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Aspectos citológicos e microbiológicos na mastite em ovelhas da raça Bergamácia em lactação /

Hartman, Melissa. January 2007 (has links)
Resumo: O presente estudo objetivou determinar a prevalência da mastite ovina, avaliar o perfil microbiológico, perfil de sensibilidade microbiana e estabelecer parâmetros de interpretação diagnóstica mediante os resultados do California Mastitis Test (CMT), análises microbiológicas, contagem bacteriana total (CBT) e contagem de células somáticas (CCS). Estudaram-se 37 ovelhas da raça Bergamácia, durante oito semanas de lactação, avaliando-se 482 amostras de leite. Procedeu-se ao CMT para determinação de mastite subclínica e grau de inflamação glandular mamário. Encaminharam-se amostras de leite reagentes ao CMT ao cultivo microbiano e CBT. A CCS foi avaliada em aparelho eletrônico, em amostras de leite provenientes de úberes sadios e inflamados. Os patógenos isolados foram submetidos ao teste de sensibilidade microbiana para verificação do perfil de sensibilidade. A prevalência de infecção intramamária foi de 11,70%. Observaram-se ao cultivo bacteriológico: Staphylococcus spp. (61,11%), Streptococcus spp. (16,66%), Bacillus spp. (13,89%), Corynebacterium spp. (5,56%) e Serratia spp. (2,78%). Dos antimicrobianos testados, ceftiofur apresentou 80,77% de efetividade, seguido de enrofloxacina (69,23%), gentamicina (69,23%), oxacilina (61,54%) e florfenicol (57,70%). À CBT, constatou-se desenvolvimento bacteriano em amostras de leite procedentes de úberes com mastite, entre 20 e 3.030.000 colônias/mL de leite. A CCS apresentou média de 36.285 células/mL no leite de animais sadios. Nas amostras positivas ao CMT observou-se média de 267.579 células/mL na ausência de microrganismos e 489.400 células/mL em meios mamários com isolamento bacteriano. Infere-se a associação entre positividade ao CMT, presença microbiana e aumento da CCS, ressaltando a importância destes procedimentos no diagnóstico da mastite ovina. / Abstract: The present study aimed to determine the prevalence of mastitis in the ewes, evaluate the microbiological profile, microbial sensitivity, and to establish the diagnostic interpretation parameters through of the results of the California Mastitis Test (CMT), microbiological analysis, total bacterial count (TBC), and somatic cell count (SCC). Thirty-seven Bergamacia ewes were studied, during eight weeks of lactation, with a total of 482 milk samples. CMT was realized to the determination of the subclinical mastitis and the mammary gland inflammation degree. CMT reacting milk samples was directed to the microbial culture and TBC. SCC was evaluated in an electronic machine, in milk samples from healthy and inflamed udders. The isolated pathogens were submitted to microbial sensitivity test for the verification of the susceptible profile. The prevalence of the mammary infection was 11.70%. To the bacteriological culture was found Staphylococcus spp. (61.11%), Streptococcus spp. (16.66%), Bacillus spp. (13.89%), Corynebacterium spp. (5.56%) and Serratia spp. (2.78%). Of the antimicrobials tested, ceftiofur presented 80.77% of effectiveness, followed for enrofloxacin (69.23%), gentamicin (69.23%), oxacilin (61.54%) and florphenicol (57.70%). To TBC, bacterial development in milk samples from mammary glands with mastitis was evidenced, with 20 to 3,030,000 colonies per milliliter of milk. CCS presented average of 36,285 cells/mL of milk of healthy animals. In positive samples to CMT was observed an average of 267,579 cells/mL in the absence of microorganisms and 489,400 cells/mL in mammary conditions with isolation of bacteria. Thus, we can infer the association among the positivity to CMT, the presence of microorganisms and the increase of SCC, standing out the importance of these analysis in the diagnosis of ovine mastitis. / Orientador: Paulo Francisco Domingues / Coorientador: Hélio Langoni / Banca: Márcio Garcia Ribeiro / Banca: Alice Maria Melville Paiva Della Libera / Mestre
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Aspectos citológicos e microbiológicos na mastite em ovelhas da raça Bergamácia em lactação

Hartman, Melissa [UNESP] 29 November 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:29:31Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-11-29Bitstream added on 2014-06-13T20:59:42Z : No. of bitstreams: 1 hartman_m_me_botfmvz.pdf: 174408 bytes, checksum: 9511ca024af8f06fe5fae7bb9807b1ea (MD5) / Universidade Estadual Paulista (UNESP) / O presente estudo objetivou determinar a prevalência da mastite ovina, avaliar o perfil microbiológico, perfil de sensibilidade microbiana e estabelecer parâmetros de interpretação diagnóstica mediante os resultados do California Mastitis Test (CMT), análises microbiológicas, contagem bacteriana total (CBT) e contagem de células somáticas (CCS). Estudaram-se 37 ovelhas da raça Bergamácia, durante oito semanas de lactação, avaliando-se 482 amostras de leite. Procedeu-se ao CMT para determinação de mastite subclínica e grau de inflamação glandular mamário. Encaminharam-se amostras de leite reagentes ao CMT ao cultivo microbiano e CBT. A CCS foi avaliada em aparelho eletrônico, em amostras de leite provenientes de úberes sadios e inflamados. Os patógenos isolados foram submetidos ao teste de sensibilidade microbiana para verificação do perfil de sensibilidade. A prevalência de infecção intramamária foi de 11,70%. Observaram-se ao cultivo bacteriológico: Staphylococcus spp. (61,11%), Streptococcus spp. (16,66%), Bacillus spp. (13,89%), Corynebacterium spp. (5,56%) e Serratia spp. (2,78%). Dos antimicrobianos testados, ceftiofur apresentou 80,77% de efetividade, seguido de enrofloxacina (69,23%), gentamicina (69,23%), oxacilina (61,54%) e florfenicol (57,70%). À CBT, constatou-se desenvolvimento bacteriano em amostras de leite procedentes de úberes com mastite, entre 20 e 3.030.000 colônias/mL de leite. A CCS apresentou média de 36.285 células/mL no leite de animais sadios. Nas amostras positivas ao CMT observou-se média de 267.579 células/mL na ausência de microrganismos e 489.400 células/mL em meios mamários com isolamento bacteriano. Infere-se a associação entre positividade ao CMT, presença microbiana e aumento da CCS, ressaltando a importância destes procedimentos no diagnóstico da mastite ovina. / The present study aimed to determine the prevalence of mastitis in the ewes, evaluate the microbiological profile, microbial sensitivity, and to establish the diagnostic interpretation parameters through of the results of the California Mastitis Test (CMT), microbiological analysis, total bacterial count (TBC), and somatic cell count (SCC). Thirty-seven Bergamacia ewes were studied, during eight weeks of lactation, with a total of 482 milk samples. CMT was realized to the determination of the subclinical mastitis and the mammary gland inflammation degree. CMT reacting milk samples was directed to the microbial culture and TBC. SCC was evaluated in an electronic machine, in milk samples from healthy and inflamed udders. The isolated pathogens were submitted to microbial sensitivity test for the verification of the susceptible profile. The prevalence of the mammary infection was 11.70%. To the bacteriological culture was found Staphylococcus spp. (61.11%), Streptococcus spp. (16.66%), Bacillus spp. (13.89%), Corynebacterium spp. (5.56%) and Serratia spp. (2.78%). Of the antimicrobials tested, ceftiofur presented 80.77% of effectiveness, followed for enrofloxacin (69.23%), gentamicin (69.23%), oxacilin (61.54%) and florphenicol (57.70%). To TBC, bacterial development in milk samples from mammary glands with mastitis was evidenced, with 20 to 3,030,000 colonies per milliliter of milk. CCS presented average of 36,285 cells/mL of milk of healthy animals. In positive samples to CMT was observed an average of 267,579 cells/mL in the absence of microorganisms and 489,400 cells/mL in mammary conditions with isolation of bacteria. Thus, we can infer the association among the positivity to CMT, the presence of microorganisms and the increase of SCC, standing out the importance of these analysis in the diagnosis of ovine mastitis.
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Ocorrência de mastite subclínica em caprinos e qualidade higiênico-sanitária do leite produzido em propriedades associadas à cooperativa languiru, Teutônia, RS.

Muricy, Renata F. January 2003 (has links)
O consumo do leite caprino e derivados vêm apresentando um incremento no Rio Grande do Sul. A produção de caprinos de leite ocorre na maioria das vezes em pequenas propriedades de associados a cooperativas. Estudos que contribuam para incremento da produção dos animais e melhoria da qualidade do leite produzido são importantes para a viabilidade desta atividade econômica. Desta forma, o objetivo deste estudo foi investigar a ocorrência de mastites e os padrões higiênicos do leite de mistura produzido pelas oito propriedades de associados de uma cooperativa na região do Vale do Taquari-RS. Foram realizadas duas visitas em todas as propriedades durante o período de maior produção de leite. Todos os animais em produção foram examinados clinicamente, sendo a seguir submetidos ao Califórnia Mastite Teste (CMT). De todas as metades mamárias foram coletadas amostras de leite, submetidas, posteriormente a contagem de Células Somáticas (CCS) e exame bacteriológico. Uma amostra de leite de mistura foi coletada em cada visita realizada, sendo avaliada quanto à contagem de coliformes fecais e totais e contagem de estafilococos coagulase-positivos. Ainda foram coletadas amostras de água para realização de colimetria em todas as propriedades visitadas. Verificou-se que 30,8% das metades mamárias apresentaram resultados no exame bacteriológico compatível com a ocorrência de mastite subclínica. A maior percentagem (41%) deste grupo era representada por animais na fase de maior produção (8-60 dias de lactação). A bactéria mais isolada nas amostras de leite foi o Staphylococcus coagulase-negativo. Houve correlação entre os resultados do CMT e CCS, bem como do CMT com a contagem de Unidades Formadoras de Colônia de bactérias (UFC). Não houve correlação entre o CCS e UFC. Entretanto, observou-se que o escore zero do CMT e a CCS >106 e ≤ 5 x106 predominaram em todos os períodos de lactação, e apresentaram resultados muitas vezes discrepantes com os resultados obtidos nos demais testes. Estes resultados estão de acordo com relatos anteriores e indicam a necessidade de adaptação dos testes utilizados para o diagnóstico indireto de mastite subclínica na espécie caprina. Da mesma forma, observou-se a necessidade de associar o resultado destes testes com o exame bacteriológico para alcançar uma maior exatidão do diagnóstico. O leite de mistura analisado apresentou contagens de coliformes que variaram de zero até 1,4 x 106 UFC/mL. Apenas duas propriedades apresentaram coliformes fecais e estafilococos coagulase-positiva não foram encontrados no leite de mistura. As amostras de água coletadas estavam dentro dos limites propostos pela legislação vigente. As contagens de coliformes totais encontradas no leite de mistura e o elevado índice de animais com mastite foram associadas a algumas práticas de manejo inadequados dos animais durante a ordenha e a problemas no sistema de armazenamento do leite encontradas em algumas propriedades.
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Ocorrência de mastite subclínica em caprinos e qualidade higiênico-sanitária do leite produzido em propriedades associadas à cooperativa languiru, Teutônia, RS.

Muricy, Renata F. January 2003 (has links)
O consumo do leite caprino e derivados vêm apresentando um incremento no Rio Grande do Sul. A produção de caprinos de leite ocorre na maioria das vezes em pequenas propriedades de associados a cooperativas. Estudos que contribuam para incremento da produção dos animais e melhoria da qualidade do leite produzido são importantes para a viabilidade desta atividade econômica. Desta forma, o objetivo deste estudo foi investigar a ocorrência de mastites e os padrões higiênicos do leite de mistura produzido pelas oito propriedades de associados de uma cooperativa na região do Vale do Taquari-RS. Foram realizadas duas visitas em todas as propriedades durante o período de maior produção de leite. Todos os animais em produção foram examinados clinicamente, sendo a seguir submetidos ao Califórnia Mastite Teste (CMT). De todas as metades mamárias foram coletadas amostras de leite, submetidas, posteriormente a contagem de Células Somáticas (CCS) e exame bacteriológico. Uma amostra de leite de mistura foi coletada em cada visita realizada, sendo avaliada quanto à contagem de coliformes fecais e totais e contagem de estafilococos coagulase-positivos. Ainda foram coletadas amostras de água para realização de colimetria em todas as propriedades visitadas. Verificou-se que 30,8% das metades mamárias apresentaram resultados no exame bacteriológico compatível com a ocorrência de mastite subclínica. A maior percentagem (41%) deste grupo era representada por animais na fase de maior produção (8-60 dias de lactação). A bactéria mais isolada nas amostras de leite foi o Staphylococcus coagulase-negativo. Houve correlação entre os resultados do CMT e CCS, bem como do CMT com a contagem de Unidades Formadoras de Colônia de bactérias (UFC). Não houve correlação entre o CCS e UFC. Entretanto, observou-se que o escore zero do CMT e a CCS >106 e ≤ 5 x106 predominaram em todos os períodos de lactação, e apresentaram resultados muitas vezes discrepantes com os resultados obtidos nos demais testes. Estes resultados estão de acordo com relatos anteriores e indicam a necessidade de adaptação dos testes utilizados para o diagnóstico indireto de mastite subclínica na espécie caprina. Da mesma forma, observou-se a necessidade de associar o resultado destes testes com o exame bacteriológico para alcançar uma maior exatidão do diagnóstico. O leite de mistura analisado apresentou contagens de coliformes que variaram de zero até 1,4 x 106 UFC/mL. Apenas duas propriedades apresentaram coliformes fecais e estafilococos coagulase-positiva não foram encontrados no leite de mistura. As amostras de água coletadas estavam dentro dos limites propostos pela legislação vigente. As contagens de coliformes totais encontradas no leite de mistura e o elevado índice de animais com mastite foram associadas a algumas práticas de manejo inadequados dos animais durante a ordenha e a problemas no sistema de armazenamento do leite encontradas em algumas propriedades.
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Mastite induzida por staphylococcus aureus em bubalinos e bovinos leiteiros / Mastitis induced by staphylococcus aureus in dairy bubalines and bovines

Lazzari, Andrea Maria 06 December 2012 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Programa de Pós-Graduação em Ciências Animais, 2012. / Submitted by Alaíde Gonçalves dos Santos (alaide@unb.br) on 2013-03-06T15:12:48Z No. of bitstreams: 1 2012_AndreaMariaLazzari.pdf: 1083089 bytes, checksum: 61cf2c4a8cdf6ae0f44b3024b371d1a5 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2013-03-08T10:47:44Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_AndreaMariaLazzari.pdf: 1083089 bytes, checksum: 61cf2c4a8cdf6ae0f44b3024b371d1a5 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-03-08T10:47:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_AndreaMariaLazzari.pdf: 1083089 bytes, checksum: 61cf2c4a8cdf6ae0f44b3024b371d1a5 (MD5) / Avaliações da imunidade inata, do quadro clínico, da composição e produção de leite foram realizadas em vacas e búfalas submetidas à infecção intramamária por Staphylococcus aureus (SBP 09/10). Foram utilizadas 20 fêmeas primíparas, com um a dois meses de lactação, sendo 12 da espécie bubalina (raça Murrah) e 08 da espécie bovina (Holandês x Zebu), ordenhadas uma vez ao dia e com bezerro ao pé. As fêmeas foram mantidas a pasto, com água ad libitum e suplementadas com sal mineral e concentrado comercial. Os animais estavam livres de alterações clínicas e infecções nas glândulas mamárias. O experimento foi realizado em duas etapas, pré (Dia 1 a D3) e pós-inoculação (D4 a D14 e 30º dia pós-inoculação). No D3 foi realizada a inoculação intramamária de aproximadamente 1,0 x 103 UFC de S. aureus na glândula anterior esquerda (AE) e de salina esterilizada 0,85% na glândula anterior direita (AD). Nos dois períodos foram coletadas as seguintes amostras e realizados os seguintes exames e avaliações: coleta de leite para cultura; testes de caneca telada e California Mastitis Test (CMT); ordenha das glândulas inoculadas e não inoculadas para pesagem do leite, verificação da contagem de células somáticas (CCS) e avaliação da composição (lactose, proteínas totais, gordura, extrato seco total – EST e extrato seco desengordurado – ESD); coleta de leite para mensuração da citocina interleucina-1beta (IL-1β); avaliação da resposta sistêmica à inflamação através da aferição da temperatura retal, verificação do apetite e alteração na produção de leite e avaliação da resposta localizada à inflamação, através da aparência/consistência da glândula, CCS e características da secreção láctea. O processo inflamatório foi induzido na glândula AE de todos os animais. Foi observada migração mais rápida de células de defesa para a glândula mamária das búfalas e contagem máxima de células somáticas (CS) semelhante (p>0,05) entre as duas espécies, porém em momentos distintos. Ao final do experimento, o leite da ordenha completa das búfalas apresentava níveis fisiológicos de CS, diferente do leite da ordenha completa das vacas. Foi detectada alteração (p<0,05) nos teores de lactose e ESD, que apresentaram correlação negativa (p<0,05) com a CCS. Todos os animais desenvolveram mastite clínica superaguda. A bactéria foi recuperada de todas as glândulas inoculadas com o patógeno, sem diferença significativa no percentual de isolamento e no Log10 de UFC/mL de leite bovino e bubalino até o 11º dia pós-inoculação (D14). Diferença (p<0,001) foi verificada no 30º dia pós-inoculação, com recuperação da bactéria em 50% das vacas e 8,3% das búfalas. Reação ao CMT foi observada nas 24h pós-inoculação, de forma mais intensa nas búfalas, com 75% e 37,5% das reações positivas com intensidade 3+, respectivamente, em búfalas e vacas (p<0,05). Onze dias pós-inoculação, 100% das vacas e 50% das búfalas encontravam-se reagentes a esse teste. A CCS avaliada por método eletrônico e o CMT apresentaram resultados semelhantes, sendo que as búfalas reagiram mais intensamente que as vacas logo após a inoculação e apresentaram diminuição evidente da contagem ao final do experimento. As contagens eletrônicas de CS e o CMT revelaram correlação com a cultura bacteriana (p<0,001). Algumas alterações visuais no leite e na aparência/consistência da glândula foram verificadas nas primeiras 24h. Estes dois parâmetros foram mais intensos e persistentes nas vacas, que adicionalmente apresentaram lesão ulcerativa na glândula desafiada (25%). Diminuição de produção e alteração no apetite foram evidenciados já nas primeiras 24h pós-inoculação. Houve uma redução média de produção de leite de 37,33% nas búfalas e 47,17% nas vacas. Ao final do experimento observou-se um número maior de vacas (62,5% contra 25% das búfalas) com queda superior a 61% da produção inicial de leite (p<0,05). A elevação da temperatura retal foi verificada nas duas espécies, sendo que 100% das vacas e 91,6% das búfalas alcançaram temperaturas superiores à 39,6ºC. Os parâmetros da resposta local à inflamação e da resposta sistêmica à inflamação, utilizados para avaliar a severidade da mastite foram classificados em escores. A média dos escores foi mais elevada na espécie bovina (p<0,05). Ao longo do período de observação, verificou-se uma capacidade superior das búfalas em alcançar o status sanitário adequado, chegando, ao final do experimento, com os parâmetros avaliados mais próximos dos fisiológicos. A inoculação intramamária de S. aureus provocou elevação nas concentrações de IL-1β nas espécies bovina e bubalina. A evolução da concentração da citocina foi diferente para as duas espécies (p<0,05). As búfalas apresentaram uma elevação mais rápida e as vacas alcançaram uma concentração 1,57 vezes maior. O pico da concentração nas búfalas, ocorreu nas primeira 48h, com 0,413 ng de IL-1β por mililitro de leite. As vacas apresentaram um aumento menos expressivo nas 24h pós-inoculação e alcançaram a concentração máxima nas 72h pós-inoculação (1,061 ng/mL). Na espécie bovina houve correlação (p<0,05) entre a concentração da IL-1β no leite, CCS, resposta localizada à inflamação e temperatura retal. As espécies bovina e bubalina alcançaram contagens máximas semelhantes (p>0,05) de CS/mL de leite, porém com concentrações médias diferentes (p<0,05) de IL-1β/mL de leite, 1,061 ng/mL e 0,120 ng/mL, respectivamente. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Evaluations of innate immunity, clinical picture, milk composition and production were peformed in cows and buffaloes submitted to intramammary infection by Staphylococcus aureus (SBP 09/10). It was used 20 primiparous females between one to two months of lactation, being 12 bubalines (Murrah breed) and 08 bovines (Holstein x Zebu), milked once a day and with calf at foot. The females were kept on pasture with ad libitum water and supplemented with mineral salt and commercial concentrate. The animals were free of clinical alterations and infections in the mammary glands. The experiment was conducted in two stages, pre (Day 1 to D3) and post inoculation (D4 to D14 and day 30 post inoculation). On D3 it was carried out the intramammary inoculation of approximately 1,0 x 10³ UFC of S. aureus into the left anterior gland (AE) and sterile 0.85% saline solution into the right anterior gland (AD). In both periods the following samples were collected and the following tests and evaluations were performed: milk collection for culture; strip cup tests and California Mastitis Test (CMT); milking of the inoculated and non-inoculated glands for milk weighing, verification of somatic cell count (CCS) and composition assessment (lactose, total proteins, fat, total solids - EST and nonfat solids - ESD); milk collection to measure interleukin-1beta cytokine (IL-1β); evaluation of systemic response to inflammation by measurement of rectal temperature, verification of appetite and alteration in milk production, and assessment of localized response to inflammation by the gland appearance/consistency, CCS and features of the milk secretion. Inflammatory process was induced in AE gland of all animals. It was observed a faster migration of immune cells into the mammary gland of buffaloes and similar (p>0.05) maximum somatic cell count (CS) between the two species, but at different times. At the end of the experiment, buffalo complete milking showed physiological levels of CS, different from cow complete milking. Alteration was observed (p<0.05) in levels of lactose and ESD, which were negatively correlated (p<0.05) to CCS. All animals developed hyperacute clinical mastitis. The bacteria was recovered from all the glands inoculated with the pathogen, with no significant difference in the isolation percentage and UFC/mL Log10 of bovine and bubaline milk until day 11 post inoculation (D14). Difference (p<0.001) was observed at day 30 post inoculation, with recovery of the bacteria in 50% of cows and 8.3% of buffaloes. The CMT reaction was observed in 24h post inoculation more intensely in buffaloes with 75% and 37.5% of positive reactions with 3+ intensity, respectively, in buffaloes and cows (p<0.05). Eleven days post inoculation 100% of cows and 50% of buffaloes were reagents to this test. The CCS by electronic method presented a similar result to that detected by CMT, with buffaloes reacting more intensely post inoculation and evident decreased counting at the end of the experiment. The CCS by electronic method and CMT revealed correlation with the bacterial culture (p<0.001). Some visual alterations in milk and in appearance/consistency of the gland were observed in the first 24h. These two parameters were more intense and persistent in cows, which additionally showed ulcerative lesions in the challenged gland (25%). Decreased production and appetite alterations were seen just within the first 24h post inoculation. There was a milk production average reduction of 37.33% in buffaloes and 47.17% in cows. At the end of the experiment there was a greater number of cows (62.5% versus 25% of buffaloes) with a drop superior to 61% of the initial milk production (p<0.05). The increase in rectal temperature was observed in both species, with 100% of cows and 91.6% of buffaloes reaching temperatures higher than 39.6°C. The parameters of local response to inflammation and systemic response to inflammation, used to evaluate the severity of mastitis were classified by scores. The mean score was higher in the bovine species (p<0.05). Throughout the observation period, there was a higher capacity of buffaloes in reaching the appropriate sanitary status, getting parameters closer to physiological ones at the end of the experiment. The intramammary S. aureus inoculation caused an increase in IL-1β concentrations of bovines and bubalines. The evolution of the cytokine concentration was different between the two species (p<0.05). Buffaloes showed a faster rise and cows reached an 1.57 fold higher concentration. The buffaloes concentration peak occurred in 48h with 0.413 ng of IL-1β per milliliter of milk. The cows showed a less expressive increase in 24h post inoculation and reached a maximum concentration in 72h post inoculation (1.061 ng/mL). In bovine there was correlation (p<0.05) among the milk IL-1β concentration, CCS, localized response to inflammation and rectal temperature. The bovine and bubaline species reached similar maximum countings (p>0.05) of milk CS/mL, but with different mean concentrations (p<0.05) of milk IL-1β/mL, 1.061 ng/mL and 0.120 ng/mL, respectively.
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Estafilococos enterotoxigenicos : pesquisas de cepas produtoras e baixo produtoras de enterotoxinas isoladas de leite cru de bovino

Oliveira, Ana Maria de 08 May 1995 (has links)
Orientador: Jose Luiz Pereira / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia de Alimentos / Made available in DSpace on 2018-07-20T03:35:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Oliveira_AnaMariade_M.pdf: 4346860 bytes, checksum: 663cd50dc791b374aee4f4da4de32a40 (MD5) Previous issue date: 1995 / Resumo: Nesta pesquisa investigou-se a capacidade enterotoxigênica de cepas produtoras e baixo produtoras de enterotoxinas estafilocócicas isoladas em amostras de leite cru de bovino , fornecidas por uma cooperativa de produtores de leite da região de Campinas-SP. Através da análise de 140 amostras de leite foram isoladas 574 colônias com características presuntivas de estafilococos enterotoxigênicos de acordo com o método proposto por Tatini et al. (1984). Tanto as cepas positivas quanto as negativas aos testes de presença das enzimas coagulase e desoxirribonuclease termorresistente (TNase) foram testadas para avaliar a capacidade de produção de enterotoxinas estafilocócicas. A técnica utilizada para a produção de enterotoxinas estafilocócicas foi a de cultura em papel celofane sobre o meio 3% de triptona, 1% extrato de levedura e 1,5% de ágar, e a detecção foi realizada através do método de imunodifusão dupla em lâmina. Do total de cepas isoladas, 54,7% foram enterotoxigênicas. A enterotoxina estafilocócica D (EED) foi produzida por 95,2% das culturas; 0,3% produziram EEA; 1,0% produziu EEB. Algumas cepas produziram 2 tipos de enterotoxinas, 0,3% produziram EEA - EEB; 1,6% EEA - EED e 1,6% EEB - EED. Para a detecção de cepas baixo produtoras de enterotoxinas, os sobrenadantes das culturas negativas foram liofilizados e ressuspendidos a um volume 10 vezes menor que o inicial. Assim, detectou-se, entre estas culturas, mais 19,0% de linhagens de estafilococos enterotoxigênicos. Sendo produzidas as EED, EEA, EEB e EEC nos valores de 68,8%, 12,8%, 7,3% e 2,8%, respectivamente. Antes da concentração dos sobrenadantes não havia sido detectada EEC. As EEA - EEB foram produzidas por 3,7% das cepas e, EEB - EED por 4,6%. Os dados obtidos evidenciam a contaminação do leite por cepas coagulase e desoxirribonuclease termorresistente positivas e negativas e produtoras de algum tipo de enterotoxina, o que expõe a população consumidora ao risco de intoxicação alimentar, uma vez que, a pesquisa de enterotoxigenicidade de estafilococos coagulase negativa não é uma técnica de rotina realizada nos laboratórios de análise microbiológica de alimentos / Abstract: This work investigated the enterotoxigenic of producing and low producing staphylococcal enterotoxins strains in cow's raw milk samples supplied by the Campinas Cooperativa, Campinas-SP. The 140 milk samples were presumptively tested for the presence of enterotoxigenic staphylococci, according to the method of Tatini et al. (1984). Coagulase and termonuclease positive and negative strains were tested for the capacity of producing staphylococcal enterotoxins. Production of staphylococcal enterotoxins was evaluated by the cellophane-over-agar method described by Robins et al. (1974). All strains were examined for enterotoxins A, B, C and D. For the detection it was used the immunodimsion method, applying the optimal sensitivity plate. The percentage of enterotoxigenic staphylococci isolates was 54,7%. The staphylococcal enterotoxins (SE) types most frequently detected was SED (95,2%), followed by SEB (1,0%) and by SEA (0,3%). Some strains produced 2 types of enterotoxins, SEA/SEB (0,3%); SEA/SED (1,6%) and SEB/SED (1,6%). The low enterotoxin producing staphylococcal strains were detected after ten fold concentration of initial volume of supernadant of negatives cultures. Thus, it was detected 19,0% of staphylococcal enterotoxigenic strains. SEC was only detected in concentrated supernatant. The SEA/SEB and SEB/SED were produced for 3,7% and 4,6% of the tests strains, respectively. The results showed the contamination of milk for coagulase and termonuclease positives and negatives strains which produced some type of staphylococcal enterotoxins. The risk of food poisoning is relatively high because the study of enterotoxigenic negative coagulase staphylococci is not a rotine procedure utilized in the food microbiology laboratories / Mestrado / Mestre em Ciência de Alimentos
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Identificação de Patógenos Bacterianos Causadores de Infecções Uterinas e Mastite

LOURENCINI, M. P. 20 April 2018 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T22:57:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_9940_MARIANA PAGANINI LOURENCINI.pdf: 664359 bytes, checksum: 0cd68365cf3bd9092ed7edfbece64ba5 (MD5) Previous issue date: 2018-04-20 / A eficiência reprodutiva dos rebanhos leiteiros é um parâmetro de importância econômica fundamental. Falhas individuais na concepção raramente são notadas, entretanto, quando as taxas de concepção são baixas, ocasionando prejuízo econômico para o criador. Neste sentido, destaca-se a repetição de cio, cuja ocorrência pode estar associada à falha de fertilização, mortalidade embrionária precoce, afecções reprodutivas e/ou sistêmicas, falhas no manejo, entre outras. Durante o período pré e pós-parto inicial, as vacas passam por um período que compreende o estresse do parto, o início da lactação, o alto requerimento energético e proteico, e a ingestão de matéria seca insuficiente para o requerimento fisiológico exigido. Importante ressaltar ainda que, vacas que produzem mais leite são mais predispostas a apresentarem imunodeficiência, sendo mais susceptível a enfermidades, principalmente a mastite (Ingvartsen et al., 2003; Sordillo e Aitken, 2009). Estudos têm demonstrado que vacas com mastite apresentam atraso no início do estro e maior número de serviços por concepção (Ahmadzadeh et al., 2009). Além disso, vacas que apresentaram mastite antes da primeira inseminação obtiveram maior intervalo parto/primeira IA do que vacas observadas com mastite entre a IA e o diagnóstico de gestação (Barker et al., 1998). Ainda, vacas com mastite clínica no intervalo entre a IA e a prenhez apresentaram menor taxa de concepção e mais risco de perda gestacional do que vacas sem sintomas de mastite (Chebel et al., 2004). O presente estudo terá como objetivo acompanhar o ciclo estral por meio da avaliação do escore corporal, estado geral e o trato reprodutivo em vacas leiteiras, buscando identificar as principais afecções e/ou problemas que afetam a fertilidade e/ou manutenção da gestação, contribuindo desta forma, para o aumento da fertilidade, diminuição do período de serviço, aumento dos índices de prenhez e produtividade do rebanho. Serão utilizadas 50 vacas mestiças em idade reprodutiva procedentes de propriedades rurais situadas na região Sul do Espírito Santo. As fêmeas selecionadas serão distribuídas em dois grupos, sendo o Grupo I, considerado como o grupo Controle, constituído por 25 vacas consideradas hígidas, de primeira cria ou com histórico reprodutivo de concepção até a segunda inseminação em prenhez (es) anterior (es), e que apresentaram parto normal, com pelo menos um cio após o parto; e o Grupo II composto por 25 vacas com histórico reprodutivo de repetição de cio após duas ou mais inseminações consecutivas e/ ou portadoras de pelo menos uma enfermidade. As fêmeas serão avaliadas ao 7° dia antes da data prevista para o parto e quinzenalmente durante o periparto por meio de exames ginecológicos, microbiológicos, ultrassonográficos e exame físico geral até que sejam diagnosticadas como prenhas. Com o conhecimento das ações de manejo, espera-se um aumento no conhecimento tecnológico para reprodução e produção de bovinos, favorecendo o desempenho da atividade e, como consequência, a melhoria da produtividade e aumento da renda para os produtores, municípios e estado; assim como a melhoria da qualidade dos serviços e produtos oferecidos. Assim, estudos que propiciem novas alternativas para a diminuição do período de serviço, aumento da fertilidade, diminuição da mortalidade embrionária e controle das enfermidades no pós- parto em vacas leiteiras são essenciais, uma vez que esse problema é considerado um dos fatores limitantes para criação no Brasil.
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Ocorrência de mastite subclínica em caprinos e qualidade higiênico-sanitária do leite produzido em propriedades associadas à cooperativa languiru, Teutônia, RS.

Muricy, Renata F. January 2003 (has links)
O consumo do leite caprino e derivados vêm apresentando um incremento no Rio Grande do Sul. A produção de caprinos de leite ocorre na maioria das vezes em pequenas propriedades de associados a cooperativas. Estudos que contribuam para incremento da produção dos animais e melhoria da qualidade do leite produzido são importantes para a viabilidade desta atividade econômica. Desta forma, o objetivo deste estudo foi investigar a ocorrência de mastites e os padrões higiênicos do leite de mistura produzido pelas oito propriedades de associados de uma cooperativa na região do Vale do Taquari-RS. Foram realizadas duas visitas em todas as propriedades durante o período de maior produção de leite. Todos os animais em produção foram examinados clinicamente, sendo a seguir submetidos ao Califórnia Mastite Teste (CMT). De todas as metades mamárias foram coletadas amostras de leite, submetidas, posteriormente a contagem de Células Somáticas (CCS) e exame bacteriológico. Uma amostra de leite de mistura foi coletada em cada visita realizada, sendo avaliada quanto à contagem de coliformes fecais e totais e contagem de estafilococos coagulase-positivos. Ainda foram coletadas amostras de água para realização de colimetria em todas as propriedades visitadas. Verificou-se que 30,8% das metades mamárias apresentaram resultados no exame bacteriológico compatível com a ocorrência de mastite subclínica. A maior percentagem (41%) deste grupo era representada por animais na fase de maior produção (8-60 dias de lactação). A bactéria mais isolada nas amostras de leite foi o Staphylococcus coagulase-negativo. Houve correlação entre os resultados do CMT e CCS, bem como do CMT com a contagem de Unidades Formadoras de Colônia de bactérias (UFC). Não houve correlação entre o CCS e UFC. Entretanto, observou-se que o escore zero do CMT e a CCS >106 e ≤ 5 x106 predominaram em todos os períodos de lactação, e apresentaram resultados muitas vezes discrepantes com os resultados obtidos nos demais testes. Estes resultados estão de acordo com relatos anteriores e indicam a necessidade de adaptação dos testes utilizados para o diagnóstico indireto de mastite subclínica na espécie caprina. Da mesma forma, observou-se a necessidade de associar o resultado destes testes com o exame bacteriológico para alcançar uma maior exatidão do diagnóstico. O leite de mistura analisado apresentou contagens de coliformes que variaram de zero até 1,4 x 106 UFC/mL. Apenas duas propriedades apresentaram coliformes fecais e estafilococos coagulase-positiva não foram encontrados no leite de mistura. As amostras de água coletadas estavam dentro dos limites propostos pela legislação vigente. As contagens de coliformes totais encontradas no leite de mistura e o elevado índice de animais com mastite foram associadas a algumas práticas de manejo inadequados dos animais durante a ordenha e a problemas no sistema de armazenamento do leite encontradas em algumas propriedades.
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Avaliação da citologia aspirativa e de expressão no diagnóstico da mastite bubalina e pesquisa de cepas de Staphylococcus aureus e Escherichia coli toxigênicas e produtoras de beta-lactamase /

Oliveira, Andréa Alice da Fonseca. January 2003 (has links)
Orientador : Carlos Alberto de Magalhães Lopes / Resumo: Estudou-se a viabilidade da utilização da citologia aspirativa por agulha fina (CAAF) e Citologia de Expressão (CE) em 137 búfalas, procedentes de sete propriedades leiteiras, localizadas nos municípios de Jaú, Botucatu e Sorocaba, estado de São Paulo, como novo recurso no diagnóstico precoce da mastite, além da frequência de mastite subclínica, as características dos agentes etiológicos envolvidos, a relação entre a Contagem de Células Somáticas (CCS) pelo método automático, reação ao "California Mastitis Test" (CMT), reação ao "Whiteside" modificado WSM contagem de bactérias aeróbias mesófilas e exame microbiológico, avaliou-se, ainda, a sensibilidade bacteriana frente a antimicrobianos, produção de beta-lactamase para E. coli e S. aureus, além da caracterização pela Reação em Cadeia de Polimerase das amostras de Escherichia coli isoladas e pesquisa da produção de toxinas estafilocócicas. Dos 548 quartos mamários estudados, obteve-se uma freqüência para mastite subclínica de 16,8%. O Staphylococcus epidermidis o agente mais freqüente (21,43%). A média da CCS obtida nas amostras analisadas foi de 170, 26 x 103 cél./mL de leite. As cepas de S. aureus apresentaram maior sensibilidade para Meticilina (100%), Amoxilina + Ácido clavulônico (100%), Cefalotina (84%) e Gentamicina (67%) e as E. coli para Enrofloxacina (100%), Gentamicina (100%) e Cefoperazone (100%). Das seis (06) cepas de S. aureus isoladas cinco (05) foram produtoras de TSST-1 e uma (01) para EEA. A produção de beta-lactamase foi de 83% para as cepas de S. aureus e 57% para E. coli. A CAAF apresentou ótima especificidade (96%) da mesma forma que a CE por análise comparativa, quando comparada com outras técnicas para diagnóstico da mastite, verificando-se a predominância de neutrófilos nas amostras com reação inflamatória, deste modo conclui-se que a CAAF... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo). / Abstract: The viability of Fine Needle Aspiration Cytology (FNAC) and Expression Cytology (EC) in 137 buffalos, proceeding of seven farms in Jaú, Botucatu and Sorocaba municipal districts in São Paulo State were studied. Frequency of subclinical mastitis, feature of etiological agents, production of toxins in Staphylococcus aureus and beta-lactamase by S. aureus and Escherichia coli were studied too. Total of 548 udder quarters, the frequency was 16,8%. Staphylococcus epidermidis was the pathogen found in 21,43% of samples and was the highest rate. The Somatic Cell Count (SCC) media was 170,26 x 103 cell/mL of milk. Sensibility to antimicrobial drugs demonstrate S. aureus was more susceptible methicilin, Amoxilin + Clavunonic acid, cephalothin and gentamicin and E. coli to enrofloxacin, gentamicin and cefoperazone. Five (05) samples S. aureus tested were producers TSST-1 and one (01) enterotoxin A (EEA). The beta-lactamase production was 83% in S. aureus samples and 57% to E. coli samples. A excellent specificity (96%) was observed to FNAC and EC when compared to others techniques to mastitis diagnostic. Neutrophils were the most prevalent cellular type in the analyzed samples. The FNAC and EC can be used for determination of inflammation grade in the buffaloes mammary gland. / Doutor
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Perfil genético e fenotípico de Staphylococcus sp isolados de leite de vacas saudáveis e com mastite

Miranda, Elisângela de Souza [UNESP] 14 March 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:27:20Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-03-14Bitstream added on 2014-06-13T19:35:16Z : No. of bitstreams: 1 miranda_es_me_botib.pdf: 341881 bytes, checksum: 0398d195977255821cd91dc539be7ad7 (MD5) / A mastite é uma inflamação da glândula mamária, geralmente causada por infecção bacteriana, causando as maiores perdas econômicas na bovinocultura leiteira, devido à redução na produção de leite e de sua qualidade, aumento do uso de medicamentos e morte dos animais. Existem muitos micro-organismos responsáveis pela mastite bovina, mas Staphylococcus sp permanecem como os mais comumente isolados, em casos de mastites clínicas e subclínicas. São vários os fatores de virulência envolvidos nessa patogênese, principalmente a produção de biofilmes, o que explicaria a cronicicidade da infecção e a produção de toxinas. A presença constante desses micro-organismos pode ocasionar a seleção de cepas resistentes, além de ser um perigo no momento da ordenha, pois o leite contaminado pode causar intoxicações, devido à ingestão de enterotoxinas pré formadas. Assim, o objetivo do trabalho foi identificar os Staphylococcus sp isolados a partir de 279 amostras de leite de vacas saudáveis e 293 de vacas com mastite (clínica ou subclínica), quanto à formação de biofilmes, além da resistência a determinadas drogas. Foram isolados 63 (22,6%) cepas de Staphylococcus sp, entre as amostras de leite de animais hígidos e 80 (27,3%), entre os doentes. A espécie mais frequentemente isolada entre os animais doentes foi S. warneri (27,5%), mas S. aureus (17,5%) foi a única espécie onde ocorreu diferença estatisticamente significativa (p-valor 0,001) entre ambos os grupos, comprovando sua maior ocorrência em animais doentes. Em relação à produção de biofilme, foram testadas duas metodologias e a técnica da microplaca (p-valor 0,47) foi melhor que a do vermelho congo (p-valor 0,29). O gene mecA foi encontrado em 14 (9,8%) das 143 cepas analisadas,ocorrendo somente em estafilococos coagulase negativa (ECN). S. aureus ocorreu predominantemente em vacas doentes, enquanto... / Mastitis is an inflammation of breast tissue, by bacterial infection. It causes economic losses to dairy cattle, because mastitis results in decrease of production and in low quality of milk, increasing antimicrobial treatment and cows mortality. Several microorganisms are associated to bovine mastitis, but Staphylococcus spp. remain as the most commonly isolated bacteria from clinical and subclinical mastitis. Several virulence factors are involved in mastitis pathogenesis; one of the most important of them is the biofilm production that can explain the infection persistency. The persistency of these microorganisms can select antimicrobial resistant strains, besides, can contaminate the milk during collection, resulting in foodborne for the consumers, if pre formed enterotoxins were present. The aim of this study was to identify the species of Staphylococcus, to detect the biofilm formation and to characterize the antimicrobial susceptibility patterns in strains isolated from milk of 279 healthy and 293 mastitic cows. Sixty-three strains of Staphylococcus spp. were isolated from milk of healthy cow (22.6%), and 80 from mastitic cow milk samples (27.3%). The most common species isolated from sick cows were S. warneri (27.5%), but S. aureus was the only species that was significantly (P value 0.001) more associated with mastitic cows group. Regarding to biofilm production, two methodologies were carried out. The microtiter plate assay detected more biofilm producer strains (47%) than the congo red agar technique (29%). In relation to mecA gene, that confers resistance to all beta-lactam antimicrobial agents, it was detected in 14 (9.8%) out of 143 analyzed strains, all of them occurring in coagulase-negative staphylococci. In summary, we observed that S. aureus occurred mainly in mastitic cows, while coagulase-negative staphylococci occurred equally between the healthy and sick (Complete abstract click electronic access below)

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