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ALIMENTAÇÃO E CRESCIMENTO DE LACTENTES NASCIDOS PRÉ-TERMO DE MUITO BAIXO PESO EGRESSOS DE UTI NEONATAL: ANÁLISE DE INFERÊNCIA CAUSAL / FEEDING AND GROWTH OF PRE-TERM BORN INFANT OF VERY LOW WEIGHT EFFECTS OF NEONATAL UTI: ANALYSIS OF CAUSAL INFERENCERODRIGUES, Marianne de Carvalho 10 February 2017 (has links)
Submitted by Maria Aparecida (cidazen@gmail.com) on 2017-04-24T13:10:02Z
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Previous issue date: 2017-02-10 / FAPEMA / Breast milk (LM) is the best food for the child, especially in the first six months of life,
because it contains fats, vitamins, minerals, immunoglobulins and other nutrients necessary
for the maintenance, growth and development of the children. For preterm newborns
(PTNBs), breastfeeding has also been the main food indication, both in the hospital setting
and after discharge. Breastmilk supplementation has been highly recommended for the
nutrition of PTNB and of very low birth weight, since it has been shown to be effective in
providing calories and nutrients that may be below the needs of these children in their
mothers' milk, for proper growth of the neonate. However, there is no consensus as to how
best to feed these children after discharge. Given the conditions to which PTNBs are exposed
and that breastmilk has components that can provide a better growth for the baby, this study
intends to compare the growth among PTNBs and very low birth weight infants from the
Neonatal Intensive Care Unit exclusively breastfed up to 6 Months of age with those not
exclusively breastfed during this same period.
Cohort study, conducted at the University Hospital of the Federal University of Maranhão,
Unidade Materno Infantil, using data from the children followed up at the Follow-up service
of Neonatology. For data collection, a form was constructed with the variables of interest,
socio-demographic variables and growth variables of the children. The sample consisted of
174 individuals compared to the type of feeding and anthropometric measures of growth at six
months of corrected gestational age. / O leite materno (LM) é o melhor alimento para a criança, principalmente nos seis
primeiros meses de vida, por ter, em sua composição, gorduras, vitaminas, minerais,
imunoglobulinas e demais nutrientes necessários à manutenção, crescimento e
desenvolvimento desta. Para os recém-nascidos pré-termo (RNPT), o aleitamento materno
também tem sido a principal indicação alimentar, tanto em ambiente hospitalar quanto após a
alta. A suplementação do leite materno tem sido bastante recomendada para a nutrição dos
RNPT e de muito baixo peso, pois tem se mostrado eficaz em prover calorias e nutrientes que
podem estar aquém das necessidades destas crianças no leite de suas mães, contribuindo,
desta forma, para o crescimento adequado do neonato. Porém, não se tem um consenso de
qual a melhor forma de alimentar essas crianças após a alta hospitalar. Dadas as condições
às quais os RNPT estão expostos e que o leite materno possui componentes que podem
propiciar melhor crescimento ao bebê, este estudo pretende comparar o crescimento entre
RNPT e de muito baixo peso egressos de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal,
amamentados exclusivamente até os seis meses de idade com aqueles não amamentados de
forma exclusiva neste mesmo período.
Estudo de coorte, realizado no Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão,
Unidade Materno Infantil, utilizando dados das crianças acompanhadas no Follow-up do
Serviço de Neonatologia. Para coleta de dados foi construído um formulário com as variáveis
de interesse, sócio demográficas e variáveis de crescimento das crianças. A amostra foi
composta por 174 indivíduos comparados quanto ao tipo de alimentação e medidas
antropométricas de crescimento aos seis meses de idade gestacional corrigida.
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Estudo do desenvolvimento fisiológico da cagaita (Eugenia dysenterica) / Study of the physiological development of cagaita (Eugenia dysenterica)Silva, Monik Maryelle Moreira da 15 April 2016 (has links)
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Previous issue date: 2016-04-15 / The Brazilian Cerrado presents a multitude of native fruits, but little known. Among these, there is
cagaita (Eugenia dysenterica), juicy and very pleasant taste. However, reports on the knowledge of
its biochemical and bioactive processes involved in the development of fruit, are scarce. Thus, this
study aimed to evaluate physical and chemical, including bioactive compounds, the physiological
development of cagaita (Eugenia dysenterica), anthesis to its maturity. The fruits were collected 10
days after anthesis (DAA) in Abbey-GO, and subjected to physical and chemical analysis as well
as analysis of bioactive compounds. The total fruit development comprised 37 days, being
characterized the result of rapid growth, with double sigmoidal behavior. The respiratory rate in
unripe fruits were high, with a decrease during the development, and verified increased ethylene
induction from 31 DAA, leading to degradation of starch, chlorophyll, unmasking of carotenoids
and solubilization of pectins. The sugar content was relatively low, since it is a fruit with slightly
sweet flavor. The bioactive compounds and antioxidant activity of cagaita contributed during the
physiological development, as a result of the defense system, especially in unripe fruits. However,
not ruling out the possibility of its beneficial health action, fighting free radicals. The proximal
composition, evaluated from the 18th DAA, underwent changes during development. The crux of
the changes occurred from the 27th DAA, when they occur the second growth phase of the fruit,
with an increase in maximum rates, according to the double sigmoidal behavior. The climacteric
period was also evaluated, with intuited whether the cagaita belonged to the respiratory pattern
considered climacteric or not. For this study, the fruits were collected 31 DAA. respiratory
climacteric peak was observed, indicating that cagaita is a climacteric fruit, may be harvested 31
DAA. This data is of great importance for both the academic community, and to farmers and
agribusinesses working with the extraction of this fruit. / O Cerrado brasileiro apresenta uma infinidade de frutas nativas, porém, pouco conhecidas. Dentre
estas, existe a cagaita (Eugenia dysenterica), suculenta e de sabor muito agradável. No entanto,
relatos sobre o conhecimento dos seus processos bioquímicos e bioativos, envolvidos no
desenvolvimento de frutos, são escassos. Desta forma, objetivou-se avaliar, físico e quimicamente,
incluindo os compostos bioativos, o desenvolvimento fisiológico da cagaita (Eugenia dysenterica),
da antese até seu amadurecimento. Os frutos foram coletados 10 dias após antese (DAA), em
Abadia-GO, e submetidos a análises físicas e químicas, como também análises dos compostos
bioativos. O desenvolvimento total do fruto compreendeu 37 dias, sendo caracterizado fruto de
crescimento rápido, com comportamento sigmoidal duplo. A taxa respiratória nos frutos verdes foi
elevada, com decréscimo ao longo do desenvolvimento, sendo verificado aumento da indução do
etileno a partir dos 31 DAA, levando à degradação do amido, clorofila, desmascaramento dos
carotenoides e solubilização das pectinas. O conteúdo de açúcares foi relativamente baixo, já que
trata-se de um fruto com sabor levemente adocicado. Os compostos bioativos e atividade
antioxidante da cagaita contribuíram, durante o desenvolvimento fisiológico, como sistema de
defesa do fruto, principalmente, nos frutos verdes. No entanto, não descartando a possibilidade de
sua ação benéfica a saúde, combatendo os radicais livres. A composição proximal, avaliada a partir
do 18° DAA, sofreu modificações durante o desenvolvimento. O ponto crucial das mudanças
ocorreram a partir do 27° DAA, momento em que ocorrem a segunda fase de crescimento do fruto,
com acréscimo em taxas máximas, de acordo com o comportamento sigmoidal duplo. O período
climatérico também foi avaliado, com intuíto de saber se a cagaita pertencia ao padrão respiratório
considerado climatérico ou não. Para este estudo, os frutos foram coletados 31 DAA. Foi
observado o pico climatério respiratório, indicando que a cagaita é um fruto climatérico, podendo
ser colhido 31 DAA. Estes dados são de grande importância tanto para a comunidade acadêmica,
como para agricultores e agroindústrias que trabalham com o extrativismo deste fruto.
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Caracterização fisiológica do fruto murici (Byrsonima sp.) in natura / Physiological characterization of the fruit murici (Byrsonima sp.) in naturaMendes, Dianiny de Cássia Sousa 24 February 2017 (has links)
Submitted by JÚLIO HEBER SILVA (julioheber@yahoo.com.br) on 2017-06-06T19:31:02Z
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Previous issue date: 2017-02-24 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / The cerrado is a Brazilian biome that presents a high diversity of fruit species, with peculiar
characteristics that are still little explored scientifically. Among these native species is murici
(Byrsonima sp.), Which has a sui generis flavor, sweet, slightly acidic, with a yellowish
coloration. The physiological development basically consists of the stages of growth,
maturation, maturation and senescence, in which the fruits undergo several biochemical and
physiological processes. Although there is great importance, studies on the physiological
development of fruits, especially the native ones of the cerrado, are very scarce. Aiming at this
context, the objective was to characterize the murici fruit, analyzing the physical, chemical,
biochemical and bioactive parameters in the physiological development. Fruit collection was
started 15 days after anthesis (DAA) in an area of the Emater Qda / Area / Lot AR3, Samambaia
Campus of the Federal University of Goiás, located in Goiânia-GO, from August to November
2015 The complete development of murici occurred in 85 DAA, with constant increase of mass
and transversal and longitudinal diameters, characterizing double sigmoidal behavior. The
coloration changed from green to yellow, with changes in L *, Hue and chroma parameters, and
the presence of carotenoids 38.11 ± 0.03 mg.g-1 and the degradation of chlorophyll 1 , 18 ±
0.34 mg.g-1 at the end of development. Breathing presented a constant decrease reaching level
0 at 85 DAA characterizing the non-climacteric behavior of the fruits. Firmness reduced at
ripening 8.55 ± 0.09 N and pectin solubilization occurred at the end of development. The
antioxidant compounds were present in a greater amount between 35 and 55 DAA and the
ascorbic acid reduced reaching 38.34 ± 0.19 mg.g-1 at the end of the development. The
marjority phenolic compounds identified in the development of murici were gallic acid,
catechin and vanillin. A total of 31 volatile constituents were evaluated, with aldehydes between
15 and 45 DAA, carboxylic acids between 55 and 85 DAA, especially hexanoic acid with 90.7%
at 85 ° DAA and ethyl hexanoate ester 1%, At the end of development with 85 DAAs. / O Cerrado é um bioma brasileiro que apresenta elevada diversidade de espécies frutíferas, com
características peculiares que ainda são pouco exploradas cientificamente. Dentre estas espécies
nativas, está o murici (Byrsonima sp.), que possui sabor sui generis, adocicado, levemente
ácido, com coloração amarelada. O desenvolvimento fisiológico consiste basicamente nas
etapas de crescimento, maturação, amadurecimento e senescência, nos quais os frutos passam
por diversos processos bioquímicos e fisiológicos. Mesmo havendo grande importância,
estudos sobre desenvolvimento fisiológico dos frutos, especialmente os nativos do cerrado, são
bastante escassos. Visando este contexto, objetivou-se caracterizar o fruto murici, analisando
os parâmetros físicos, químicos, bioquímicos e bioativos, no desenvolvimento fisiológico. A
coleta dos frutos teve início com 15 dias após antese (DAA), em uma área da Emater
Qda/Área/Lote AR3, Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás, localizada em
Goiânia-GO, entre o período de Agosto a Novembro de 2015. O desenvolvimento completo do
murici ocorreu em 85 DAA, com aumento constante de massa e diâmetros transversal e
longitudinal, caracterizando comportamento sigmoidal duplo. A coloração alterou-se do verde
para o amarelo, apresentando alterações nos parâmetros L*, °Hue e croma, e constatou-se ainda
a presença de carotenoides 38,11±0,03 mg.g-1
e a degradação de clorofila 1,18±0,34 mg.g-1
ao
final do desenvolvimento. A respiração apresentou decréscimo constante atingindo nível 0 aos
85 DAA caracterizando o comportamento não-climatérico dos frutos. A firmeza reduziu no
amadurecimento 8,55±0,09 N e ocorreu a solubilização de pectinas ao final do
desenvolvimento. Os compostos antioxidantes se mostraram presentes em maior quantidade
entre 35 e 55 DAA e o ácido ascórbico reduziu atingindo 38,34±0,19 mg.g-1 ao final do
desenvolvimento. Os compostos fenólicos marjoritários identificados no desenvolvimento do
murici foram o ácido gálico, a catequina e a vanilina. Foram avaliados 31 constituintes voláteis,
prevalecendo os aldeídos entre 15 e 45 DAA, ácidos carboxílicos entre 55 a 85 DAA,
especialmente o ácido hexanóico com 90,7% no 85° DAA e o éster hexanoato de etila
apresentou 1%, no final do desenvolvimento com 85 DAA.
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