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A mercantilização em contramovimento : relações de reciprocidade e coesão social na agricultura sustentada pela comunidade em Minas Gerais

Eckert, Daniele January 2016 (has links)
O modelo convencional de organização da cadeia de produção e distribuição de alimentos é baseado na dependência cada vez maior do capital financeiro e industrial, no uso de agroquímicos, adubos, fertilizantes industriais e de outras técnicas provenientes da Revolução Verde, na livre circulação de mercadorias nos países e na inserção de intermediários na cadeia de distribuição. Esse modelo representa um movimento de mercantilização da agricultura e prejudica a autonomia dos indivíduos sobre a sua reprodução material e social, fazendo com que a sociedade enfrente um incremento de pobreza, insegurança alimentar, êxodo rural, danos à saúde e ao meio ambiente, assim como uma perda do senso de comunidade e de solidariedade. Além da compreensão do conceito e das formas de expressão do movimento de mercantilização, a lente teórica, que tem origem em Karl Polanyi, possibilita capturar o conceito da pluralidade e da coexistência dos princípios de regulação econômica e também do contramovimento como uma forma de resistência e de resgate da autonomia relativa dos indivíduos. É nesse contexto que a Agricultura Sustentada pela Comunidade (CSA) surge como uma possibilidade de contramovimento ao mercado convencional de alimentos ao adicionar uma qualidade ao ato de alimentar-se pela produção agroecológica e ao reconectar produção e consumo mediante o encurtamento da cadeia de distribuição. O problema que norteou a pesquisa desta dissertação foi compreender quais seriam as formas de contramovimento que se configuram na Agricultura Sustentada pela Comunidade diante da generalização do processo de mercantilização. Por isso, o objetivo geral consistiu em compreender e analisar, em uma experiência real de CSA situada na região sudeste do Brasil, os padrões de troca não mercantil em operação e os fatores que favorecem a autonomia relativa e elevam a coesão social de produtores e consumidores que participam da experiência observada. O método empregado foi a observação participante, utilizando as técnicas da etnografia. Em termos gerais, os resultados encontrados na pesquisa sinalizam que os indivíduos não são passivos diante dos efeitos da mercantilização e articulam-se em movimentos que buscam proteção e ganho de autonomia. Os resultados confirmam a hipótese inicial de que nas atividades de CSA coexistem, com a troca de mercado, outros princípios de regulação da economia, especificamente a reciprocidade, que aparece em diversos momentos, desde as motivações para o engajamento dos indivíduos até a forma em que a própria troca é realizada. Isso porque ao privilegiar nas suas trocas o ato em vez do objeto e do interesse privado, há menção a uma relação mais humana que permite o estabelecimento de amizade, solidariedade, tolerância, fidelidade e comprometimento mútuos, mas, principalmente, possibilita a ampliação da autonomia relativa dos indivíduos e o estabelecimento de um senso de comunidade, que se faz em torno do alimento. Na pesquisa, foram identificados três fatores específicos desta eficácia: a forma de produzir o alimento, oposto ao da agricultura tradicional, o encurtamento da cadeia e as atividades em conjunto mobilizadas pelo grupo de agricultores e consumidores. Desta forma, a Agricultura Sustentada pela Comunidade constitui um contramovimento à mercantilização na agricultura e aparece como uma alternativa eficaz na construção da autonomia daqueles que estão entrelaçados nessa rede de alimentos e na ampliação da coesão social. Os resultados e conclusões apresentados ao longo da dissertação ganham relevância na medida em que contribuem com novas informações e possibilidades de atuação na reversão do êxodo rural, na diminuição da pobreza, na redução de gastos públicos em saúde com uma alimentação mais saudável, assim como na promoção de iniciativas de preservação do meio ambiente. / The conventional model of organization of the production and distribution of food chain is based on the increasing dependence on the financial and industrial capital, the use of agrochemicals, fertilizers, industrial fertilizers and other techniques from the Green Revolution, the free circulation of goods in countries and the inclusion of intermediaries in the distribution chain. This model represents a movement of commodification of agriculture and undermines the autonomy of individuals concerning their material and social reproduction, leading society to a status of poverty, food insecurity, rural exodus, damage to health and environment, as well as to a loss of sense of community and solidarity. In addition to understanding the concept and the ways of expression of the commodification movement, the theoretical approach, based on Karl Polanyi, enables to capture the concept of plurality and coexistence of the principles of economic regulation and also the countermovement as a form of resistance and rescue of the individuals’ autonomy. In this context, the Community-Supported Agriculture (CSA) emerges as a possibility of countermovement to the conventional food market to add quality to the act of feeding by the agroecological production and to reconnect production and consumption by shortening the supply chain. The problem that guided the research of this dissertation was to understand what are the forms of countermovement that are present in the Community-Supported Agriculture before the generalization of the commodification process. Therefore, the overall objective was to understand and analyze, in a real experience of CSA located in southeast region of Brazil, the patterns of non-market exchange and the elements that favor the relative autonomy and increase social cohesion among producers and consumers participating in the observed experience. The method used was participant observation, using the techniques of ethnography. In general, the results found in the study show that individuals are not passive before the effects of commodification and they articulate in movements that seek protection and autonomy. The results confirm the initial hypothesis that, in the CSA, activities coexist with the exchange market, such as other principles of regulation of economy, especially reciprocity, which appears at various times, in motivation for engagement and in the way the exchange itself is performed. This happens because, when they prioritize their exchanges act instead of the object and the private interest, they develop a more human relationship that allows the establishment of friendship, solidarity, tolerance, mutual fidelity and commitment and also enable the expansion of autonomy of individuals and establish a sense of community, which is around the food. In this study, we have identified three specific elements that contribute to the effectiveness of the process: the way of producing food, as opposed to traditional agriculture, the shortening of chain and the activities in group promoted by the group of farmers and consumers. Thus, the Community-Supported Agriculture is a countermovement to the commodification in agriculture and an effective alternative in the construction of autonomy of those who are part of this net of food and in the expansion of social cohesion. The results and conclusions presented throughout the dissertation are relevant since they contribute with new information and possibilities of actions to slowdown rural exodus, alleviate poverty, reduce public spending on health with a healthier diet, as well as to promote the development of initiatives to preserve the environment.
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A mercantilização em contramovimento : relações de reciprocidade e coesão social na agricultura sustentada pela comunidade em Minas Gerais

Eckert, Daniele January 2016 (has links)
O modelo convencional de organização da cadeia de produção e distribuição de alimentos é baseado na dependência cada vez maior do capital financeiro e industrial, no uso de agroquímicos, adubos, fertilizantes industriais e de outras técnicas provenientes da Revolução Verde, na livre circulação de mercadorias nos países e na inserção de intermediários na cadeia de distribuição. Esse modelo representa um movimento de mercantilização da agricultura e prejudica a autonomia dos indivíduos sobre a sua reprodução material e social, fazendo com que a sociedade enfrente um incremento de pobreza, insegurança alimentar, êxodo rural, danos à saúde e ao meio ambiente, assim como uma perda do senso de comunidade e de solidariedade. Além da compreensão do conceito e das formas de expressão do movimento de mercantilização, a lente teórica, que tem origem em Karl Polanyi, possibilita capturar o conceito da pluralidade e da coexistência dos princípios de regulação econômica e também do contramovimento como uma forma de resistência e de resgate da autonomia relativa dos indivíduos. É nesse contexto que a Agricultura Sustentada pela Comunidade (CSA) surge como uma possibilidade de contramovimento ao mercado convencional de alimentos ao adicionar uma qualidade ao ato de alimentar-se pela produção agroecológica e ao reconectar produção e consumo mediante o encurtamento da cadeia de distribuição. O problema que norteou a pesquisa desta dissertação foi compreender quais seriam as formas de contramovimento que se configuram na Agricultura Sustentada pela Comunidade diante da generalização do processo de mercantilização. Por isso, o objetivo geral consistiu em compreender e analisar, em uma experiência real de CSA situada na região sudeste do Brasil, os padrões de troca não mercantil em operação e os fatores que favorecem a autonomia relativa e elevam a coesão social de produtores e consumidores que participam da experiência observada. O método empregado foi a observação participante, utilizando as técnicas da etnografia. Em termos gerais, os resultados encontrados na pesquisa sinalizam que os indivíduos não são passivos diante dos efeitos da mercantilização e articulam-se em movimentos que buscam proteção e ganho de autonomia. Os resultados confirmam a hipótese inicial de que nas atividades de CSA coexistem, com a troca de mercado, outros princípios de regulação da economia, especificamente a reciprocidade, que aparece em diversos momentos, desde as motivações para o engajamento dos indivíduos até a forma em que a própria troca é realizada. Isso porque ao privilegiar nas suas trocas o ato em vez do objeto e do interesse privado, há menção a uma relação mais humana que permite o estabelecimento de amizade, solidariedade, tolerância, fidelidade e comprometimento mútuos, mas, principalmente, possibilita a ampliação da autonomia relativa dos indivíduos e o estabelecimento de um senso de comunidade, que se faz em torno do alimento. Na pesquisa, foram identificados três fatores específicos desta eficácia: a forma de produzir o alimento, oposto ao da agricultura tradicional, o encurtamento da cadeia e as atividades em conjunto mobilizadas pelo grupo de agricultores e consumidores. Desta forma, a Agricultura Sustentada pela Comunidade constitui um contramovimento à mercantilização na agricultura e aparece como uma alternativa eficaz na construção da autonomia daqueles que estão entrelaçados nessa rede de alimentos e na ampliação da coesão social. Os resultados e conclusões apresentados ao longo da dissertação ganham relevância na medida em que contribuem com novas informações e possibilidades de atuação na reversão do êxodo rural, na diminuição da pobreza, na redução de gastos públicos em saúde com uma alimentação mais saudável, assim como na promoção de iniciativas de preservação do meio ambiente. / The conventional model of organization of the production and distribution of food chain is based on the increasing dependence on the financial and industrial capital, the use of agrochemicals, fertilizers, industrial fertilizers and other techniques from the Green Revolution, the free circulation of goods in countries and the inclusion of intermediaries in the distribution chain. This model represents a movement of commodification of agriculture and undermines the autonomy of individuals concerning their material and social reproduction, leading society to a status of poverty, food insecurity, rural exodus, damage to health and environment, as well as to a loss of sense of community and solidarity. In addition to understanding the concept and the ways of expression of the commodification movement, the theoretical approach, based on Karl Polanyi, enables to capture the concept of plurality and coexistence of the principles of economic regulation and also the countermovement as a form of resistance and rescue of the individuals’ autonomy. In this context, the Community-Supported Agriculture (CSA) emerges as a possibility of countermovement to the conventional food market to add quality to the act of feeding by the agroecological production and to reconnect production and consumption by shortening the supply chain. The problem that guided the research of this dissertation was to understand what are the forms of countermovement that are present in the Community-Supported Agriculture before the generalization of the commodification process. Therefore, the overall objective was to understand and analyze, in a real experience of CSA located in southeast region of Brazil, the patterns of non-market exchange and the elements that favor the relative autonomy and increase social cohesion among producers and consumers participating in the observed experience. The method used was participant observation, using the techniques of ethnography. In general, the results found in the study show that individuals are not passive before the effects of commodification and they articulate in movements that seek protection and autonomy. The results confirm the initial hypothesis that, in the CSA, activities coexist with the exchange market, such as other principles of regulation of economy, especially reciprocity, which appears at various times, in motivation for engagement and in the way the exchange itself is performed. This happens because, when they prioritize their exchanges act instead of the object and the private interest, they develop a more human relationship that allows the establishment of friendship, solidarity, tolerance, mutual fidelity and commitment and also enable the expansion of autonomy of individuals and establish a sense of community, which is around the food. In this study, we have identified three specific elements that contribute to the effectiveness of the process: the way of producing food, as opposed to traditional agriculture, the shortening of chain and the activities in group promoted by the group of farmers and consumers. Thus, the Community-Supported Agriculture is a countermovement to the commodification in agriculture and an effective alternative in the construction of autonomy of those who are part of this net of food and in the expansion of social cohesion. The results and conclusions presented throughout the dissertation are relevant since they contribute with new information and possibilities of actions to slowdown rural exodus, alleviate poverty, reduce public spending on health with a healthier diet, as well as to promote the development of initiatives to preserve the environment.
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A mercantilização em contramovimento : relações de reciprocidade e coesão social na agricultura sustentada pela comunidade em Minas Gerais

Eckert, Daniele January 2016 (has links)
O modelo convencional de organização da cadeia de produção e distribuição de alimentos é baseado na dependência cada vez maior do capital financeiro e industrial, no uso de agroquímicos, adubos, fertilizantes industriais e de outras técnicas provenientes da Revolução Verde, na livre circulação de mercadorias nos países e na inserção de intermediários na cadeia de distribuição. Esse modelo representa um movimento de mercantilização da agricultura e prejudica a autonomia dos indivíduos sobre a sua reprodução material e social, fazendo com que a sociedade enfrente um incremento de pobreza, insegurança alimentar, êxodo rural, danos à saúde e ao meio ambiente, assim como uma perda do senso de comunidade e de solidariedade. Além da compreensão do conceito e das formas de expressão do movimento de mercantilização, a lente teórica, que tem origem em Karl Polanyi, possibilita capturar o conceito da pluralidade e da coexistência dos princípios de regulação econômica e também do contramovimento como uma forma de resistência e de resgate da autonomia relativa dos indivíduos. É nesse contexto que a Agricultura Sustentada pela Comunidade (CSA) surge como uma possibilidade de contramovimento ao mercado convencional de alimentos ao adicionar uma qualidade ao ato de alimentar-se pela produção agroecológica e ao reconectar produção e consumo mediante o encurtamento da cadeia de distribuição. O problema que norteou a pesquisa desta dissertação foi compreender quais seriam as formas de contramovimento que se configuram na Agricultura Sustentada pela Comunidade diante da generalização do processo de mercantilização. Por isso, o objetivo geral consistiu em compreender e analisar, em uma experiência real de CSA situada na região sudeste do Brasil, os padrões de troca não mercantil em operação e os fatores que favorecem a autonomia relativa e elevam a coesão social de produtores e consumidores que participam da experiência observada. O método empregado foi a observação participante, utilizando as técnicas da etnografia. Em termos gerais, os resultados encontrados na pesquisa sinalizam que os indivíduos não são passivos diante dos efeitos da mercantilização e articulam-se em movimentos que buscam proteção e ganho de autonomia. Os resultados confirmam a hipótese inicial de que nas atividades de CSA coexistem, com a troca de mercado, outros princípios de regulação da economia, especificamente a reciprocidade, que aparece em diversos momentos, desde as motivações para o engajamento dos indivíduos até a forma em que a própria troca é realizada. Isso porque ao privilegiar nas suas trocas o ato em vez do objeto e do interesse privado, há menção a uma relação mais humana que permite o estabelecimento de amizade, solidariedade, tolerância, fidelidade e comprometimento mútuos, mas, principalmente, possibilita a ampliação da autonomia relativa dos indivíduos e o estabelecimento de um senso de comunidade, que se faz em torno do alimento. Na pesquisa, foram identificados três fatores específicos desta eficácia: a forma de produzir o alimento, oposto ao da agricultura tradicional, o encurtamento da cadeia e as atividades em conjunto mobilizadas pelo grupo de agricultores e consumidores. Desta forma, a Agricultura Sustentada pela Comunidade constitui um contramovimento à mercantilização na agricultura e aparece como uma alternativa eficaz na construção da autonomia daqueles que estão entrelaçados nessa rede de alimentos e na ampliação da coesão social. Os resultados e conclusões apresentados ao longo da dissertação ganham relevância na medida em que contribuem com novas informações e possibilidades de atuação na reversão do êxodo rural, na diminuição da pobreza, na redução de gastos públicos em saúde com uma alimentação mais saudável, assim como na promoção de iniciativas de preservação do meio ambiente. / The conventional model of organization of the production and distribution of food chain is based on the increasing dependence on the financial and industrial capital, the use of agrochemicals, fertilizers, industrial fertilizers and other techniques from the Green Revolution, the free circulation of goods in countries and the inclusion of intermediaries in the distribution chain. This model represents a movement of commodification of agriculture and undermines the autonomy of individuals concerning their material and social reproduction, leading society to a status of poverty, food insecurity, rural exodus, damage to health and environment, as well as to a loss of sense of community and solidarity. In addition to understanding the concept and the ways of expression of the commodification movement, the theoretical approach, based on Karl Polanyi, enables to capture the concept of plurality and coexistence of the principles of economic regulation and also the countermovement as a form of resistance and rescue of the individuals’ autonomy. In this context, the Community-Supported Agriculture (CSA) emerges as a possibility of countermovement to the conventional food market to add quality to the act of feeding by the agroecological production and to reconnect production and consumption by shortening the supply chain. The problem that guided the research of this dissertation was to understand what are the forms of countermovement that are present in the Community-Supported Agriculture before the generalization of the commodification process. Therefore, the overall objective was to understand and analyze, in a real experience of CSA located in southeast region of Brazil, the patterns of non-market exchange and the elements that favor the relative autonomy and increase social cohesion among producers and consumers participating in the observed experience. The method used was participant observation, using the techniques of ethnography. In general, the results found in the study show that individuals are not passive before the effects of commodification and they articulate in movements that seek protection and autonomy. The results confirm the initial hypothesis that, in the CSA, activities coexist with the exchange market, such as other principles of regulation of economy, especially reciprocity, which appears at various times, in motivation for engagement and in the way the exchange itself is performed. This happens because, when they prioritize their exchanges act instead of the object and the private interest, they develop a more human relationship that allows the establishment of friendship, solidarity, tolerance, mutual fidelity and commitment and also enable the expansion of autonomy of individuals and establish a sense of community, which is around the food. In this study, we have identified three specific elements that contribute to the effectiveness of the process: the way of producing food, as opposed to traditional agriculture, the shortening of chain and the activities in group promoted by the group of farmers and consumers. Thus, the Community-Supported Agriculture is a countermovement to the commodification in agriculture and an effective alternative in the construction of autonomy of those who are part of this net of food and in the expansion of social cohesion. The results and conclusions presented throughout the dissertation are relevant since they contribute with new information and possibilities of actions to slowdown rural exodus, alleviate poverty, reduce public spending on health with a healthier diet, as well as to promote the development of initiatives to preserve the environment.
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Community Supported Agriculture : Towards a Flourishing Movement in Europe

Hoenninger, Jonathan, Costamilan, Lucas, Ochiai, Miyuki January 2019 (has links)
As a response to the growing global sustainability challenges related to industrial agriculture, alternative approaches of food production and distribution are emerging. One approach that fosters direct consumer-producer relationships and sustainable local food production is known as Community Supported Agriculture (CSA). This study explored how the CSA movement can be supported strategically towards a flourishing movement in Europe. A qualitative research approach was chosen with a comparative element of the two countries with contrastive characteristics in terms of the degree of successfulness of the movement; with France being successful and Sweden having less success in terms of the number of CSAs. Semi-structured interviews were conducted with 21 CSA farmers, network members and researchers. The results revealed barriers and enablers for a flourishing movement under five overarching themes: (1) Definition, structure and operation (2) The direction of the movement (3) Social aspects (4) Knowledge and communication, and (5) Country-/region-specific aspects. Crucial factors and contrastive features between countries were identified and discussed in relation to how they hinder or enable a flourishing movement. Based on the findings, strategic guidelines were developed with the aim of contributing to CSA practitioners and leaders in Europe.
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Using the Unified Theory of Acceptance and Use Technology to Determine Factors that affect the Acceptance and Use of Social Media to Advertise and Promote Agriproducts in Farmer' Communities in North Mississippi

Moreno-Ortiz, Carlos Alberto 14 December 2018 (has links)
The present empirical study examined factors that affect the acceptance and use of social media platforms by farmers and vendors in farmers’ communities in North Mississippi for marketing their small farm businesses. Based on the Unified Theory of Acceptance and Use of Technology (UTAUT), structural equations modeling was used to examine several relationships: (1) the influence of performance expectancy (PE) on behavioral intention (BI) to use social media; (2) the influence of effort expectancy (EE) on BI; (3) the influence of social influence (SI) on BI; (4) the influence of facilitating conditions (FC) on actual use (USE) of social media; (5) the moderating influence of gender on the PE–BI, EE–BI, and SI-BI relationships; (6) the moderating influence of age on the PE–BI, EE–BI, SI-BI, and FC–USE relationships; and (7) the moderating influence of experience using social media on the EE–BI, SI-BI, and FC–USE relationships. Results from 169 respondents who completed questionnaires indicated that PE, EE, SI, and FC (key constructs) did predict farmers and vendors’ BI to use social media and actual USE of social media for marketing their small farm businesses and agriproducts. Respondents’ characteristics (e.g., age, gender, social media experience) did moderate some of these relationships in different ways. Thus, the present study provided additional empirical support for UTAUT. Additionally, responses to questions that assessed constructs in UTAUT suggest that respondents are open to social media as a marketing tool for their small farm businesses. Other results indicated that farmers and vendors prefer to market their products through farmers markets and community supported agriculture groups as compared to retail outlets and noted barriers present in retail marketing channels. This study provides information that will be beneficial for the development of educational programs and contributes to the literature on the factors affecting farmers’ intention to use social media to promote agriproducts to connect new markets.

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