record in process. Description based on print version record. Includes bibliographical references (leaves 27-29).
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Assessment of human service needs of persons with epilipsy and cerebral palsyBruyere, Susanne M. January 1900 (has links)
Thesis (Ph. D.)--University of Wisconsin--Madison, 1975. / Typescript. Vita. eContent provider-neutral record in process. Description based on print version record. Bibliography: leaves 126-136.
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The LIFT project a multidisciplinary approach to facilitating oral function of cerebral palsied youngsters in a residential facility /Mielke, Mary J., January 1974 (has links)
Thesis (M.S.)--University of Wisconsin--Madison, 1974. / eContent provider-neutral record in process. Description based on print version record. Includes bibliographical references.
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Normal patterns of self-feeding their application to cerebral palsy /Nelson, Christine A. January 1963 (has links)
Thesis (M.S.)--University of Wisconsin--Madison, 1963. / Typescript. eContent provider-neutral record in process. Description based on print version record. Includes bibliographical references (leaves 24-25).
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Cerebral palsy in Hong KongChan Lui, Wai-ying. January 1980 (has links)
Thesis (M.D.)--University of Hong Kong, 1980. / Also available in print.
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Acoustic analysis of contour tones produced by Cantonese dysarthric speakersNg, So-sum. January 2001 (has links)
Thesis (B.Sc)--University of Hong Kong, 2001. / "A dissertation submitted in partial fulfilment of the requirements for the Bachelor of Science (Speech and Hearing Sciences), The University of Hong Kong, May 4, 2001." Also available in print.
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Psychological aspects of cerebral palsyCockburn, June Margaret January 1959 (has links)
No description available.
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Hemisphere differences and interhemispheric relations, with special reference to the functions of the corpus callosumReynolds, Don McQuoid January 1975 (has links)
This thesis contains reports of behavioural investigations carried out on an acallosal girl and her brain-damaged sister. These patients were compared on tasks involving tactile, auditory, and visual perception with a group of control Subjects matched for sex, I.Q. and age, as well as with normal Subjects of the same sex and age. The general aim of the experiments was (a) to investigate and compare the functions of the cerebral hemispheres and (b) to study interhemispheric relationships. Using normal Subjects as well as the acallosal patient special attention was directed towards furthering our understanding of the functions of the corpus callosum. Our results were compared with previous findings in an effort to resolve conflicting findings in the agenesis literature and to explain differences between the previously reported acallosal and surgical-bisected patients' behaviour. The acallosal was found to perform less efficiently than control Subjects on some bimanual and unimanual motor coordination tasks. This finding is consistent with earlier reports on agenesis Subjects. Some evidence was found to indicate that acallosals do not efficiently transfer learning of a tactile formboard task from one hand to the other The acallosal patient did not show an anomia of the left hand as do surgical-bisected patients. There is, however, an inefficiency in tactile cross-localization of light touch stimuli. Dichotic listening experiments used verbal stimuli to test the hypothesis that the acallosal girl would demonstrate equipotentiality of language processes in both hemispheres. Tonal patterns were similar presented dichotically. The acallosal Subject exhibited a greater right-ear advantage than the controls on the recall of digits. Studies of reaction time to a simple visual stimulus replicated findings of greater pathway differences for acallosals than for normals. Another visual perception study supported the finding that acallosals do not show interocular transfer of movement aftereffects. Tachistoscopic recognition tasks of alphabetical and facial stimuli were used on the acallosal, her sister, and normal controls. A developmental study of normals was also carried out. Thirteen year old normals and adults were found to have a left-hemisphere superiority for letters and right-hemisphere for faces. The seven and eight year olds did not show significant lateralization of either faces or letters. The acallosal showed a left visual field superiority for letters, a finding opposite to that for normals. These findings suggest that processes involved in recognition of letters and faces develop with increasing age in childhood. The acallosal Subject appears to have bilateral representation of language processes across sensory modalities in opposite hemispheres, presumably the result of compensatory development arising from lack of a corpus callosum.
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Vivência materna frente à dor da criança com paralisia cerebral : um olhar humanístico / Maternal experience facing the pain of child with cerebral palsy : a humanistic viewLélis, Ana Luiza Paula de Aguiar January 2011 (has links)
LÉLIS, Ana Luíza Paula de Aguiar. Vivência materna frente à dor da criança com paralisia cerebral : um olhar humanístico. 2011. 144 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2011. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-01-09T12:09:53Z
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Previous issue date: 2011 / A dor é frequente em crianças com paralisia cerebral (PC), sendo provável que a lesão altere a capacidade de compreender e comunicar a dor. Objetivamos compreender a vivência da mãe/cuidadora frente à dor da criança com paralisia cerebral. Estudo descritivo, qualitativo realizado no Núcleo de Tratamento e Estimulação Precoce (NUTEP) com 21 mães/cuidadoras de crianças com diagnóstico de PC tetraparética espástica, selecionadas a partir de uma amostra não-probabilística intencional por saturação de dados, durante o mês de novembro de 2010. Utilizamos, como suporte metodológico, a Teoria de Enfermagem Humanística, seguindo as fases da enfermagem fenomenológica de Paterson e Zderad: preparação da enfermeira para vir-a-conhecer; a enfermeira conhece intuitivamente o outro; a enfermeira conhece cientificamente o outro; a enfermeira sintetiza de forma complementar as realidades conhecidas e a sucessão interna da enfermeira a partir de muitos para um único paradoxal. Para a coleta de dados, preparamo-nos previamente através de leituras, introspecção, ambientação no local do estudo e interação com as mães. Em seguida, efetivamos a coleta de dados através da observação participante e da entrevista semi-estruturada, registrada por gravador. Para a análise, realizamos leituras exaustivas dos depoimentos, seguidas de leitura analítica para síntese e comparação das realidades conhecidas a partir das quais emergiram as seguintes categorias: reações da criança com paralisia cerebral tetraparética espástica à dor: o chamado de ajuda; a singularidade do diálogo da criança com paralisia cerebral tetraparética espástica; reações das mães à dor da criança tetraparética espástica e ausência de dor na criança com paralisia cerebral tetraparética espástica. As principais reações à dor evidenciadas por relatos das mães/cuidadoras foram irritação, agitação, choro, testa franzida, mudanças no movimento e no tônus muscular da criança. Percebemos que a comunicação não verbal da criança no momento da dor expressa as manifestações comportamentais, enquanto que a comunicação verbal através do autorrelato complementa as alterações comportamentais com base na confirmação da presença de dor e suas características. As mães/cuidadoras reagem, identificando se realmente a dor está presente na criança, bem como procurando sua localização. Para tanto, realizam a observação, o toque, avaliam as mudanças de comportamento, alterações nas expressões faciais e questionam a criança onde é a fonte da dor, quando esta consegue indicar ou comunicar-se verbalmente e para aliviar a dor oferecem medicamentos, promovem massagem, fornecem conforto, carinho e contato, e quando não percebem melhora procuram a opinião e ajuda médica. A maioria das mães/cuidadoras expressou que se sentem com vontade de chorar, preocupadas, tristes, angustiadas, desesperadas, nervosas e, em geral, descrevem o momento em que seu filho está com dor como horrível, sendo uma das piores situações vivenciadas no cuidado. Assim, concluímos que a vivência materna frente à dor da criança com paralisia cerebral tetraparética espástica se estabelece por meio da interação contínua entre a díade mãe-criança, quando ocorre identificação das reações comportamentais e vocalizações, caracterizando a comunicação, e da realização de medidas de alívio farmacológicas e não-farmacológicas, envolvidas por sentimentos da mãe que perpassam a preocupação, medo, angústia e culpa.
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Desafio do cuidado domiciliar : avaliação da sobrecarga de cuidadores de pacientes acometidos por acidente vascular encefálico / The challenge of home caring : evaluation of burden carers of patients with strokeOliveira, Ana Railka de Souza January 2010 (has links)
OLIVEIRA, Ana Railka de Souza. Desafio do cuidado domiciliar : avaliação da sobrecarga de cuidadores de pacientes acometidos por acidente vascular encefálico. 2010. 104 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2010. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-01-09T12:19:48Z
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Previous issue date: 2010 / To study the burden of the caregivers of the patients affected by stroke contributes to the improvement of nursing care by making it more skilled and geared to the needs of this population. The objective was to evaluate the main burden of family caregivers of the patients with stroke. Cross-sectional study was conducted from January to April 2010. It was carried out in Fortaleza-Ceará, Brazil, in 2010, at Home Care Program. Established themselves as inclusion criteria: be the principal family caregiver and pursue such activity for at least two months. Caregivers who were unable to give information about the health-disease patients, and caregivers of stroke patients who had mental disorders, and other neurological diseases, were alcoholics or drug addicts were excluded. We interviewed 61 caregivers in relation to demographic data, activities performed, presence of pain, assessment of financial expenditures, the presence of psychiatric symptoms through Self Report Questionnaire (SRQ-20), cognitive evaluation by Mini-Mental State Examination (MMSE) and evaluation of the burden of care for the Caregiver Burden Scale (CBS). Patients were asked about the sociodemographic, health history, degree of dependence in the Activities of the Daily Living (basic and instrumental) and cognitive evaluation (MMSE) and anthropometric evaluation was performed. The data were compiled in the Excel software and analyzed through the SPSS program, version 15.0. The level of significance considered was 5% (p<0.05). All the ethical recommendations were fulfilled. It was found that most caregivers were female (93.4%), married (52.5%) and daughters of the patient with stroke (50.8%), they had not another occupation (82%), they had family support to engage in the activity of caring and had good schooling. The caregivers exerted on the caregiver for at least 27 months and 18 hours per day devoted to his family. Patients were primarily female (59%), elderly, bedridden, with a low educational level, other events of stroke, highly dependent, low cognitive level (95.1%). Depending on the observed, the caregivers had health problems such as hypertension, diabetes mellitus, dyslipidemia and osteoporosis. Many caregivers complained of pain after engaging in this activity. Others presented with psychological distress (44.3%). As for the activities performed, they understood, above all, self-care activities. Besides taking care of the patients, they took care of children or grandchildren. Changes in daily routine and emotional status were reported. Despite the above problems, it was observed that caregivers performed the care, especially for pleasure (70.5%). In relation to the burden it was found an average of 2.36 (± 0.59) on CBS, superior national and international studies. That burden suffered higher impact when the caregivers have higher scores on the SRQ-20, in the absence of a secondary caregiver, and when the caregivers reported that they had noticed any change in their body and health, and when the patient was taking several medications daily. The findings underscore the need for nursing staff to act not only with patients affected by stroke, but also on prevention and health promotion and their caregivers who are burdened. / Estudar a sobrecarga dos cuidadores de pacientes acometidos por acidente vascular encefálico (AVE) contribui para a melhoria da assistência de enfermagem ao torná-la mais qualificada e orientada para as necessidades desta população. Objetivou-se avaliar a sobrecarga de cuidadores familiares principais de pacientes acometidos por acidente vascular encefálico. Estudo transversal, realizado no período de janeiro a abril de 2010, com cuidadores identificados dentro de Programas de Assistência Domiciliar, localizados na cidade de Fortaleza-Ceará. Estabeleceram-se como critérios de inclusão: ser o cuidador familiar principal e exercer esta atividade há no mínimo dois meses. Os cuidadores que não souberam dar informações sobre o processo saúde-doença dos pacientes, assim como os cuidadores de pacientes que além do AVE tinham transtornos mentais, outras doenças neurológicas, eram alcoolistas ou dependentes químicos foram excluídos do estudo. Entrevistou-se 61 cuidadores em relação a dados sociodemográficos, atividades desempenhadas, existência de dor, avaliação de gastos financeiros, presença de sintomas psiquiátricos através do Self Report Questionnaire (SRQ-20), avaliação cognitiva pelo Mini Exame do Estado Mental (MEEM) e avaliação da sobrecarga de cuidados pela Caregiver Burden Scale (CBS). Os pacientes foram questionados quanto aos dados sociodemográficos, história de saúde, presença de limitação nas atividades da vida diária (básicas e instrumentais) e avaliação cognitiva (MEEM) e submetidos a avaliação antropométrica. Compilaram-se os dados no Excel e fez-se a análise estatística no programa SPSS, versão 15.0. O nível de significância adotado foi de 5%. Atenderam-se os princípios éticos da pesquisa com seres humanos. Conforme verificou-se, a maioria dos cuidadores era do sexo feminino (93,4%), casado (a) (52,5%) e filho (a) do paciente com AVE (50,8%), sem ocupação fora do domicílio (82%), contava com suporte familiar para exercer a atividade de cuidar e apresentava bom nível de escolaridade. Eles exerciam a atividade de cuidador há no mínimo vinte e sete meses e dedicavam dezoito horas por dia ao seu familiar. Os pacientes eram, principalmente, do sexo feminino (59%), idosos, acamados, com baixa escolaridade, história de outros eventos de AVE, altamente dependentes, baixo nível cognitivo (95,1%). Consoante o observado, os cuidadores apresentavam problemas de saúde, como hipertensão, diabetes mellitus, dislipidemia e osteoporose. Muitos se queixaram de dores após iniciarem esta atividade. Outros manifestaram sofrimento psíquico (44,3%). Quanto às atividades desempenhadas, compreendiam, sobretudo, as relacionadas ao autocuidado. Além de cuidar dos pacientes, tomavam conta dos filhos ou netos. Relataram-se mudanças na rotina diária e no estado emocional. Apesar dos problemas referidos, observou-se que os cuidadores executavam o cuidado, especialmente, por prazer (70,5%). Quanto à sobrecarga, encontrou-se uma média de 2,36(±0,59) na CBS, superior a estudos nacionais e internacionais. Esta sobrecarga teve mais impacto naqueles com maior nota no SRQ-20 dos cuidadores principais; na ausência do cuidador secundário; quando os cuidadores principais relataram ter percebido alguma modificação no corpo e na sua saúde; e quando o paciente fazia uso diário de vários medicamentos. Os achados reforçam a necessidade da equipe de enfermagem atuar não somente com os pacientes acometidos por AVE, mas também na prevenção e na promoção da saúde dos seus cuidadores que estão sobrecarregados.
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