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Fatores que interferem na comunicação conjulgal e suas repercussões na famíliaSilva Filho, Francisco Dias da 06 June 2012 (has links)
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Previous issue date: 2012-06-06 / This research investigated the factors that interfere in marital communication and its family repercussions. It is known that communication problems stand in marital relationships and cause difficulties not only for the couple but also for the children and the living of them before society. This is marked as a qualitative research which had as participants, 07 (seven) families constituted of heterosexual couples who live together for more than five years, have children and are considered lower-income people and they already had or they are still facing crises in their relationship. The researched families had an average of two children aged between 03 and 16 years old. The average ages of the spouses ranged from 31 to 43 years old
and the marital living reached 12 years and two months long. The instruments used were: a Semi-Structured Interview and the Structured Family Interview (EFE) of Terezinha Féres-
Carneiro (2005). To collect the obtained material we filmed and we recorded the participants' speeches; it was also used the Technique of Thematic Content Analysis. The analysis of the EFE was made based on the indicators themselves already validated in Brazil. Results showed that all couples started a relationship because of an unexpected pregnancy before the exercise of conjugality which served as a predictor of communication difficulties from the start of marital living. Couples surveyed and their families currently face difficulties because of financial problems, interference from background family, lack of individualization, poor
housing conditions, difficulties on interpretation of communication from the spouse which has directly affected their children and the social environment in which they live in. According to data obtained through this research, it is confirmed the relevance of studies on marital communication in marital relationship and the need to support and sponsor more systematic studies into this area in order to subsidize psychology professionals and the several areas
which work with couples and family such as: churches, community associations and government programs directed toward this purpose, such as the Program of Family Health -
PSF / Esta pesquisa investigou os fatores que interferem na comunicação conjugal e suas repercussões na família. Sabe-se que problemas de comunicação se interpõem nas relações
conjugais e provocam dificuldades não apenas para o casal como também para os filhos e o convívio desses em sociedade. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, que teve
como participantes 07 (sete) famílias, constituídas por casais heterossexuais, que convivem juntos há mais de cinco anos, possuem filhos/as, da camada social de baixa renda e que já
tiveram ou estão enfrentado crises em seu relacionamento. As famílias pesquisadas tinham, em média, dois filhos com idade entre 03 e 16 anos. A idade dos cônjuges variou entre 31 a
43 anos e o tempo médio de convivência foi de 11 anos. Os instrumentos utilizados foram: uma Entrevista Semi-Estruturada e a Entrevista Familiar Estruturada (EFE), de Terezinha Féres-Carneiro (2005). Para coletar o material obtido filmamos e gravamos as falas dos participantes. Após sua transcrição, elas foram analisadas através da Técnica da Análise de Conteúdo Temática. A análise da EFE foi feita com base nos indicadores próprios já validados no Brasil. Os resultados obtidos mostraram que todos os casais iniciaram a relação por causa de uma gravidez inesperada, antes do exercício da conjugalidade, o que serviu de preditor de dificuldades comunicacionais desde o primeiro momento de convivência. Os casais pesquisados e suas respectivas famílias vivenciam dificuldades atualmente por causa de: interferência da família de origem; dificuldades financeiras; baixa qualidade do ambiente de moradia; falta de lazer e individualização dos casais e dos filhos; falta de interação conjugal, tanto entre o casal quanto no meio social em que vivem; dificuldade de
interpretação da comunicação do(a) cônjuge, o que tem afetado diretamente na criação dos filhos. De acordo com os dados obtidos, confirmamos a relevância de estudos sobre a
comunicação no relacionamento conjugal e também a necessidade de se apoiar e patrocinar mais estudos sistemáticos nesta área, no sentido de auxiliar os profissionais de psicologia e das diversas áreas que trabalham com casais e família, tais como: Associações Comunitárias, Igrejas e Programas de Governo Municipal, Estadual e Federal, voltados para essa finalidade, a exemplo do Programa de Saúde da Família PSF
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Recasamento: percepções e vivências dos filhos do primeiro casamentoAmaral, Daniela Heitzmann 22 June 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010-06-22 / Remarriage is occurring with great frequency, mainly due to the number of separations and divorces. Adaptation between the several members, in this new family, can bring them a lot of suffering, due the need of knowledge, time and flexibility that such configuration demands. The children, especially, can suffer loneliness, abandonment, identity and loyalty conflicts, among others, and develop symptoms and difficulties that need to be understood and faced. The present research has investigated how children understood and experienced the changes that occurred in their lives in due to remarriage of one or both parents. It is a qualitative research attended by four adolescents and young adults, aged between 15 and 24 years, single, middle-class, who have answered a semi-directed interview, composed of questions referring to the study goals and socio-demographic data of the participants. The answers to the interview were analyzed based on the following themes: parent relationship before and after remarriage; living experience with the stepparent; organization of the fraternal subsystem; fraternal relationship peculiarities; new family, new rules; children expectations in the remarried family. It can be concluded that, besides initial troubles due to changes in the physical structure (loss of privacy), routine (new habits and rules), and house dynamics, with introduction of new characters (stepparent, stepbrothers and political or convivial brothers), the participants referred more positive than negative aspects in this configuration, except in one case that presents troubles in interaction and living with the stepmother. It is expected to contribute in a way to broaden the understanding and visibility of this family configuration, as well as provide subsidies for the work of professionals
that deal with families, adolescents and young adults, since research related to this subject is scarce in the northeastern reality. / O recasamento tem ocorrido com bastante frequência, principalmente, como decorrência do número de separações e divórcios. A adaptação entre os diversos membros, nesta nova família, pode trazer-lhes muito sofrimento, dada a necessidade de conhecimento, tempo e flexibilidade que tal configuração demanda. Os filhos, especialmente, podem sentir solidão, abandono, conflitos de identidade e de lealdade, entre outros, e desenvolver sintomas ou dificuldades que precisam ser compreendidas e enfrentadas. Pela presente pesquisa buscamos compreender a percepção dos filhos ante as mudanças ocorridas em suas vidas devido ao processo de recasamento de um ou de ambos os genitores no âmbito da convivência familia. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, da qual participaram quatro adolescentes e jovens adultos, com idades entre 15 e 24 anos, solteiros, de camada média, que responderam a uma entrevista conduzida de forma semidirigida, composta por questões referentes aos objetivos do estudo e a dados sóciodemográficos dos participantes. As respostas à entrevista foram analisadas com base nos seguintes temas: relacionamento dos genitores antes e após o recasamento; convívio com o(a) padrasto/madrasta; organização do subsistema fraterno; peculiaridades do relacionamento fraterno; nova família, novas regras; expectativas dos filhos na família recasada. Pode-se concluir que, apesar das dificuldades iniciais devidas às alterações na estrutura física (perda de privacidade), na rotina (novos hábitos e regras) e na dinâmica da casa, com a introdução de novos personagens (padrasto/madrasta, meio-irmãos e irmãos políticos ou de convívio), os participantes relataram mais aspectos positivos do que negativos nesta configuração, exceto em um caso que apresenta dificuldades na interação e no convívio com a madrasta. Espera-se poder contribuir no sentido de ampliar a compreensão e a visibilidade dessa configuração familiar, como também proporcionar subsídios para o trabalho de profissionais que lidam com famílias, adolescentes e jovens, uma vez que pesquisas relacionadas ao tema são escassas na realidade nordestina.
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HIV/Aids na velhice : a fala dos idosos soropositivos na cidade do RecifeJuliana Monteiro Costa 26 April 2013 (has links)
Embora a velhice seja uma realidade biológica, os significados que lhe são atribuídos são construções sociais e históricas. O aumento de casos de HIV/Aids entre pessoas acima de 60
anos tem sido reportado por pesquisadores, pois os dados mostram o crescimento de casos proporcionais de HIV/Aids entre idosos comparado com outras faixas de idade. Entre as razões para essa progressão está a desinformação desse público no que se refere ao autocuidado, a maior oferta de fármacos contra disfunção erétil, o baixo uso de preservativos nessa geração e o atraso no diagnóstico. O objetivo deste trabalho foi compreender as repercussões biopsicossociais de conviver com HIV/Aids para idosos na cidade do Recife. Participaram nove idosos (quatro do sexo feminino e cinco do sexo masculino), na faixa etária compreendida entre 60 e 76 anos, residentes na cidade do Recife, que estavam em tratamento e/ou acompanhamento no SAE (Serviço de Assistência Especializada em HIV/Aids) da Policlínica Lessa de Andrade. Foi realizada uma entrevista conduzida de forma semidirigida e organizada a partir de um roteiro previamente estabelecido, que foi gravada e transcrita. As informações colhidas foram analisadas com base na Técnica de Análise de Conteúdo Temática. Os resultados mais expressivos apontaram: o impacto do diagnóstico de HIV/Aids no paciente, acompanhado de sentimentos de tristeza, revolta, culpa, desespero, aprisionamento e medo; preconceito e abandono por parte de alguns familiares, amigos e vizinhos que fazem parte do cotidiano desses idosos; uma dimensão ontológica da sexualidade, rompendo com o estereótipo da velhice marcada pela assexualidade, recolhimento e passividade; as construções de gênero e a representação social da Aids associadas como a doença do outro como fatores determinantes para a percepção da invulnerabilidade ao HIV/Aids entre pessoas desse grupo etário; a espiritualidade como sustentação, dimensão que serve para apaziguar a dor e o sofrimento diante da sorologia positiva para o HIV; saúde física dos idosos comprometida em virtude da destruição progressiva e gradativa das células de defesa do organismo associada às doenças inerentes à velhice; o despreparo por parte da equipe de saúde para lidar com o HIV/Aids nessa
faixa etária, ocasionando o diagnóstico tardio. Este trabalho teve, portanto, o intuito de contribuir para iluminar o campo de saberes e práticas que têm como horizonte de preocupações
éticas e políticas a diminuição da vulnerabilidade dos idosos ao HIV/Aids.
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HIV/Aids na velhice : a fala dos idosos soropositivos na cidade do RecifeCosta, Juliana Monteiro 26 April 2013 (has links)
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Previous issue date: 2013-04-26 / Although aging is a biological reality, the meanings attributed to it are social and historical constructions. The increase in cases of HIV/Aids among people over sixty years has been reported by researchers because the data show an increase in cases proportion of HIV/Aids among older adults compared with other age groups. Among the reason for this increase is the misinformation of this public regarding the self-care,
greater avaliability of drugs for erectile dysfunction, low use of condoms in this generation and delayed diagnosis. The objective of this study was to understand the meaning and implications of the biopsychosocial experience of living with HIV/Aids for the elderly in the city of Recife. Participated in nine elders (four females and five males), an age comprised between 60 and 76 years, living in Recife who were in
treatment and/or monitoring the SAE (Service Specializing in Assisting HIV/Aids) of Polyclinic Lessa de Andrade. The survey was conducted in a semi-directed, organized from a script previously drafted, which were recorded and transcribed. The most significant results showed: the impact of the diagnosis of HIV/Aids accompanied by feelings of anger, guilt, embarrassment, fear, prejudice and abandonment by family,
friends and neighbors that are part of everyday life of the elderly; an ontological dimension of sexuality, breaking the stereotype of old age marked by assexuality, gathering and passivity, the constructions of gender and social representation of Aids associated as the disease of the older as determining factors for the perceived invulnerability to HIV/Aids among people in this age group; spirituality as support, something that came to appease the pain and suffering in the face of positive sorology for HIV; compromised physical health of the elderly due to the gradual and progressive destruction of the body's defense cells associated with old age; lack of preparation on the part of the healthcare team to deal with HIV / AIDS in this age group, resulting in late diagnosis. This work had therefore the aim of contributing to illiminate the field knowledge and practices whose horizon of ethical concerns and policies to reduce vulnerability of the
elderly to HIV/Aids. / Embora a velhice seja uma realidade biológica, os significados que lhe são atribuídos são construções sociais e históricas. O aumento de casos de HIV/Aids entre pessoas acima de 60
anos tem sido reportado por pesquisadores, pois os dados mostram o crescimento de casos proporcionais de HIV/Aids entre idosos comparado com outras faixas de idade. Entre as razões para essa progressão está a desinformação desse público no que se refere ao autocuidado, a maior oferta de fármacos contra disfunção erétil, o baixo uso de preservativos nessa geração e o atraso no diagnóstico. O objetivo deste trabalho foi compreender as repercussões biopsicossociais de conviver com HIV/Aids para idosos na cidade do Recife. Participaram nove idosos (quatro do sexo feminino e cinco do sexo masculino), na faixa etária compreendida entre 60 e 76 anos, residentes na cidade do Recife, que estavam em tratamento e/ou acompanhamento no SAE (Serviço de Assistência Especializada em HIV/Aids) da Policlínica Lessa de Andrade. Foi realizada uma entrevista conduzida de forma semidirigida e organizada a partir de um roteiro previamente estabelecido, que foi gravada e transcrita. As informações colhidas foram analisadas com base na Técnica de Análise de Conteúdo Temática. Os resultados mais expressivos apontaram: o impacto do diagnóstico de HIV/Aids no paciente, acompanhado de sentimentos de tristeza, revolta, culpa, desespero, aprisionamento e medo; preconceito e abandono por parte de alguns familiares, amigos e vizinhos que fazem parte do cotidiano desses idosos; uma dimensão ontológica da sexualidade, rompendo com o estereótipo da velhice marcada pela assexualidade, recolhimento e passividade; as construções de gênero e a representação social da Aids associadas como a doença do outro como fatores determinantes para a percepção da invulnerabilidade ao HIV/Aids entre pessoas desse grupo etário; a espiritualidade como sustentação, dimensão que serve para apaziguar a dor e o sofrimento diante da sorologia positiva para o HIV; saúde física dos idosos comprometida em virtude da destruição progressiva e gradativa das células de defesa do organismo associada às doenças inerentes à velhice; o despreparo por parte da equipe de saúde para lidar com o HIV/Aids nessa
faixa etária, ocasionando o diagnóstico tardio. Este trabalho teve, portanto, o intuito de contribuir para iluminar o campo de saberes e práticas que têm como horizonte de preocupações
éticas e políticas a diminuição da vulnerabilidade dos idosos ao HIV/Aids.
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