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X-Spread : um mecanismo automático para propagação da evolução de esquemas para documentos XML / X-Spread : an automatic mechanism for propagation of schema evolution to XML documents

Silveira, Vincent Nelson Kellers da January 2007 (has links)
Assim como as aplicações, as bases de dados evoluem ao longo do tempo. Esta evolução ocorre em função de alterações de cunho técnico ou por alterações na realidade modelada pela base de dados. Bases de dados semiestruturados, compostas por esquemas e documentos XML, são afetadas por esta evolução de uma maneira diversa daquela observada em bases de dados relacionais. Modificações em esquemas podem levar bases de dados semiestruturados a um estado inconsistente, pois as instâncias podem tornar-se incompatíveis com as definições mais recentes dos esquemas. Em bancos de dados relacionais, modificações que levem a base a um estado inválido são bloqueadas pelo sistema gerenciador. Em bases de dados semiestruturados sem um sistema gerenciador, modificações no esquema não podem ser bloqueadas em função das instâncias existentes, em função da ausência do gerenciador. Trabalhos acadêmicos e comerciais na área de evolução de esquemas XML modelam diferentes aspectos deste processo, mas usualmente não abordam o efeito que a evolução do esquema possui sobre as instâncias existentes. As soluções propostas para este problema usualmente demandam intervenção do administrador do banco de dados na adaptação das instâncias ou a utilização de uma interface específica para edição do esquema. Este trabalho especifica o X-Spread, um mecanismo automático para propagação de modificações em esquemas para documentos XML. O X-Spread monitora periodicamente esquemas XML, e ao identificar modificações em um esquema, inicia a revalidação dos documentos que referenciam o esquema modificado. A revalidação analisa somente as porções dos documentos correspondentes às porções modificadas no esquema. Documentos considerados inválidos no processo de revalidação serão submetidos ao processo de adaptação, a fim de tornarem-se novamente compatíveis com as definições do esquema. A arquitetura proposta para o X-Spread permite o seu emprego em diferentes cenários de utilização de bases de dados semiestruturados. A mesma arquitetura proposta para revalidação e adaptação de documentos XML é aplicável a mensagens XML trocadas entre aplicações através de uma rede de dados. Ao administrador do banco de dados semiestruturado é oferecida a flexibilidade de utilização de qualquer ferramenta desejada para edição do esquema, bem como a possibilidade de restringir conforme suas necessidades o conjunto de operações de revalidação e adaptação executadas pelo X-Spread. A principal contribuição do X-Spread é a modelagem de todas as fases do processo de evolução de esquemas e dos processos de revalidação e adaptação de documentos XML. O processos definidos aplicam-se a documentos armazenados em um servidor de arquivos e a documentos transmitidos entre diferentes aplicações através de uma rede de dados. / Like applications, databases evolve as time goes by. Evolution can occur due to technical changes or due to changes in the modeled reality. Semistructured databases, composed by schema and XML documents, are not affected by evolution as relational databases. Changes to semistructured schema can lead the database to an inconsistent state, since instances can become invalid with respect to the most recent schema definitions. Modifications that lead the database to an inconsistent state are blocked by the management system of relational databases. Semistructured databases with no management system can not have this kind of modification blocked due to the lack of management system. Academic and commercial research on XML schema evolution models different evolution aspects, but usually the effect that evolution has on existing database instances is not investigaed. When this effect is subject of investigation, the proposed solutions usually require database administrator intervention in the instance adaptation process or usage of an specific schema update interface. This work specifies X-Spread, an automatic mechanism for propagation of schema modification to XML documents. X-Spread periodically monitors XML schemata, and upon identification of changes, revalidation of documents with references to the changed schema is started. Revalidation takes into account only items in the document equivalent to items modified in the schema. Documents considered invalid during the revalidation process are subjected to the adaptation process, in order to become once again valid with respect to the schema. The X-Spread architecture supports different scenarios of semistructured databases usage. This architecture can also be used for revalidation and adaptation of XML messages exchanged by applications over a network. To the database administrator is offered the flexibility of choice on schema edit tool, as well as the ability to restrict the set of operations executed by X-Spread during the revalidation and adaptation processes. The main contribution of X-Spread is the modeling of all schema evolution phases as well as the XML document revalidation and adaptation processes modeling. These processes here defined are suitable to XML documents stored in a file server as well as XML messages exchanged by application over a network.
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Formalização do processo de tradução de consultas em ambientes de integração de dados XML / Formalization of a query translation process in XML data integration

Alves, Willian Bruno Gomes January 2008 (has links)
A fim de consultar uma mesma informação em fontes XML heterogêneas seria desejável poder formular uma única consulta em relação a um esquema global conceitual e então traduzi-la automaticamente para consultas XML para cada uma das fontes. CXPath (Conceptual XPath) é uma proposta de linguagem para consultar fontes XML em um nível conceitual. Essa linguagem foi desenvolvida para simplificar o processo de tradução de consultas em nível conceitual para consultas em nível XML. Ao mesmo tempo, a linguagem tem como objetivo a facilidade de aprendizado de sua sintaxe. Por essa razão, sua sintaxe é bastante semelhante à da linguagem XPath utilizada para consultar documentos XML. Nesta dissertação é definido formalmente o mecanismo de tradução de consultas em nível conceitual, escritas em CXPath, para consultas em nível XML, escritas em XPath. É mostrado o tratamento do relacionamento de herança no mecanismo de tradução, e é feita uma discussão sobre a relação entre a expressividade do modelo conceitual e o mecanismo de tradução. Existem situações em que a simples tradução de uma consulta CXPath não contempla alguns resultados, pois as fontes de dados podem ser incompletas. Neste trabalho, o modelo conceitual que constitui o esquema global do sistema de integração de dados é estendido com dependências de inclusão e o mecanismo de resolução de consultas é modificado para lidar com esse tipo de dependência. Mais especificamente, são apresentados mecanismos de reescrita e eliminação de redundâncias de consultas a fim de lidar com essas dependências. Com o aumento de expressividade do esquema global é possível inferir resultados, a partir dos dados disponíveis no sistema de integração, que antes não seriam contemplados com a simples tradução de uma consulta. Também é apresentada a abordagem para integração de dados utilizada nesta dissertação de acordo com o arcabouço formal para integração de dados proposto por (LENZERINI, 2002). De acordo com o autor, tal arcabouço é geral o bastante para capturar todas as abordagens para integração de dados da literatura, o que inclui a abordagem aqui mostrada. / In order to search for the same information in heterogeneous XML data sources, it would be desirable to state a single query against a global conceptual schema and then translate it automatically into an XML query for each specific data source. CXPath (for Conceptual XPath ) has been proposed as a language for querying XML sources at the conceptual level. This language was developed to simplify the translation process of queries at conceptual level to queries at XML level. At the same time, one of the goals of the language design is to facilitate the learning of its syntax. For this reason its syntax is similar to the XPath language used for querying XML documents. In this dissertation, a translation mechanism of queries at conceptual level, written in CXPath, to queries at XML level, written in XPath, is formally defined. The inheritance relationship in the translation mechanism is shown, being discussed the relation between the conceptual model expressivity and the translation mechanism. In some cases, the translation of a CXPath query does not return some of the answers because the data sources may be incomplete. In this work, the conceptual model, which is the basis for the data integration system’s global schema, is improved with inclusion dependencies, and the query answering mechanism is modified to deal with this kind of dependency. More specifically, mechanisms of query rewriting and redundancy elimination are presented to deal with this kind of dependency. This global schema improvement allows infer results, with the data available in the system, that would not be provided with a simple query translation. The approach of data integration used in this dissertation is also presented within the formal framework for data integration proposed by (LENZERINI, 2002). According to the author, that framework is general enough to capture all approaches in the literature, including, in particular, the approach considered in this dissertation.
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Uma abordagem Bottom-UP para a integração semântica de esquemas XML

Mello, Ronaldo dos Santos January 2002 (has links)
XML (eXtensibile Markup Language) é um padrão atual para representação e intercâmbio dos semi-estruturados na Web. Dados semi-estruturados são dados não convencionais cujas instâncias de uma mesma fonte de dados podem ter representações altamente heterogêneas. Em função isto, um esquema para estes dados tende a ser extenso para suportar todas as alternativas de representação que um dado pode assumir. Parte do grande volume de dados disponível hoje na Web é composto por fontes de dados heterogêneas XML sobre diversos domínios do conhecimento. Para realizar o acesso a estas fontes, aplicações na Web necessitam de um mecanismo de integração de dados. O objetivo principal deste mecanismo é disponibilizar um esquema de dados global representativo dos diversos esquemas XML das fontes de dados. Com base neste esquema global, consultas são formuladas, traduzidas para consultas sobre os esquemas XML, executadas nas fontes de dados e os resultados retornados à aplicação. Esta tese apresenta uma abordagem para a integração semântica de esquemas XML relativos a um domínio de aplicação chamada BInXS. BInXS adota um processo bottom-up de integração, no qual o esquema global é definido para um conjunto de esquemas XML representadas atrtavés de DTDs (Document Type Definitions). A vantagem do processo bottom-up é que todas as informações dos esquemas XML são consideradas no esquema global. Desta forma, toda a informação presente nas fontes de dados pode ser consultada. O processo de integração de BInXS é baseado em um conjunto de regras e algoritmos que realizam a cnversão de cada DTD para um esquema canônico conceitual e a posterior integração semântica propriamente dita destes esquemas canônicos. O processo é semi-automático pois considera uma eventual intervenção de um usuário especialista no domínio para validar ou confirmar alternativas de resultado produzidas automaticamente. Comparada com trabalhos relacionados, BInXS apresenta as seguintes contribuições: (i) uma representação canônica conceitual para esquemas XML que é o resultado de uma anállise detalhada do modelo XML; (ii) um étodo de unificação que lida com as particularidades da integração de dados semi-estruturados e; (iii) uma estratégia de mapeamento baseada em expressões de consulta XPath que possibilita uma tradução simples de consultas globais para consultas a serem executadas nas fontes de dados XML.
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Desenvolvimento de um esquema XML para banco de dados sobre ovinos

Costa, João Abelar Martins January 2002 (has links)
Este trabalho utilizou tecnologias tais como XML (eXtensible Markup Language) e esquemas XML, com objetivo de aprimorar a ovinocultura tornando o setor primário mais competitivo. Foram elaborados arquivos XML com a mesma estrutura (equivalentes) dos arquivos primitivos da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos ( A.R.C.O. ), para que os mesmos possam ser disponibilizados na Internet. Para obter a integridade destes dados na Internet criou-se os esquemas XML, que são arquivos contendo as regras de formação dos dados. Os arquivos XML ficarão protegidos contra dados indesejáveis e disponíveis ao produtor rural via Internet.
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Consultando XML por meio de modelos conceituais : extensão e formalização de CXPath

Feijó, Diego de Vargas January 2005 (has links)
Com o objetivo de realizar consultas em diferentes fontes XML,é necessário que se escreva uma consulta específica para cada fonte XML. Uma solução mais adequada é fazer uma única consulta sobre um esquema conceitual e então traduzi-la automaticamente para consultas XML para cada fonte XML específica. CXPath é uma linguagem de consulta que foi proposta para consultar dados em nıvel conceitual. Este trabalho tem como objetivos formalizar a linguagem existente, estendê-la para permitir consultas que utilizem o conceito de herança e estender o mecanismo de tradução de consultas. A formalização da linguagem é feita por meio de um conjunto de regras que definem formalmente um critério para validar uma consulta escrita nessa linguagem sobre um esquema conceitual. Essa formalização permite estender a linguagem para que ela passe a tratar os relacionamentos de herança e especialização. Outra contribuição dessa formalização é que ela apresenta o primeiro passo rumo à verificação formal de que a avaliação da consulta global traz os mesmos resultados obtidos pela avaliação da consulta resultante do processo de mapeamento de consultas proposto. A extensão do mecanismo de tradução de consultas é necessária para traduzir relacionamentos representados no modelo conceitual para junções nas fontes de dados XML. Tal aspecto é fundamental para permitir a construção de modelos conceituais com relacionamentos semânticos e que não dependam de relacionamentos físicos existentes nos documentos fontes, mas apenas de junções tal como é feito em bases de dados relacionais.
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Astrha : um ambiente gráfico, dinâmico e interativo para internet baseado em hiper-animações e na teoria dos autômatos

Grandi, Roges Horacio January 2003 (has links)
Esta pesquisa, batizada Astrha (Automata Structured Hyper-Animation), tem suas raízes no projeto “Hyper Seed - Framework, Ferramentas e Métodos para Sistemas Hipermídia voltados para EAD via WWW” que possui, entre seus objetivos e metas: (a) o desenvolvimento de uma fundamentação matemática para a unificação, de maneira coerente e matematicamente rigorosa, de especificações de sistemas hipermídia e animações baseadas na Teoria dos Autômatos; (b) a construção e validação de um protótipo de sistema com suporte à criação de conteúdo multimídia e hipermídia com ênfase em educação assistida por computador; (c) a definição e aplicação de estudos de caso. Atender às demandas acadêmicas e construtoras supra citadas, no que se refere à unificação de especificações de sistemas hipermídia e animações baseadas na Teoria dos Autômatos, em nível conceitual, é o objetivo principal do Astrha. Mais especificamente, unificar conceitos das especificações Hyper-Automaton; Hyper- Automaton: Avaliações Interativas; eXtensible Hyper-Automaton (XHA) e Animação Bidimensional para World Wide Web (AGA). Para resolvê-las, propõe uma solução em cinco fases. A primeira constitui-se numa investigação conceitual sobre unificação de ambientes hipermídia com animações por computador, da qual conclui-se que as hiperanimações são uma resposta adequada ao contexto. Em seguida, um autômato finito não-determinístico, reflexivo, com saídas associadas às transições, denominado Astrha/M, é especializado para modelar, formalmente, estruturas hiper-animadas. Na terceira fase, uma linguagem de quarta geração denominada Astrha/L é proposta com a finalidade de proporcionar semântica à ambientes hiper-animados. Construída a partir da metalinguagem XML, é composta de quatro dialetos: (1) Mealy, que traduz o modelo Astrha/M; (2) Environment, que oferece opções de configuração e documentação; (3) Hyper, linguagem hipermídia, de sintaxe simples, que oferece hiperligações estendidas; (4) Style, especificação de estilos em cascata e de caracteres especiais. A quarta fase é a modelagem e construção do protótipo, denominado Astrha/E, através das linguagens UML e Java, respectivamente, com uso de tecnologias de software livre, resultando em um applet interativo, dinâmico, multimídia, que oferece características e propriedades de uma hiper-animação, traduzindo não-determinismos em escolhas pseudo-aleatórias e reflexividades em inoperabilidades aparentes. Por fim, a quinta fase trata de estudos de caso aplicados em educação a distância, em diversas áreas, de onde se conclui sua validade como conceito, modelo e ferramenta para programas educacionais que utilizam a Internet como meio de auxílio ao aprendizado.
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J-schemas integrator

Scopim, Kemmel da Silva 10 February 2011 (has links)
Resumo: Atualmente, várias organizações e companhias utilizam diversos sistemas de bancos de dados para gerenciar grande quantidade de seus dados. Entretanto, esses numerosos sistemas de banco de dados heterogêneos foram projetados para rodarem isoladamente e para não cooperarem entre si. Prover interoperabilidade entre esses bancos de dados é importante para o sucesso das organizações, nas quais ganhos de produtividade serão obtidos se esses sistemas puderem ser integrados e permitirem uma visão unificada dos dados. A integração de esquemas de bancos de dados heterogêneos pode ser definida como um processo que, através de uma entrada de um conjunto de esquemas de banco de dados, produz como saída, uma descrição unificada dos esquemas iniciais, chamado esquema integrado e a descrição da informação de mapeamento entre o esquema integrado e os esquemas iniciais. Essa dissertação de mestrado consiste na implementação de uma ferramenta cujo objetivo seja auxiliar e facilitar o processo de integração de esquemas de banco de dados. A ferramenta visual é responsável por importar esquemas de banco de dados, facilitar a identificação dos objetos conflitantes entre esquemas e pelo processo de integração e geração do esquema integrado e da informação de mapeamento entre o esquema integrado e os esquemas iniciais.
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XTREM

Stelmatchuk, Júlio Cesar Franchetti 27 October 2010 (has links)
No description available.
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Consultando XML por meio de modelos conceituais : extensão e formalização de CXPath

Feijó, Diego de Vargas January 2005 (has links)
Com o objetivo de realizar consultas em diferentes fontes XML,é necessário que se escreva uma consulta específica para cada fonte XML. Uma solução mais adequada é fazer uma única consulta sobre um esquema conceitual e então traduzi-la automaticamente para consultas XML para cada fonte XML específica. CXPath é uma linguagem de consulta que foi proposta para consultar dados em nıvel conceitual. Este trabalho tem como objetivos formalizar a linguagem existente, estendê-la para permitir consultas que utilizem o conceito de herança e estender o mecanismo de tradução de consultas. A formalização da linguagem é feita por meio de um conjunto de regras que definem formalmente um critério para validar uma consulta escrita nessa linguagem sobre um esquema conceitual. Essa formalização permite estender a linguagem para que ela passe a tratar os relacionamentos de herança e especialização. Outra contribuição dessa formalização é que ela apresenta o primeiro passo rumo à verificação formal de que a avaliação da consulta global traz os mesmos resultados obtidos pela avaliação da consulta resultante do processo de mapeamento de consultas proposto. A extensão do mecanismo de tradução de consultas é necessária para traduzir relacionamentos representados no modelo conceitual para junções nas fontes de dados XML. Tal aspecto é fundamental para permitir a construção de modelos conceituais com relacionamentos semânticos e que não dependam de relacionamentos físicos existentes nos documentos fontes, mas apenas de junções tal como é feito em bases de dados relacionais.
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Astrha : um ambiente gráfico, dinâmico e interativo para internet baseado em hiper-animações e na teoria dos autômatos

Grandi, Roges Horacio January 2003 (has links)
Esta pesquisa, batizada Astrha (Automata Structured Hyper-Animation), tem suas raízes no projeto “Hyper Seed - Framework, Ferramentas e Métodos para Sistemas Hipermídia voltados para EAD via WWW” que possui, entre seus objetivos e metas: (a) o desenvolvimento de uma fundamentação matemática para a unificação, de maneira coerente e matematicamente rigorosa, de especificações de sistemas hipermídia e animações baseadas na Teoria dos Autômatos; (b) a construção e validação de um protótipo de sistema com suporte à criação de conteúdo multimídia e hipermídia com ênfase em educação assistida por computador; (c) a definição e aplicação de estudos de caso. Atender às demandas acadêmicas e construtoras supra citadas, no que se refere à unificação de especificações de sistemas hipermídia e animações baseadas na Teoria dos Autômatos, em nível conceitual, é o objetivo principal do Astrha. Mais especificamente, unificar conceitos das especificações Hyper-Automaton; Hyper- Automaton: Avaliações Interativas; eXtensible Hyper-Automaton (XHA) e Animação Bidimensional para World Wide Web (AGA). Para resolvê-las, propõe uma solução em cinco fases. A primeira constitui-se numa investigação conceitual sobre unificação de ambientes hipermídia com animações por computador, da qual conclui-se que as hiperanimações são uma resposta adequada ao contexto. Em seguida, um autômato finito não-determinístico, reflexivo, com saídas associadas às transições, denominado Astrha/M, é especializado para modelar, formalmente, estruturas hiper-animadas. Na terceira fase, uma linguagem de quarta geração denominada Astrha/L é proposta com a finalidade de proporcionar semântica à ambientes hiper-animados. Construída a partir da metalinguagem XML, é composta de quatro dialetos: (1) Mealy, que traduz o modelo Astrha/M; (2) Environment, que oferece opções de configuração e documentação; (3) Hyper, linguagem hipermídia, de sintaxe simples, que oferece hiperligações estendidas; (4) Style, especificação de estilos em cascata e de caracteres especiais. A quarta fase é a modelagem e construção do protótipo, denominado Astrha/E, através das linguagens UML e Java, respectivamente, com uso de tecnologias de software livre, resultando em um applet interativo, dinâmico, multimídia, que oferece características e propriedades de uma hiper-animação, traduzindo não-determinismos em escolhas pseudo-aleatórias e reflexividades em inoperabilidades aparentes. Por fim, a quinta fase trata de estudos de caso aplicados em educação a distância, em diversas áreas, de onde se conclui sua validade como conceito, modelo e ferramenta para programas educacionais que utilizam a Internet como meio de auxílio ao aprendizado.

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