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Escola – dever ou direito de escolha: uma análise jurídica da compulsoriedade escolarAlejarra, Luis Eduardo Oliveira January 2017 (has links)
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Previous issue date: 2018-02-07 / A educação escolar brasileira caracteriza-se pela compulsoriedade imposta pelo Estado
aos seus jurisdicionados. A não frequência da criança em uma instituição habilitada ou a
abstenção de matrícula são puníveis aos pais negligentes. Contudo, apesar dessa
previsão legal, é crescente o número de famílias que optam por uma educação fora da
escola. Tal fenômeno ante a compulsoriedade escolar tem provocado o Judiciário a se
manifestar, bem como a apresentação de Projetos de Lei prevendo a possibilidade de
outros meios de educação fora da escola. O objetivo deste trabalho é apresentar uma
reflexão a cerca dessa temática, analisar os argumentos sócio jurídicos apresentados
pelas famílias para defender seu direito de escolha na formação de seus filhos, através
das narrativas dessas famílias, bem como analisar os argumentos sócio jurídicos
apresentados pelo Estado em defesa da compulsoriedade escolar. Nesse sentido,
buscou-se ouvir três famílias que optaram por retirar seus filhos da escola para entender
as razões da retirada de seus filhos da unidade escolar, sua crítica à escola, como
acontece a formação educacional dos filhos e a preocupação com o preparo profissional
desses cidadãos. Ante a uma legislação que não prevê expressamente a
compulsoriedade escolar, nem veda a possibilidade de outras formas de educação
ofertadas fora do ambiente escolar, necessária foi a análise de um processo judicial
versando sobre o tema, bem como a análise de dois Projetos de Lei que visam permitir e
regular expressamente a opção por uma educação fora da escola. Com isso, pôde-se
examinar a motivação das famílias por essa opção, a fundamentação jurídica e a atuação
legislativa no intuito de regulamentar tal prática.
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Escola – dever ou direito de escolha: uma análise jurídica da compulsoriedade escolarAlejarra, Luis Eduardo Oliveira January 2017 (has links)
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Previous issue date: 2018-02-07 / A educação escolar brasileira caracteriza-se pela compulsoriedade imposta pelo Estado
aos seus jurisdicionados. A não frequência da criança em uma instituição habilitada ou a
abstenção de matrícula são puníveis aos pais negligentes. Contudo, apesar dessa
previsão legal, é crescente o número de famílias que optam por uma educação fora da
escola. Tal fenômeno ante a compulsoriedade escolar tem provocado o Judiciário a se
manifestar, bem como a apresentação de Projetos de Lei prevendo a possibilidade de
outros meios de educação fora da escola. O objetivo deste trabalho é apresentar uma
reflexão a cerca dessa temática, analisar os argumentos sócio jurídicos apresentados
pelas famílias para defender seu direito de escolha na formação de seus filhos, através
das narrativas dessas famílias, bem como analisar os argumentos sócio jurídicos
apresentados pelo Estado em defesa da compulsoriedade escolar. Nesse sentido,
buscou-se ouvir três famílias que optaram por retirar seus filhos da escola para entender
as razões da retirada de seus filhos da unidade escolar, sua crítica à escola, como
acontece a formação educacional dos filhos e a preocupação com o preparo profissional
desses cidadãos. Ante a uma legislação que não prevê expressamente a
compulsoriedade escolar, nem veda a possibilidade de outras formas de educação
ofertadas fora do ambiente escolar, necessária foi a análise de um processo judicial
versando sobre o tema, bem como a análise de dois Projetos de Lei que visam permitir e
regular expressamente a opção por uma educação fora da escola. Com isso, pôde-se
examinar a motivação das famílias por essa opção, a fundamentação jurídica e a atuação
legislativa no intuito de regulamentar tal prática.
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Praça da Matemática: as faces da história na construção de um monumentoPimentel, Augusto Cesar Aguiar 19 December 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008-12-19 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / This work consists in a historical-cultural research of construction of a Plaza with a
monument in homage to Mathematics, it was idealized by a visionary mayor, 29
years old, in a city called Itaocara, interior of the State of Rio de Janeiro, in 1943.
What is now a touristic attraction arose from the creativity of a young politician.
Although he was a lawyer, he saw in mathematics his source of pleasure. To write
this research, there was an interview with the mayor of that time, currently with 94
years old, with the inhabitants, and the daughter of the constructor of the square,
in addition, the examination of documents, historical photos, and similar stuffs. The
director of the project was the mathematician Malba Tahan (pseudonym of Júlio
César de Mello e Souza) organized a selecting process with his students of the
National School of Fine Arts of the University of Brazil, today Federal University of
Rio de Janeiro (UFRJ). The winner was Mr. Godofredo Formenti. The Square was
built by Mr. Italarico Alves, a citizen of Itaocara and the single official builder of the
town and despite his low education, he made a geometrically perfect work, under
the coordination of Malba Tahan, resulting in the unique monument in the world,
capable of highlighting the poetic power of the mathematics art in the process of
re-inventing the socio-historical-cultural of a countryside community, which
concretizes its pride in the maxim that "who knows does the time, do not wait it to
occur / O presente trabalho consiste na investigação histórico-cultural da construção de
uma praça, com um monumento em homenagem à Matemática, idealizado por
um prefeito visionário, de 29 anos, na cidade de Itaocara, interior do Estado do
Rio de Janeiro, no ano de 1943. O que é hoje uma atração turística, surgiu da
criatividade do jovem político que apesar de advogado, via na matemática sua
fonte de prazer. Para essa pesquisa, realizou-se entrevistas com o próprio
prefeito da época, atualmente com 94 anos, com moradores antigos e com a filha
do construtor da praça, além de análise de documentos, fotografias, históricos e
afins. O diretor do projeto foi o matemático Malba Tahan (pseudônimo de Júlio
César de Mello e Souza), que realizou um concurso com seus alunos da Escola
Nacional de Belas Artes da Universidade do Brasil, hoje, Universidade Federal do
Rio de Janeiro (UFRJ), sendo vencedor o Sr. Godofredo Formenti. A Praça foi
construída pelo Sr. Italarico Alves, morador de Itaocara e único construtor oficial
da cidade e que apesar da pouca escolaridade, realizou um trabalho
geometricamente perfeito, sob a coordenação de Malba Tahan, resultando em um
monumento único no mundo, capaz de ressaltar o poder poético da arte
matemática no processo de reinvenção sócio-histórico-cultural de uma
comunidade interiorana, que concretiza seu orgulho na máxima de que quem
sabe faz a hora não espera acontecer
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