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Reações adversas ao tratamento em massa com a Dietilcarbamazina em populações de areas endemicas de filariose linfática no Recife - PE / Adverse Reactions to mass treatment with Diethylcarbamazine of populations in endemic areas of filarial elephantiasis in Recife - PELima, Ana Wladia Silva de January 2006 (has links)
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Previous issue date: 2006 / Uma das estratégias propostas pela OMS para a erradicação da filariose linfática tem sido o tratamento em massa anual com drogas antifilariais, de populações de áreas endêmicas. Este trabalho teve por objetivo estimar a prevalência de efeitos adversos após o uso da DEC em duas áreas alvo do tratamento em massa e descrever a distribuição, tipo e gravidade das reações adversas e manifestações secundárias, após a dose do medicamento. A pesquisa constou de um estudo de prevalência e de um estudo de série de casos. A dose de DEC administrada na Área I foi de ~ 6 mg/kg/dose para ambos os sexos, tendo por base o peso médio estimado para cada faixa etária. Na Área II, a dose foi semelhante, porém, ajustada de acordo com o sexo. Os dados para o estudo de prevalência foram coletados por meio de um questionário, enquanto para o estudo de série de casos as informações foram obtidas das fichas de notificação preenchidas por profissionais de saúde durante o atendimento. A prevalência de efeitos adversos e seus respectivos intervalos de confiança de 95 por cento foram estimados e a associação entre as variáveis testadas pelo cálculo da Razão de Prevalência, da Diferença de Prevalência, Intervalo de Confiança de 95 por cento e valor de p. Entre as 438 pessoas entrevistadas, na Área I, obteve-se uma prevalência de 23,6 por cento(IC de 95 por cento:19,1-29,5). Na Área II, entre 365 entrevistados, a prevalência foi de 16,2 por cento(IC de 95 por cento: 11,9-21,5). A prevalência de reações adversas foi significativamente mais elevada nas mulheres do que nos homens, na Área I (RP=1,77; IC de 95 por cento: 1,23-2,53). Na Área II, embora a prevalência de efeitos tenha sido maior entre as mulheres, a diferença não foi estatisticamente significante (RP=1,43; IC de 95 por cento: 0,88-2,83). Houve um excesso de prevalência de efeitos adversos na Área I em relação à Área II (DP=7,6; IC de 95 por cento: 2,1-3,4, p=0,007). O cálculo das diferenças de prevalência estratificadas por sexo, na Área I em relação à Área II, constatou um excesso de prevalência no sexo feminino, de 11,1 por cento (IC de 95 por cento: 3,1-19,1; p=0,008). Pela vigilância passiva, foram registrados 58 atendimentos por reações adversas ao DEC, em 2003, e 33 em 2004, a maioria de mulheres (67,3 por cento, em 2003 e 57,6 por cento, em 2004). O maior percentual dos casos foi moderado ou leve. Embora a maior parte das reações adversas tenha sido leve ou moderada, a prevalência foi considerada elevada
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Estudo da prevalência da filariose bancroftiana e loana na Vila do Buco-Zau, Norte de Angola / Study of prevalence Elephantiasis Filarial in Vila Buco-Zau, Angola NorthernBungo, Francisco January 2002 (has links)
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Previous issue date: 2002 / A filariose linfática continua sendo um grande problema de saúde pública em Africa e é uma das seis doenças declaradas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como potencial a sua erradicação global. É endêmica em 80 países, distribuídos geoicamente nas áreas tropicais e subtropicais, entre a latitude 40° Norte e 30° Sul, afetando mais de 120 milhões de pessoas no mundo. A incapacidade física associada a graves manifestações clínicas enfatiza a significância a conseqüências socioeconômicas. Com objetivo de estimar a prevalência de microfilaremia e doença filarial bancroftiana e loana, foi realizado no primeiro trimestre de 2001, um estudo seccional clínico-laboratorial na vila do Buco-Zau, Província de Cabinda, norte de Angola. Foi selecionado aleatoriamente três dos cinco bairros que compõem à vila, e 2169 indivíduos foram elegíveis para o estudo. No total foram estudados 300 indivíduos de ambos os sexos maiores de 4 anos de idade morando há mais de um ano no Município de Buco-Zau. Cada indivíduo da amostra foi submetido a um questionário individal e domiciliário e a exames de sangue. A coleta sangüínea para pesquisa de microfilárias W. bancrofti foi feita no período das 22 e 1 hora e para microfilárias l. loa no horário entre 11 e 13 horas. Os indivíduos com amostras com resultado negativo no primeiro exame foram novamente testados. Para a doença filarial observou-se uma prevalência de 46,33 por cento enquanto que a microfilaremia da filariose bancroftiana foi de 21,33 por cento e, 22, 6 por cento na filariose loana. Entre os homens, o hidrocele foi a manifestação clinica mais prevalente (10,33 por cento) na filariose bancroftiana, e nas mulheres, o linfedema (2,78 por cento). Na filariose loana, o edema de Calabar e a presença de macrofilária na conjuntiva ocular apresentaram prevalências de 4.33 por cento e 2.33 por cento, respectivamente. Houve 8,33 por cento de indivíduos, com idade variando de 15 a 49 anos, que simultaneamente apresentaram microfilaremia positiva para ambas filariose. Os resultados observados indicam que a filariose bancroftiana e loana são de alta endemicidade na área de estudo, e, portanto, representa um grande problema de saúde pública que requer intervenção urgente das autoridades locais para a sua prevenção e controle.
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Estudo da prevalencia da filariose bancroftiana e loana na Vila do Buco-Zau, Norte de AngolaBungo, Francisco. January 2002 (has links)
Mestre -- Escola Nacional de Saude Publica, Rio de Janeiro, 2002.
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Conhecimento e práticas em portadores de morbidade filarial linfática no município de Olinda - PE, Brasil / Knowledge and practice in patients with lymphatic filarial morbidity in the city of Olinda - PE, BrazilMarcondes, Márcia Maria Cavalcanti January 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010 / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães. Recife, PE, Brasil / A filariose bancroftiana é uma parasitose que causa incapacidade momentânea ou permanente e estigmatizarão social trazendo sobrecarga para os recursos da saúde. No Brasil, são duas áreas endêmicas: Região Metropolitana do Recife (PE) e Maceió (AL). Em 1997, o Ministério da Saúde elaborou o Plano Nacional de Eliminação da Filariose Linfática - PNEFL cujos pilares foram o Tratamento em Massa ou Coletivo - TC, o controle do vetor e a assistência aos portadores da infecção. Essas ações, porem, não incorporam o conhecimento e as praticas da população sobre o problema, impossibilitando a mobilização social como ação básica e transversal para todas as etapas acima de intervenção. Este estudo aborda a analise dos conhecimentos e praticas em portadores de morbidade filarial linfática em dois bairros (Alto da Bondade e Alto da Conquista) de Olinda-PE, Brasil. Trata-se de estudo transversal de base populacional com coleta de dados primários obtidos por meio da aplicação de questionário semi-estruturado. A associação estatística entre as variáveis foi testada pelo calculo do quiquadrado de Pearson, e o valor p, a um nível de significância de 0,05. Os 373 portadores de morbidade filarial referida identificados entre 2007 a 2010 apresentaram um bom conhecimento com relação à transmissão da filariose linfática e conhecimento insuficiente com relação ao diagnostico. Com relação ao tratamento, 222/373 não sabiam tratar a doença e dentre os que souberam 151/373 (40,5 por cento) apresentaram conhecimento adequado. Com relação à cura, 255/373 (68,4 por cento) apresentaram conhecimento adequado e 187/373 (50,1 por cento) buscaram o serviço de saúde onde 95 por cento desses foram tratados por médicos. A maioria da população dos dois bairros do município evitava a picada do mosquito mediante o uso de mosquiteiros. Foi verificada a necessidade de melhor incentivo e divulgação para as praticas de cuidado com o lixo e entulhos. Conclui-se que o conhecimento e praticas em Filariose Linfática em áreas endêmicas apresentam diferentes concepções, saberes e praticas acerca da doença, inferindo que essas diferenças precisam ser estudadas pelo serviço de saúde informando ao gestor o que a população sabe e faz para prevenir a filariose linfática, permitindo intervenção nas estratégias de informação, educação e comunicação, auxiliando no controle e eliminação da doença no município.
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