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Qualidade de vida e função sexual de mulheres submetidas ao tratamento para o câncer do colo do útero

Corrêa, Camila Soares Lima 19 February 2014 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2016-01-26T14:19:31Z No. of bitstreams: 1 camilasoareslimacorrea.pdf: 2489508 bytes, checksum: e12b749f06936dc865a6f6dea87eb4cf (MD5) / Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2016-01-27T11:03:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 camilasoareslimacorrea.pdf: 2489508 bytes, checksum: e12b749f06936dc865a6f6dea87eb4cf (MD5) / Made available in DSpace on 2016-01-27T11:03:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 camilasoareslimacorrea.pdf: 2489508 bytes, checksum: e12b749f06936dc865a6f6dea87eb4cf (MD5) Previous issue date: 2014-02-19 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / A alta curabilidade do câncer do colo do útero (CCU), quando detectado precocemente associada aos recentes avanços científicos na terapêutica da doença têm contribuído para uma maior sobrevida das pacientes. Porém, seu tratamento pode levar a efeitos adversos tardios importantes, como disfunções sexuais, que comprometem de forma significativa a qualidade de vida (QV). Desta forma, torna-se essencial investigar a QV e a função sexual de sobreviventes ao CCU, visando verificar, de forma holística, as reais necessidades dessas pacientes e guiar as ações de equipes inter e multidisciplinares. E, com isso, oferecer um cuidado adequado, humanizado e que atenda a todas essas necessidades, pois não basta aumentar a sobrevida, é necessário ter qualidade nesta sobrevivência. Dentro deste contexto, o objetivo principal desta pesquisa foi avaliar a QV e a função sexual de mulheres submetidas ao tratamento para o CCU e comparar com um grupo controle de mulheres sem história de câncer. Trata-se de estudo epidemiológico observacional, analítico, do tipo caso-controle com amostra total de 74 mulheres divididas em grupo câncer - GCa (mulheres submetidas a tratamento para o CCU há, pelo menos três meses - n=37) e grupo controle de base populacional - GCo (mulheres sem história de câncer - n=37). Foram aplicados três questionários: um de caracterização geral da amostra; um questionário de avaliação da qualidade de vida, desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-bref); e um instrumento de avaliação da função sexual (Índice de Função Sexual Feminina – FSFI). O grupo controle apresentou maior frequência de mulheres vivendo com companheiro (GCo=73%; GCa=51,4%; p=0,05) e de mulheres que consideravam o relacionamento com este como bom ou muito bom (GCo=93,1%; GCa=63,2%; p=0,02). As seguintes variáveis, que no GCa poderiam estar associadas a efeitos adversos do tratamento, foram diferentes entre os grupos (p ˂ 0,05), sendo mais frequentes no GCa: menopausa (GCo=59,5%; GCa=100%; p˂0,01); sangramento durante ou após a relação sexual (GCo=0; GCa=36,8%; p˂0,01); aumento da frequência (GCo=0; GCa=37,8%; p˂0,01), urgência (GCo=16,2%; GCa=37,8%; p=0,03), incontinência (GCo=10,8%; GCa=35,1%; p=0,02) e retenção urinárias (GCo=2,7%; GCa=21,6%; p=0,02); diarréia (GCo=0; GCa=43,2%; p˂0,01), urgência (GCo=0; GCa=37,8%; p˂0,01) e incontinência fecais (GCo=0; GCa=21,6%; p˂0,01); dor (GCo=0; GCa=21,6%; p˂0,01) e muco anais (GCo=0; GCa=18,9%; p=0,01); enterorragia (GCo=0; GCa=24,3%; p˂0,01) e linfedema em membros inferiores (GCo=0; GCa=35,1%; p˂0,01). Além disto, o grupo câncer apresentou piores resultados quanto a variáveis relacionadas à função sexual: 64,9% relataram vagina estreita ou curta demais; a maioria não era sexualmente ativa (59,5%) e, das mulheres que tinham relação sexual, 80% apresentavam disfunção. Foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre os grupos nos domínios “Físico” e “Relações Sociais” do WHOQOL-bref, sendo que a média destes domínios foi superior no grupo controle. As médias do grupo câncer foram estatisticamente inferiores às do grupo controle em todos os domínios do FSFI e também no escore total do instrumento. Diante dos resultados encontrados, conclui-se que há impacto negativo do tratamento para o CCU na QV e função sexual das sobreviventes. A partir disto, pode-se contribuir para dar maior visibilidade a estes aspectos na prática clínica, buscando guiar as intervenções de forma a atender todas as necessidades destas pacientes, contribuindo para uma melhor qualidade de vida na sobrevivência. / The high curability of cervical cancer (CC), when detected early, coupled with the latest scientific advances in the treatment of disease, has contributed to increased survival of patients. However, its treatment can lead to significant late adverse effects such as sexual dysfunctions that compromise significantly the quality of life (QoL). Thus, it becomes essential to investigate the QoL and sexual function of survivors at the CC in order to verify, holistically, the real needs of these patients and guide the actions of inter and multidisciplinary teams. And with that, provide a convenient and humanizing care that meets all these requirements, it is not enough to increase survival, it is necessary to have this quality survival. Within this context, the main objective of this research was to assess quality of life and sexual function in women submitted to treatment for cervical cancer, and compare with a control group of women without a history of cancer. It is, analytical, observational, epidemiological study of case-control sample with a total of 74 women divided into cancer group - CaG (women submitted to treatment for cancer of the cervix for at least three months - n = 37) and population-based control group - CoG (women without a history of cancer - n = 37). Three questionnaires were applied: a general characterization of the sample, a survey for evaluating the quality of life, developed by the World Health Organization (WHOQOL-BREF), and an instrument for assessment of sexual function (Female Sexual Function Index - FSFI). The control group had a higher frequency of women living with a partner (CoG = 73%; CaG = 51.4%, p = 0.05) and women who considered the relationship even as good or very good (CoG = 93 1%; CaG = 63.2%, p = 0.02). The following variables related to potential adverse effects of treatment were more frequent in the cancer group: menopause (CoG = 59.5%; CaG = 100%, p ˂ 0.01), bleeding during or after intercourse (CoG = 0; CaG = 36.8%, p ˂ 0.01) increase in the frequency (CoG = 0; CaG = 37.8%, p ˂ 0.01), urgency (CoG = 16.2%; CaG = 37.8 %, p = 0.03), incontinence (CoG = 10.8%; CaG = 35.1%, p = 0.02) and urinary retention (CoG = 2.7%; CaG = 21.6%, p = 0.02), diarrhea (CoG = 0; CaG = 43.2%, p ˂ 0.01), urgency (CoG = 0; CaG = 37.8%, p ˂ 0.01) and fecal incontinence (CoG = 0; CaG = 21.6%, p ˂ 0.01), pain (CoG = 0; CaG = 21.6%, p ˂ 0.01) and anal mucus (CoG = 0; CaG = 18.9% p = 0.01), rectal bleeding (CoG = 0; CaG = 24.3%, p ˂ 0.01) and lower limb lymphedema (CoG = 0; CaG = 35.1%, p ˂ 0.01). Moreover, the cancer group had worse results as related to sexual function variables: 64.9% reported narrow or too short vagina most were not sexually active (59.5%) and women who had sexual intercourse, 80 % dysfunctional. Statistically significant difference between groups in the fields "Physical" and "Social Relations" WHOQOL-BREF was found, while the average of these areas was higher in the control group. The averages of cancer group were statistically lower than the control group in all domains of FSFI, and total score of the instrument. Considering the results, it is concluded that there is negative impact of treatment for CC in QoL and sexual function of survivors. From this, one can contribute to giving greater visibility to these issues in clinical practice, seeking to guide interventions in order to attend all the needs of these patients, contributing to a better quality of life in survivors.

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