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Identificação e seleção de antígenos do Schistosoma mansoni potenciais candidatos a comporem um teste de diagnóstico para esquistossomose

Carvalho, Gardênia Braz Figueiredo de January 2012 (has links)
Submitted by Nuzia Santos (nuzia@cpqrr.fiocruz.br) on 2013-01-07T15:29:22Z No. of bitstreams: 1 Dissertaçao de Mestrado - 2012- Gardenia.pdf: 2025272 bytes, checksum: ca5929869bedc687cfad91dfbe21a726 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-07T15:29:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertaçao de Mestrado - 2012- Gardenia.pdf: 2025272 bytes, checksum: ca5929869bedc687cfad91dfbe21a726 (MD5) / A esquistossomose continua sendo uma das infecções parasitárias mais prevalentes no mundo. Para o controle e monitoramento efetivo dessa doença é essencial que se disponha de métodos diagnósticos cada vez mais acurados. O exame parasitológico de fezes, utilizando-se a técnica de Kato-Katz, é a principal forma de diagnosticar a esquistossomose mansoni, embora esse método de diagnóstico não seja satisfatório quando a carga parasitária dos indivíduos infectados é baixa. Outras técnicas sorológicas para o diagnóstico estão disponíveis, entretanto estas apresentam limitações. Neste trabalho foram realizadas análises in silico utilizando o banco de dados genômico para o parasito Schistosoma mansoni - SchistoDB e várias ferramentas de bioinformática para selecionar antígenos candidatos a serem utilizados no imunodiagnóstico da doença. Seis antígenos foram selecionados baseados na evidência de expressão gênica em diferentes fases do ciclo de vida do parasito no hospedeiro definitivo, presença de peptídeo sinal, localização celular, semelhança com proteínas humanas e de outros helmintos e presença de epitopos preditos de célula B. Através da técnica de Western blot utilizando antígenos de extrato de verme adulto e de esquistossômulos foi demonstrado que antígenos com peso molecular semelhante aos selecionados in silico foram reconhecidos apenas por soro de camundongos infectados com S. mansoni. Dos seis antígenos, um corresponde à proteína Sm200. Uma parte desta proteína, correspondente aos aminoácidos 1069 a 1520, foi expressa em sistema de expressão em procariotos e avaliada por Western blot e ELISA frente a soros de camundongos infectados e não infectados. Nossos resultados demonstram que apesar da proteína recombinate Sm200(1069-1520) ser reconhecida por soro de camundongos infectados pela técnica de Western blot, nos ensaios de ELISA o uso desta proteína como antígeno resultou 97,5% de especificidade e 75% de sensibilidade no diagnóstico de infecções crônicas. / Schistosomiasis remains one of the most prevalent parasitic infections worldwide. In order to achieve disease control the availability of a more accurate diagnosis method is necessary.The stool examination using the Kato-Katz method is the major diagnostic test to Schistosomiasis mansoni, however this method is not satisfactory when the worm burden of infected individuals is low. Other serological techniques for the diagnosis of schistosomiasis are available, but these techniques present some limitations. In the present work, in silico analyses were performed using the genomic database for the parasite Schistosoma mansoni - SchistoDB and different bioinformatics tools for selecting antigens candidates to be used in the immunodiagnosis of the disease. Six antigens were selected based on the evidence of gene expression at different phases of the parasite life cycle in the definitive host, presence of signal peptide, cellular location, similarity with human and other helminthic proteins and presence of predict B cell epitopes. Antigens with molecular weight similar to those selected in silico were recognized by sera from S. mansoni infected mice in a western blot using antigens derived from adult worm and schistosomula extracts. Among the six antigens selected, one corresponded to the protein Sm200. A part of this protein – containing the amino acids 1069 to 1520 – was expressed in bacteria, and its recognition by sera from infected mice was evaluated in Western blot and ELISA. Our results demonstrated that although the recombinant protein Sm200(1069-1520) is recognized by sera from infected mice in Western blot, the use of this antigen in ELISA resulted in 97.5% specificity and 75% sensitivity for the diagnosis of chronic infections.
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Desenvolvimento e padronização de novas metodologias aplicadas ao diagnóstico e monitoração de cura da esquistossomose mansoni na fase inicial (aguda) e crônica

Queiroz, Rafaella Fortini Grenfell e January 2012 (has links)
Submitted by Nuzia Santos (nuzia@cpqrr.fiocruz.br) on 2013-01-07T16:58:40Z No. of bitstreams: 1 4. Tese Final RQ3Banca1.pdf: 2857998 bytes, checksum: 113972bf6018f1468776705c406f2b79 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-07T16:58:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 4. Tese Final RQ3Banca1.pdf: 2857998 bytes, checksum: 113972bf6018f1468776705c406f2b79 (MD5) / Neste projeto, foram testados diferentes antígenos candidatos a padronização de novos métodos diagnósticos a serem usados nas diferentes fases da infecção esquistossomótica. Inicialmente, foram analisados os antígenos brutos do parasito visto que seu baixo custo e simplicidade de obtenção merecem novas abordagens. Assim, antígenos de vermes adultos, ovos e tegumento de esquistossômulos foram analisados com soro de pacientes submetidos a rigoroso diagnóstico parasitológico para determinação de infecção e/ou diagnóstico clínico e imunológico. Ao serem aplicados no método indireto de ELISA, estes antígenos apresentaram alta sensibilidade e especificidade em fases distintas da infecção murina. Através desses resultados foi possível confirmar que o uso de antígenos obtidos de diferentes formas evolutivas do parasito serve como ferramenta potencial para análise da evolução cronológica da infecção. Quando aplicados em amostras humanas, o uso de antígenos de vermes adultos mostrou-se promissor para o diagnóstico de pacientes residentes de áreas endêmicas que apresentavam baixa carga parasitária, com índices de sensibilidade e especificidade de 95%. Tendo sido, nestas condições, superior aos antígenos de ovos. O estudo de pacientes em fase aguda da infecção permitiu a validação da técnica indireta de ELISA com antígenos de tegumento de esquistossômulos. Esta técnica apresentou uma significativa sensibilidade na identificação de grande parte dos pacientes recentemente infectados. A outra abordagem adotada por este tarbalho envolveu o uso do Antígeno Catódico Circulante (CCA), antígeno este secretado/excretado por vermes jovens e adultos, que foram direcionados para o desenvolvimento de novas e promissoras metodologias diagnósticas. Para este propósito, o CCA foi utilizado em diferentes formas antigênicas: como glicoproteína purificada a partir de vermes, como proteína recombinante e como peptídeos imunogênicos de 20 aminoácidos. Estes antígenos foram usados na padronização do Método de Separação Imunomagnética, denominado IMS. O uso de CCA recombinante no método de IMS indireto levou aos índices mais significativos de sensibilidade e especificidade, sem que qualquer resultado falso-negativo fosse detectado. Por outro lado, o uso da glicoproteína CCA purificada demonstrou ser superior no diagnóstico para monitorização de cura. A partir destes resultados, mais promissores que a ELISA convencional, partimos para a padronização final desta técnica para a detecção direta do CCA nas mesmas amostras, de forma a permitir somente a identificação de infecções ativas. Para isto, anticorpos monoclonais específicos para a glicoproteína CCA foram produzidos e conjugados a marcadores. A escolha do clone foi baseada na reduzida especificidade deste pela porção responsável pelas reações cruzadas do CCA, a porção glicídica Lewis x. O novo método IMS para detecção direta demonstrou alta sensibilidade de 94% e especificidade de 100%, apresentando correlação direta com a carga parasitária destes pacientes determinada pela contagem de ovos nas fezes. Os excelentes resultados na detecção de antígeno circulante obtidos no presente trabalho, que contrapõem os obtidos em outros trabalhos publicados, se devem a nova metodologia empregada que utiliza a concentração destes antígenos ao invés da diluição de amostras. Por fim, idealizamos um último método, denominado FluoIMS, destinado a identificação qualitativa da presença de CCA através da microscopia de fluorescência. Este método, de detecção direta e de execução bastante simples, apresentou significativos índices de sensibilidade quando três lâminas individuais para cada amostra foram analisadas. Nossos resultados trazem grandes expectativas para a melhoria do diagnóstico dos muitos pacientes infectados por baixas cargas do Schistosoma mansoni, em diferentes fases da infecção, e apontam novas perspectivas para aplicação destes métodos no controle de cura pós-tratamento. / In this project, various candidate antigens for standardization of new diagnostic methods were tested for use at different phases of schistosome infection. Initially, the crude antigens of the parasite were analyzed, since their low cost and ease of obtaining deserve new approaches. Thus, antigens of adult worms, egg antigens, and tegument antigens of schistosomula were analyzed by means of sera of patients submitted to a rigorous parasitological diagnosis for determination of infection. When applied to the indirect method of ELISA, these antigens presented high sensitivity and specificity levels at different phases of murine infection. Based on these results, it was possible to confirm that the use of antigens obtained at different evolutive phases of the parasite acts as a potential tool for analysis of the chronological evolution of infection. When applied to human samples, the use of adult worm antigens was promising for diagnosis of patients living in endemic areas, and presenting low worm burden, with sensitivity and specificity levels of 95%. Under these conditions, they were considered superior than the egg antigens. The study related to tourists presenting acute phase of infection allowed the validation of the indirect technique of ELISA, with tegument antigens of schistosomula. This technique showed a significant sensitivity for identification of a large part of recently infected patients. Another approach used in this study involved the use of Circulating Cathodic Antigen (CCA), which was secreted/excreted by juvenile and adult worms, that were directed to development of new and promissing diagnostic methodologies. For this purpose, the CCA was used at different forms of antigens: as purified glycoprotein obtained from worms, as recombinant protein and as immunogenic peptides of 20 aminoacids. These antigens were used for standardization of the Immunomagnetic Separation Method, named IMS. The use of recombinant CCA in the indirect method of IMS showed the most significant levels of sensitivity and specificity, and no false-negative results could be detected. On the other hand, the use of purified glycoproteinCCA demonstrated to be superior for diagnosis of cure control. Based on these results, which were more promissing than the conventional ELISA, we started the final standardization of this technique for the direct detection of CCA in the same samples, in order to allow only the identification of active infections. For this purpose, specific monoclonal antibodies for glycoprotein CCA were produced and conjugated to merchandises. The choice of the clone was based on the lack of its specificity by the portion responsible for the cross-reactions of CCA, the glicidic portion Lewis x, and in order that a low level of cross-reactivity could be detected by this method, in future analyses. The new method IMS demonstrated high levels of sensitivity (94%) and specificity (100%), reaching superior levels than the ones showed by the current immunological methods, as well as presenting a direct correlation with those patients´worm burdens, which were obtained by fecal egg counts. The excellent results obtained in the present study regarding the detection of circulating antigen, that did not corroborate the results obtained in other published papers, are due to the new methodology used, that utilizes the concentration of these antigens and not the dilution of samples. Finally, we planned another method, named FluoIMS, for the qualitative identification of the presence of CCA by means of fluorescence microscopy. This method, offering direct detection and ease of execution, showed significant levels of sensitivity, when three individual glass-plates for each sample were analyzed. Our results offer great expectancy for the improvement of diagnosis of infected patients with low Schistosoma mansoni burdens, at different phases of infection, and indicate new perspectives for application of these methods in the post-treatment cure control
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Diagnóstico da esquistossomose mansoni em áreas de baixa transmissão: Avaliação de diferentes técnicas (KatoKatz, Gradiente Salínico, PCR-ELISA e qPCR), antes e após intervenção terapêutica

Siqueira, Liliane Maria Vidal January 2015 (has links)
Submitted by Nuzia Santos (nuzia@cpqrr.fiocruz.br) on 2015-11-23T14:45:37Z No. of bitstreams: 1 Tese_DIP_LilianeMariaVidalSiqueira_DIAGNÓSTICO DA ESQUISTOSSOMOSE MANSONI_2015.pdf: 4352109 bytes, checksum: a6f614437dca609f76b593ecec0689a9 (MD5) / Approved for entry into archive by Nuzia Santos (nuzia@cpqrr.fiocruz.br) on 2015-11-23T14:45:52Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese_DIP_LilianeMariaVidalSiqueira_DIAGNÓSTICO DA ESQUISTOSSOMOSE MANSONI_2015.pdf: 4352109 bytes, checksum: a6f614437dca609f76b593ecec0689a9 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-11-23T14:45:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Tese_DIP_LilianeMariaVidalSiqueira_DIAGNÓSTICO DA ESQUISTOSSOMOSE MANSONI_2015.pdf: 4352109 bytes, checksum: a6f614437dca609f76b593ecec0689a9 (MD5) Previous issue date: 2015 / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa René Rachou. Laboratório de Triatomíneos e Epidemiologia da Doença de Chagas. Belo Horizonte, MG, Brazil / Este estudo populacional foi realizado em duas localidades endêmicas para a esquistossomose, Tabuas e Estreito de Miralta, pertencentes ao município de Montes Claros, região norte de Minas Gerais, empregando-se duas técnicas parasitológicas e dois ensaios moleculares para o diagnóstico da esquistossomose mansoni. Uma amostra fecal foi obtida de todos participantes e examinada utilizando a técnica de Kato-Katz (24 lâminas = 1000 mg) e a técnica do Gradiente Salínico, utilizando duas porções de 500 mg, totalizando 1000 mg de fezes. Além disso, os ensaios de PCR-ELISA e qPCR foram realizados em DNA extraído de 1000 mg de fezes. Os resultados obtidos pelas diferentes técnicas foram analisados individualmente e comparativamente entre eles. Todos os indivíduos que apresentaram ovos de Schistosoma mansoni ou outros helmintos foram tratados com praziquantel ou Albendazol, respectivamente. Para avaliação de cura após o tratamento, amostras de fezes dos indivíduos positivos para S. mansoni, foram coletadas 30, 90 e 180 dias após o tratamento, e examinadas pelas técnicas parasitológicas e pelos ensaios moleculares. Na localidade de Tabuas, a taxa de positividade, obtida pelo exame de duas lâminas pela técnica de Kato-Katz, foi de 15,5% (23/148), pela análise de 24 lâminas de Kato-Katz 20,9% (31/148) e a obtida pela técnica do Gradiente Salínico foi de 29,0% (43/148) (p< 0,05). A prevalência obtida pela combinação dos resultados das duas técnicas parasitológicas foi de 31,0% (46/148). O ensaio de PCRELISA apresentou taxa de positividade de 25,0% (37/148) e ensaio de qPCR, 30,4% (45/148). Na localidade Estreito de Miralta, a taxa de positividade obtida pelo exame de duas lâminas pela técnica de Kato-Katz foi de 10,5% (15/142). As técnicas de Kato-Katz (24 lâminas) e do Gradiente Salínico revelaram taxas de positividade de 19,7% (28/142) e 18,3% (26/142) (p=0,802), respectivamente. A prevalência obtida pela combinação dos resultados das técnicas parasitológicas foi de 24,6% (35/142). O ensaio de qPCR apresentou taxa de positividade de 18,3% (26/142). Na localidade de Tabuas, as taxas de cura obtidas pelas técnicas parasitológicas Kato-Katz e Gradiente Salínico, 30, 90 e 180 dias após o tratamento foram 100%, 91,6% e 78,4%, respectivamente. Pelo ensaio de PCR-ELISA as taxas de cura obtidas foram de 89,7%, 88,8% e 67,5% e pelo ensaio de qPCR, as taxas de cura foram 100%, 83,3% e 62,1%, nas mesmas etapas de acompanhamento. Na localidade de Estreito de Miralta, as taxas de cura obtidas pelas técnicas de Kato-Katz e GS foram 93,3%, 96,9% e 96,5% (30, 90 e 180 dias após o tratamento, respectivamente) e pelo ensaio de qPCR foram 93,3%, 93,9% e 96,5% nas mesmas etapas de acompanhamento. Este estudo reforça a necessidade de se combinar técnicas com o objetivo de melhorar a acurácia diagnóstica, aumentando a chance de detectar indivíduos com carga parasitária baixa, reduzindo assim a contribuição destes para a manutenção da transmissão. / This populational study was conducted in two schistosomiasis endemic localities, Tabuas and Estreito de Miralta, municipality of Montes Claros, Minas Gerais state, using two parasitological techniques and two molecular assays for the diagnosis of schistosomiasis. One fecal sample was obtained from all participants and analyzed according to the Kato-Katz (KK) technique (24 slides = 1000 mg) and by Saline Gradient (SG) technique (using two portions of 500 mg, totalizing 1000 mg of feces). Moreover, the PCR-ELISA and qPCR assays were utilized for testing 1000 mg of feces. The results obtained by means of different techniques were individually analyzed and compared. All individuals who had Schistosoma mansoni eggs or other helminths were respectively treated with praziquantel or albendazol. For cure evaluation, samples of feces from individuals treated were collected 30, 90 and 180 days after treatment and examined by parasitological and molecular techniques. In Tabuas locality, the positivity rate obtained by the analysis of two and 24 KK slides were 15.5% (23/148) and 20.9% (31/148) respectively, both lower than that obtained by SG technique, 29.0% (43/148) (p< 0.05). The prevalence obtained by the combination of the parasitological techniques (KK + SG) was 31.0% (46/148). By the PCR-ELISA, the positivity rate was 25.0% (37/148), also lower than that obtained by the qPCR, 30.4% (45/148) (p< 0.05). In Estreito de Miralta locality, the SG and the qPCR showed the same positivity rate, 18.3% (26/142) and by the KK technique (24 slides) the positivity was 19.7% (28/142), no statistical difference was detected (p= 0.802). The prevalence obtained by the parasitological techniques (KK + SG) was 24.6% (35/142). The cure rates obtained by the KK and SG 30, 90 and 180 days after treatment, in the Tabuas locality, were 100%, 91.6% and 78.4%, respectively. By the PCR-ELISA assay, the cure rates were 89.7%, 88.8% e 67.5% and by the qPCR assay were 100%, 83.3% and 62.1% in the same followed-up steps. In Estreito de Miralta, the cure rates obtained by KK and SG were 93.3%, 96.9% e 96.5% (30, 90 and 180 after treatment, respectively) and by the qPCR the cure rates were 93.3%, 93.9% e 96.5% in the same followed-up steps. This study reinforces the need of combining techniques to improve the diagnosis accuracy, increasing from this way the detection of individuals with low parasite burden and for the cure assessment, as an important tool for disease transmission control.
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Estudo comparativo da acurácia de diferentes técnicas para o diagnóstico laboratorial da esquistossomose mansoni em áreas de baixa endemicidade / Comparative study of the accuracy of different techniques for the laboratory diagnosis of schistosomiasis mansoni in low endemicity areas

Maria Cristina Carvalho do Espírito Santo 10 March 2014 (has links)
INTRODUÇÃO: A esquistossomose se constitui em grande problema de saúde pública, sendo que estimativas apontam para 200 milhões de pessoas infectadas no mundo. No Brasil atinge 19 unidades federadas, apresentando áreas de alta e média endemicidade e, em uma grande extensão, áreas de baixa endemicidade. O município de Barra Mansa, Rio de Janeiro, Brasil, apresenta uma prevalência estimada de 1%. As áreas de baixa endemicidade (ABE) representam um novo desafio para o controle dessa helmintose, pois cerca de 75% dos indivíduos infectados são assintomáticos e cursam com infecções de baixa carga parasitária (<100 ovos por grama de fezes), ocorrendo uma diminuição da sensibilidade das técnicas parasitológicas de fezes, que são referência para o diagnóstico laboratorial dessa helmintose. OBJETIVO: Comparar o desempenho das técnicas de Kato-Katz (KK) e Hoffman, Pons e Janer (HH), do ensaio de ELISA-IgG e ELISA-IgM, da técnica de Imunofluorescência Indireta (RIFI), da técnica de qPCR TaqMan® em amostras de fezes e de soro (qPCR-fezes e qPCR-soro), tendo como referência a Reação Periovular (RPO), por meio de inquérito epidemiológico para obtenção de amostras de fezes e soro de indivíduos randomizados residentes nos bairros de Cantagalo, Nova Esperança, Santa Clara, São Luiz e Siderlândia, Barra Mansa/RJ. MÉTODOS: Estudo de corte transversal, no período de abril a dezembro de 2011, de amostragem probabilística, sendo coletadas 610 amostras de fezes e 612 amostras de soro. As técnicas de investigação diagnóstica laboratorial foram: KK e HH, ELISA-IgG e ELISA-IgM, RIFI-IgM, RPO, qPCR-fezes e qPCR-soro. RESULTADOS: Observaram-se os seguintes resultados, obtidos das diferentes técnicas diagnósticas: KK e HH, 0,8% (n=5); ELISA-IgG, 11,6% (n=71); ELISA-IgM, 21,4% (n=131); RIFI-IgM, 15,8 (n=97); RPO, 5,4% (n=33); qPCR-fezes, 9,8% (n=60); qPCR-soro, 1,5% (n=9). A maior positividade foi obtida no ensaio ELISA-IgM (21,4%), enquanto as técnicas de KK e HH foram as que menos denunciaram a presença da infecção (0,8%). Na comparação com a RPO, exceto a qPCR-soro, todas as outras técnicas apresentaram diferença estatisticamente significante na positividade (p < 0,05) e boa acurácia (82% a 95,5%), porém baixa concordância, sendo a melhor com ELISA-IgG (Kappa=0,377) e RIFI (Kappa=0,347). Na associação entre as variáveis sociodemográficas e as técnicas diagnósticas utilizadas, observou-se diferença estatisticamente significante (p =< 0,05) entre a variável residir no bairro Santa Clara, exceto com a técnica de qPCR-soro. CONCLUSÕES: As taxas de positividade das técnicas parasitológicas ficaram muito aquém daquelas apresentadas pelas outras técnicas. Vigilância inadequada nas áreas de baixa endemicidade de esquistossomose pode resultar na transformação das mesmas em áreas de média e alta endemicidade. Este estudo apresenta uma perspectiva de controle que aponta para a possibilidade de utilização de ferramentas laboratoriais combinadas para a identificação de casos nas áreas de baixa endemicidade / INTRODUCTION: Schistosomiasis constitutes a major public health problem, and estimates suggest that 200 million people are infected worldwide. In Brazil, it is reported in 19 federal units, showing areas of high and medium endemicity and a wide range of areas of low endemicity. Barra Mansa, Rio de Janeiro, Brazil, has an estimated prevalence of 1%. Areas of low endemicity (ALE) represent a new challenge for the helminth control because about 75% of infected individuals are asymptomatic and infections occur with low parasite load (< 100 eggs per gram of feces), causing a decrease in sensitivity of stool parasitological techniques, which are a reference for the laboratory diagnosis of this helminth. OBJECTIVE: To compare the performance of the techniques of Kato-Katz (KK), Hoffman, Pons and Janer (HH), ELISA-IgG and ELISA-IgM, the Indirect Immunofluorescence Technique (IFT) and the qPCR technique in samples of serum and stool (qPCR in feces and serum) using the Circumoval Precipitin Test (COPT) as reference, and epidemiological survey to obtain stool samples and sera from randomized residents in the neighborhoods of Cantagalo, Nova Esperança, Santa Clara, São Luiz and Siderlândia, Barra Mansa/RJ. METHODS: A cross-sectional study conducted from April to December 2011, using a probabilistic sampling that collected 610 fecal samples and 612 serum samples. The laboratory diagnostic techniques used were: KK and HH, ELISA-IgG and ELISA-IgM, IFA-IgM, COPT, qPCR-stool and qPCR-serum. RESULTS: We obtained the following results from different diagnostic techniques: KK and HH, 0.8% (n=5); ELISA-IgG, 11.6% (n=71); ELISA-IgM, 21.4% (n=131); IFA-IgM 15.8 (n=97); RPO 5.4% (n=33); qPCR-stools, 9.8% (n=60) and qPCR-serum, 1 5% (n=9). ELISA-IgM (21.4%) presented the highest positivity while the techniques of HH and KK were the least sensitive to indicate the presence of infection (0.8%). In comparison with COPT, except for qPCR-serum, all other techniques showed a statistically significant difference in positivity (p < 0.05) and high accuracy (from 82% to 95.5%), but poor agreement, and the best one was with ELISA-IgG (Kappa=0.377) and IFA (Kappa=0.347). Concerning the association between sociodemographic variables and diagnostic techniques used, we observed a statistically significant difference (p =< 0.05) between the variable living in the Santa Clara neighborhood with all techniques except qPCR-serum. CONCLUSIONS: The positivity rate of parasitological techniques was far from that presented by other techniques. The lack of adequate surveillance in areas of low endemicity of schistosomiasis may turn them into areas of medium and high endemicity. This study presents a control perspective, pointing to the possibility of using these combined laboratory tools in the diagnosis of schistosomiasis in low endemicity areas
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Estudo comparativo da acurácia de diferentes técnicas para o diagnóstico laboratorial da esquistossomose mansoni em áreas de baixa endemicidade / Comparative study of the accuracy of different techniques for the laboratory diagnosis of schistosomiasis mansoni in low endemicity areas

Santo, Maria Cristina Carvalho do Espírito 10 March 2014 (has links)
INTRODUÇÃO: A esquistossomose se constitui em grande problema de saúde pública, sendo que estimativas apontam para 200 milhões de pessoas infectadas no mundo. No Brasil atinge 19 unidades federadas, apresentando áreas de alta e média endemicidade e, em uma grande extensão, áreas de baixa endemicidade. O município de Barra Mansa, Rio de Janeiro, Brasil, apresenta uma prevalência estimada de 1%. As áreas de baixa endemicidade (ABE) representam um novo desafio para o controle dessa helmintose, pois cerca de 75% dos indivíduos infectados são assintomáticos e cursam com infecções de baixa carga parasitária (<100 ovos por grama de fezes), ocorrendo uma diminuição da sensibilidade das técnicas parasitológicas de fezes, que são referência para o diagnóstico laboratorial dessa helmintose. OBJETIVO: Comparar o desempenho das técnicas de Kato-Katz (KK) e Hoffman, Pons e Janer (HH), do ensaio de ELISA-IgG e ELISA-IgM, da técnica de Imunofluorescência Indireta (RIFI), da técnica de qPCR TaqMan® em amostras de fezes e de soro (qPCR-fezes e qPCR-soro), tendo como referência a Reação Periovular (RPO), por meio de inquérito epidemiológico para obtenção de amostras de fezes e soro de indivíduos randomizados residentes nos bairros de Cantagalo, Nova Esperança, Santa Clara, São Luiz e Siderlândia, Barra Mansa/RJ. MÉTODOS: Estudo de corte transversal, no período de abril a dezembro de 2011, de amostragem probabilística, sendo coletadas 610 amostras de fezes e 612 amostras de soro. As técnicas de investigação diagnóstica laboratorial foram: KK e HH, ELISA-IgG e ELISA-IgM, RIFI-IgM, RPO, qPCR-fezes e qPCR-soro. RESULTADOS: Observaram-se os seguintes resultados, obtidos das diferentes técnicas diagnósticas: KK e HH, 0,8% (n=5); ELISA-IgG, 11,6% (n=71); ELISA-IgM, 21,4% (n=131); RIFI-IgM, 15,8 (n=97); RPO, 5,4% (n=33); qPCR-fezes, 9,8% (n=60); qPCR-soro, 1,5% (n=9). A maior positividade foi obtida no ensaio ELISA-IgM (21,4%), enquanto as técnicas de KK e HH foram as que menos denunciaram a presença da infecção (0,8%). Na comparação com a RPO, exceto a qPCR-soro, todas as outras técnicas apresentaram diferença estatisticamente significante na positividade (p < 0,05) e boa acurácia (82% a 95,5%), porém baixa concordância, sendo a melhor com ELISA-IgG (Kappa=0,377) e RIFI (Kappa=0,347). Na associação entre as variáveis sociodemográficas e as técnicas diagnósticas utilizadas, observou-se diferença estatisticamente significante (p =< 0,05) entre a variável residir no bairro Santa Clara, exceto com a técnica de qPCR-soro. CONCLUSÕES: As taxas de positividade das técnicas parasitológicas ficaram muito aquém daquelas apresentadas pelas outras técnicas. Vigilância inadequada nas áreas de baixa endemicidade de esquistossomose pode resultar na transformação das mesmas em áreas de média e alta endemicidade. Este estudo apresenta uma perspectiva de controle que aponta para a possibilidade de utilização de ferramentas laboratoriais combinadas para a identificação de casos nas áreas de baixa endemicidade / INTRODUCTION: Schistosomiasis constitutes a major public health problem, and estimates suggest that 200 million people are infected worldwide. In Brazil, it is reported in 19 federal units, showing areas of high and medium endemicity and a wide range of areas of low endemicity. Barra Mansa, Rio de Janeiro, Brazil, has an estimated prevalence of 1%. Areas of low endemicity (ALE) represent a new challenge for the helminth control because about 75% of infected individuals are asymptomatic and infections occur with low parasite load (< 100 eggs per gram of feces), causing a decrease in sensitivity of stool parasitological techniques, which are a reference for the laboratory diagnosis of this helminth. OBJECTIVE: To compare the performance of the techniques of Kato-Katz (KK), Hoffman, Pons and Janer (HH), ELISA-IgG and ELISA-IgM, the Indirect Immunofluorescence Technique (IFT) and the qPCR technique in samples of serum and stool (qPCR in feces and serum) using the Circumoval Precipitin Test (COPT) as reference, and epidemiological survey to obtain stool samples and sera from randomized residents in the neighborhoods of Cantagalo, Nova Esperança, Santa Clara, São Luiz and Siderlândia, Barra Mansa/RJ. METHODS: A cross-sectional study conducted from April to December 2011, using a probabilistic sampling that collected 610 fecal samples and 612 serum samples. The laboratory diagnostic techniques used were: KK and HH, ELISA-IgG and ELISA-IgM, IFA-IgM, COPT, qPCR-stool and qPCR-serum. RESULTS: We obtained the following results from different diagnostic techniques: KK and HH, 0.8% (n=5); ELISA-IgG, 11.6% (n=71); ELISA-IgM, 21.4% (n=131); IFA-IgM 15.8 (n=97); RPO 5.4% (n=33); qPCR-stools, 9.8% (n=60) and qPCR-serum, 1 5% (n=9). ELISA-IgM (21.4%) presented the highest positivity while the techniques of HH and KK were the least sensitive to indicate the presence of infection (0.8%). In comparison with COPT, except for qPCR-serum, all other techniques showed a statistically significant difference in positivity (p < 0.05) and high accuracy (from 82% to 95.5%), but poor agreement, and the best one was with ELISA-IgG (Kappa=0.377) and IFA (Kappa=0.347). Concerning the association between sociodemographic variables and diagnostic techniques used, we observed a statistically significant difference (p =< 0.05) between the variable living in the Santa Clara neighborhood with all techniques except qPCR-serum. CONCLUSIONS: The positivity rate of parasitological techniques was far from that presented by other techniques. The lack of adequate surveillance in areas of low endemicity of schistosomiasis may turn them into areas of medium and high endemicity. This study presents a control perspective, pointing to the possibility of using these combined laboratory tools in the diagnosis of schistosomiasis in low endemicity areas
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Medida da pressão e tensão da parede de varizes esofagianas em pacientes com esquistossomose mansônica hepato-esplênica com e sem antecedente de hemorragia digestiva / -

Fabio Kassab 14 April 2005 (has links)
O objetivo desse estudo foi comparar a pressão das varizes (PV), a tensão da parede (TP) e parâmetros endoscópicos, ultra-sonográficos e de Doppler em esquistossomóticos com (grupo I, n=7) e sem (grupo II, n=12) antecedente de sangramento. A PV and a TP no grupo I foi 14,7±3,0 mm Hg e 526,1±234,4, em contraste com 11,0±2,0 and 340,8±103,8 no grupo II (p=0,0053). PV acima de 12 mmHg foi observada em 71% dos casos com sangramento prévio e em 8% daqueles que nunca sangraram (0,0095). A PV correlacionou-se significantemente com a TP (p=0,0022). Nenhum parâmetro endoscópico, ultra-sonográfico ou de Doppler foi capaz de diferenciar os grupos I e II / This study was undertaken to compare variceal pressures (VP), wall tensions (WT), and endoscopic, ultrasound and Doppler parameters in schistosomiasis patients with (group I, n=7) and without (group II, n=12) previous bleeding. The VP and the WT in group I were 14.7±3.0 mm Hg and 526.1±234.4 respectively, in contrast to 11.0±2.0 and 340.8±103.8 in the group II (p=0,0053). VP over 12 mmHg was found in 71% of the patients with previous hemorrhage, compared with 8% of patients who had never bled (0,0095). VP significantly correlated with WT (p=0,0022). No endoscopic, ultrasound or Doppler parameters were shown to be different in patients with and without previous bleeding
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Medida da pressão e tensão da parede de varizes esofagianas em pacientes com esquistossomose mansônica hepato-esplênica com e sem antecedente de hemorragia digestiva / -

Kassab, Fabio 14 April 2005 (has links)
O objetivo desse estudo foi comparar a pressão das varizes (PV), a tensão da parede (TP) e parâmetros endoscópicos, ultra-sonográficos e de Doppler em esquistossomóticos com (grupo I, n=7) e sem (grupo II, n=12) antecedente de sangramento. A PV and a TP no grupo I foi 14,7±3,0 mm Hg e 526,1±234,4, em contraste com 11,0±2,0 and 340,8±103,8 no grupo II (p=0,0053). PV acima de 12 mmHg foi observada em 71% dos casos com sangramento prévio e em 8% daqueles que nunca sangraram (0,0095). A PV correlacionou-se significantemente com a TP (p=0,0022). Nenhum parâmetro endoscópico, ultra-sonográfico ou de Doppler foi capaz de diferenciar os grupos I e II / This study was undertaken to compare variceal pressures (VP), wall tensions (WT), and endoscopic, ultrasound and Doppler parameters in schistosomiasis patients with (group I, n=7) and without (group II, n=12) previous bleeding. The VP and the WT in group I were 14.7±3.0 mm Hg and 526.1±234.4 respectively, in contrast to 11.0±2.0 and 340.8±103.8 in the group II (p=0,0053). VP over 12 mmHg was found in 71% of the patients with previous hemorrhage, compared with 8% of patients who had never bled (0,0095). VP significantly correlated with WT (p=0,0022). No endoscopic, ultrasound or Doppler parameters were shown to be different in patients with and without previous bleeding

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