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Cadernos de atividades de aprendizagem autorregulada: uma análise discursiva sob a perspectiva da semântica globalLopes, Shayane França 22 January 2018 (has links)
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DISSERTAÇÃO PÓS-DEFESA - VERSÃO FINAL.pdf: 3184465 bytes, checksum: 2a64aff3f98fd1761643443f796744b2 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA ALCINA RODRIGUES LIMA, Niterói, RJ / LOPES, Shayane França. Cadernos de atividades de aprendizagem autorregulada: uma análise discursiva sob a perspectiva da semântica global. 2017. 158 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagem) – Faculdade de Letras, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017.
Esta dissertação visa a enfocar quais os efeitos produzidos por enunciados presentes nos Cadernos de atividades de aprendizagem autorregulada, material produzido pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ). Busca-se analisar enunciados que circulam nos Cadernos do professor, a partir de planos da semântica global, proposta teórica de D. Maingueneau (2008). Considerando que se trata de um trabalho discursivo, o conjunto de procedimentos utilizados para realizar esta investigação consistiu em traçar os objetivos da pesquisa com base no córpus escolhido e, a partir daí, estabeleceu-se por meio de quais categorias a análise seria feita. Toma-se a vertente de análise do discurso de base enunciativa, segundo Maingueneau (1996, 1997, 2000, 2006, 2008, 2010, 2011, 2015), como ponto de partida da investigação. De acordo com a perspectiva teórica adotada, o discurso se constitui como um sistema no qual a multiplicidade das suas dimensões o torna possível em termos de materialidade linguística. Os conceitos de gêneros do discurso e dialogismo, considerados importantes para este trabalho, foram buscados em Bakhtin (2011) e Volóshinov (2009); e também foram vistos em Maingueneau (2000, 2008, 2011, 2014, 2015). Para a análise, foi utilizada a noção de semântica global (MAINGUENEAU, 2008), especificamente dos planos do vocabulário, do enunciador e do coenunciador, da intertextualidade e do tema. Os resultados encontrados indicam que os Cadernos convergem na direção da prescrição e da autoridade flagradas no discurso do material produzido pela SEEDUC-RJ. A ação discursiva se manifesta em diferentes pontos do discurso, pela perspectiva dos planos da semântica global selecionados, já que a especificidade de um discurso se define por seu posicionamento discursivo. Os Cadernos se apresentam como material autossuficiente; e a SEEDUC-RJ assume o papel de autoridade e de detentora de controle. Espera-se que esta dissertação colabore para uma prática docente mais madura e consciente, apresentando uma maneira de compreender a forma como se constroem os Cadernos de atividades de aprendizagem autorregulada, possibilitando, assim, uma visão crítica acerca do discurso da SEEDUC-RJ / LOPES, Shayane França. Cadernos de atividades de aprendizagem autorregulada: uma análise discursiva sob a perspectiva da semântica global. 2017. 158 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagem) – Faculdade de Letras, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017.
Este investigación busca enfocar cuáles son los efectos producidos por enunciados presentes en los Cadernos de atividades de aprendizagem autorregulada, material producido por la Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ). Se busca analizar enunciados presentes en los Cadernos do professor, a partir de planes de semántica global, propuesta teórica de D. Maingueneau (2008). Teniendo en cuenta que este es un trabajo discursivo, el conjunto de procedimientos utilizados para llevar a cabo este estudio consistió en trazar los objetivos de la investigación en base al corpus y, entonces, se estableció a través de qué categorías se haría el análisis. Como punto de partida de la investigación, está la vertiente de análisis de discurso de base enunciativo, según Maingueneau (1996, 1997, 2000, 2006, 2008, 2010, 2011, 2015). De acuerdo con la perspectiva teórica adoptada, el discurso se constituye como un sistema en el que la multiplicidad de sus dimensiones lo hace posible en cuanto a la materialidad lingüística. Los conceptos de género del discurso y dialogismo, considerados importante para este trabajo, se buscó en Bakhtin (2011) y Volóshinov (2009) y, además, en Maingueneau (2000, 2008, 2011, 2014, 2015). Para el análisis, se utilizó la noción de semántica global (MAINGUENEAU, 2008), específicamente, los planes del vocabulario, del enunciador y del coenunciador, de la intertextualidad y del tema. Los resultados permitieron observar que los Cadernos convergen hacia la prescripción y la autoridad encontradas en el discurso del material producido por la SEEDUC-RJ. La acción discursiva se manifiesta en diferentes puntos del discurso, por la perspectiva de los planes de la semántica global, ya que la especificidad de un discurso se define por su posicionamiento discursivo. Los Cadernos se presentan como material autosuficiente; y la SEEDUC-RJ asume el papel de autoridad y de detentora de control. Se espera que esta investigación colabore para una práctica docente más madura y consciente, que presente una manera de comprender la forma como se construyen los Cadernos de atividades de aprendizagem autorregulada, permitiendo así una visión crítica sobre el discurso de la SEEDUC-RJ
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A constituição e a materialização do discurso ecológico em reportagens da mídia impressa brasileiraSILVA, Severino Rodrigues da 16 February 2016 (has links)
Submitted by Fabio Sobreira Campos da Costa (fabio.sobreira@ufpe.br) on 2017-05-10T15:40:27Z
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Previous issue date: 2016-02-16 / CNPQ / O presente trabalho analisa a constituição e a materialização do discurso
ecológico em reportagens da mídia impressa brasileira. Bastante atual, esse
discurso, que se volta para a preservação dos recursos naturais e para a
relação entre homem e natureza, parece ser ainda pouco explorado no campo
dos estudos discursivos, disso decorre, então, a relevância desta pesquisa. Ao
longo, portanto, desta nossa pesquisa de linha discursiva, buscamos respostas
para o seguinte questionamento: Como se constitui e se materializa o discurso
ecológico em reportagens da mídia impressa brasileira? Para tanto, partimos
da análise das capas e reportagens das revistas Veja e Carta Capital acerca
dos dois grandes eventos promovidos pela Organização das Nações Unidas
(ONU) e sediados no Rio de Janeiro: as Conferências das Nações Unidas
sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecidas como Eco-92 e
Rio+20. Para analisar de modo pertinente o nosso corpus, temos como
objetivos específicos: 1) averiguar como o discurso ecológico se constitui na
mídia impressa brasileira, mais especificamente no dizer de Veja e Carta
Capital; 2) refletir como o gênero reportagem inscreve o discurso ecológico
dentro da esfera midiática; 3) discutir como condições sociais e histórias de
produção diferentes materializam o mesmo discurso de formas distintas; 4)
refletir sobre as atualizações e/ou reconfigurações que o discurso ecológico
apresente após vinte anos da Eco-92. Nosso embasamento teórico, ancorou-se
na Análise do Discurso de Linha Francesa desenvolvida por Maingueneau
(1997, 2006, 2008a, 2008b, 2010, 2011) e nas pesquisas sobre o discurso das
mídias do semiolinguista Charaudeau (2006). A partir disso, nossos estudos se
pautaram, principalmente, na investigação de como o primado do interdiscurso,
a semântica global e a prática intersemiótica possibilitariam o entendimento dos
efeitos de sentido encontrados nas materialidades linguísticas analisadas. A fim
de compreendermos a historicidade do discurso ecológico, ainda recorremos
ao trabalho de Carvalho (2011). A investigação mostrou que o discurso
ecológico, ao longo do tempo, passou por atualizações e modificações. Se, no
começo das primeiras manifestações a favor do verde, o ser humano era
colocado como principal agressor e à margem das preocupações ambientais,
passados vinte anos, o tom radical desse discurso se atenuou e o ser humano
juntamente com sua condição social de vida passou a ser também cerne
dessas preocupações. Antes, preservar a natureza das ações do homem; hoje,
preservar a natureza e o próprio homem. / El presente trabajo analiza la constitución y la materialización del discurso
ecológico en reportajes de la prensa brasileña. Muy actual, ese discurso, que
se vuelta hacía la preservación de los recursos naturales y la relación entre
hombres y naturaleza, parece aún ser poco explorado en el campo de los
estudios discursivos, por eso la pertinencia de esta pesquisa de línea
discursiva que tiene la siguiente pregunta: ¿Cómo se constituye y se
materializa el discurso ecológico en reportajes de la prensa brasileña? Por lo
tanto, partimos del análisis de reportajes de las revistas Veja y Carta Capital
acerca de los dos grandes eventos promovidos por la Organización de las
Naciones Unidas (ONU) e ocurridos en la ciudad del Rio de Janeiro: las
Conferencias de las Naciones Unidas sobre Medio Ambiente y
Desenvolvimiento, conocidas como Eco-92 e Rio+20. Para analizar de modo
pertinente nuestro objeto, tuvimos como objetivos específicos: 1) averiguar
como el discurso ecológico se constituye en la prensa brasileña,
específicamente en el decir de Veja y Carta Capital; 2) reflejar como el género
reportaje presenta el discurso ecológico dentro de la esfera periodística; 3)
discutir como las condiciones sociales e históricas de producción materializan
el mismo discurso de modos distintos; 4) reflejar acerca de las actualizaciones
y/o reconfiguraciones que el discurso ecológico presenta después de veinte
años de la Eco-92. Nuestro embasamiento teórico se ancoró en la Análisis del
Discurso Francesa hecha por Maingueneau (1997, 2006, 2008a, 2008b, 2010,
2011) y en las pesquisas acerca del discurso de los medios de comunicación
del semiolingüista Charaudeau (2006). En seguida, nuestros estudios se
pautaran, sobretodo, en la investigación de como el primado del interdiscurso,
la semántica global y la práctica intersemiótica posibilitarían la comprensión de
los efectos de sentido encontrados en las materialidades lingüísticas
investigadas. A fin de comprender la historicidad del discurso ecológico aún
recorrimos al trabajo de Carvalho (2011). La investigación mostró que el
discurso ecológico a lo largo del tiempo pasó por actualizaciones y
modificaciones. Si en el principio con las primeras manifestaciones en favor del
verde el ser humano era colocado como principal agresor y se quedaba de lado
en las preocupaciones ambientales, después de veinte años, el tono radical de
ese discurso se atenuó y el ser humano juntamente con su condición social de
vida pasó a ser también cerne de esas preocupaciones. Anteriormente,
preservar la naturaleza de las agresiones humanas; ahora, preservar la
naturaleza y también el propio hombre.
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