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Intimidades entrelaçadas : gestos, olhares e objetos na arte contemporânea em uma experiência singular

Nery, Roseli January 2003 (has links)
Os trabalhos da presente pesquisa nascem do deslocamento de alguns objetos do cotidiano doméstico (agulhas de costura, botões, alfinetes, zíperes e pequenos potes) para o contexto da produção em artes visuais. Desta maneira, tais objetos se colocam potencializados para novas possibilidades de apresentação. Para isso, sacrifica-se a capacidade destes utilitários de realizar a função, às vezes invertendo e outras vezes anulando-a. O resultado é um conjunto no qual se estabelece uma relação de estranhamento resultante de acumulações e repetições de elementos, que inseridos no próprio tempo do trabalho criam questões que podem contribuir com o universo da arte contemporânea. Neste contexto, criou-se uma nova relação espacial que privilegia, as melhores condições de visualidade do fruidor. Não só é evidente a importância do objeto como algo expressivo em si na medida em que cada peça que vai sendo construída no decorrer do tempo, mas também o resgate de pequenos gestos, os quais envolvidos na construção das peças determinaram estruturas que a princípio estariam soltas no espaço. Mesmo lançando mão de recursos externos de sustentação, ficou marcada a grande fragilidade das montagens. Elas acabam por serem apenas encaixadas e depositadas sobre suas bases. Decorrentes deste estudo obteve-se os seguintes trabalhos: Agulhas por Um Fio, Feixes, Desfecho, Hórtebra, Germinando e o vídeo Permanência, cujas análises deram margem para que se pudesse discutir o objeto cotidiano na arte, pelo processo de repetição, além da consciência do tempo, estranhamento e a fragilidade. Estes processos pretendem evidenciar gestos simples e o olhar dedicado às coisas do cotidiano.
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Intimidades entrelaçadas : gestos, olhares e objetos na arte contemporânea em uma experiência singular

Nery, Roseli January 2003 (has links)
Os trabalhos da presente pesquisa nascem do deslocamento de alguns objetos do cotidiano doméstico (agulhas de costura, botões, alfinetes, zíperes e pequenos potes) para o contexto da produção em artes visuais. Desta maneira, tais objetos se colocam potencializados para novas possibilidades de apresentação. Para isso, sacrifica-se a capacidade destes utilitários de realizar a função, às vezes invertendo e outras vezes anulando-a. O resultado é um conjunto no qual se estabelece uma relação de estranhamento resultante de acumulações e repetições de elementos, que inseridos no próprio tempo do trabalho criam questões que podem contribuir com o universo da arte contemporânea. Neste contexto, criou-se uma nova relação espacial que privilegia, as melhores condições de visualidade do fruidor. Não só é evidente a importância do objeto como algo expressivo em si na medida em que cada peça que vai sendo construída no decorrer do tempo, mas também o resgate de pequenos gestos, os quais envolvidos na construção das peças determinaram estruturas que a princípio estariam soltas no espaço. Mesmo lançando mão de recursos externos de sustentação, ficou marcada a grande fragilidade das montagens. Elas acabam por serem apenas encaixadas e depositadas sobre suas bases. Decorrentes deste estudo obteve-se os seguintes trabalhos: Agulhas por Um Fio, Feixes, Desfecho, Hórtebra, Germinando e o vídeo Permanência, cujas análises deram margem para que se pudesse discutir o objeto cotidiano na arte, pelo processo de repetição, além da consciência do tempo, estranhamento e a fragilidade. Estes processos pretendem evidenciar gestos simples e o olhar dedicado às coisas do cotidiano.
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Intimidades entrelaçadas : gestos, olhares e objetos na arte contemporânea em uma experiência singular

Nery, Roseli January 2003 (has links)
Os trabalhos da presente pesquisa nascem do deslocamento de alguns objetos do cotidiano doméstico (agulhas de costura, botões, alfinetes, zíperes e pequenos potes) para o contexto da produção em artes visuais. Desta maneira, tais objetos se colocam potencializados para novas possibilidades de apresentação. Para isso, sacrifica-se a capacidade destes utilitários de realizar a função, às vezes invertendo e outras vezes anulando-a. O resultado é um conjunto no qual se estabelece uma relação de estranhamento resultante de acumulações e repetições de elementos, que inseridos no próprio tempo do trabalho criam questões que podem contribuir com o universo da arte contemporânea. Neste contexto, criou-se uma nova relação espacial que privilegia, as melhores condições de visualidade do fruidor. Não só é evidente a importância do objeto como algo expressivo em si na medida em que cada peça que vai sendo construída no decorrer do tempo, mas também o resgate de pequenos gestos, os quais envolvidos na construção das peças determinaram estruturas que a princípio estariam soltas no espaço. Mesmo lançando mão de recursos externos de sustentação, ficou marcada a grande fragilidade das montagens. Elas acabam por serem apenas encaixadas e depositadas sobre suas bases. Decorrentes deste estudo obteve-se os seguintes trabalhos: Agulhas por Um Fio, Feixes, Desfecho, Hórtebra, Germinando e o vídeo Permanência, cujas análises deram margem para que se pudesse discutir o objeto cotidiano na arte, pelo processo de repetição, além da consciência do tempo, estranhamento e a fragilidade. Estes processos pretendem evidenciar gestos simples e o olhar dedicado às coisas do cotidiano.
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Superfície do contato : fronteiras e espaçamentos / Surfaces of contact: borders and spacings

Silva, Mariana Silva da January 2005 (has links)
Superfícies do contato: fronteiras e espaçamentos trata-se de uma pesquisa no campo das Poéticas Visuais em que uma investigação teórica e uma prática artística entrecruzam-se. O grupo de trabalhos desenvolvidos - ponto e buraco (prumo); à distância (elétrico); vão; encaixe; o sentido do gesto; still; para preencher um buraco; marca d’água; tangente – levanta a noção de contato como situação de relação, encontro, interação entre determinadas superfícies (como o vidro, a parede, o tecido) e entre superfície e espaço tendo como referência a superfície epidérmica enquanto fronteira e espaçamento. São abordadas questões referentes aos contatos tátil e visual e suas possibilidades de sobreposições através da construção do gesto artístico. Neste sentido, estudam-se os procedimentos empregados (gesto do artista, objeto, fotografia, vídeo, livro de artista) e suas implicações conceituais na elaboração das proposições aqui investigadas. / Surfaces of contact: borders and spacings a Visual Poetics research project in which theoretical investigation and artistic practice intersect. The group of works developed - point and hole (plumb); distant (electrical); span; fit; the meaning of the gesture; still; to fill a hole; watermark; tangent – raise the idea of contact as a situation of relation, meeting, interaction between determined surfaces (such as glass, the wall, fabric) and between the surface and space with reference to the surface of the epidermis as border and spacing. Questions concerning visual and tactile contact and their possibilities and superimpositions through the construction of the artistic gesture are approached. In this sense, there is a study of the procedures employed (the artist’s gesture, object, photography, video, artist’s book) and their conceptual implications in the development of the propositions here investigated.
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Do pão à toalha de mesa : uma abordagem poética por prolongamentos

Hernandez, Adriane January 2007 (has links)
O presente texto, apresentado sob o título Do pão à toalha de mesa: uma abordagem poética por prolongamentos, é o resultado de uma pesquisa em Poéticas Visuais desenvolvida no decorrer de quatro anos, entre 2003 e 2007. Os trabalhos são fotografias, objetos e intervenções que realizam um movimento de prolongamento: extensão de tempo e espaço e expansão dos sentidos. Prolongamento do pão à toalha de mesa é, deste modo, um prolongamento prático e também teórico. O pão e a toalha de mesa se tornam autênticos objetos de jogo, jogo de construção e desconstrução da experiência, que articula modos de conhecer o mundo. O texto se desenvolve como uma cartografia móvel e deslizante, um meio de suspender o objeto em processo a um estado de constelação de idéias, a ligar pontos, tentando não paralisá-lo em um sistema exclusivo e fechado de pensamento. A necessidade de baldar o discurso (arma do poder) se faz premente, em uma busca inquieta e escorregadia, aquela que tenta fazer a experiência tornar ao centro. Para isso, é lançando mão de recursos, como a narrativa e a descrição, em uma tentativa de devolver o discurso a uma instância anterior àquela do artificialismo. / This text, entitled Do pão à toalha de mesa: uma abordagem poética por prolongamentos, (From the bread toward the tablecloth: a poetic approach through prolongations), is the result of the research project in Visual Poetics developed for the last four years, 2003 to 2007. The works are photographs, objects and interventions that produce a movement of prolongation: extension of time and space, and expansion of the senses. In this way, the prolongation of the bread toward the tablecloth is also both a practical and theoretical prolongation. The bread and the tablecloth become authentic objects in a game, a game of construction and deconstruction of the experience that articulates ways of knowing the world. The text develops like a mobile and sliding cartography, a way to suspend the object in its process toward a constellational state of ideas, where points are linked together and try not to paralyze it in an exclusive, closed system of thought. The necessity to thwart discourse (weapon of power) becomes urgent in a disquieting and slipping search, one that tries to make the experience focus back at the center. This is why I have sought to make use of resources such as narrative and description in the attempt to return the discourse to an instance prior to that of artificiality.
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Superfície do contato : fronteiras e espaçamentos / Surfaces of contact: borders and spacings

Silva, Mariana Silva da January 2005 (has links)
Superfícies do contato: fronteiras e espaçamentos trata-se de uma pesquisa no campo das Poéticas Visuais em que uma investigação teórica e uma prática artística entrecruzam-se. O grupo de trabalhos desenvolvidos - ponto e buraco (prumo); à distância (elétrico); vão; encaixe; o sentido do gesto; still; para preencher um buraco; marca d’água; tangente – levanta a noção de contato como situação de relação, encontro, interação entre determinadas superfícies (como o vidro, a parede, o tecido) e entre superfície e espaço tendo como referência a superfície epidérmica enquanto fronteira e espaçamento. São abordadas questões referentes aos contatos tátil e visual e suas possibilidades de sobreposições através da construção do gesto artístico. Neste sentido, estudam-se os procedimentos empregados (gesto do artista, objeto, fotografia, vídeo, livro de artista) e suas implicações conceituais na elaboração das proposições aqui investigadas. / Surfaces of contact: borders and spacings a Visual Poetics research project in which theoretical investigation and artistic practice intersect. The group of works developed - point and hole (plumb); distant (electrical); span; fit; the meaning of the gesture; still; to fill a hole; watermark; tangent – raise the idea of contact as a situation of relation, meeting, interaction between determined surfaces (such as glass, the wall, fabric) and between the surface and space with reference to the surface of the epidermis as border and spacing. Questions concerning visual and tactile contact and their possibilities and superimpositions through the construction of the artistic gesture are approached. In this sense, there is a study of the procedures employed (the artist’s gesture, object, photography, video, artist’s book) and their conceptual implications in the development of the propositions here investigated.
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Do pão à toalha de mesa : uma abordagem poética por prolongamentos

Hernandez, Adriane January 2007 (has links)
O presente texto, apresentado sob o título Do pão à toalha de mesa: uma abordagem poética por prolongamentos, é o resultado de uma pesquisa em Poéticas Visuais desenvolvida no decorrer de quatro anos, entre 2003 e 2007. Os trabalhos são fotografias, objetos e intervenções que realizam um movimento de prolongamento: extensão de tempo e espaço e expansão dos sentidos. Prolongamento do pão à toalha de mesa é, deste modo, um prolongamento prático e também teórico. O pão e a toalha de mesa se tornam autênticos objetos de jogo, jogo de construção e desconstrução da experiência, que articula modos de conhecer o mundo. O texto se desenvolve como uma cartografia móvel e deslizante, um meio de suspender o objeto em processo a um estado de constelação de idéias, a ligar pontos, tentando não paralisá-lo em um sistema exclusivo e fechado de pensamento. A necessidade de baldar o discurso (arma do poder) se faz premente, em uma busca inquieta e escorregadia, aquela que tenta fazer a experiência tornar ao centro. Para isso, é lançando mão de recursos, como a narrativa e a descrição, em uma tentativa de devolver o discurso a uma instância anterior àquela do artificialismo. / This text, entitled Do pão à toalha de mesa: uma abordagem poética por prolongamentos, (From the bread toward the tablecloth: a poetic approach through prolongations), is the result of the research project in Visual Poetics developed for the last four years, 2003 to 2007. The works are photographs, objects and interventions that produce a movement of prolongation: extension of time and space, and expansion of the senses. In this way, the prolongation of the bread toward the tablecloth is also both a practical and theoretical prolongation. The bread and the tablecloth become authentic objects in a game, a game of construction and deconstruction of the experience that articulates ways of knowing the world. The text develops like a mobile and sliding cartography, a way to suspend the object in its process toward a constellational state of ideas, where points are linked together and try not to paralyze it in an exclusive, closed system of thought. The necessity to thwart discourse (weapon of power) becomes urgent in a disquieting and slipping search, one that tries to make the experience focus back at the center. This is why I have sought to make use of resources such as narrative and description in the attempt to return the discourse to an instance prior to that of artificiality.
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Superfície do contato : fronteiras e espaçamentos / Surfaces of contact: borders and spacings

Silva, Mariana Silva da January 2005 (has links)
Superfícies do contato: fronteiras e espaçamentos trata-se de uma pesquisa no campo das Poéticas Visuais em que uma investigação teórica e uma prática artística entrecruzam-se. O grupo de trabalhos desenvolvidos - ponto e buraco (prumo); à distância (elétrico); vão; encaixe; o sentido do gesto; still; para preencher um buraco; marca d’água; tangente – levanta a noção de contato como situação de relação, encontro, interação entre determinadas superfícies (como o vidro, a parede, o tecido) e entre superfície e espaço tendo como referência a superfície epidérmica enquanto fronteira e espaçamento. São abordadas questões referentes aos contatos tátil e visual e suas possibilidades de sobreposições através da construção do gesto artístico. Neste sentido, estudam-se os procedimentos empregados (gesto do artista, objeto, fotografia, vídeo, livro de artista) e suas implicações conceituais na elaboração das proposições aqui investigadas. / Surfaces of contact: borders and spacings a Visual Poetics research project in which theoretical investigation and artistic practice intersect. The group of works developed - point and hole (plumb); distant (electrical); span; fit; the meaning of the gesture; still; to fill a hole; watermark; tangent – raise the idea of contact as a situation of relation, meeting, interaction between determined surfaces (such as glass, the wall, fabric) and between the surface and space with reference to the surface of the epidermis as border and spacing. Questions concerning visual and tactile contact and their possibilities and superimpositions through the construction of the artistic gesture are approached. In this sense, there is a study of the procedures employed (the artist’s gesture, object, photography, video, artist’s book) and their conceptual implications in the development of the propositions here investigated.
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Do pão à toalha de mesa : uma abordagem poética por prolongamentos

Hernandez, Adriane January 2007 (has links)
O presente texto, apresentado sob o título Do pão à toalha de mesa: uma abordagem poética por prolongamentos, é o resultado de uma pesquisa em Poéticas Visuais desenvolvida no decorrer de quatro anos, entre 2003 e 2007. Os trabalhos são fotografias, objetos e intervenções que realizam um movimento de prolongamento: extensão de tempo e espaço e expansão dos sentidos. Prolongamento do pão à toalha de mesa é, deste modo, um prolongamento prático e também teórico. O pão e a toalha de mesa se tornam autênticos objetos de jogo, jogo de construção e desconstrução da experiência, que articula modos de conhecer o mundo. O texto se desenvolve como uma cartografia móvel e deslizante, um meio de suspender o objeto em processo a um estado de constelação de idéias, a ligar pontos, tentando não paralisá-lo em um sistema exclusivo e fechado de pensamento. A necessidade de baldar o discurso (arma do poder) se faz premente, em uma busca inquieta e escorregadia, aquela que tenta fazer a experiência tornar ao centro. Para isso, é lançando mão de recursos, como a narrativa e a descrição, em uma tentativa de devolver o discurso a uma instância anterior àquela do artificialismo. / This text, entitled Do pão à toalha de mesa: uma abordagem poética por prolongamentos, (From the bread toward the tablecloth: a poetic approach through prolongations), is the result of the research project in Visual Poetics developed for the last four years, 2003 to 2007. The works are photographs, objects and interventions that produce a movement of prolongation: extension of time and space, and expansion of the senses. In this way, the prolongation of the bread toward the tablecloth is also both a practical and theoretical prolongation. The bread and the tablecloth become authentic objects in a game, a game of construction and deconstruction of the experience that articulates ways of knowing the world. The text develops like a mobile and sliding cartography, a way to suspend the object in its process toward a constellational state of ideas, where points are linked together and try not to paralyze it in an exclusive, closed system of thought. The necessity to thwart discourse (weapon of power) becomes urgent in a disquieting and slipping search, one that tries to make the experience focus back at the center. This is why I have sought to make use of resources such as narrative and description in the attempt to return the discourse to an instance prior to that of artificiality.
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Autorreferencialidade em território partilhado

Corona, Marilice January 2009 (has links)
Autorreferencialidade em Território Partilhado trata-se de uma investigação em pintura e fotografia a partir de uma definição mais ampla do que seja do campo da pintura. Contrapondo-se as definições modernistas que estabeleciam ser do campo da pintura somente seus elementos essências, ou seja, o plano, a cor e o gesto, esta investigação parte de uma definição ampliada demonstrando que se tomarmos o ilusionismo, o diálogo com outras linguagens e a narrativa como capacidades inerentes à linguagem pictórica, alcançaremos um número muito mais amplo de significações. A autorreferencialidade aqui referida trata-se da representação das três instâncias que perpassam o trabalho artístico: o espaço de produção, o espaço de representação e o espaço de apresentação da obra. Em virtude disso, a presença do dispositivo fotográfico nesse processo torna-se fundamental não apenas como recurso documental ou mera referência, mas revela-se como um agente determinante na constituição das imagens pictóricas. O cruzamento das três instâncias citadas acima somado às confluências entre pintura e fotografia funda, então, o Território Partilhado. A análise do papel dos documentos de trabalho na constituição do trabalho artístico evidenciará, também, sua presença dinâmica nesse processo. A presença do dispositivo fotográfico no processo da pintura gera a representação en abyme. A representação en abyme como recurso caracteristicamente autorreferencial tem como objetivo colocar as três instâncias em circularidade infinita. Como um recurso especular, faz a obra dobrar-se sobre si mesma, sobre suas referências e sobre seu modo de apresentação. Autorreferencialidade em Território Partilhado trata-se de um processo de auto-análise no qual pintura e fotografia questionam-se sobre suas capacidades e comungam em uma mesma direção: a construção do olhar. Do olhar reflexivo, sempre en abyme. / Self-referentiality in a Shared Territory is an investigation into both painting and photography, considering a broader definition of the field of painting. In contraposition to modernist definitions, which established that only essential elements, such as plane, color, and gesture, belonged to the field of painting, this investigation has stemmed from a broader definition, showing that, if we regard illusionism, the dialogue with other languages, and narrative as capacities inherent to the pictorial language, we will reach a more significant number of significations. Self-referentiality here concerns the representation of the three instances that permeate the art work: the production space, the representation space, and the exhibition space. Because of that, the presence of the photographic device in this process is not only fundamental as a documental resource or reference, but is also a determining agent in the constitution of pictorial images. The crossing of the three instances mentioned, together with the confluences between painting and photography, has founded the Shared Territory. The analysis of the role of work documents in the constitution of the art work has also evidenced its dynamic presence in this process. The presence of the photographic device in the painting process generates a mise en abyme representation. Mise en abyme representation, as a resource that is characteristically referential, aims at putting the three instances in endless circularity. As a specular resource, it makes the art work fold on itself, its references, and its mode of exhibition. Self-referentiality in Shared Territory is a self-analysis process in which painting and photography question their capacities and join the same direction: the construction of the look - the reflective look, always mise en abyme.

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