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Seguridad vial en el ciclismo urbano: intervención textil en chaquetas para mujeres

Allan Bravo, Estefanía January 2016 (has links)
Memoria para optar al título de Diseñador Industrial
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Efeitos de um bloco semanal de treinamento intervalado de alta intensidade nos índices fisiológicos e performance de ciclistas competitivos

Costa, Vitor Pereira January 2014 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2014. / Made available in DSpace on 2014-08-06T18:06:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 326558.pdf: 972922 bytes, checksum: d80cedf878865abcf189be098ef06653 (MD5) Previous issue date: 2014 / O objetivo principal deste estudo foi verificar a influência de um bloco semanal de treinamento intervalado de alta intensidade nos índices fisiológicos e no desempenho aeróbio de ciclistas competitivos. Além disso, buscou-se verificar os efeitos desse protocolo na potência exercida durante a simulação de uma prova de contra-relógio no ciclismo. Por fim, analisar e comparar o comportamento da potência durante as sessões de treinamento intervalado no ciclo-ergômetro. 20 ciclistas competitivos (consumo máximo de oxigênio (VO2max) ~ 61 ml.kg-1.min-1) foram separados em dois grupos com 10 atletas cada: 1) crash training (CT) e 2) controle (C). Os ciclistas do CT realizaram quatro sessões de testes físicos (duas pré e duas pós-treinamento). O treinamento físico consistiu em um bloco semanal de treinamento intervalado de alta intensidade durante 7 dias consecutivos. As sessões de treino apresentavam 10 sets com sprints de 15, 30 e 45 s nesta seqüência, totalizando 30 sprints por sessão de treinos. Os sprints foram separados por um período de descanso 5 vezes maior que o esforço. Após uma semana do término do treinamento, os ciclistas aumentaram a potência aeróbia máxima (Pmáx), limiar anaeróbio individual (IAT), onset blood lactate accumulation (OBLA), economia (EC), eficiência bruta (EB) e a potência média no contra-relógio de 20 km em 5,6%; 5,2%; 3,8%; 3,4%; 3,4% e 3,9%; respectivamente. Os efeitos percentuais foram maiores após duas semanas do fim da intervenção (7,6%; 5,5%; 4,5%; 3,9%; 4,5% e 6,9%; respectivamente; bem como o VO2max = 4,6%). O comportamento da potência durante o contra-relógio mostrou que após o treinamento físico, os ciclistas aumentaram a potência nos primeiros 10 km de prova e nos instantes finais. Além disso, os resultados demonstraram que os ciclistas mantiveram os valores de potência pico e média ao longo dos dias de treino. Portanto, o presente estudo demonstrou que utilizar um bloco semanal de treinamento intervalado de alta intensidade em um grupo de ciclistas treinados, é uma nova estratégia de treinamento que promove aumentos significativos em diversos índices fisiológicos e a performance aeróbia. Estes resultados apresentam aplicações práticas relevantes pois é possível obter ganhos de performance em ciclistas com apenas poucos dias de treinamento físico e um período curto de recuperação.<br> / Abstract : The main aim of this study was to verify the effects of a block-week of high intensity interval training on physiology and performance in competitive cyclists. The secondary aim was to compare the effects of this training protocol on power profile during a simulated cycling time trial. Furthermore, analyze and compare the power behavior during training sessions on cycle-ergometer. 20 competitive cyclists (maximal oxygen uptake (VO2max) ~ 61 ml.kg-1.min-1) were separated in two groups with 10 athletes each: 1) crash training (CT); 2) control (C). CT cyclists performed four sessions of physical tests (two pre and two post-training). The physical training was a block-week of high intensity interval training during seven days in a row. Cyclists performed 10 sets each with 15, 30, and 45 s sprints. Cyclists performed 30 sprints in the end of each training session. The sprints were separated by a rest period five times higher than the sprint. One week after finish the training, cyclists increased their peak power output (Pmáx), individual anaerobic threshold (IAT), onset blood lactate accumulation (OBLA), economy (EC), gross efficiency (EB) and 20 km time trial mean power by 5,6%; 5,2%; 3,8%; 3,4%; 3,4% e 3,9%; respectively. The percentage effects increased more after two weeks of the end of training (7,6%; 5,5%; 4,5%; 3,9%; 4,5% e 6,9%; respectively; as weel as VO2max = 4,6%). After complete the training program, the power behavior during the time trial showed that cyclists enhanced the power output on the first 10 km and in the final meters of the trial. Moreover, cyclists maintain the peak and mean power output during the days of training. Therefore, the present study demonstrated that a block-week of high intensity interval training is a new training strategy that promotes significant enhancements in several physiological markers and performance in a group of already trained cyclists. The practical applications from our data is relevant since cyclists can achieve high gains in performance with only a short period of high intensity training and short recovery period.
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Relação de parâmetros eletromiográficos com a transição aeróbia-anaeróbia em ciclistas treinados / Relationship between electromyographic parameters and aerobic-anaerobic transition in trained cyclists

Pereira, Maria Claudia Cardoso 31 July 2009 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, 2009. / Submitted by Washington da Silva Chagas (washington@bce.unb.br) on 2011-05-18T01:07:02Z No. of bitstreams: 1 2009_MariaClaudiaCardosoPereira.pdf: 2656216 bytes, checksum: ff9368cba96c20436fefc3402dd0ff58 (MD5) / Approved for entry into archive by Elna Araújo(elna@bce.unb.br) on 2011-05-18T20:06:31Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_MariaClaudiaCardosoPereira.pdf: 2656216 bytes, checksum: ff9368cba96c20436fefc3402dd0ff58 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-05-18T20:06:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_MariaClaudiaCardosoPereira.pdf: 2656216 bytes, checksum: ff9368cba96c20436fefc3402dd0ff58 (MD5) / O objetivo do estudo foi verificar a existência de pontos de quebra no valor RMS e na velocidade de condução (VC) semelhantes ao limiar anaeróbio e ponto de compensação respiratório determinados por variáveis ventilatórias. O sinal eletromiográfico de superfície foi registrado no vasto lateral de 14 ciclistas do sexo masculino (32,64 ± 8,97 anos) por meio de arranjos lineares de eletrodos. Os sujeitos realizaram um teste físico do tipo incremental em cicloergômetro com carga inicial de 150 W, cadência de 80 rpm e acréscimos de 20 W.min 1 - . O limiar anaeróbio foi determinado por um ponto de quebra na V CO2 e o ponto de compensação respiratório pelo segundo ponto de quebra na VE. Os algoritmos aplicados aos dados de V CO2, VE, RMS e VC foram capazes de determinar um ou dois pontos de quebra na tendência dos dados. Os pontos de quebra foram comparados por meio de teste-t pareado (p<0,05). Não foram encontradas diferenças significativas entre o primeiro ponto de quebra do RMS e o limiar anaeróbio bem como do segundo ponto de quebra e o ponto de compensação respiratório. Os dados da VC apontam para apenas um ponto de quebra nessa variável semelhante estatisticamente ao limiar anaeróbio. Os resultados do estudo apontam a aplicabilidade da eletromiografia de superfície como método não-invasivo de determinação dos limiares referentes à transição aeróbia-anaeróbia em ciclistas treinados. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / The purpose of the study was to verify the existence of break points in the RMS value and conduction velocity (VC) similar to the anaerobic threshold and respiratory compensatory point determined by ventilatory variables. The electromyographic signal was registered in the vastus laterallis muscle of 14 male cyclists (32.64 ± 8.97 years old) with a linear electrodes array. The subjects were submitted to an incremental physical test in a cycloergometer with the initial load of 100 W, cadence of 80 rpm and load increase of 20 W.min-1. The anaerobic threshold was determinated by one break point in V CO2 and the respiratory compensatory point was defined by the second point in VE. The algorithms applied in V CO 2, VE, RMS e VC were capable to identify one or two break points in the trend of the variables. The break points were compared by the paired t-test (p<0.05). There were no significant difference between the first break point in RMS value and anaerobic threshold, as well as the second break point and the respiratory compensatory point. The VC data shows only one break point in this variable similar to the anaerobic threshold. The results support the applicability of surface electromyography as a non-invasive method to determine the thresholds referents to the aerobic-anaerobic transition in trained cyclists.
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Traje de oficina para ciclistas urbanos

Silva Guzmán, Daniela January 2014 (has links)
Memoria para optar al título de Diseñador Industrial / Este proyecto se trata del diseño de un traje que este incluido dentro del código de vestimenta de oficina, que no deje de lado los códigos formales para desenvolverse dentro de un contexto de negocios, desde ahora traje de oficina, para ciclista locomotivo. Consiste en un conjunto de prendas con código de traje de oficina, compuesto por pantalón y chaqueta (traje), que permitirán generar un lenguaje común entre los ciclistas locomotivos; que se adapta tanto a las necesidades de andar en bicicleta, como a las de estar en el lugar de trabajo. Donde se tomará en cuenta el movimiento y acciones realizadas al andar en bicicleta para proyectar un traje, pero manteniendo el código de vestimenta de oficina. Se resuelve a través de intervenciones en la forma de las prendas, modificando zonas de tensión en la tela y enganche con componentes de la bicicleta. Intervenir también las zonas de mayor exposición al frio y viento (cuello, mangas, espalda), para proteger el cuerpo del ciclista en movimiento e incorporar elemento de seguridad, como reflectantes en zonas especificas para que sólo se vean al estar sobre la bicicleta.
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Avaliação da técnica de pedalada de ciclistas em diferentes alturas do selim

Moro, Vanderson Luis January 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos. Programa de Pós-Graduação em Educação Física / Made available in DSpace on 2013-03-04T17:55:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 307719.pdf: 8544602 bytes, checksum: 623dd0dbb783eb38bcc0f0c49ba31f39 (MD5) / Introdução: A biomecânica do ciclismo estuda os fatores ambientais e os fatores mecânicos internos e externos que podem afetar o desempenho dos ciclistas. A altura do selim é um dos fatores mecânicos externos que podem afetar a técnica da pedalada. Objetivo: Avaliar a influência das diferentes alturas do selim na ativação muscular dos músculos vasto lateral (VL), reto femoral (RF), bíceps femoral (BF) e gastrocnêmio lateral (GL), na força efetiva producente (Feprod) e na força efetiva contraproducente (Fecprod) de ciclistas e triatletas competitivos. Método: Participaram deste estudo 12 atletas, sendo cinco ciclistas e sete triatletas. Na primeira visita ao laboratório foram mensuradas as características antropométricas (massa corporal, estatura e dobras cutâneas) e realizado um teste progressivo máximo em cicloergômetro para verificar o consumo máximo de oxigênio, concentração de lactato e a potência produzida. Nas três visitas subsequentes foram realizados dois testes de carga constante (domínio pesado) e o teste de Wingate. No primeiro teste, a posição do selim estava na altura de referência (posição do selim utilizada pelos atletas em treinamentos e competições). A posição de referência do selim foi alterada verticalmente (para cima e para baixo) em 2,5% da altura da sínfise púbica até o solo nas outras duas etapas. A ativação muscular do VL, RF, BF e GL do membro inferior direito e as forças aplicadas no pedal (Feprod e Fecprod) de ambos os membros inferiores foram mensuradas durante todos os testes. A estatística consistiu do teste t de Student para amostras pareadas, coeficiente de correlação intraclasse e ANOVA para medidas repetidas, completada pelo testes post-hoc de Tukey (HSD) (GraphPad Prism® 4.0. e SPSS versão 15.0 for Windows). Os resultados de todas as análises foram considerados significativos quando p?0,05. Resultados: 1) Testes de carga constante: A correlação intraclasse mostrou valores de repetibilidade moderado a excelente (entre 0,50 e 1,0) para a maioria das variáveis investigadas. Em geral, não houve alterações significativas da Feprod e Fecprod, ângulos do pedivela onde ocorreram os picos das Feprod e Fecprod e ativação muscular do VL, RF, BF e GL entre as posições do selim. 2) Teste de Wingate: A potência pico absoluta e a potência pico relativa foram maiores nas posições do selim alta e baixa em relação a posição do selim de referência. Em geral, a Feprod e a Fecprod, os ângulos do pedivela onde ocorreram os picos das Feprod e Fecprod e a ativação muscular do VL, RF, BF e GL não apresentaram diferença entre as posições do selim. Houve um acréscimo da Feprod, seguida por um decréscimo da cadência e dos ângulos do pedivela onde ocorreram os picos da Feprod e Fecprod (apenas membro inferior dominante) durante o teste de Wingate. O membro inferior dominante dos atletas produziu mais Feprod do que o membro inferior não-dominante, independente da altura do selim investigada (referência, baixa e alta). Conclusão: Os dados sugerem que alterações de 2,5% na altura do selim em ciclistas e triatletas competitivos não resultam em grandes mudanças na técnica de pedalada. / Introduction: The biomechanics of cycling studies environmental, internal mechanical and external mechanical factors which can affect the performance of cyclists. The saddle height is one of the external mechanical factors that may affect pedaling technique. Objective: The aim of this study was to assess the influence of different saddle heights in muscle activation of the vastus lateralis (VL), rectus femoris (RF), biceps femoris (BF) and gastrocnemius lateralis (GL), positive effective force (PEF) and negative effective force (NEF) of amateur cyclists and triathletes. Method: 12 competitive athletes (5 cyclists and 7 triathletes) participated in this study. On the first visit to the laboratory was measured body mass, height, skinfold thickness and performed a progressive cycle ergometer test to determine maximal oxygen uptake, blood lactate concentration and power output. In three subsequent visits the cyclists and triathletes were performed two constant-load cycling tests (heavy domain) and 30-second Wingate test. In the first test, the saddle position was in reference height (saddle position used by athletes in training and competition). The reference saddle position has changed vertically (upward and downward) in 2.5% of the symphysis pubis to ground the other two steps. Muscle activation of VL, RF, BF, and GL of right lower limb and the forces applied on the pedal (EF and IF) of both lower limbs were measured during all tests. Paired Student's t test, intraclass correlation coefficient and ANOVA for repeated measures supplemented by the Tukey post hoc test were used in this study (GraphPad Prism® 4.0. and SPSS version 15.0 for Windows). The results of all tests were considered significant when p=0.05. Results: 1) Constant-load cycling tests: The intraclass correlation values showed moderate to excellent (0.50 to 1.0) for most of the variables investigated. In general, no significant changes in PEF, NEF, crank angles at peaks in PEF and NEF, and muscular activation of the VL, RF, BF and GL between saddle positions. 2) 30-second Wingate test: The absolute and relative peak power were higher in the high and low saddle positions compared to the reference saddle position. In general, PEF, NEF, crank angles at peaks of PEF and NEF, and muscular activation of the VL, RF, BF and GL showed no difference between saddle positions. There was an increment of PEF, followed by a decrease in cadence and crank angles at peaks of PEF and NEF (only dominant lower limb) during the 30-second Wingate test. The dominant lower limb of the athletes produced more PEF than the lower limb non-dominant, regardless of saddle height investigated (reference, low and high). Conclusion: Our results suggest that changes of 2.5% in saddle height for amateur cyclists and triathletes no result in large changes in the pedaling technique.
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Diseño de vestuario para ciclistas locomotivas urbanas

Toledo Escárate, Daniela January 2006 (has links)
No description available.
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BITrack; sistema de señalización para el ciclista urbano

Martínez Burgos, Victoria January 2015 (has links)
Memoria para optar al título de Diseñador Industrial
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Efeitos da cadência de pedalada nas respostas fisiológicas e no tempo de exaustão do exercício realizado a 100 e 105% da potência crítica em ciclistas treinados

Souza, Kristopher Mendes de 25 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-graduação em Educação Física, Florianópolis, 2011 / Made available in DSpace on 2012-10-25T17:23:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 292373.pdf: 562378 bytes, checksum: eeb671039830d2c4afd3e21bf45f5cc7 (MD5) / Introdução: A potência crítica (PC) é estabelecida como sendo o limite superior do domínio pesado. Além disso, tem sido demonstrado que a cadência de pedalada influencia nas respostas fisiológicas e no tempo de exaustão (tlim) do exercício realizado nos domínios pesado e severo. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi analisar os efeitos de diferentes cadências de pedalada nas respostas fisiológicas e no tlim do exercício realizado na PC e em 105%PC de ciclistas treinados. Metodologia: Participaram deste estudo 13 ciclistas treinados (20 ± 5,1 anos; 70,8 ± 12,2 kg e 179,1 ± 7,2 cm) que realizaram os seguintes testes: um teste incremental para determinação do consumo máximo de oxigênio (VO2max), intensidade correspondente ao VO2max (IVO2max) e limiar anaeróbio (LAn); três testes para determinar o tlim a 95, 100 e 110%IVO2max; seis testes (duas intensidades vs. três cadências) até a exaustão voluntária na PC e 105%PC em diferentes cadências de pedalada (Cadpref-25%, Cadpref e Cadpref+25%) para determinar as respostas fisiológicas consumo de oxigênio (VO2), freqüência cardíaca (FC), ventilação pulmonar (VE), lactato sangüíneo ([Lac]), delta de lactato ([Lac]), componente lento da cinética do VO2 (CL) e tlim. A PC foi determinada pelo modelo linear potência vs. 1/tlim (P x 1/tlim). Na análise dos dados utilizou-se a estatística descritiva (média ± DP), o teste de Shapiro-Wilk para verificar a normalidade, a análise de variância one-way de medidas repetidas, a análise de variância two-way de medidas repetidas, teste post hoc de Bonferroni, o teste t de Student para amostras pareadas e o teste de correlação de Pearson. Foi adotado um nível de significância de 5%. Resultados: Os valores de VO2max, IVO2max, LAn, PC e 105%PC foram 66,7 ± 8,0 ml.kg-1.min-1, 345 ± 41 W, 254 ± 35 W, 294 ± 37 W e 308 ± 40 W, respectivamente. A PC e 105%PC corresponderam em média a aproximadamente 85 e 89%IVO2max, respectivamente. Os valores de Cadpref-25%, Cadpref e Cadpref+25% foram 73 ± 3 rpm, 98 ± 4 rpm e 122 ± 4 rpm na PC, e 74 ± 2 rpm, 99 ± 3 rpm e 123 ± 3 rpm em 105%PC, respectivamente. Os valores de VO2, FC, VE e [Lac] aumentaram significativamente com o aumento da cadência nas duas intensidades analisadas (PC e 105%PC). O [Lac] e o CL diferiram significantemente (p<0,05) na PC entre a Cadpref-25% e a Cadpref. O tlim no exercício realizado na Cadpref+25% foi significantemente (p<0,05) menor que na Cadpref e na Cadpref-25% em ambas as intensidades. Ao analisar o efeito da intensidade (PC vs. 105%PC) no tlim, foram encontradas diferenças significativas (p<0,05) para todas as cadências. O VO2max foi atingido na PC utilizando a Cadpref+25% e em 105%PC utilizando a Cadpref e a Cadpref+25%. Conclusão: Com base nos resultados encontrados, pode-se concluir que o exercício realizado na PC e em 105%PC por ciclistas treinados utilizando a Cadpref+25%, quando comparado com as Cadpref-25% e Cadpref, demanda um maior gasto energético e apresenta um menor tempo de sustentação nessas intensidades. Além disso, o VO2 determinado durante a PC atinge seus valores máximos ao final do exercício realizado na Cadpref+25% e o atingimento do VO2max é dependente da cadência no exercício a 105%PC.
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Teste máximo de 3 minutos em ciclo-ergômetro isocinético

Lucas, Ricardo Dantas de January 2012 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2012 / Made available in DSpace on 2013-06-26T00:50:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 314357.pdf: 862391 bytes, checksum: 605b5935f538d3be9463e1e647ce5b3e (MD5) / A partir da relação entre cargas de trabalho e os seus respectivos tempos de exaustão pode-se estabelecer parâmetros relacionados tanto à capacidade aeróbia (potência crítica), como à capacidade anaeróbia. Recentemente foi proposto na literatura, um teste máximo (all-out) com 3 minutos de duração (3MT) em ciclo-ergômetro, a fim de estabelecer os mesmos parâmetros obtidos pelo conceito "clássico" da potência crítica, e adicionalmente mensurar também o consumo máximo de O2 ( O2max). O objetivo deste estudo, foi analisar a reprodutibilidade dos parâmetros mecânicos e também do O2pico obtidos do 3MT em um ciclo-ergômetro isocinético, utilizando duas cadências de pedalada (60rpm e 100rpm). Um segundo objetivo foi comparar as respostas obtidas no 3MT entre as duas cadências analisadas. A validade do O2pico também foi analisada. Participaram deste estudo 14 indivíduos sadios e fisicamente ativos (27,1 ± 4,5 anos de idade; 174,8 ± 5,5 cm e 77,7 ± 9,6 kg) que realizaram os seguintes testes: um teste incremental de rampa e quatro 3MT em ciclismo isocinético (dois a 60rpm e dois a 100rpm, randomizados). A partir destes testes foram determinados os seguintes índices: potência pico (PP), potência média (MP), potência média dos últimos 30 s, ou potência final (EP), índice de fadiga (IF), trabalho realizado acima da EP (WEP), trabalho total (Wtotal) e o O2pico. Para análise de reprodutibilidade foram utilizados: a análise de variânciatwo-way (testes versus cadência) de medidas repetidas, teste post hoc de Bonferroni, o teste de correlação intraclasse (ICC), além do erro típico de medida (ETM). Para comparação entre as cadências, foram utilizados: a análise de variância one-way de medidas repetidas, o teste t de Student para amostras pareadas, e o coeficiente de correlação de Pearson. Foi adotado um nível de significância de 5%.Todos os índices analisados não apresentaram diferença significante entre o teste e o reteste para cada cadência. O O2pico obtido nos 3MT foi altamente reprodutível (ICC> 0,97 e ETM< 3,2%) e não apresentou diferença com o obtido no teste incremental (p<0,05). Dentre os parâmetros mecânicos, a MP juntamente com o Wtotal foram os índices que apresentaram melhor reprodutibilidade (ICC> 0,97 e ETM<3%) para ambas as cadências, seguidas da EP (ICC> 0,91 e ETM<6%), IF (ICC>0,80 e ETM<4%), PP (ICC>0,81 e ETM<10%), e WEP (ICC>0,79 e ETM<10,5%). Além disto foi encontrada diferença significante entre as cadências (p<0,05), para todos os índices mecânicos, com exceção da WEP. Conclui-se que o tanto o perfil de potência como o O2pico obtido no 3MT isocinético são altamente reprodutíveis, nas cadências de 60 e 100 rpm. Além disto, o O2picoé uma medida válida quando obtida no 3MT isocinético. Mais pesquisas são necessárias para determinar a validade e consequentemente o significado fisiológico, em especial da EP e do WEP, obtidos em diferentes cadências.<br> / Abstract : From the relationship between work-rates and times to exhaustion it can be determine parameters related to both aerobic (i.e. crítical power) and anaerobic capacity. Recently, it was proposed in literature, an all-out cycling test, lasting 3 minutes (3MT), in order to determine the same parameters found by the classical concept of crítical power, and also measure the maximal O2 consumption ( O2max). The aim of this study was to analyze the reliability of mechanical parameters and O2max derived from a 3MT isokinetic cycling, during two cadences (60rpm e 100rpm). Further, it was analyzed the cadence effects on responses derived from 3MT isokinetic. The validity of the 3MT O2peak was also tested. Fourteen healthy and active male subjects (27.1 ± 4.5 years; 174.8 ± 5.5 cm and 77.7 ± 9.6 kg) completed an incremental ramp testing (GXT) and four randomized 3MT (two at 60-rpm and two at 100-rpm). The following parameters were analyzed: peak power (PP), mean power (MP), end power (EP), fatigue index (FI), work performed above EP (WEP), total work (Wtotal) and O2peak. Reliability analyses were conducted by: ANOVA two-way (trials vs. cadences) with repeated measure, post hoc test of Bonferroni, intra class coefficient of correlation (ICC), and typical error of measurement (TEM). To compare between-cadence effect it was used: ANOVA one-way with repeated measure, paired t-test and Pearson#s coefficient of correlation. No difference was found for all variables between test-retest. The O2peak derived from 3MTshowed high reliability (ICC> 0.97 and TEM< 3.2%) and did not show differences with GXT O2peak (p<0.05). Regarding mechanical parameters, the MP together with Wtotal were the most reliable indices (ICC> 0.97 and ETM<3%), following by EP (ICC> 0.91 and ETM<6%), IF (ICC>0.80 and ETM<4%), PP (ICC>0.81 and ETM<10%), and WEP (ICC>0.79 and ETM<10.5%). Furthermore it was found a significant difference between cadences, for all mechanical indices, excepting WEP. In conclusion, both power profile and O2peak are highly reliable, in cadences of 60-rpm and 100-rpm. Furthermore the O2peak is a valid measure when derived from isokinetic 3MT. More researches are necessary to determine the validity and therefore the physiological meaning, especially of EP and WEP, derived from different cadences.
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Cicloguía urbana : propuesta de comunicación visual para la imagen y percepción del ciclismo urbano en Santiago

Céspedes Sotomayor, Mauricio January 2006 (has links)
Diseñador Gráfico / El proyecto se basa en la problemática que existe en nuestra sociedad con respecto a la inclusión del ciclista urbano al sistema de transportes de la ciudad, específicamente en su interacción con los otros medios, como motoristas y peatones. Se busca generar un nuevo posicionamiento del ciclista urbano, en donde su imagen contribuya a una inserción mas armónica, todo esto mediante un proceso comunicacional que tenga como pieza principal una Guía del ciclismo urbano. La guía es una pieza de diseño que nos permite realizar este proceso educativo, elaborando un mensaje que sea claro e informativo, y que además represente mediante su grafica esa nueva imagen del ciclista urbano, que logre ser más amigable, integradora y positiva, potenciando esta conceptualización con un carácter descriptivo e informativo en los contenidos, ya que todos estos aspectos serán fundamentales para cumplir los objetivos comunicacionales. La grafica debe además permitir un proceso de identificación por parte del usuario junto con transmitir los objetivos generadores del proyecto.

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