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A criança e o adolescente enfermos como sujeito aprendentes: representações de professores da rede regular de ensino no município de Salvador-BA

Silva, Maria Celeste Ramos da January 2009 (has links)
Submitted by Edileide Reis (leyde-landy@hotmail.com) on 2013-04-30T16:51:36Z No. of bitstreams: 1 Maria Celeste Silva.pdf: 3515847 bytes, checksum: 5129a3f1d736f88f950b6bcb1847e212 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Auxiliadora Lopes(silopes@ufba.br) on 2013-06-11T16:22:31Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Maria Celeste Silva.pdf: 3515847 bytes, checksum: 5129a3f1d736f88f950b6bcb1847e212 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-06-11T16:22:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Maria Celeste Silva.pdf: 3515847 bytes, checksum: 5129a3f1d736f88f950b6bcb1847e212 (MD5) Previous issue date: 2009 / A presente pesquisa consistiu em analisar as representações de professores da Rede Regular de Ensino de Salvador (municipal, estadual e privada), acerca das possibilidades de ensino-aprendizagem de crianças e adolescentes enfermos que necessitem ou não de hospitalização. Metodologicamente, enquadrou-se como pesquisa qualitativa inspirada por pressupostos da etnografia de concepção fenomenológica analisada por André, da etnopesquisa crítica referenciada nos estudos de Macedo e na abordagem das Representações Sociais, de Moscovici e Jodelet. Utilizou-se como instrumento a entrevista semi-estruturada aplicada a oito professores. Dentre os resultados alcançados constatou-se que os professores manifestam descrédito nas reais possibilidades de ensino aprendizagens ofertáveis a crianças e adolescentes hospitalizados que são ou que se tornarão alunos potenciais das escolas regulares, principalmente em razão das condições emocionais e físicas daqueles indivíduos. Além disso, constatou-se que os professores desconhecem a classe hospitalar enquanto modalidade de atenção dirigida a crianças e adolescentes hospitalizados, assim como não reconhecem esses indivíduos como sujeitos de direito da Educação Especial. Estes achados atestam a necessidade de maior e melhor interação e diálogo (intra e extra- instituições), entre profissionais da Educação (professores, coordenadores, diretores e técnicos da classe hospitalar e escola regular) e da Saúde (profissionais e técnicos). Reforçam também a importância de permitir que uma criança ou adolescente embora doente, exercite sua condição – intrínseca – de sujeito aprendente e seja assim reconhecido como alvo legítimo das políticas educacionais inclusivas. / Salvador
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Variabilidade genética de vírus sincicial respiratório humano isolados de crianças hospitalizadas e de crianças de creche

Simas, Paulo Vitor Marques [UNESP] 05 March 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:27:20Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-03-05Bitstream added on 2014-06-13T20:35:40Z : No. of bitstreams: 1 simas_pvm_me_sjrp.pdf: 757596 bytes, checksum: 7eea9161648de54e0aebc8de24ca086d (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / O virus sincicial respiratório humano (hRSV) é o principal agente causador de infecções respiratórias agudas (IRA) em crianças menores que 5 anos de idade. Estudos de variabilidade genética tem identificado 2 grupos antigênicos de hRSV (A e B). A proteína G tem sido alvo destes estudos e tem fornecido informações importantes sobre as características clínicas e epidemiológicas do vírus. Os objetivos deste estudo foram determinar o genótipo, identificar o padrão de circulação das variantes de hRSV e comparar o diagnóstico apresentado por crianças provenientes de grupos clinicamente distintos. Foram colhidas amostras de aspirado nasofaringe de crianças menores que 6 anos de idade com IRA que freqüentaram uma creche municipal no período de julho de 2003 a setembro de 2005 e que foram internadas no Hospital de Base entre maio de 2004 e setembro de 2005 em São José do Rio Preto-SP. O diagnóstico viral foi realizado por RT-PCR e a genotipagem por sequenciamento da região variável (G2) do gene da proteína G. As árvores filogenéticas foram construídas a partir de alinhamentos das seqüências com outras disponíveis no GenBank para hRSV A e B. Foram identificadas 142 amostras positivas para hRSV (29% - 79/272 nas crianças hospitalizadas; e 7,7% -63/817 nas crianças da creche), das quais 61 foram genotipadas (29 da creche e 32 do hospital). Destas, 92% (56/61) pertencem a hRSV A e 8% (5/61) ao hRSV B. As análise filogenéticas hRSVA mostraram a existência de três agrupamentos, GA1, GA2 e GA5, que co-circularam durante o período analisado. Nos isolados de crianças de creche, houve apenas detecção de hRSV GA1 (isolados muito similares a cepa protótipo A2). Os isolados do subgrupo B pertencem ao genótipo BA – GB3 e foram identificados apenas nas crianças hospitalizadas. Nossos isolados foram similares aos identificados nas cidades de Ribeirão Preto, São Paulo... / Not available
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O desenho da figura humana e o desenho da pessoa doente na avaliação psicológica de crianças hospitalizadas / The Human Figure Drawing (HFD) and the Patient Person Drawing (PPD) in psychological assessment of hospitalized children

Paulo Gonçalves de Freitas 11 April 2008 (has links)
O presente estudo teve como objetivo a avaliação psicológica de crianças hospitalizadas por meio do Desenho da Figura Humana (DFH) e do Desenho da Pessoa Doente (DPD) usando os Indicadores Emocionais e Indicadores Maturacionais de Koppitz (1973) e o levantamento de elementos complementares relativos à doença e à hospitalização. A amostra foi composta por 120 crianças de ambos os sexos, com faixa etária de 7 a 11 anos, divididas em dois grupos, um grupo de crianças hospitalizadas e outro de escolares. Os resultados indicaram que os dois desenhos das crianças hospitalizadas apresentaram um número maior de Indicadores Emocionais do que as escolares e menor média nos Indicadores Maturacionais, mostrando um maior comprometimento no primeiro grupo. Os Indicadores Emocionais com diferenças significantes no DFH foram figura pequena e pernas fechadas, mais freqüentes nas crianças hospitalizadas. Quanto aos Indicadores Maturacionais foram observadas diferenças significantes entre os dois grupos, a favor do grupo de escolares, tanto no DFH como no DPD. Nos dois grupos e também na amostra total, o DFH apresentou uma produção mais elaborada, em comparação com o DPD. No DPD os Indicadores Emocionais com maior freqüência do que no DFH foram integração pobre, sombreamento no rosto, sombreamento no corpo/membros, sombreamento no rosto/pescoço, figura pequena, mãos cortadas e omissão de pescoço. No DPD das crianças hospitalizadas ficou evidente a presença dos elementos complementares caracterizando doenças mais graves em relação ao DPD dos escolares, com mais representação do ambiente hospitalar, de objetos de procedimentos hospitalares, restrição de atividade, figura debilitada, expressão de tristeza e expressão de choro/dor. Pode-se concluir que o uso do DPD como instrumento de avaliação psicológica de crianças hospitalizadas permite emergir maior quantidade de indicadores de perturbação emocional em comparação ao DFH. Portanto, pode-se considerar que o DPD mostra-se como uma técnica eficaz para a avaliação de crianças hospitalizadas. / This study had the purpose to assess psychologically hospitalized children by the Human Figure Drawing (HFD) and by the Patient Person Drawing (PPD) using Koppitz Emotional and Maturational Indicators (1973) and by the survey of complementary elements related to illness and hospitalization. Sample was composed by 120 children, half of each sex, with age ranging from 7 to 11 years old, divided in two groups, one of hospitalized children and the other from schools. Results indicated that the hospitalized children drawings presented a bigger number of Emotional Indicators than school children and lower mean of Maturational Indicators, showing more emotional problems in the first group. The Emotional Indicators that had significant differences between groups were tiny figure and legs pressed together. In relation to Maturational Indicators were observed significant differences, in behalf of school children in HFD and in PPD. In both groups and in the whole sample, the HFD presented a more elaborate drawing than the PPD. In PPD the Emotional Indicators with more frequency than in HFD were poor integration, shading of face, shading of body and/or limbs, tiny figure, hands cut off and neck omission. In hospitalized children PPD it became evident the presence of complementary elements, characterizing serious illness in relation to PPD of school children, with more representation of hospital environment, hospital procedures objects, activity restriction, debilitated person, sadness and cry/pain expression. It can be concluded that the PPD use as a tool of psychological assessment with hospitalized children permits to emerge more indicators emotional disturbs comparing with the HFD. Therefore it can be considered that the PPD is a more efficient procedure to assess hospitalized children.
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Re-significando a ação clínica psicológica na assistência à criança queimada / Re-directing the psychological clinical action in the assistance of the burn child an experience in question

Carvalheira, Ivana Magaly Lima Alencar 28 March 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2017-06-01T18:08:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ivana carvalheira.pdf: 1499667 bytes, checksum: beb0cba4ab3133ac41bacec304771573 (MD5) Previous issue date: 2003-03-28 / Considering the pain and suffering of the burned child who is in hospital, this author was concerned mostly with the kinds of current clinical help which are offered by the psychology professionals staff. From this view point when one researched about the saber fazer , that is, the psychological and clinical know-how, there were a great number of possibilities as to the fazer saber , e.g. how to reach the suffering child in his/her innerself and let him/her know that there is someone who in fact can help. It was found out that there were a number of attitudes, actions, interventation and interpretation which the psychologist could make use of in his relationship and care for the subject, the burned child. Therefore, the psychologist and/or researcher should be conscious about how broad the psychological clinical field is, and further he/she needs to understand clearly what may help as well as what may prevent a certain contextual action . One should start from understanding the subject s individual experience as a unique human being. This study aims to take a rather different look at the burned child specific experience, and tries to provide a new meaning to the psychological clinical action, inside a hospital, enlightened by both the existential phenomenon and attitudes for the psychological clinical action. The qualitative methodology was chosen, and it was inspired by the narrator himself. It was also supported by the phenomenal method for interpretation. The material analysed is made up of narratives based on the psychologist/researcher experiences, as well as from the burned child and the mother, who were in the Burned Treatment Center (BTC). In addition, reports from professionals belonging to the same health staff were considered. Finally , special attention was given to both the experienced/affectionate knowledge and the theoretical one, all deriving from talks to area field experts. It was discovered that the psychological action done at the BTC is in the pratical-theoretical field from the Psychological Advice, and it is deemed as an educational and psychological-clinical practice, in an interdisciplinary dimension of a clinical social action. M oreover, some special peculiarities were found from the communication among the professional psychologist, the burned child and the mother. Those peculiarities were the tools which facilitated the psychologist / Considerando a experiência de aflição da criança queimada hospitalizada, buscou-se pensar, como maior propriedade, sobre os modelos assistenciais clínicos instituídos, disponibilizados no atendimento a sua demanda psicológica. Nessa perspectiva, ao pesquisar sobre o saber/fazer clínico psicológico, revelaram-se múltiplas atitudes, ações, intervenções, orientações, interpretações, possíveis e cabíveis, ao psicológico na relação/cuidado com o sujeito. Lançando como profissional e/ou pesquisador no vasto campo da clínica psicológica , é importante compreender o que facilita ou dificulta uma ação situada. Parte-se de uma compreensão de ação implicada como constituinte no modo de ser humano: sujeito que age. Assim, este trabalho visa, a partir de uma experiência específica, trazer um outro olhar, ressignificando o fazer clínico psicológico no contexto do hospital, à luz da fenomenologia existencial e de dispositivos para a ação clínica psicológica. Recorreu- se à metodologia qualitativa, inspirada na figura do narrador e amparada no método fenomenológico para interpretação. A matéria-prima desta obra consiste em narrativas da experiência do psicólogo/pesquisador e dos interlocutores nos atendimentos, criança e sua mãe, no Centro de Tratamento de Queimados, além de relatos de profissionais dessa mesma equipe de saúde. Ao final, procurou-se uma articulação entre o conhecimento vivido/afetivo e o conhecimento teórico, a partir do diálogo com autores. Vislumbrou-se que a ação psicológica no C.T.Q. situa-se no campo teórico-prático do Aconselhamento Psicológico, como prática clínico- psicológica e educacional, numa dimensão interdisciplinar de ação social clínica. Foram, ainda, evidenciadas peculiaridades da comunicação entre a psicóloga, a criança e sua mãe, compreendidas como utensílios/utilitários facilitadores da intervenção psicológica. Espera-se, com este trabalho, apontar aberturas para ousadias responsáveis na atuação clínica, com implicações para o estudo e prática interdisciplinar

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