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Avaliação toxicológica pré-clínica do extrato seco deSchinus terebinthifolius Raddi (Anacardiaceae)

LIMA, Liliane Bezerra de 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:29:36Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo2153_1.pdf: 907907 bytes, checksum: 0a19a6c09a84d88ec45da225f2f77973 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Schinus terebinthifolius Raddi (Anacardiaceae) é uma árvore nativa do Brasil, Paraguai e Argentina, sendo cultivada em várias partes do mundo para fins ornamentais, alimentícios e medicinais. Popularmente esta espécie é conhecida no Brasil como aroeira, sendo consagrada, sobretudo pela população nordestina, como planta medicinal de ação cicatrizante e antiinflamatória. Embora seu uso seja amplamente disseminado, existe carência na literatura de informações toxicológicas detalhadas. Neste sentido, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a segurança da administração oral do extrato seco da casca do caule de S. terebinthifolius (St) em ratos Wistar de ambos os sexos. Para tanto, foram realizados testes de toxicidade aguda nas doses de 0,625 a 5,0 g/kg, de toxicidade subcrônica nas doses de 0,25; 0,625 e 1,5625 g/kg e de toxicidade reprodutiva em ratas prenhes (em período de pré-implantação e de organogênese) nas doses de 0,1; 0,25; 0,625 e 1,5625 g/kg de massa corporal. Os resultados demonstraram que na toxicidade aguda St não produziu mortes ou sinais de toxicidade nos animais em doses de até 5,0 g/kg. A administração por 45 dias de St não alterou os parâmetros bioquímicos e hematológicos, exceto nos grupos de machos tratados, onde houve aumento nos valores do volume corpuscular médio (St 0,25 e 0,625 g/kg; 2,9 e 2,6%, respectivamente) em relação ao grupo controle. Contudo, essas variações se encontraram dentro dos limites fisiológicos descritos para a espécie. Não foram observadas alterações na morfologia macroscópica externa e nas massas absoluta e relativa dos principais órgãos. Na toxicidade reprodutiva, a administração de St durante os períodos de pré-implantação (1º ao 6º dia de prenhez) e de organogênese (7º ao 14º dia de prenhez) não modificou as variáveis reprodutivas analisadas, assim como não demonstrou sinais de toxicidade nas mães e em seus conceptos. Em conclusão, o extrato seco da casca do caule de Schinus terebinthifolius é seguro uma vez que apresentou baixa toxicidade aguda e subcrônica por via oral, e não interferiu na capacidade reprodutiva de roedores, no que diz respeito aos processos de implantação do embrião e de organogênese
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Avaliação toxicológica pré-clínica do extrato seco de Cassia occidentalis L. (CASSIA VIRGÍNICA®)

Gonçalves Barbosa da Silva, Mirtes 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:29:38Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo2155_1.pdf: 1323280 bytes, checksum: 9c5606eb8f0077928001c05e2eec47b3 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Cassia occidentalis L. (Leguminosae) popularmente conhecida como fedegoso é geralmente encontrada em regiões de florestas e em outras áreas tropicais ao redor do mundo. Na medicina tradicional, raízes, folhas e caules são usados como laxante, antiinflamatório, analgésico, antipirético, diurético, hepatoprotetor, vermicida e abortivo. Baseado principalmente no largo uso popular, a Cassia occidentalis é comercializada por alguns laboratórios farmacêuticos entre eles o Laboratório Pernambucano Ltda. (LAPERLI) com o nome comercial de CASSIA VIRGÍNICA®. O fitoterápico CASSIA VIRGÍNICA®, preparado a partir de caules e folhas de Cassia occidentalis (CO), tem sido indicado para o tratamento de gripes, febres, úlceras varicosas e erisipelas. Apesar do amplo uso desta espécie, poucos são os trabalhos disponíveis na literatura sobre seu potencial toxicológico. A maioria dos estudos toxicológicos utilizando Cassia occidentalis, refere-se à toxicidade de suas sementes. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar a segurança da administração oral do extrato seco de caules e folhas de Cassia occidentalis (CASSIA VIRGÍNICA®) em ratos Wistar de ambos os sexos. Para isto, foram realizados testes de toxicidade aguda nas doses de 0.625 a 5.0 g/kg, de toxicidade subcrônica e de toxicidade reprodutiva nas doses de 0.10, 0.50 e 2.5 g/kg/dia. Os resultados demonstraram que, nos estudos de toxicidade aguda, CO não produziu morte ou sinais de toxicidade em doses de até 5.0 g/kg. A administração por 30 dias de CO não alterou os parâmetros bioquímicos e hematológicos dos animais tratados, que se mantiveram dentro dos valores de referência para espécie. Entretanto, foi constatada uma discreta diarréia durante o período de tratamento. Não foram observadas alterações significativas na massa corporal nem no consumo de água e ração. Também não foram registradas alterações significativas nas massas, absoluta e relativa, e nem na morfologia macroscópica externa ou microscópica dos principais órgãos. Nos estudos que avaliaram a capacidade reprodutiva em machos, o tratamento durante 60 dias com CO não produziu efeitos tóxicos sobre os parâmetros reprodutivos ou sobre os conceptos. Além disso, não houve alteração significativa nas massas dos órgãos reprodutivos (epidídimo, vesícula seminal, ducto deferente, testículos, próstata) nem no número de espermatozóides. Desta forma, conclui-se que extrato seco de caules e folhas de Cassia occidentalis (CASSIA VIRGÍNICA®) é seguro por via oral, uma vez que apresentou baixa toxicidade aguda e subcrônica e não interferiu na capacidade reprodutiva dos ratos Wistar
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Ensaios de toxicidade empregados na avaliação de efeitos no sistema de tratamento de esgotos e efluentes, ETE Suzano, e seu entorno, utilizando organismos aquáticos / TOXICITY ASSAYS APPLIED FOR THE EVALUATION OF THE EFFECTS OF SUZANO WASTEWATER TREATMENT SYSTEM, ETE SUZANO, AND ITS SURROUNDINGS, USING AQUATIC ORGANISMS

Natália Hamada 27 November 2008 (has links)
A Estação de Tratamento de Esgotos de Suzano, ETE Suzano, localizada em Suzano, recebe efluentes e esgotos domésticos de cinco municípios que concentram forte atividade industrial. A região merece estudos que visem à preservação do rio tendo em vista sua proximidade à nascente do mesmo, além da importância para o estado de São Paulo. O objetivo deste trabalho foi utilizar ensaios de toxicidade com organismos aquáticos de níveis tróficos distintos para avaliar a carga tóxica que chega na estação, a eficiência do tratamento biológico aplicado na mesma, bem como a influência da estação no seu entorno.Os resultados obtidos para os cinco locais amostrados indicaram que para o afluente a toxicidade foi bastante superior comparada aos demais locais e esse resultado se repetiu para todos os organismos testados, com valores de CE(I)50 variando entre 1,02% e 21,14% para V. fischeri, e entre 0,60 até 83,84% para D. similis . Com relação ao efluente tratado os resultados mais críticos foram determinados para a Ceriodaphnia dubia com valor crônico de 7,07%, em outubro de 2006. Nas demais campanhas os valores críticos do efluente tratado variaram entre 15,81% até 86,60%. Para Vibrio fischeri em todas as campanhas foi observada toxicidade para a amostra do afluente P2, sendo que a maior toxicidade foi verificada na primeira campanha. Ainda na primeira campanha o P4 apresentou toxicidade 2 vezes maior que em relação ao P1 mostrando que na água do P4 ainda existem contaminantes que prejudicam a vida aquática. Nas campanhas posteriores os valores verificados para P1 e P4 estiveram bem próximos, com moderada toxicidade. Para Daphnia similis foi constatada toxicidade nas 2ª e 3ª campanhas para o P4 enquanto que o P1 não apresentou toxicidade. Os resultados dos ensaios realizados com C. dubia visando ao potencial de efeito crônico demonstraram importante diferença entre natalidade obtida no ponto controle e os pontos do rio Tietê, jusante e montante. Ficou evidenciada que no entorno da estação comparativamente ao ponto controle a capacidade de reprodução desse organismo foi prejudicada. Da mesma forma alguns contaminantes orgânicos puderam ser determinados nesses locais e outro parâmetro crítico para a manutenção da vida aquática, o oxigênio dissolvido na água, resultou em valores entre 6,80ppm a 7,20 ppm no ponto controle (reservatório) enquanto que na água do rio esse parâmetro se manteve entre 0,5ppm e 0,7ppm , muito abaixo de 2,0 mg/L previsto pelo CONAMA. / The Suzano Sewage Treatment Station, ETE Suzano, located at Suzano city, receives effluents and domestic sewage from five municipalities that concentrate strong industrial activity. This region is special for sanitary studies for Tietê river preservation due to the importance of such a river and its origin quite close from Suzano. The present work applied toxicity tests for aquatic organisms (different trophic levels) in order to assess the toxic cargo that arrives to the station, the efficiency of biological treatment applied to the same, as well as the influence of the station to its surroundings.The results for the five sampled sites indicated that for the affluent the toxicity was significantly higher compared to others stations and this result was confirmed for all tested organisms. The effective toxic concentrations EC50 varried from 1.02% and 21.14% for V. fischeri, and between 0.60% to 83.84% for D. similis. The worst results were obtained during the first sampling. Regarding the final treated effluent more critical results were determined for Ceriodaphnia dubia with chronic value at 2006, October (7.07%). For this same treated effluent other toxic values varied from 15.81% to 86.60%. The next three sampled sites, which represented the river, only moderate toxicity was evidenced at the first campaign and for V. fischeri. The results for chronic effects (C. dubia) aimed reproduction of the organisms at control local and at Tiete River, downstream and upstream Suzano station. It was evident that the waters collected around the station reduced the reproduction capability of crustaceans. Similarly some organic contaminants could be determined at these sites and other critical parameter for the maintenance of aquatic life, the dissolved oxygen in water, resulted in values between 6.80 ppm to 7.20 ppm at control site while very low values were obtained at water River (between 0.5 ppm and 0.7 ppm), much lower than 2.0 mg / L provided by CONAMA.
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Avaliação da sensibilidade de Raphidocelis subcapitata (Chlorococcales, Chlorophyta) ao sulfato de cobre e sulfato de zinco através de toxicidade crônica e determinação da densidade algal por espectrofotometria

Rodrigues, Lúcia Helena Ribeiro January 2002 (has links)
Testes de toxicidade crônica, analisando a inibição de crescimento algáceo após 96 horas, foram realizados a fim de conhecer a sensibilidade de Raphidocelis subcapitata (conhecida como Selenastrum capricornutum), ao sulfato de cobre (CuSO4.5H2O) e do sulfato de zinco (ZnSO4.7H2O). A inibição do crescimento algal seguiu uma tendência exponencial negativa em função do aumento de concentração das duas substâncias, sendo descrita através das seguintes equações: y = 6257208,7. e-5,581.Cu; y = 7003223,1. e- 5,452.Zn; onde y é o número de células de R. subcapitata após 96 horas de exposição a diferentes concentrações de sulfato de cobre e sulfato de zinco, respectivamente. Valores de CE(I)50 demonstraram maior sensibilidade de R. subcapitata ao sulfato de cobre (CE(I)50;96h=0,154 mg.L-1) quando comparada com sulfato de zinco (CE(I)50;96h=0,215 mg.L-1). A densidade algácea foi determinada através de contagem celular e por técnica espectrofotométrica. Foi obtida uma curva de calibração para estimativa de densidade algácea correlacionando valores de absorbância e número de células por contagem, em 684 nm. A curva foi determinada através de um modelo empírico: y = 7,2578.10-8 . x1,0219 (n=130; r2=0,9998); onde y é a medida de absorbância e x é o número de células. A análise de resíduos demonstrou que a equação pode ser utilizada até a densidades de 5.000.000 de células e valores de absorbância até 0,5.
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Avaliação da sensibilidade de Raphidocelis subcapitata (Chlorococcales, Chlorophyta) ao sulfato de cobre e sulfato de zinco através de toxicidade crônica e determinação da densidade algal por espectrofotometria

Rodrigues, Lúcia Helena Ribeiro January 2002 (has links)
Testes de toxicidade crônica, analisando a inibição de crescimento algáceo após 96 horas, foram realizados a fim de conhecer a sensibilidade de Raphidocelis subcapitata (conhecida como Selenastrum capricornutum), ao sulfato de cobre (CuSO4.5H2O) e do sulfato de zinco (ZnSO4.7H2O). A inibição do crescimento algal seguiu uma tendência exponencial negativa em função do aumento de concentração das duas substâncias, sendo descrita através das seguintes equações: y = 6257208,7. e-5,581.Cu; y = 7003223,1. e- 5,452.Zn; onde y é o número de células de R. subcapitata após 96 horas de exposição a diferentes concentrações de sulfato de cobre e sulfato de zinco, respectivamente. Valores de CE(I)50 demonstraram maior sensibilidade de R. subcapitata ao sulfato de cobre (CE(I)50;96h=0,154 mg.L-1) quando comparada com sulfato de zinco (CE(I)50;96h=0,215 mg.L-1). A densidade algácea foi determinada através de contagem celular e por técnica espectrofotométrica. Foi obtida uma curva de calibração para estimativa de densidade algácea correlacionando valores de absorbância e número de células por contagem, em 684 nm. A curva foi determinada através de um modelo empírico: y = 7,2578.10-8 . x1,0219 (n=130; r2=0,9998); onde y é a medida de absorbância e x é o número de células. A análise de resíduos demonstrou que a equação pode ser utilizada até a densidades de 5.000.000 de células e valores de absorbância até 0,5.
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Avaliação da sensibilidade de Raphidocelis subcapitata (Chlorococcales, Chlorophyta) ao sulfato de cobre e sulfato de zinco através de toxicidade crônica e determinação da densidade algal por espectrofotometria

Rodrigues, Lúcia Helena Ribeiro January 2002 (has links)
Testes de toxicidade crônica, analisando a inibição de crescimento algáceo após 96 horas, foram realizados a fim de conhecer a sensibilidade de Raphidocelis subcapitata (conhecida como Selenastrum capricornutum), ao sulfato de cobre (CuSO4.5H2O) e do sulfato de zinco (ZnSO4.7H2O). A inibição do crescimento algal seguiu uma tendência exponencial negativa em função do aumento de concentração das duas substâncias, sendo descrita através das seguintes equações: y = 6257208,7. e-5,581.Cu; y = 7003223,1. e- 5,452.Zn; onde y é o número de células de R. subcapitata após 96 horas de exposição a diferentes concentrações de sulfato de cobre e sulfato de zinco, respectivamente. Valores de CE(I)50 demonstraram maior sensibilidade de R. subcapitata ao sulfato de cobre (CE(I)50;96h=0,154 mg.L-1) quando comparada com sulfato de zinco (CE(I)50;96h=0,215 mg.L-1). A densidade algácea foi determinada através de contagem celular e por técnica espectrofotométrica. Foi obtida uma curva de calibração para estimativa de densidade algácea correlacionando valores de absorbância e número de células por contagem, em 684 nm. A curva foi determinada através de um modelo empírico: y = 7,2578.10-8 . x1,0219 (n=130; r2=0,9998); onde y é a medida de absorbância e x é o número de células. A análise de resíduos demonstrou que a equação pode ser utilizada até a densidades de 5.000.000 de células e valores de absorbância até 0,5.
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Ensaios ecotoxicológicos aplicados a avaliação de resíduos da produção de medicamentos veterinários

MASELLI, Bianca de Souza 15 February 2013 (has links)
O crescimento do mercado de medicamentos veterinários faz com que esse setor invista em novas tecnologias e produtos com menores impactos ambientais, pois os resíduos dos fármacos de uso veterinário têm sido detectados em diversos compartimentos. Ensaios de toxicidade aguda e crônica permitem a detecção dos efeitos deletérios de substâncias tóxicas em concentrações muito baixas. Neste contexto, o objetivo desse trabalho é avaliar a toxicidade dos efluentes brutos e tratados gerados na produção de medicamentos veterinários, empregando ensaios ecotoxicológicos. Foram realizadas cinco campanhas de amostragens entre outubro de 2011 e julho de 2012 em uma indústria farmacêutica veterinária. Amostras de efluentes brutos, tratados quimicamente e tratados biologicamente foram coletadas e submetidas aos testes de toxicidade aguda com Daphnia similis (NBR 12713) e de toxicidade crônica com Ceriodaphnia dubia (NBR 13373). Os parâmetros avaliados nestes ensaios foram a imobilidade e a reprodução dos microcrustáceos (D. simillis e C. dubia). Todas as amostras dos efluentes brutos e tratados apresentaram elevada toxicidade aguda para D. similis. Nos testes crônicos com C. dubia observou-se uma toxicidade ainda maior, de acordo com o tipo de efluente em grande parte das campanhas de amostragem. Os efluentes brutos e tratados quimicamente apresentaram importante toxicidade e em geral o tratamento biológico foi capaz de reduzir os efeitos observados. Adequações no tratamento serão necessárias para completa eliminação desta toxicidade dos efluentes dessa indústria. / The growing market for veterinary medicines makes this industry invest in new technologies and products with lower environmental impacts, because veterinary drug residues have been detected in several compartments. Tests for acute and chronic toxicity allow the detection of the harmful effects of toxic substances in very low concentrations. In this context, the aim of this study was to evaluate the toxicity raw and treated effluent generated in the production of veterinary medicines, employing ecotoxicological tests. There were performed five samplings between October of 2011 and July of 2012, in a veterinary pharmaceutical industry. Samples of raw effluent, chemically treated and biologically treated were collected and subjected to acute toxicity tests with D. similis (NBR 12713), chronic toxicity with C. dubia (NBR 13373). Endpoints evaluated in these tests were the immobility and the reproduction of microcrustaceans (D. simillis and C. dubia). All samples of raw and treated effluent showed high acute toxicity to D. similis. In chronic tests with C. dubia, there was an even greater toxicity, according to the type of effluent in a large part of performed samplings. The raw and chemically treated effluents showed significant toxicity and general biological treatment was able to reduce the effects observed. Adjustments in treatment will be necessary for complete elimination of this toxicity of effluents in this industry. / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG
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Ensaios de toxicidade empregados na avaliação de efeitos no sistema de tratamento de esgotos e efluentes, ETE Suzano, e seu entorno, utilizando organismos aquáticos / TOXICITY ASSAYS APPLIED FOR THE EVALUATION OF THE EFFECTS OF SUZANO WASTEWATER TREATMENT SYSTEM, ETE SUZANO, AND ITS SURROUNDINGS, USING AQUATIC ORGANISMS

Hamada, Natália 27 November 2008 (has links)
A Estação de Tratamento de Esgotos de Suzano, ETE Suzano, localizada em Suzano, recebe efluentes e esgotos domésticos de cinco municípios que concentram forte atividade industrial. A região merece estudos que visem à preservação do rio tendo em vista sua proximidade à nascente do mesmo, além da importância para o estado de São Paulo. O objetivo deste trabalho foi utilizar ensaios de toxicidade com organismos aquáticos de níveis tróficos distintos para avaliar a carga tóxica que chega na estação, a eficiência do tratamento biológico aplicado na mesma, bem como a influência da estação no seu entorno.Os resultados obtidos para os cinco locais amostrados indicaram que para o afluente a toxicidade foi bastante superior comparada aos demais locais e esse resultado se repetiu para todos os organismos testados, com valores de CE(I)50 variando entre 1,02% e 21,14% para V. fischeri, e entre 0,60 até 83,84% para D. similis . Com relação ao efluente tratado os resultados mais críticos foram determinados para a Ceriodaphnia dubia com valor crônico de 7,07%, em outubro de 2006. Nas demais campanhas os valores críticos do efluente tratado variaram entre 15,81% até 86,60%. Para Vibrio fischeri em todas as campanhas foi observada toxicidade para a amostra do afluente P2, sendo que a maior toxicidade foi verificada na primeira campanha. Ainda na primeira campanha o P4 apresentou toxicidade 2 vezes maior que em relação ao P1 mostrando que na água do P4 ainda existem contaminantes que prejudicam a vida aquática. Nas campanhas posteriores os valores verificados para P1 e P4 estiveram bem próximos, com moderada toxicidade. Para Daphnia similis foi constatada toxicidade nas 2ª e 3ª campanhas para o P4 enquanto que o P1 não apresentou toxicidade. Os resultados dos ensaios realizados com C. dubia visando ao potencial de efeito crônico demonstraram importante diferença entre natalidade obtida no ponto controle e os pontos do rio Tietê, jusante e montante. Ficou evidenciada que no entorno da estação comparativamente ao ponto controle a capacidade de reprodução desse organismo foi prejudicada. Da mesma forma alguns contaminantes orgânicos puderam ser determinados nesses locais e outro parâmetro crítico para a manutenção da vida aquática, o oxigênio dissolvido na água, resultou em valores entre 6,80ppm a 7,20 ppm no ponto controle (reservatório) enquanto que na água do rio esse parâmetro se manteve entre 0,5ppm e 0,7ppm , muito abaixo de 2,0 mg/L previsto pelo CONAMA. / The Suzano Sewage Treatment Station, ETE Suzano, located at Suzano city, receives effluents and domestic sewage from five municipalities that concentrate strong industrial activity. This region is special for sanitary studies for Tietê river preservation due to the importance of such a river and its origin quite close from Suzano. The present work applied toxicity tests for aquatic organisms (different trophic levels) in order to assess the toxic cargo that arrives to the station, the efficiency of biological treatment applied to the same, as well as the influence of the station to its surroundings.The results for the five sampled sites indicated that for the affluent the toxicity was significantly higher compared to others stations and this result was confirmed for all tested organisms. The effective toxic concentrations EC50 varried from 1.02% and 21.14% for V. fischeri, and between 0.60% to 83.84% for D. similis. The worst results were obtained during the first sampling. Regarding the final treated effluent more critical results were determined for Ceriodaphnia dubia with chronic value at 2006, October (7.07%). For this same treated effluent other toxic values varied from 15.81% to 86.60%. The next three sampled sites, which represented the river, only moderate toxicity was evidenced at the first campaign and for V. fischeri. The results for chronic effects (C. dubia) aimed reproduction of the organisms at control local and at Tiete River, downstream and upstream Suzano station. It was evident that the waters collected around the station reduced the reproduction capability of crustaceans. Similarly some organic contaminants could be determined at these sites and other critical parameter for the maintenance of aquatic life, the dissolved oxygen in water, resulted in values between 6.80 ppm to 7.20 ppm at control site while very low values were obtained at water River (between 0.5 ppm and 0.7 ppm), much lower than 2.0 mg / L provided by CONAMA.
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Avaliação toxicológica pré-clinica do fitoterápico contendo Gossypium herbaceum (Tintura de Algodoeiro Cangeri) em ratos wistar

Etges, Rodrigo Nestor January 2007 (has links)
O presente estudo avaliou a segurança de um fitoterápico, constituído de extrato fluído de Gossypium herbaceum (algodoeiro) (Tintura de Algodoeiro Cangeri®), através de estudos de toxicidade subcrônica, tendo como base a resolução Nº 90, de 16 de março de 2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O objetivo era verificar se o presente fitoterápico causava toxicidade sistêmica de doses repetidas em ratos Wistar. Para o teste de toxicidades repetidas constituiu-se quatro grupos de ratos Wistar, cada um composto por 10 machos e dez fêmeas, tratados por via oral (gavagem) com 0,4ml.kg-1, 2ml.kg-1e 4ml.kg-1, respectivamente a dose terapêutica indicada pelo fabricante para seres humanos adultos, 5 vezes e 10 vezes a dose terapêutica, além de um grupo controle, que recebeu o veículo do fitoterápico. Os resultados revelaram que os animais tratados com a dose terapêutica não mostraram alterações sistêmicas que indique toxicidade. As alterações observadas nas variáveis de ganho de massa corporal, dados hematológicos e de bioquímica sangüínea nos grupos tratados com as doses 5 e 10 vezes a dose terapêutica revelaram a ocorrência de toxicidade sistêmica, agravada com a elevação da mesma. / The phytoterapic constituted by Gossypium herbaceaum (cotton plant) (Tintura de Algodoeiro Cangeri®) was investigated from the potential of toxicological effects when orally administered to male and female Wistar rats for 30 days. The studies were based in the resolution n. 90, March 16th, 2004 from National Agency of Sanitary Vigilance (ANVISA). The aim of the study was watch if daily doses of the fitoterapic would became in to systemic toxicity. Four experimental groups were formed (10 animals/sex/dose) receiving daily doses of 0.4ml, 2ml and 4ml.kg-1 respectively the therapeutic dose recommended by the producer for adult humans, 5 times and 10 times the therapeutic dose, besides a control group treated with the phytotherapic vehicle. The results revealed the absence of systemic toxicity with the therapeutic dose. The alterations observed in the weight gain, hematological values and biochemical blood analyses in the doses equivalent to 5 and 10 times the therapeutic doses revealed systemic toxicity, in a dose related manner.
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Desenvolvimento de nanocompósitos contendo nisina como embalagens para alimentos e avaliação da sua toxicidade aguda

Boelter, Juliana Ferreira January 2016 (has links)
Novas estruturas nanométricas vêm sendo desenvolvidas e estudadas para aplicação em várias áreas, inclusive na indústria de alimentos. No presente estudo, foram desenvolvidos lipossomas de fosfatidilcolina purificada (Phospholipon®) e semi- purificada a partir de lecitina de soja, contendo o peptídeo antimicrobiano nisina. Esses lipossomas foram caracterizados através de seu tamanho, polidispersividade, potencial zeta, eficiência de encapsulação e estabilidade. Lipossomas com 1,0 mg/ml de nisina, feitos de Phospholipon® apresentaram maior estabilidade e eficiência de encapsulação, sendo selecionados para incorporação em filmes nanocompósitos contendo 0,5g/l da nanoargila haloisita e biopolímeros (gelatina e caseína). Esses filmes foram caracterizados quanto a propriedades antimicrobianas, estruturais, mecânicas, térmicas e ópticas. Os filmes inibiram as bactérias Gram-positivas Listeria monocytogenes, Clostridium perfringens e Bacillus cereus. A adição de lipossomas e haloisita aumentou a rugosidade dos filmes e diminuiu a temperatura de transição vítrea. A espectroscopia infravermelho evidenciou que não houve interações químicas entre os lipossomas e haloisita com a matriz protéica. Os filmes de caseína se mostraram mais finos e amarelados, mais rígidos e menos elásticos quando comparados aos filmes de gelatina. Para realizar uma avaliação da toxicidade aguda dos componentes nanométricos presentes nos filmes, foi utilizado o nemátodo Caenorhabditis elegans como modelo biológico. Foram avaliados os parâmetros dose letal mediana (DL50), desenvolvimento dos vermes, peroxidação lipídica, produção de espécies reativas de oxigênio (ERO) e produção das enzimas catalase e superóxido dismutase. A nisina livre apresentou a menor DL50 entre os componentes do presente estudo (0,239 mg/ml) e promoveu a diminuição do tamanho corporal dos vermes nessa concentração. A taxa de sobrevivência em lipossomas controle (contendo apenas tampão fosfato) e lipossomas contendo nisina foi de 94,3 e 73, 6%, respectivamente, sugerindo que os lipossomas podem ser considerados sistemas não-tóxicos para aplicação em alimentos. Foram também testadas as nanorgilas haloisita, bentonita e montmorilonita modificada com octadecilamina, puras e com nisina adsorvida. A haloisita foi a argila menos tóxica, com DL50 8,38 mg/ml, ao passo que a montmorilonita modificada com octadecilamina foi a mais tóxica, com DL50 0,35 mg/ml. A adsorção de nisina à haloisita e bentonita provocou uma grande diminuição na sobrevivência dos vermes, o que não ocorreu com a montmorilonita modificada com octadecilamina. Todas as argilas alteraram em algum grau o desenvolvimento dos vermes, sendo mais pronunciado no tratamento com bentonita. Todos os componentes testados provocaram aumento nos níveis de espécies reativas de oxigênio e alterações nas quantidades de CAT e SOD. A peroxidação lipídica foi detectada apenas em vermes expostos à montmorillonita modificada com octadecilamina, em doses maiores que a DL50. O teste de Spearman demonstrou que a taxa de morte e o nível de ERO estão positivamente correlacionados, sugerindo que o provável mecanismo de toxicidade é o estresse oxidativo. / New nanoscale structures have been developed and studied for use in many areas, including food industry. In the present study, were developed liposomes made of purified(Phospholipon®) and semi-purified phosphatidylcholine, containing the antimicrobial peptide nisin. These liposomes were characterized by their size, polydispersity, zeta potential, encapsulation efficiency and stability. Liposomes with 1.0 mg/ml of nisin, made of Phospholipon® showed greater stability and encapsulation efficiency and were selected for incorporation in nanocomposite films containing 0.5 g/ l of halloysite nanoclay and biopolymers (gelatin and casein). These films were characterized for antimicrobial properties, structural, mechanical, thermal and optical. The films inhibited Gram-positive bacteria Listeria monocytogenes, Clostridium perfringens and Bacillus cereus. The addition of liposomes and halloysite increased roughness of the films and decreased the glass transition temperature. The infrared spectroscopy showed that no chemical interactions occurred between the liposomes and halloysite with the protein matrix. The casein films were thinner, yellowish, more rigid and less elastic compared to gelatin films. To evaluate the acute toxicity of nanometric components present in the films, we used the nematode Caenorhabditis elegans as biological model. Were evaluated the parameters median lethal dose (LD50), development of worms, lipid peroxidation, production of reactive oxygen species (ROS) and production of enzymes catalase and superoxide dismutase. The free nisin showed the lowest LD50 among the components of this study (0.239 mg/ml) and promoted decrease in body size of the worms at this concentration. The survival rate in control liposomes (containing only phosphate buffer) and liposomes containing nisin was 94.3 and 73 6%, respectively, suggesting that the liposomes may be considered non-toxic for use in food systems. The nanoclays halloysite, bentonite and montmorillonite modified with octadecylamine, pure and with adsorbed nisin were also tested. Halloysite was less toxic nanoclay, with LD50 8.38 mg/ml, whereas the montmorillonite modified with octadecylamine was more toxic with LD50 0.35 mg/ml. The adsorption of nisin to halloysite and bentonite caused a large decrease in the survival of worms, which did not occur with the montmorillonite modified with octadecylamine. All nanoclays altered in some degree the development of the worms, but it was more pronounced in treatment with bentonite. All tested components caused increased levels of reactive oxygen species and changes in amounts of CAT and SOD. Lipid peroxidation was detected only in worms exposed to montmorillonite modified with octadecylamine, at doses higher than the LD50. Spearman's test showed that the death rate and the level of ROS are positively correlated, suggesting that the probable mechanism of toxicity is oxidative stress.

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